Negócios
Mec Show 2025 atrai mais de 40% de expositores de fora do ES e reforça protagonismo da indústria capixaba

A indústria capixaba se prepara para viver, em agosto, o maior encontro do setor no Espírito Santo. A Mec Show – Feira da Inovação Industrial chega à sua 18ª edição, consolidada como um dos principais eventos de negócios e tecnologia do país. E um dado comprova essa força: mais de 40% dos expositores vêm de fora do Estado, reflexo do posicionamento da feira no cenário nacional.
De 5 a 7 de agosto, o Pavilhão de Carapina, na Serra, será o ponto de encontro de empresários, fornecedores e profissionais da indústria. O evento reunirá mais de 330 marcas, distribuídas em 20 mil metros quadrados de área expositiva, com expectativa de ultrapassar R$ 220 milhões em negócios e receber mais de 18 mil visitantes qualificados. Entre as novidades deste ano está a estreia da Romi, uma das maiores fabricantes de máquinas e equipamentos do país, que marca presença na Mec Show pela primeira vez.
“Ter 40% dos expositores de fora do Espírito Santo é uma demonstração clara de que a Mec Show se tornou um evento estratégico para a indústria nacional. O Espírito Santo está, cada vez mais, na rota dos grandes negócios industriais, atraindo tecnologia, inovação e investimentos“, destaca Marcos Milaneze, diretor da feira.
Indústria forte, negócios em expansão
O crescimento da Mec Show acompanha o avanço da indústria capixaba. O evento não é apenas vitrine, mas também uma plataforma de desenvolvimento para empresas locais que, ano após ano, ampliam sua atuação além das fronteiras do Estado.
“A Mec Show foi determinante para que empresas capixabas ganhassem visibilidade no mercado nacional. Hoje, temos indústrias locais fornecendo peças, serviços e tecnologia para outros estados e até para outros países”, afirma Leonardo Cereza, presidente do Sindifer.
O evento é voltado para os setores de siderurgia, mineração, petróleo & gás, naval, celulose e energia, reunindo uma cadeia produtiva ampla e diversificada.
Inovação como motor da transformação industrial
Muito além de uma feira de negócios, a Mec Show se posiciona como um espaço de atualização, transformação e conexão com as principais tendências que moldam o futuro da indústria. A programação, os expositores e os ambientes técnicos abordam temas como automação, transformação digital, inteligência artificial, indústria 4.0, sustentabilidade e eficiência operacional.
A busca por soluções inovadoras está presente não só nos estandes, mas também nas palestras, painéis e nas conexões que acontecem ao longo dos três dias de evento, refletindo a realidade de um setor que precisa, cada vez mais, ser competitivo, ágil e sustentável.
“A inovação é essencial para o crescimento do setor. Tecnologias como inteligência artificial e drones já estão revolucionando os processos industriais. A Mec Show tem um papel fundamental ao conectar empresas às soluções que o mercado exige”, ressalta Evandro Millet, presidente do Cdmec.
ES Oil & Gas Energy: força do petróleo e gás
A ES Oil & Gas Energy chega a sua 13ª edição com uma área expositiva robusta dedicada ao setor de petróleo, gás e energia, e uma programação técnica que traz os principais nomes do mercado. Estão confirmadas gigantes como Petrobras, Shell, Prio, Seacrest, Imetame, BW Energy, Mandacaru, ES Gás, entre outras.
O Espírito Santo é o 3º maior produtor de petróleo e o 4º em gás natural do país, com mais de 390 poços ativos e 13 plataformas FPSO em operação, além de oleodutos e gasodutos que somam mais de mil quilômetros.
“O setor de petróleo, gás e energia é estratégico para a economia do Espírito Santo e do Brasil. A ES Oil & Gas Energy cumpre um papel fundamental ao promover conexões, fomentar negócios e abrir espaço para debates sobre desafios, tendências e oportunidades. É aqui que reunimos operadoras, fornecedores, investidores, governo e entidades para construir, juntos, o futuro desse setor que tanto gera desenvolvimento”, reforça Rubya Salomão, secretária executiva do Fórum Capixaba de Petróleo, Gás e Energia.
Rodada de Negócios: conexões que geram resultados
Muito mais que um encontro, a Rodada de Negócios da Mec Show se tornou uma poderosa plataforma para geração de contratos, parcerias e expansão de mercado. Promovida em parceria com o Sebrae, ela conecta fornecedores de diversos segmentos a grandes empresas compradoras, criando um ambiente dinâmico, eficiente e altamente produtivo.
Na última edição, a rodada movimentou mais de R$ 45 milhões em negociações, com a participação de empresas âncoras dos setores de petróleo e gás, siderurgia, mineração, energia, celulose e indústria naval, além de grandes EPCistas e integradoras.
Ao todo, aconteceram 612 reuniões de negócios com 137 empresas fornecedoras e 22 empresas compradoras. A expectativa é que a edição 2025 termine com números ainda maiores.
Um evento carbono zero
Mais do que gerar negócios e inovação, a Mec Show reafirma seu compromisso com a sustentabilidade. O evento adota práticas ambientais responsáveis, como a destinação correta dos resíduos e a neutralização total das emissões de carbono, garantindo o selo de Feira Carbono Zero, em parceria com a Ambipar.
Todo o impacto ambiental gerado — da montagem a realização da feira — é calculado e compensado. Além disso, a Mec Show incentiva seus expositores e parceiros a adotarem práticas sustentáveis, reforçando seu papel como uma feira alinhada às melhores práticas de ESG. Assim, a feira reafirma seu papel não só como vitrine de inovação industrial, mas também como referência em responsabilidade socioambiental.
Como participar da MEC SHOW
A feira acontecerá de 05 a 07 de agosto, das 15h às 20h, no Pavilhão de Carapina, município da Serra, destinada a maiores de 16 anos, empresários e profissionais do setor industrial. O credenciamento deve ser feito pelo site da Mec Show e é gratuito para profissionais da indústria (Link).
SERVIÇO
Sobre a Mec Show: feira da inovação industrial que vai contar com 330 marcas e expositores e um pavilhão inteiro destinado a apresentar novas soluções para a indústria, além de um pavilhão inteiro dedicado ao setor de petróleo, gás e energia.
Data: 05 a 07 de agosto
Local: Pavilhão de Carapina (Av. Marginal, 5196, Jardim Carapina, Serra)
Promoção Sindifer e CDMEC
Realização: Milanez & Milaneze
Patrocínio Master: Ambipar, Petrobras e Governo Federal | Patrocínio Ouro: ArcelorMittal, Prio, Samarco, Sicoob, Vale | Patrocínio Prata: Findes Sesi Senai | Patrocínio Bronze: Bandes, ES Gás, Grupo Energisa | Patrocínio: Confea, Crea, ES Mútua
Apoio: Secretaria da Ciência, Tecnologia, Inovação e Educação Profissional do Governo do Estado do Espírito Santo
Apoio Institucional: Sebrae-ES e Abimaq
Parceiros: Fórum Capixaba de Petróleo, Gás e Energia e Rede Petro ES.
Apoio Técnico: DVF
Inscrições: O credenciamento de visitantes está aberto e é exclusivo e gratuito para profissionais da indústria.
Site: Link
Sobre a Milanez & Milaneze: braço da Veronafiere no Brasil, é líder na realização de eventos no Espírito Santo e está entre as dez maiores promotoras de feiras do Brasil. Com um portfólio diversificado, atua nos mais diversos setores da economia, com marcas que são referência em seus mercados de atuação. Conheça mais em: www.milanezmilaneze.com.br
A Veronafiere: Grupo líder na realização de exposições na Itália e segundo em volume de negócios na Europa, reúne anualmente mais de 1 milhão de profissionais ao redor do planeta, gerando bilhões em negócios. Com sede em Verona, organiza mais de 50 feiras e possui 20 escritórios ao redor do mundo, atingindo um mercado de 60 países dos cinco continentes e atuando em diversos setores da economia.
Por: Assessoria de imprensa L4 Comunicação
Negócios
Geração Z Investe em Habilidades de IA para Ampliar Seu Potencial de Ganhos
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Para a ex-gerente de produto da Microsoft Mariana Antaya, de 25 anos, ter domínio da inteligência artificial é uma das habilidades mais importantes para ampliar seu potencial de ganhos. “A quantidade de coisas e tarefas que consigo fazer, e a velocidade com que consigo realizá-las, aumenta e eleva, no fim das contas, a maneira como posso criar valor para outras pessoas e para os acionistas”, afirma a empreendedora de Nova York. Sua fintech, a quantifAI, ajuda usuários a criar e testar modelos confiáveis de aprendizado de máquina.
Mariana aprendeu os fundamentos de IA na universidade, onde estudou matemática e ciência da computação. Ela começou a utilizar modelos de linguagem de grande escala, como o ChatGPT, assim que surgiram, usando-os para prever resultados de corridas de Fórmula 1 ou antecipar qual time venceria a Premier League. Seu principal uso da tecnologia, no entanto, foi na programação.
Depois de se formar, em 2023, ela se candidatou a dezenas de vagas no setor de tecnologia — incluindo posições em gestão, engenharia de software e design — antes de conseguir um estágio na Microsoft, onde trabalhou com recursos de voz e, posteriormente, desenvolveu estruturas e ferramentas de avaliação para modelos de IA de voz.
Hoje, Mariana desenvolve produtos voltados para IA e compartilha com seus seguidores nas redes sociais como os criou — habilidades que, segundo ela, têm mais valor do que credenciais por si só.
“Se você tem uma prova concreta do que construiu e consegue publicá-la online, outras pessoas podem enxergá-la como uma evidência útil do que você é capaz de fazer”, afirma. “Isso vale muito mais do que qualquer tipo de certificado.”
Hoje, usa IA para agendar tarefas, elaborar respostas para todos os e-mails que recebe, analisar grandes volumes de dados e coletar métricas de webinars no Zoom. Saber usar a tecnologia fará com que você se torne indispensável, diz ela. “Foi isso que eu fiz. E, honestamente, isso me levou a muito mais oportunidades do que eu jamais poderia ter imaginado.”
IA e Geração Z
Em comparação com as gerações mais velhas, os jovens tendem a estar mais entusiasmados com o impacto que a IA terá em suas carreiras. Uma pesquisa da PwC de 2025 com mais de 2 mil jovens profissionais no Reino Unido mostrou que 67% da Geração Z espera que a IA aumente sua produtividade, enquanto quase metade acredita que a tecnologia elevará seus salários e sua segurança no emprego.
Matthew Chancey, planejador financeiro certificado e fundador da Tax Alpha Companies, afirma que treinamentos gratuitos em IA podem oferecer um valor significativo para os profissionais. “Conteúdos que antes ficavam atrás de uma barreira de pagamento agora são gratuitos e, muitas vezes, publicados pelas próprias empresas que desenvolvem as ferramentas”, diz.
Ao avaliar um curso, ele recomenda verificar quem o criou, se o conteúdo está atualizado e, principalmente, se o treinamento resulta em um projeto concluído, em vez de apenas um questionário.
Para quem decide pagar por uma capacitação, Matthew recomenda verificar primeiro se o empregador pode arcar com o custo, observando que muitas empresas oferecem esse tipo de benefício, embora os funcionários raramente aproveitem a oportunidade.
Como desenvolver habilidades em IA
Invista tempo antes de gastar dinheiro. Aprimorar suas habilidades em IA pode ser um investimento de longo prazo na carreira, e o tempo muitas vezes pode ser mais valioso do que as mensalidades ou taxas de cursos. Verifique se seu empregador oferece apoio para treinamentos ou benefícios educacionais.
Priorize projetos em vez de certificados. Projetos práticos que melhoram processos de trabalho podem ter mais peso para os empregadores.
Transforme ganhos maiores em segurança financeira no longo prazo. Se a IA ajudar a aumentar sua renda, considere poupar ou investir o dinheiro extra antes de elevar seus gastos. Criar uma reserva de emergência, quitar dívidas e contribuir para a aposentadoria podem fortalecer sua situação financeira ao longo do tempo.
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Negócios
Investimento por aluno no Brasil é de 1/3 da média dos países da OCDE

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
No Brasil, o gasto anual por aluno desde o ensino fundamental até o ensino superior foi de US$ 4.133 em 2023. O valor corresponde a cerca de um terço (30,39%) da média gasta pelos demais países avaliados pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (US$ 13.601 por estudante).
Os dados divulgados na terça-feira (29) fazem parte do relatório Panorama da Educação 2026 (Education at a Glance 2026), publicado pela OCDE. O documento traça um quadro dos principais desafios de sistemas educacionais ao redor do mundo e traz dados de 50 países, incluindo o Brasil.
Na comparação dos gastos anuais por estudante, o investimento brasileiro também ficou abaixo da média de alguns países da América Latina. O Chile, por exemplo, registrou o gasto anual por estudante de US$ 5.794 e a Costa Rica, US$ 7.028/aluno. Os valores foram ajustados para neutralizar as diferenças no custo de vida entre os países.
Investimento público
Apesar do gasto por aluno ser inferior à média dos países, o Brasil investe uma parcela maior do PIB em comparação à média da organização. Em 2023, o gasto público com educação foi de 4,5% do PIB, enquanto entre os países-membros da OCDE o patamar foi de 4%.
Em nota, o MEC (Ministério da Educação) destacou que o relatório aponta queda dos investimentos em educação ao longo de oito anos em todas as localidades. “Entre 2015 e 2023, o indicador [PIB] passou de 5,5% para 4,6% no Brasil e de 4,4% para 4,2%, na média dos países da organização com dados disponíveis para os dois anos”, diz a nota do MEC.
Ricardo Henriques, superintendente-executivo do Instituto Unibanco, entende que o gasto por aluno abaixo da média dos demais países da OCDE compromete os resultados na aprendizagem, apesar da proporção do investimento ser maior. “O Brasil já investe mais em proporção do PIB do que a média da OCDE, mas quando se traduz em gasto por aluno, ficamos em um patamar muito abaixo. Esse é um dado a ser lembrado sempre quando se cobra, de forma irrealista, que o desempenho seja igual.”
Investimento na educação
O relatório mostra também que os gastos governamentais com educação no Brasil e nos demais países tendem a aumentar conforme o nível de ensino. No Brasil, em 2023, o valor investido por aluno/ano no ensino fundamental 1 (1º ao 5º ano) foi de US$ 4.064, enquanto no fundamental 2 (6º ao 9º ano) passou para US$ 4.390. Nos países da OCDE, a média gasta por estudante do ensino fundamental1 foi de US$ 12.893; e no fundamental 2, a média alcançada foi de US$ 14.291.
Despesas correntes
No relatório, os gastos em educação foram divididos em despesas de capital (investimentos como infraestrutura) e despesas correntes, que cobrem os custos operacionais regulares das atividades.
O Brasil tem a remuneração de pessoal docente como maior componente das despesas correntes: 75% do orçamento operacional no ensino fundamental é destinado ao salário de professores e demais profissionais da educação. O percentual fica abaixo do registrado na média dos países da OCDE (79%).
Education at a Glance 2026
O Panorama da Educação 2026 (Education at a Glance 2026) apresenta dados sobre educação de todos os países da OCDE e do Brasil, que é parceiro do programa INES (Indicators of Educational Systems). O relatório também inclui informações de membros do G20 e países em processo de adesão à OCDE, mas que não são membros do INES.
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Negócios
Taxa de Desemprego Cai para 5,3%, a Menor para o Trimestre até Agosto
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
A taxa de desemprego no trimestre encerrado em agosto ficou em 5,3%, a menor já registrada para o período desde 2012, quando se inicia a série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Além disso, o instituto registrou recorde no número de trabalhadores ocupados, carteira assinada, massa salarial e contribuição para a previdência.
O desempenho do desemprego no período de três meses até agosto representa recuo em relação ao trimestre móvel até maio (5,6%) e em comparação ao mesmo período de 2025 (5,6%). De acordo com a Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, o resultado veio em linha com a expectativa de analistas do mercado.
Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta terça-feira (29).
O levantamento mostra que no trimestre até agosto a população ocupada atingiu 103,5 milhões de pessoas, a maior já registrada. Esse contingente representa alta de 0,8% em relação ao trimestre até maio, isto é, mais 774 mil trabalhadores.
A pesquisa revela ainda que os grupamentos de atividade que puxaram a alta da ocupação foram a indústria geral (crescimento de 2%, ou mais 265 mil pessoas) e construção (4,1%, ou mais 306 mil pessoas).
Carteira assinada na máxima
O número de empregados do setor privado com carteira assinada atingiu 39,5 milhões, também recorde.
A população desocupada terminou o período em 5,8 milhões de pessoas, recuo de 4,6% (menos 281 mil) na comparação com o trimestre de março a maio.
A população desalentada, formada por aquelas pessoas que sequer procuram trabalho pois acreditam que não vão encontrar, somou 2,4 milhões até agosto – patamar estável em relação ao trimestre anterior e 11,9% menor (menos 317 mil) em relação ao mesmo período de 2025.
A taxa de informalidade – proporção de trabalhadores informais na população ocupada – foi de 37,5%, o que representa 38,8 milhões de pessoas. No trimestre anterior era 37,3%.
O IBGE aponta como informais os trabalhadores sem carteira e os autônomos e empregadores sem CNPJ. Essas pessoas não têm garantidas coberturas como seguro-desemprego, férias e 13º salário.
Massa salarial recorde
O rendimento mensal médio do trabalhador ficou em R$ 3.777. No trimestre até maio era R$ 3.752. O maior já registrado foi R$ 3.804, no primeiro trimestre de 2026.
A massa salarial, somatório dos salários de todos os trabalhadores, dinheiro que acaba sendo usado para consumo, pagamento de dívidas, investimentos e poupança, alcançou R$ 385,6 bilhões, a maior da série, com crescimento de 1,4% no trimestre (mais R$ 5,2 bilhões) e de 4,8% (mais R$ 17,5 bilhões) em um ano.
Recorde de contribuintes para a Previdência
De acordo com a Pnad, o Brasil atingiu o maior número já apurado de trabalhadores contribuintes para institutos de previdência, 68,5 milhões de pessoas. Isso representa que de cada 100 trabalhadores, 66,2 contribuem.
Ao contribuir para institutos de Previdência, o trabalhador adquire garantias como aposentadoria, benefício por incapacidade e pensão por morte.
O IBGE considera contribuintes os empregados, empregadores, trabalhadores domésticos e por conta própria que tenham contribuído para institutos de Previdência oficial federal (INSS ou Plano de Seguridade Social da União), estadual ou municipal.
Retrato do mercado de trabalho
A pesquisa do IBGE apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.
Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.
O menor desemprego já registrado pela Pnad foi 5,1%, no último trimestre de 2025. A maior taxa já constatada foi 14,9%, atingida em dois períodos: nos trimestres móveis encerrados em setembro de 2020 e em março de 2021, ambos durante a pandemia de covid-19.
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