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Dia do Trabalho: 20 Filmes e Séries Que Dissecam os Dilemas do Mercado Profissional

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Em “O Diabo Veste Prada 2“, que acaba de chegar aos cinemas, o embate entre o colapso do impresso e a urgência da era digital mostra como as novas regras do mercado não poupam ninguém — nem mesmo Miranda Priestly. Em outra ponta, a aclamada “Hacks“, que encerrou sua última temporada recentemente, coloca o choque de gerações sob os holofotes, enquanto a frenética “The Bear” imerge os espectadores na busca implacável por excelência de uma cozinha profissional.

Não é de hoje que o mundo corporativo e seus dilemas rendem histórias fascinantes para as telas. Seja na pressão de um restaurante ou nos corredores de grandes escritórios, o trabalho dita nossa rotina, testa nossos limites éticos e, muitas vezes, define nossa própria identidade.

Neste Dia do Trabalho (1º), reunimos 20 produções — entre lançamentos recentes e clássicos essenciais — que dissecam o universo profissional sob diferentes perspectivas.

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A seguir, veja 20 filmes e séries para assistir no Dia do Trabalho

1. O Diabo Veste Prada 2

o diabo veste prada 2
Divulgação/Disney

A continuação do clássico “O Diabo Veste Prada” acompanha Miranda Priestly (Meryl Streep) enfrentando o declínio da revista Runway devido à era digital e ao colapso do jornalismo impresso. Ela reencontra Emily (Emily Blunt), agora uma executiva de luxo influente, e Andy (Anne Hathaway), que retorna para o mundo da moda na tentativa de salvar sua carreira.

  • Onde assistir: Cinemas

2. Hacks

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Divulgação/HBO Max

Na série, Deborah Vance (Jean Smart) é uma lenda da comédia de Las Vegas, mas que vê sua residência no cassino ameaçada por não atrair mais o público jovem. A contragosto, ela aceita trabalhar com Ava (Hannah Einbinder), uma roteirista arrogante e recém-cancelada da Geração Z. O que começa como um choque de gerações se aprofunda em uma análise sobre o etarismo e as exigências mentais de viver para a carreira.

  • Onde assistir: HBO Max

3. Jogo Justo

jogo justo
Divulgação/Netflix

O filme apresenta Emily (Phoebe Dynevor) e Luke (Alden Ehrenreich), um casal de analistas financeiros que trabalham na mesma companhia de Wall Street e mantém o noivado em segredo para não violar as políticas da empresa. A vida perfeita deles desmorona quando Emily recebe a sonhada promoção a qual Luke acreditava ter direito, tornando-se chefe do parceiro. O filme é um thriller psicológico sobre como o ego, o ressentimento, a competição tóxica corporativa e o machismo estrutural podem envenenar as relações dentro e fora do escritório.

  • Onde assistir: Netflix

4. Deu Match: A Rainha de Apps de Namoro

rainha dos apps de namoro
Divulgação/Disney+

Inspirado na trajetória real de Whitney Wolfe Herd (Lily James) — cofundadora do Tinder e criadora do Bumble —, a produção detalha a jornada tortuosa de criar um império no mercado da tecnologia. Ao mostrar o desenrolar dessa revolução na indústria dos aplicativos, a história escancara o ambiente frequentemente machista, os escândalos corporativos e a luta de mulheres executivas para conquistar espaço e investimento no Vale do Silício.

  • Onde assistir: Disney+

5. WeCrashed

wecrashed
Divulgação/Apple TV+

Baseada em eventos reais, a minissérie narra a ascensão meteórica e a queda vertiginosa da empresa de coworking WeWork. Ao acompanhar o fundador Adam Neumann (Jared Leto) e sua esposa Rebekah (Anne Hathaway), a trama explora como suas ambições megalomaníacas elevaram a empresa a um valor de US$ 47 bilhões, antes de quase ir à falência.

  • Onde assistir: Apple TV+

6. Ruptura

Adam Scott em
Divulgação/AppleTV+

Na série criada por Dan Erickson e dirigida por Ben Stiller, cinco funcionários de uma empresa aceitam participar de um procedimento cirúrgico experimental que separa as memórias pessoais e profissionais permanentemente. Assim, nunca lembram quem são ao entrar na empresa ou no que trabalham ao sair dela.

A obra de ficção científica conquistou fãs ao redor do mundo ao abordar dilemas do mundo do trabalho com um toque sombrio.

  • Onde assistir: Apple TV+

7. Succession

succession
Divulgação/HBO Max

Logan Roy (Brian Cox) é o patriarca de uma família poderosa e dono de um império midiático conhecido como Waystar Royco. Ele sempre se dedicou mais aos negócios do que aos quatro filhos – Connor (Alan Ruck), Kendall (Jeremy Strong), Roman (Kieran Culkin) e Siobhan (Sarah Snook). Quando Logan tem um declínio em seu estado de saúde, os herdeiros iniciam uma disputa pelo controle das empresas, colocando à prova a lealdade dos candidatos a sucessores.

  • Onde assistir: HBO Max

8. Um Senhor Estagiário

Divulgação/Warner Bros. Pictures

Ben (Robert De Niro) é um executivo aposentado de 70 anos que decide se candidatar a uma vaga de estágio sênior. Ele é contratado por Jules (Anne Hathaway) para trabalhar em sua startup de moda e causa estranhamento de início ao destoar do resto da equipe.

Mas seu jeito proativo e dedicado acaba conquistando os colegas de trabalho. Em pouco tempo, Ben se torna o braço direito da chefe, ajudando-a não apenas com as questões profissionais, mas também a atravessar os desafios familiares e pessoais com toda sua experiência de vida.

  • Onde assistir: HBO Max

9. The Bear

The Bear série
Divulgação/Disney+

Na série de comédia dramática, Carmen Berzatto (Jeremy Allen White) é um jovem chef que herda um restaurante e tenta transformar o lugar em um grande negócio. Enquanto batalha para fazer do The Beef um dos maiores e melhores restaurantes de Chicago, Carmy cresce em meio a dificuldades ao lado da equipe de cozinha carrancuda que aos poucos se transforma em uma nova família.

A trama explora como cada personagem lida com suas vidas pessoais enquanto tentam alavancar suas carreiras na gastronomia. Discute temas familiares, ambições profissionais e a rotina estressante do restaurante.

  • Onde assistir: Disney+

10. A Rede Social

Divulgação/Sony Pictures

Dirigido por David Fincher, “A Rede Social” conta a história da criação do Facebook. Enquanto era estudante de Harvard, Mark Zuckerberg (Jesse Eisenberg) decidiu criar uma plataforma para que os usuários pudessem avaliar as estudantes da faculdade. O que começou com uma brincadeira se transformou na versão embrionária do Facebook, rede social então pensada para uso exclusivo de universitários. O longa mostra as polêmicas em torno da plataforma e as brigas e batalhas judiciais entre os criadores.

  • Onde assistir: HBO Max

11. The Morning Show

Divulgação/Apple TV+

Alex Levy (Jennifer Aniston) é diretora e co-âncora do The Morning Show, um programa de TV matinal de prestígio. Depois que seu colega de trabalho há 15 anos, Mitch Kessler (Steve Carell), é demitido em meio a um escândalo de assédio sexual, Alex luta para manter seu emprego como principal âncora de notícias. Enquanto isso, ela trava uma batalha com Bradley Jackson (Reese Witherspoon), uma repórter de campo cujas decisões impulsivas a levam a um novo e desafiador universo do jornalismo televisivo.

Contada sob a perspectiva das duas protagonistas que, além de terem que lidar com os dilemas de suas profissões, enfrentam crises na vida pessoal e profissional, “The Morning Show” retrata a dinâmica de poder entre mulheres e homens no ambiente de trabalho.

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  • Onde assistir: Apple TV+

12. The Office

The Office série
Divulgação/NBC

Em formato de pseudodocumentário, a série faz uma sátira das dinâmicas do escritório ao mostrar a rotina dos funcionários de uma empresa de papel, a Dunder Miffin. Na equipe, estão Michael Scott (Steve Carell), um gerente fanfarrão que se considera o melhor amigo dos funcionários; Pam Beesly (Jenna Fischer), a simpática recepcionista; Jim Halpert (John Krasinski), o representante de vendas; Dwight Schrute (Rainn Wilson), o arrogante assistente de Michael; e Ryan Howard (B. J. Novak), auxiliar do patrão. O programa oferece uma visão abrangente de cada um, destacando suas singularidades e nuances.

  • Onde assistir: Netflix, HBO Max e Prime Video

13. Os Estagiários

Divulgação/Fox Film

Billy (Vince Vaughn) e Nick (Owen Wilson) ficam desempregados, aos 40 anos, depois que a empresa em que trabalhavam encerra as atividades. Desesperados por uma oportunidade, se candidatam a vagas de estagiários no Google, mesmo não entendendo nada de tecnologia.

Fora da zona de conforto, os amigos ficam deslocados no escritório novo, mas se mostram dispostos a ajudar mesmo aqueles que não fazem questão de ser simpáticos com eles. O longa mostra a importância do reconhecimento do potencial e das habilidades de cada um para o trabalho em equipe, que gera laços importantes.

  • Onde assistir: Disney+

14. Industry

Divulgação/HBO Max

Um grupo de jovens recém-formados compete por um número limitado de vagas de emprego em um dos principais bancos de investimento de Londres. À medida que eles ingressam em uma cultura corporativa definida pelo ego, sexo e drogas, as fronteiras entre colega, amigo, amante e inimigo logo desaparecem.

  • Onde assistir: HBO Max

15. Jerry Maguire: A Grande Virada

Divulgação/Sony Pictures

Jerry Maguire (Tom Cruise) é um agente esportivo que acaba demitido após uma declaração polêmica sobre o mercado no qual atua. Depois do episódio, o protagonista é obrigado a se dedicar ao único cliente que sobrou, um jogador de futebol americano temperamental, Rod Tidwell (Cuba Gooding Jr.). Ao mesmo tempo, o personagem se envolve com Dorothy Boyd (Renée Zellweger), uma das contadoras da empresa onde ele atuava. A história fala sobre algumas das situações mais comuns no meio corporativo, como a disputa e a desumanização dos líderes.

  • Onde assistir: HBO Max

16. Ted Lasso

ted lasso
Divulgação/Apple TV+

Ted Lasso (Jason Sudeikis) é um técnico de futebol americano que é contratado para treinar um time de futebol na Inglaterra, mesmo não tendo experiência suficiente com o esporte. A proprietária do time, Rebecca Walton (Hannah Waddingham), contrata o treinador propositalmente na expectativa de que ele será um fracasso. Mesmo inexperiente, Ted conquista a equipe e, aos poucos, passa a entender as particularidades do futebol americano.

  • Onde assistir: Apple TV+

17. À Procura da Felicidade

Divulgação/Sony Pictures

Chris Gardner (Will Smith) é um pai solteiro que precisa cuidar sozinho do filho de cinco anos após problemas financeiros afastarem sua ex-esposa, Linda (Thandiwe Newton). Sem conseguir um emprego, o pai e a criança acabam despejados e passam a viver em abrigos, banheiros e estações de trem enquanto dias melhores não chegam.

Além da forte história de determinação, já que o Chris Gardner da vida real se tornou um empresário e investidor de sucesso, o filme debate sobre a honestidade profissional e a importância de se ter uma motivação estabelecida.

  • Onde assistir: HBO Max

18. Mad Men

mad men série
Divulgação/Lionsgate Television

Em 1960, Don Draper (Jon Hamm) é o diretor de criação da Sterling Cooper, uma agência de publicidade badalada da Madison Avenue, em Nova York. O publicitário se envolve em conflitos profissionais e familiares enquanto tenta guardar um segredo sobre seu passado. Ao mesmo tempo, faz de tudo para ascender economicamente em meio às transformações sociais dos Estados Unidos da época.

  • Onde assistir: Disney+

19. Superstore

superstore serie
Divulgação/Universal Television

Um excêntrico grupo de funcionários da megaloja de departamento Cloud 9 enfrenta a rotina diária de caçadores de promoções frenéticos, liquidações que causam tumultos e treinamentos entediantes. A funcionária Amy (America Ferrera) tenta manter tudo sob controle, apesar dos esforços atrapalhados do gerente Glen (Mark McKinney) e de sua assistente Dina (Lauren Ash). Desde novatos cheios de entusiasmo até veteranos que já viram de tudo, a comédia retrata as relações profissionais e discute temas como amor, amizade e a beleza dos momentos do dia a dia.

  • Onde assistir: Prime Video

20. A Grande Aposta

Divulgação/Paramount Pictures

Michael Burry (Christian Bale) é o dono de uma empresa de médio porte, que decide investir muito dinheiro do fundo que coordena ao apostar que o sistema imobiliário nos Estados Unidos irá quebrar em breve (crise de 2008). Tal decisão gera complicações junto aos investidores, que nunca haviam apostado contra o sistema.

Ao saber destes investimentos, o corretor Jared Vennett (Ryan Gosling) percebe a oportunidade e passa a oferecê-la a seus clientes. Um deles é Mark Baum (Steve Carell), o dono de uma corretora que enfrenta problemas desde que seu irmão se suicidou. Paralelamente, dois iniciantes na Bolsa de Valores percebem que podem ganhar muito dinheiro ao apostar na crise imobiliária e, para tanto, pedem ajuda a um guru de Wall Street, Ben Rickert (Brad Pitt), que vive recluso.

  • Onde assistir: Disponível para aluguel e compra em plataformas de streaming

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Executiva Colombiana É a Nova Diretora do Google Workspace para a América Latina

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Marcela Jiménez é a nova diretora do Google Workspace para a América Latina. A executiva colombiana tem uma trajetória de mais de duas décadas no setor de tecnologia.

Ela assume o cargo com o objetivo de apoiar as organizações da região a aproveitarem os recursos oferecidos pela empresa, em meio às mudanças com a inteligência artificial e o futuro do trabalho. “Hoje, estamos vivendo a transição para uma Era Agêntica, onde a tecnologia deixa de ser uma ferramenta passiva para se tornar uma colaboradora ativa que ajuda as pessoas a se concentrarem no que realmente importa”, diz.

Formada em engenharia de sistemas, Marcela começou a carreira na área de marketing da Microsoft. Desde então, passou por empresas como Oracle, IBM e Xerox. Antes de assumir o novo cargo no Google, ocupava a posição de diretora de IA da Microsoft para a América Latina.

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4 Lições de Liderança Empática com Ted Lasso

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Quando começou a treinar o time de futebol inglês Richmond, Ted Lasso tinha experiência apenas com futebol americano. Ele precisou aprender as regras do novo esporte na prática e se reerguer após uma temporada de derrotas.

Ao longo da série, busca conselhos com outros treinadores mais experientes e encontra uma estratégia capaz de fazer a equipe vencer.

Agora, a 4ª temporada da série de sucesso da Apple TV+ traz alguns dos exemplos de liderança mais práticos e úteis de toda a produção até aqui, e essas lições merecem ser observadas de perto por líderes de hoje.

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O estilo de liderança de Ted Lasso

O que Ted Lasso faz, episódio após episódio, é mostrar o tipo de liderança empática que a maioria das organizações diz querer e que a maioria dos gestores tem dificuldade de colocar em prática.

Não porque não se importem, mas porque ninguém lhes ensinou como fazer isso ou porque estão seguindo um manual ultrapassado. A série faz tudo parecer fácil, quando definitivamente não é. Mas é algo que pode ser aprendido.

A seguir, veja quatro lições de liderança de Ted Lasso que vale a pena levar para o trabalho

1. Conquiste os céticos com curiosidade, não força

A personagem nova mais interessante da 4ª temporada é Alice Chilton, interpretada por Tanya Reynolds. Ela é uma treinadora interina perspicaz e exigente — alguns diriam até rígida — que perde o posto quando Ted chega para comandar as Lady Greyhounds. Alice esperava conseguir o cargo de treinadora principal. Em vez disso, ganhou um chefe que não pediu e não queria.

Diante de alguém resistente na equipe, a maioria dos líderes segue uma de duas estratégias: tenta conquistá-lo pelo carisma ou passa a contorná-lo. Ted não faz nenhuma das duas. Em vez disso, ele busca entender.

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Ele conhece a história de Alice: uma carreira promissora interrompida por uma lesão, uma profunda expertise sobre a qual ninguém pergunta e uma necessidade de provar seu valor que se manifesta como hostilidade.

Brendan Hunt, Jason Sudeikis e Tanya Reynolds em Ted Lasso
Divulgação/Apple TV+Brendan Hunt, Jason Sudeikis e Tanya Reynolds em Ted Lasso

Em vez de esperar que ela mude de postura por conta própria, ele percebe o valor de sua perspectiva única e até de sua capacidade de se conectar com as jogadoras de maneiras que ele e o Coach Beard, seu outro assistente, não conseguem.

Ted não se sente ameaçado pela experiência profissional de Alice em campo. Pelo contrário, enxerga isso como um valor adicional que pode ajudá-lo a ter sucesso. Por isso, se aproxima dela, convida Alice a compartilhar sua perspectiva e cria espaço para que ela lidere.

Quando alguém da sua equipe demonstra resistência, a primeira pergunta não deve ser “como faço para conseguir que essa pessoa concorde comigo?”. Deve ser: “o que ainda não estou entendendo sobre ela?”. Procure mais fundo para descobrir qual valor essa pessoa agrega e que pode estar faltando.

2. Antes de dar ordens, chame para a colaboração

No episódio 7, Alice descobre o princípio “Sim, e…” — a ideia de desenvolver aquilo que outra pessoa oferece em vez de interrompê-lo, porque assim a conversa pode avançar.

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Isso se conecta diretamente à trajetória dela com Ted, já que a temporada inteira mostra o que acontece quando um líder cria espaço para que alguém contribua, em vez de simplesmente obedecer.

O princípio do “Sim, e…” é uma das ferramentas mais subutilizadas na liderança. Isso não significa concordar com tudo. Significa tratar as ideias como blocos de construção, e não como propostas que precisam ser aprovadas ou rejeitadas.

“Sim, mas…” encerra a conversa. “Sim, e…” sinaliza que o que você pensa importa e que estamos do mesmo lado. E esse sinal transforma os maiores céticos, como Alice, em seus maiores aliados.

Na próxima reunião da sua equipe, experimente substituir “sim, mas” por “sim, e”. Observe o que muda, tanto no avanço das estratégias quanto na energia da sala.

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3. Dê apoio em momentos de dificuldade sem tentar resolvê-las

O episódio 8 traz a liderança por excelência. É justamente onde a maioria dos líderes com ego elevado, baixa inteligência emocional ou até mesmo boas intenções, mas que correm para resolver problemas, acaba falhando.

Alice desaba em lágrimas por causa de uma série de problemas que a equipe está enfrentando. Ted entra na sala e faz algo que a maioria dos líderes é péssima em fazer: senta-se ao lado dela.

Ele não tenta consertar a situação, redirecionar a conversa para soluções ou buscar um lado positivo. Simplesmente diz a ela que tudo bem ser humana. E depois diz o mesmo para toda a equipe, abrindo espaço para que todas as emoções estejam presentes naquele momento. “Também se chora no futebol”, brinca.

Essa é uma das habilidades mais difíceis para líderes ambiciosos e orientados a resultados. Quando alguém está passando por dificuldades, o instinto é ajudá-la a se sentir melhor o mais rápido possível. Mas isso tem mais a ver com fazer o próprio líder se sentir confortável em deixar a emoção para trás do que em atravessá-la.

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Time de futebol em Ted Lasso
Divulgação/Apple TV+Time de futebol em Ted Lasso

É por isso que empatia está longe de ser sinônimo de fraqueza: é preciso força para permanecer diante do desconforto, ter conversas difíceis e manter os pés no chão sem assumir uma postura defensiva.

Sentir-se genuinamente ouvido — e não ter seus sentimentos corrigidos ou desviados para outro assunto — é o que de fato devolve às pessoas a capacidade de seguir em frente. E é isso que constrói confiança.

Da próxima vez que alguém chegar até você com um problema, pergunte: “Você precisa que eu enxergue o que está acontecendo, resolva o problema ou apoie você?”. Depois, respeite o que essa pessoa responder.

4. Demonstre convicção antes de pedir que acreditem nela

A temporada começa com a equipe acrescentando suas próprias frases ao icônico cartaz “BELIEVE” (Acredite) no vestiário, tornando-o algo delas, separado do time masculino. Primeiro, com o Post-it “…e VENÇA!”. Depois, acrescentando outras frases: “ACREDITE e destrua”, “ACREDITE e, tipo, tenha um bom dia”.

Embora seja engraçado, isso também é o exemplo perfeito do que acontece quando um líder cria uma cultura na qual as pessoas se sentem seguras o suficiente para contribuir e fazer algo ser verdadeiramente delas.

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Ted não exige que todos comprem a sua ideia. Ele demonstra que acredita: na equipe, no processo e na capacidade de cada pessoa de crescer. Faz isso de maneira tão consistente e genuína que a crença se torna contagiante, mesmo sob pressão.

O cartaz “BELIEVE” não funciona porque Ted o colocou ali. Funciona porque Ted conquistou o direito de realmente acreditar naquilo que o cartaz representa — e permitiu que os outros também assumissem a responsabilidade por ele.

Cultura não é o pôster bonito na parede, nem as mesas de pebolim ou os almoços grátis. É aquilo que você demonstra na sala, todos os dias.

Sua equipe não vai acreditar na missão porque você mandou que acreditasse. Ela acredita porque vê você acreditando, mesmo quando as coisas ficam difíceis.

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Liderança empática e orientada a resultados

Ted Lasso não está tirando o emprego dos coaches de liderança, mas está mostrando por que esse trabalho é importante ao apresentar a milhões de espectadores como é, de fato, quando alguém exerce uma boa liderança. E como eles podem adotar uma liderança capaz de ser empática e, ao mesmo tempo, gerar resultados.

É justamente na distância entre conhecer esses princípios e colocá-los em prática sob pressão que está o verdadeiro desenvolvimento da liderança.

Ted faz tudo parecer fácil, quando está longe de ser. Mas cada tentativa desajeitada e imperfeita aproxima você do líder que sua equipe precisa que você seja. Sua equipe não precisa que você seja Ted Lasso. Ela só precisa que você continue tentando.

*Maria Ross é colaboradora da Forbes USA. Ela escreve sobre liderança empática e cultura no ambiente de trabalho.

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*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com

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Geração Z Investe em Habilidades de IA para Ampliar Seu Potencial de Ganhos

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Para a ex-gerente de produto da Microsoft Mariana Antaya, de 25 anos, ter domínio da inteligência artificial é uma das habilidades mais importantes para ampliar seu potencial de ganhos. “A quantidade de coisas e tarefas que consigo fazer, e a velocidade com que consigo realizá-las, aumenta e eleva, no fim das contas, a maneira como posso criar valor para outras pessoas e para os acionistas”, afirma a empreendedora de Nova York. Sua fintech, a quantifAI, ajuda usuários a criar e testar modelos confiáveis de aprendizado de máquina.

Mariana aprendeu os fundamentos de IA na universidade, onde estudou matemática e ciência da computação. Ela começou a utilizar modelos de linguagem de grande escala, como o ChatGPT, assim que surgiram, usando-os para prever resultados de corridas de Fórmula 1 ou antecipar qual time venceria a Premier League. Seu principal uso da tecnologia, no entanto, foi na programação.

Depois de se formar, em 2023, ela se candidatou a dezenas de vagas no setor de tecnologia — incluindo posições em gestão, engenharia de software e design — antes de conseguir um estágio na Microsoft, onde trabalhou com recursos de voz e, posteriormente, desenvolveu estruturas e ferramentas de avaliação para modelos de IA de voz.

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Hoje, Mariana desenvolve produtos voltados para IA e compartilha com seus seguidores nas redes sociais como os criou — habilidades que, segundo ela, têm mais valor do que credenciais por si só.

“Se você tem uma prova concreta do que construiu e consegue publicá-la online, outras pessoas podem enxergá-la como uma evidência útil do que você é capaz de fazer”, afirma. “Isso vale muito mais do que qualquer tipo de certificado.”

Hoje, usa IA para agendar tarefas, elaborar respostas para todos os e-mails que recebe, analisar grandes volumes de dados e coletar métricas de webinars no Zoom. Saber usar a tecnologia fará com que você se torne indispensável, diz ela. “Foi isso que eu fiz. E, honestamente, isso me levou a muito mais oportunidades do que eu jamais poderia ter imaginado.”

IA e Geração Z

Em comparação com as gerações mais velhas, os jovens tendem a estar mais entusiasmados com o impacto que a IA terá em suas carreiras. Uma pesquisa da PwC de 2025 com mais de 2 mil jovens profissionais no Reino Unido mostrou que 67% da Geração Z espera que a IA aumente sua produtividade, enquanto quase metade acredita que a tecnologia elevará seus salários e sua segurança no emprego.

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Matthew Chancey, planejador financeiro certificado e fundador da Tax Alpha Companies, afirma que treinamentos gratuitos em IA podem oferecer um valor significativo para os profissionais. “Conteúdos que antes ficavam atrás de uma barreira de pagamento agora são gratuitos e, muitas vezes, publicados pelas próprias empresas que desenvolvem as ferramentas”, diz.

Ao avaliar um curso, ele recomenda verificar quem o criou, se o conteúdo está atualizado e, principalmente, se o treinamento resulta em um projeto concluído, em vez de apenas um questionário.

Para quem decide pagar por uma capacitação, Matthew recomenda verificar primeiro se o empregador pode arcar com o custo, observando que muitas empresas oferecem esse tipo de benefício, embora os funcionários raramente aproveitem a oportunidade.

Como desenvolver habilidades em IA

Invista tempo antes de gastar dinheiro. Aprimorar suas habilidades em IA pode ser um investimento de longo prazo na carreira, e o tempo muitas vezes pode ser mais valioso do que as mensalidades ou taxas de cursos. Verifique se seu empregador oferece apoio para treinamentos ou benefícios educacionais.

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Priorize projetos em vez de certificados. Projetos práticos que melhoram processos de trabalho podem ter mais peso para os empregadores.

Transforme ganhos maiores em segurança financeira no longo prazo. Se a IA ajudar a aumentar sua renda, considere poupar ou investir o dinheiro extra antes de elevar seus gastos. Criar uma reserva de emergência, quitar dívidas e contribuir para a aposentadoria podem fortalecer sua situação financeira ao longo do tempo.

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