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IA está redefinindo a liderança corporativa

Redação Informe ES

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Com o cenário corporativo em rápida evolução, a IA surge não apenas como uma ferramenta para eficiência operacional, mas como uma força central na reformulação da própria liderança. A integração da inteligência artificial nas estratégias de trabalho inaugura uma nova era em que a tomada de decisões baseada em dados e a análise preditiva se tornam centrais para guiar equipes rumo à inovação e ao sucesso.

Essa transformação, embora promissora, também apresenta desafios que exigem uma reavaliação dos papéis e estratégias de liderança tradicionais. Por meio de estudos de caso reais e exemplos, entenda como a IA está redefinindo a liderança corporativa, a seguir.

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Getty Images
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IA traz inovações, desafios e estratégias para o sucesso na liderança

Uma visão para o futuro

Na era da IA, a tecnologia pode ser usada para aprimorar a tomada de decisões, fomentar a inovação e antecipar mudanças de mercado. A capacidade da inteligência artificial de analisar conjuntos de dados e gerar insights em tempo real capacita os líderes a tomar decisões informadas rapidamente, uma vantagem crítica no ambiente de negócios acelerado de hoje.

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Para ver as mudanças em ação, considere como o Watson, principal sistema de IA da IBM, aumentou a tomada de decisões. A empresa está há muito na vanguarda da integração da ferramenta nas estratégias de liderança. Com o sistema, ela auxilia líderes em várias indústrias com insights derivados de dados não estruturados, desde postagens em mídias sociais até relatórios complexos. A capacidade da plataforma de entender a linguagem natural e gerar hipóteses baseadas em dados permite que os líderes tomem decisões mais informadas, além de aprimorar sua visão estratégica e eficiência operacional.

Da mesma forma, o uso da inteligência artificial pelo Google em sua estratégia de liderança exemplifica como a tecnologia pode impulsionar a inovação. Ao empregar o sistema na análise de tendências de mercado e comportamento do consumidor, o Google tem continuamente adaptado seus produtos e serviços para atender às necessidades evolutivas dos usuários. Essa abordagem proativa manteve a empresa na vanguarda da indústria, o que demonstra o poder da tecnologia em sustentar uma cultura de inovação contínua.

Na gestão da PepsiCo, a integração da ferramenta inteligente ilustra o papel da IA no aprimoramento da liderança operacional. Com algoritmos para prever e gerenciar interrupções na cadeia de suprimentos, a empresa alcançou melhorias em eficiência e economia de custos. Esta aplicação estratégica da inteligência artificial não só otimiza as operações, mas também libera os líderes para se concentrarem em iniciativas de crescimento estratégico.

Mudanças positivas

A integração da IA na liderança corporativa inaugura vários benefícios transformadores:

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  • Tomada de decisão aprimorada: A capacidade de processar e analisar dados em uma escala sem precedentes fornece aos líderes insights anteriormente inacessíveis, o que leva a decisões mais informadas e estratégicas.
  • Análise preditiva para planejamento estratégico: As ferramentas permitem que os profissionais antecipem tendências de mercado, identifiquem oportunidades e mitiguem riscos de forma proativa.
  • Fomento à inovação: Ao automatizar tarefas rotineiras e fornecer insights baseados em dados, a IA permite que os executivos se concentrem no pensamento estratégico e na inovação, o que pode impulsionar suas empresas para a frente.
  • Melhoria da comunicação e engajamento: Os sistemas podem analisar o feedback e o engajamento dos funcionários em tempo real, permitindo que os gestores resolvam preocupações prontamente e mantenham uma força de trabalho motivada.

Mudanças negativas

No entanto, a transformação para a liderança com IA não está isenta de desafios:

  • Dependência da tecnologia: Uma dependência excessiva da inteligência artificial pode levar a uma desconexão potencial da intuição e dos valores humanos, componentes essenciais da liderança eficaz.
  • Preocupações com privacidade e ética: O uso da ferramenta nas estratégias da empresa levanta preocupações sobre a privacidade dos dados e a tomada de decisões éticas, o que leva para uma complexidade moral dos líderes.
  • Lacunas de habilidades e resistência à mudança: A integração exige uma força de trabalho habilidosa em ciência de dados e análises, o que pode potencialmente levar a lacunas de habilidades e resistência entre a liderança tradicional e as equipes.

Estratégias para integrar IA na liderança

Para aproveitar os benefícios da inteligência artificial, enquanto mitigam seus desafios, os líderes devem adotar uma abordagem equilibrada:

  • Fomentar uma cultura de aprendizado contínuo: Incentivar a educação e o treinamento contínuos na tecnologia pode capacitar os líderes e suas equipes a alavancar a ferramenta de forma eficaz.
  • Manter uma abordagem centrada nas pessoas: O foco na intuição, ética e valores humanos é crucial. Os líderes devem garantir que o sistema sirva para aprimorar, não substituir, as pessoas da empresa.
  • Desenvolver políticas para o uso: Regular a maneira de usar o sistema na tomada de decisões pode ajudar a resolver preocupações com privacidade e questões morais, com um uso responsável e transparente.
  • Incentivar a liderança adaptativa: O futuro exige líderes que não sejam apenas tecnologicamente adeptos, mas também capazes de se adaptar a mudanças rápidas. Adotar um estilo de liderança adaptativa, caracterizado pela flexibilidade, resiliência e disposição para experimentar, será fundamental para prosperar no mundo corporativo da IA.

Liderando para frente

A integração da tecnologia na liderança corporativa marca uma mudança crucial em como os negócios são direcionados para o sucesso. Como esses exemplos ilustram, o papel da IA em melhorar a tomada de decisões, fomentar a inovação e otimizar as operações é inegável. No entanto, a jornada rumo à liderança com a ferramenta está repleta de desafios que exigem navegação cuidadosa.

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Ao fomentar uma abordagem equilibrada que enfatize o uso ético, o aprendizado contínuo e uma perspectiva centrada no humano, os líderes podem desbloquear todo o potencial da IA, guiando suas organizações para um futuro promissor e próspero. Nesta nova era, aqueles que abraçarem a inteligência artificial, não como um substituto para a liderança humana, mas como um poderoso aliado, definirão os próximos passos do sucesso corporativo.

*Neil Sahota é colaborador da Forbes USA. Ele é um palestrante e consultor de negócios especialista em IA.

O post IA está redefinindo a liderança corporativa apareceu primeiro em Forbes Brasil.

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Como Encontrar o Mentor Certo em Cada Fase da Carreira

Redação Informe ES

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A mentoria costuma ser tratada como um “item obrigatório” na carreira, mas essa ideia leva as pessoas a ignorar algo essencial: o tipo de orientação de que você precisa.

O apoio de um mentor no início da trajetória profissional é muito diferente do que será necessário no meio da carreira ou em posições seniores. Sem compreender essa nuance, muitos profissionais acabam frustrados e decepcionados com relações de mentoria que parecem pouco úteis, desalinhadas ou de curta duração.

A necessidade de mentoria pode estar em um dos níveis mais altos já registrados. As estatísticas de engajamento de funcionários divulgadas pela Gallup revelam que apenas 31% dos profissionais concordam fortemente que alguém incentiva seu desenvolvimento no trabalho.

Enquanto isso, uma pesquisa do LinkedIn, baseada em um levantamento da Censuswide, empresa internacional de pesquisa de mercado, realizado em novembro de 2025 com mais de 15 mil profissionais, apontou que quase 80% das pessoas se sentem despreparadas para encontrar um emprego em 2026.

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Essa lacuna evidencia um problema generalizado de mentoria que atravessa países, setores e níveis de carreira.

Veja como encontrar o mentor certo para o momento em que você está agora.

Profissionais em início de carreira precisam de mentores que ensinem como o trabalho realmente funciona

Estudantes, profissionais em início de carreira e pessoas em transição profissional enfrentam um desafio comum: entender que esforço nem sempre gera resultados automaticamente, porque ainda estão aprendendo a dinâmica do ambiente de trabalho.

Nessa fase, o que eles mais precisam é de contexto e capacidade de reconhecer padrões — mais do que aconselhamento estratégico. É fundamental receber feedback sobre normas do ambiente corporativo, estilos de comunicação e expectativas não ditas. É preciso alguém que explique por que as coisas funcionam de determinada maneira, e não apenas o que deve ser feito.

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O mentor mais eficaz nesse estágio não é um executivo distante com um cargo alto. É alguém um ou dois níveis acima, que ainda se lembra de como foi atravessar os primeiros anos de carreira e possui sólido conhecimento da cultura e dos processos internos da organização. Se você está no início da trajetória, busque alguém disposto a explicar o raciocínio por trás das decisões — e não apenas as decisões em si.

Muitos profissionais iniciantes também abordam a mentoria de forma vaga, pedindo a alguém para “ser seu mentor” sem especificar que tipo de orientação procuram. Antes de fazer o convite, esclareça para si mesmo quais pontos você precisa compreender melhor.

Profissionais em meio de carreira precisam de mentores que orientem sobre posicionamento e decisões

No meio da carreira — seja você um gestor, um especialista sênior ou um profissional que sente ter chegado a um platô — suas necessidades mudam drasticamente. Já não é preciso alguém que explique como as coisas funcionam. O que você precisa é de perspectiva para avaliar quais oportunidades valem a pena e como se posicionar para alcançá-las.

Profissionais nessa fase se beneficiam de mentores que ajudem a testar opções, ofereçam feedback franco sobre pontos fortes e lacunas e tragam clareza sobre possíveis trajetórias. Busque pessoas que já tenham passado por transições semelhantes – não necessariamente o mesmo caminho exato que você pretende seguir. Priorize franqueza em vez de incentivo superficial. Agora, os riscos e as decisões são maiores, e você precisa de alguém que diga o que realmente pensa.

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Um erro comum nessa etapa é presumir que um único mentor conseguirá atender a todas as necessidades. Em vez disso, construa seu próprio “conselho consultivo” pessoal. Pessoas diferentes podem oferecer perspectivas diferentes. Um mentor pode apoiar no desenvolvimento de habilidades de liderança, enquanto outro contribui com uma visão de mercado ou do setor. E não limite sua visão sobre quem pode ser mentor: não é obrigatório que a pessoa atue no seu segmento ou tenha seguido o mesmo percurso que você deseja trilhar.

Profissionais seniores precisam de mentores que desafiem seu pensamento

Líderes seniores, executivos e profissionais altamente experientes enfrentam outro tipo de desafio. Nesse nível, raramente se busca aconselhamento tático. O que eles precisam é de interlocutores estratégicos que ajudem a navegar complexidades éticas e políticas, questionem premissas e apoiem as mudanças de identidade que acompanham a transição de executor para líder e, depois, para guardião da organização.

Os mentores mais eficazes nessa fase costumam ser pares ou conselheiros externos à sua empresa. Eles compreendem o peso das decisões em posições de liderança, mas não estão envolvidos na política interna. Fazem perguntas desconfortáveis e contestam seus argumentos, suposições e vieses.

Profissionais seniores também se beneficiam da mentoria reversa, aprendendo com pessoas em início de carreira que trazem novas perspectivas sobre tendências emergentes, tecnologias ou mudanças geracionais nas expectativas em relação ao trabalho. Não presuma que seus mentores precisam ser mais velhos ou mais experientes do que você. Eles precisam, simplesmente, oferecer insights que você ainda não possui.

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Outro erro comum nesse nível é acreditar que você já superou a necessidade de mentoria. A demanda por mentoria não desaparece, ela evolui. Sem esse apoio contínuo, líderes seniores correm o risco de se isolar intelectualmente, recorrer a abordagens ultrapassadas ou deixar de perceber mudanças importantes no cenário mais amplo.

Como fazer a mentoria funcionar para você

Independentemente da fase da carreira, ao abordar um potencial mentor, pedidos específicos funcionam melhor do que abordagens genéricas.

Em vez de perguntar “Você pode ser meu mentor?”, experimente algo como: “Estou trabalhando para melhorar minha presença executiva. Você estaria disposto a me dar um feedback depois da minha próxima apresentação?”

Mentorias de curto prazo, focadas em questões específicas, costumam ser mais eficazes do que acordos indefinidos. Alguém pode orientá-lo durante uma transição pontual (uma promoção, uma mudança de carreira, um projeto desafiador) e, em seguida, a relação naturalmente se encerrar.

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Encontrar o mentor certo depende totalmente do seu momento e da sua intenção. Ao esclarecer que tipo de orientação você precisa e considerando sua fase atual de carreira, a mentoria deixa de parecer algo distante e passa a se tornar um apoio prático, capaz de realmente impulsionar sua trajetória profissional.

*Cynthia Pong, é colaboradora da Forbes USA. Ela é uma coach executiva, autora, palestrante e fundadora e CEO da Embrace Change, que oferece desenvolvimento de liderança.

*Matéria originalmente publicada em Forbes.com

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Santander e Alura Oferecem 36 Mil Bolsas de Estudo em Tecnologia e IA

Redação Informe ES

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Em um cenário de crescente demanda por profissionais de tecnologia e inteligência artificial, o Santander vai oferecer 36 mil bolsas de estudo gratuitas em parceria com a Alura + FIAP Para Empresas, plataforma de cursos e soluções corporativas. O programa é online, tem duração de dois meses e oferece certificado de participação.

Aberta a residentes no Brasil acima de 16 anos, a iniciativa começa com uma trilha de nivelamento de habilidades. Na etapa seguinte, 35 mil participantes serão selecionados para avançar à trilha principal de aprendizado com base no desempenho em um teste teórico.

A jornada é estruturada em módulos semanais que combinam aulas gravadas, exercícios práticos, conteúdos teóricos e encontros ao vivo. Ao final do programa, 350 alunos serão escolhidos para uma imersão de 16 semanas na área de interesse, com plano de estudos aprofundado e desenvolvimento de projetos com feedback.

Todos os participantes mantêm acesso à plataforma da Alura por mais seis meses, podendo explorar mais de 2 mil cursos em diferentes áreas da tecnologia.

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As inscrições estão abertas até 29 de março no site oficial do programa.

O que os participantes aprendem durante o programa

Ao longo da formação, os alunos terão contato com temas como gestão de produtos, análise de dados, inteligência artificial aplicada, oratória, metodologias ágeis, inovação aberta, marketing digital e empreendedorismo. O programa também inclui conteúdos de machine learning, governança de IA e engenharia de prompt, além do uso de ferramentas como Excel, Power BI, SQL, Python e plataformas de IA generativa.

“É uma porta de entrada para a capacitação digital e o mercado de tecnologia”, afirma Tavane Gurdos, diretora-geral da Alura + FIAP Para Empresas. “A proposta é permitir que os participantes explorem diferentes áreas, aprofundem conhecimentos técnicos e desenvolvam habilidades alinhadas a um mercado em constante transformação.”

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Bilionário Presidente da Rede de Hotéis Hyatt se Aposenta após Associação com Epstein

Redação Informe ES

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O bilionário presidente do conselho da Hyatt Hotels deixará o cargo na empresa após sua associação com o financista Jeffrey Epstein ter sido revelada em documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos no fim do ano passado.

Thomas Pritzker, o segundo mais rico entre os 13 herdeiros bilionários da rede hoteleira em sua família, afirmou em um comunicado divulgado na segunda-feira (16) que irá se aposentar, mencionando especificamente sua “associação com Jeffrey Epstein e Ghislaine Maxwell, da qual me arrependo profundamente”.

Pritzker, de 75 anos, declarou que “demonstrou péssimo julgamento ao manter contato com eles, e não há desculpa por não ter me afastado antes. Condeno as ações e os danos causados por Epstein e Maxwell e sinto profunda tristeza pela dor que infligiram às suas vítimas”.

Pritzker não mencionou seus vínculos com Epstein na carta de renúncia enviada ao conselho da Hyatt.
O bilionário foi ligado a Epstein diversas vezes nos últimos anos. Documentos divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA mostram que Pritzker e Epstein eram amigos de longa data, pelo menos desde 2010 — dois anos após Epstein se declarar culpado de acusações de ter solicitado serviços sexuais de uma menor de idade.

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O nome de Pritzker aparece em versões parcialmente censuradas do “pequeno livro preto” de contatos de Epstein divulgadas pelo DOJ. Ele também consta na lista de passageiros de um voo realizado em 2000 a partir de Londres com Epstein e Maxwell, após supostamente ter passado um fim de semana com eles e com Andrew Mountbatten-Windsor, que foi afastado da família real britânica devido a seus laços com Epstein.

Pritzker também foi citado em um depoimento de 2016 pela proeminente acusadora de Epstein, Virginia Giuffre. Ele nunca foi acusado formalmente em conexão com seu relacionamento com Epstein.

Thomas Pritzker tem um patrimônio estimado em US$ 6,2 bilhões (R$ 32,4 bilhões) nesta terça-feira (17), sendo o segundo membro mais rico da família, atrás de sua prima Karen Pritzker.

Ele era presidente do conselho da Hyatt desde 1999 e atuou como CEO de 1999 a 2006. Também foi diretor da Royal Caribbean Cruises por duas décadas, até 2020, e fundou o Pritzker Neuropsychiatric Disorders Research Consortium, uma iniciativa de pesquisa voltada à base genética dos transtornos psiquiátricos. É membro do conselho de curadores da University of Chicago e integra seu comitê executivo. Pritzker é casado e tem três filhos.

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