Eleições 2026
Eleições: TSE assina acordo com big techs para combater desinformação

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) assinou nesta quinta-feira (16) um acordo com as big techs para combater a desinformação durante a campanha eleitoral de 2026.
A formalização do memorando de intenções ocorreu após uma reunião entre o presidente do TSE, ministro Nunes Marques, e representantes das empresas.
As redes sociais aceitaram aderir novamente ao programa permanente de combate à desinformação nas eleições. O programa está em vigor desde as eleições presidenciais de 2022 e prevê a prevenção contra disseminação de narrativas falsas para atacar a integridade das urnas eletrônicas e a legitimidade dos pleitos.
Com o novo acordo, serão intensificadas as medidas para combater o uso ilegal de inteligência artificial (IA) para manipular vozes e imagens de candidatos.
O acordo foi assinado pelas plataformas Google, X, Meta, Kwai, Telegram, TikTok e LinkedIn, além das empresas de inteligência artificial OpenAI, ElevenLabs e Anthropic.
Restrições
Em março deste ano, o TSE aprovou regras sobre utilização de IA durante as eleições gerais de outubro deste ano. As normas valem para candidatos e partidos.
Os ministros proibiram que provedores de IA permitam, ainda que solicitado pelos usuários, sugestões de candidatos para votar. O objetivo é evitar a interferência de algoritmos na livre escolha dos eleitores.
Para combater a misoginia digital, o TSE proibiu postagens nas redes sociais com montagens envolvendo candidatas e fotos e vídeos com nudez e pornografia.
A Corte eleitoral também reafirmou que os provedores de internet poderão ser responsabilizados pela Justiça se não retirarem perfis falsos e postagens ilegais de seus usuários.
Eleições
O primeiro turno será realizado no dia 4 de outubro, quando serão eleitos deputados federais, estaduais, distritais, governadores, senadores e o presidente da República.
O segundo turno está marcado para o dia 25 de outubro e pode ocorrer na disputa para os cargos de governador e presidente. Os eleitores voltarão às urnas se nenhum dos candidatos obtiver mais de 50% dos votos válidos, excluindo brancos e nulos, no primeiro turno.
Agencia Brasil
Eleições 2026
Lula defende redução da maioridade penal para crimes hediondos

Candidato à reeleição, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de sabatina no Jornal Nacional (TV Globo) nesta quinta-feira (15) e defendeu a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos.
Lula disse ser favorável à discussão sobre o assunto no Congresso Nacional após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.
“Meu pensamento, enquanto cidadão, eu sou a favor de reduzir a maioridade penal para todo e qualquer crime hediondo. Mas a PEC não estava discutindo isso. Eu sou favorável a reduzir para 16 anos, mas não nessa PEC. Aprova a PEC e aí discute isso”, afirmou o candidato, em resposta à jornalista Renata Lo Prete.
O texto da PEC, que passou pela Câmara dos Deputados, ganhou celeridade no Senado após aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sem alterações, e está pronto para ser votado em plenário em dois turnos. Não há, no entanto, previsão para que isso ocorra. A oposição tenta incluir uma emenda reduzindo para 14 anos a maioridade penal para crimes hediondos.
Segurança pública
Lula defendeu a aprovação da PEC para garantir a participação da União na segurança dos estados. Segundo o candidato à reeleição, os estados “não tiveram competência” para entregar segurança ao cidadão.
Ele afirmou que, após a aprovação da PEC, poderá criar o Ministério da Segurança Pública, definir o papel das polícias e evitar a ação dos bandidos de dentro da cadeia.
“Precisamos asfixiar o crime organizado para libertar os territórios dos bandidos em todo o país”.
Economia
Perguntado sobre a dívida pública, dívida contraída pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do Governo Federal, Lula defendeu o crescimento do país através do investimento na renda dos mais pobres.
“Eu tenho uma tese: muito dinheiro na mão de poucos, é pobreza, e pouco na mão de muitos, é riqueza. O que faz a economia do Brasil crescer é a microeconomia, é fazer o dinheiro rodar na mão do povo, disse.
Lula afirmou ainda que neste último governo o Brasil passou de 12ª economia do mundo para a décima, investindo em políticas para população mais humilde.
“Toda vez que alguém quer resolver o problema fiscal, o povo pobre paga. E eu não quero que o povo pobre pague. A forma de fazer crescer a economia não é cortar do pobre”.
Ele ainda defendeu o reajuste em 15% no Bolsa Família. Segundo ele, o reajuste não foi feito antes porque ele não sabia do problema.
“Eu fiquei sabendo que não tinha sido aumentado. E tomei a decisão de aumentar o valor para as pessoas porque tinha espaço fiscal”.
O candidato do PT também lembrou da aprovação do fim da jornada 6×1 de trabalho, ocorrida ontem (14) no Senado, em uma pauta defendida pelo seu governo.
Mencionou a medida do governo anunciada esta semana para perdoar dívidas dos microempreendedores individuais (MEIs), entre outras providências, e prometeu tarifa zero no transporte público nos fins de semana.
EUA e Tarifaço
Questionado sobre as perdas econômicas com o tarifaço aplicado pelo governo dos Estados Unidos, Lula afirmou que o Brasil tem se saído bem na procura por outros mercados para compensar a redução no comércio com o país norte americano.
“O que me deixa tranquilo é que embora tenhamos tido queda de 9% na relação com os Estados Unidos, crescemos 20% com a China, 15% com a indonésia, 16% com a Alemanha. E batemos recordes de superávit comercial”, disse Lula.
Ele afirmou ainda que prefere negociar uma solução com o governo de Donald Trump, mas aplicar o princípio da reciprocidade não está descartado.
“Quem deve estar preocupado conosco são os Estados Unidos. Eu não quero aplicar a Lei da Reciprocidade, mas se tiver que fazer nós vamos. Eles têm mais a perder que a gente”.
Edição:
Fonte: Agencia Brasil – Por: Maiana Diniz
Eleições 2026
Governador Ricardo sobe 11 pontos, alcança 45% nos votos válidos e clima de virada anima militância

A primeira pesquisa Quaest no segundo turno, divulgada nesta quarta-feira (14), confirmou a reação do governador e candidato à reeleição, Ricardo Ferraço (MDB/15). Nos votos válidos, Ricardo subiu 11 pontos percentuais em relação ao resultado do primeiro turno, alcançando 45% das intenções de voto.
O crescimento consolida o ritmo de aceleração da campanha e fortalece a militância nas ruas em todo o Estado. O avanço reflete a resposta da população ao diálogo direto promovido pelo candidato, focado em propostas, equilíbrio e respeito.
No cenário estimulado, Ricardo Ferraço atinge 38% dos votos contra 47% do adversário, em um cenário que revela um saldo de 15% de eleitores que ainda não escolheram em quem votar (10% indecisos e 5% brancos/nulos/não vão votar). Já no levantamento espontâneo, Ricardo registra 27% contra 35%, com 33% de eleitores ainda indecisos.
Essa margem expressiva de eleitores sem voto definido, somada ao contingente de eleitores de outras candidaturas do primeiro turno, consolida um cenário de disputa aberta e viabiliza a busca pela virada na reta final.
O movimento ganha novo fôlego com o início de uma agenda ampliada de mobilização. Ao longo desta semana, a campanha do Governador Ricardo 15 promove encontros estratégicos com representantes das mulheres na política e dos setores de cultura, juventude, ciência, tecnologia e inovação, atraindo novas adesões ao plano de governo.
“Sentir o crescimento nas ruas e ver esse resultado refletido nas pesquisas nos dá ainda mais energia. Existe um saldo expressivo de eleitores que ainda está refletindo sobre quem realmente tem preparado e equilíbrio para governar. Onde não há respeito, não há governo. É por respeito às pessoas que vamos trabalhar sem parar, dialogando com os jovens, com a cultura e com a inovação para mostrar que o nosso Estado precisa continuar no caminho certo”, destacou o Governador Ricardo 15.
Além dos encontros setoriais, o candidato à reeleição seguirá com a maratona de caminhadas, carreatas e reuniões comunitárias na Grande Vitória e no interior rumo ao próximo dia 25 de outubro.
Por: Léo Jr. – Fotos: Cid Costa
Eleições 2026
Pesquisa Quaest: Pazolini aparece com 47% contra 38% de Ricardo Ferraço no ES

A primeira pesquisa Quaest sobre o segundo turno da disputa pelo Governo do Espírito Santo aponta vantagem de Lorenzo Pazolini (Republicanos) sobre o atual governador Ricardo Ferraço (MDB). Divulgado nesta quarta-feira (14), o levantamento mostra o ex-prefeito de Vitória com 47% das intenções de voto, enquanto Ferraço registra 38%.
A pesquisa foi encomendada pela TV Gazeta e considera o cenário estimulado, no qual os entrevistados recebem os nomes dos candidatos antes de declarar sua preferência. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.
Disputa entra na reta final
Os capixabas voltam às urnas no próximo dia 25 de outubro para decidir quem comandará o Executivo estadual. No primeiro turno, Pazolini terminou na frente, com 49,65% dos votos válidos. Ricardo Ferraço alcançou 34,06%.
O levantamento da Quaest foi realizado presencialmente entre sábado (10) e terça-feira (13), com 1.098 eleitores entrevistados.
Os números representam o retrato das intenções de voto no período da pesquisa. Considerando a margem de erro, a diferença entre os candidatos permanece relevante na disputa pelo Palácio Anchieta.
Fonte: pesquisa Quaest, encomendada pela TV Gazeta.
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