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PlayStation 5: veja os 10 melhores jogos que chegam ao console este ano

2025 será um ano de grandes lançamentos para o PlayStation 5. O console receberá sequências há muito tempo aguardadas de franquias famosas e renomadas, além de títulos exclusivos de peso.
Se você está curioso para saber quais são as grandes apostas para o PS5, confira abaixo os 10 melhores jogos que chegam ao console neste ano.

10 games que chegam em 2025 no PlayStation 5
- Indiana Jones and the Great Circle
- Ghost of Yōtei
- Death Stranding 2: On the Beach
- Grand Theft Auto VI
- Monster Hunter Wilds
- Doom: The Dark Ages
- Borderlands 4
- Lost Soul Aside
- Assassin’s Creed Shadows
- Wanderstop
Indiana Jones and the Great Circle

Um dos jogos mais elogiados do ano passado, “Indiana Jones and the Great Circle” chegará ao PlayStation 5 em 2025.
Desenvolvido pela MachineGames e publicado pela Bethesda Softworks, o jogo foi lançado inicialmente para Xbox Series X/S e Windows. Entre o primeiro e o segundo trimestre de 2025, estará disponível também para PS5.
A trama se passa no ano de 1937, entre os filmes “Os Caçadores da Arca Perdida” (1981) e “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989). Na história, Indiana Jones tenta impedir as potências do Eixo, vasculhando o mundo em busca do segredo de um poder ancestral relacionado ao Grande Círculo.
Como é de se esperar, você controla Indy neste jogo de ação e aventura single-player. O jogo adota uma perspectiva em primeira pessoa, mas alterna para uma visão em terceira pessoa durante certas ações e cenas.
- Lançamento: entre 1º e 2º trimestre de 2025
Ghost of Yōtei

Exclusivo para PlayStation 5, “Ghost of Yōtei” é um dos jogos mais aguardados para o console em 2025, sendo uma sequência do aclamado “Ghost of Tsushima” (2020). Contudo, sem informação oficial de seu lançamento, os fãs ainda aguardam a confirmação das vendas do game neste ano.
No jogo, você controlará Atsu, uma guerreira que embarca em uma jornada pelas terras ao redor do Monte Yōtei, no Japão, em 1603. A trama se passará 329 anos após os eventos de “Ghost of Tsushima”.
“Ghost of Yōtei” será um jogo de ação e aventura em mundo aberto. Até o momento, apenas o modo single-player foi confirmado.
- Lançamento: previsto para 2025, sem data oficial
Death Stranding 2: On the Beach

Outro exclusivo altamente aguardado para PlayStation 5 é “Death Stranding 2: On the Beach”. A nova obra do designer japonês Hideo Kojima é uma sequência de “Death Stranding” (2019) e terá seu lançamento ainda neste ano, embora ainda sem data oficial.
O protagonista Sam, interpretado por Norman Reedus por meio de captura de movimento, está de volta. Fragile, vivida por Léa Seydoux, também retorna, assim como outros personagens centrais, enquanto novos rostos serão introduzidos.
Jogo de ação em mundo aberto, a trama acompanhará Sam em uma nova jornada para salvar a humanidade da extinção.
- Lançamento: previsto para 2025, sem data oficial.
Grand Theft Auto VI

Finalmente, tudo indica que o tão aguardado GTA 6 sairá para PlayStation 5. Com previsão para ser lançado no terceiro ou quarto trimestre de 2025, Grand Theft Auto VI, game desenvolvido pela Rockstar Games, trará a fórmula de um vasto mundo aberto, com exploração e missões.
O game se passará no estado de Leonida, que incluirá Vice City, cidade que já foi palco de outros jogos da série. Os protagonistas da trama serão um casal de criminosos, com a promessa de um modo online robusto.
Ainda não há informações sobre o preço do jogo. Grand Theft Auto VI também está previsto para Xbox Series X/S.
- Lançamento: terceiro ou quarto trimestre de 2025
Monster Hunter Wilds

O sucessor de “Monster Hunter: World” (2018) é um dos lançamentos mais aguardados do ano. “Monster Hunter Wilds” chegará em 28 de fevereiro de 2025, não apenas para PS5, mas também para Xbox Series X/S e PC (Windows).
Desenvolvido pela Capcom, o jogo é um RPG de ação em terceira pessoa, no qual o jogador controla um caçador personalizado em um mundo habitado por monstros. O objetivo principal é derrotar ou capturar essas criaturas para obter recompensas.
O universo do jogo apresenta uma ampla variedade de biomas abertos para exploração. Além do modo single-player, que permite contar com até três caçadores de apoio controlados por IA, o jogo oferecerá multiplayer cooperativo para até quatro jogadores.
- Lançamento: 28 de fevereiro de 2025
- Preço: possivelmente a partir de R$ 279,00
Doom: The Dark Ages

Outro jogo aguardado para 2025 é “Doom: The Dark Ages”. O novo título da franquia segue a linha da série moderna, e já foi revelado que se trata de uma prequela de “Doom” (2016).
A trama seguirá uma aventura anterior do protagonista Doom Slayer em um ambiente medieval. A jogabilidade provavelmente será a mesma dos títulos anteriores: um shooter em primeira pessoa, single player, focado em combates sangrentos contra demônios.
Ainda não foi divulgada uma data oficial, mas o jogo deve sair para venda ainda este ano. Além do PS5, Windows e Xbox Series X/S também receberão o jogo. Não há informações sobre o preço do título.
- Lançamento: previsto para 2025, mas sem data oficial
Leia mais:
- Os 10 melhores jogos no PS5 segundo a crítica
- 8 dicas para economizar dinheiro ao comprar jogos online
- Os 10 melhores jogos de ação da década de 2010 que marcaram uma geração
Borderlands 4

A aguardada sequência de “Borderlands 3” sairá este ano, também para PlayStation 5. Contudo, ainda sem data confirmada, o jogo também está previsto para PC (Windows) e Xbox Series X/S.
“Borderlands 4” será um looter shooter em primeira pessoa e repetirá a fórmula de combates intensos e variedades de armas características da franquia. Na trama, você lidera a resistência contra o Senhor do Tempo, um ditador terrível e sua Ordem.
O jogo pode ser jogado sozinho, em modo cooperativo com tela dividida para 2 jogadores, ou online com até 4 jogadores.
- Lançamento: previsto para 2025, mas sem data oficial
Lost Soul Aside

Jogo de estreia da desenvolvedora chinesa Ultizero Games, “Lost Soul Aside” é um RPG de ação e aventura. Exclusivo para PlayStation 5 nos consoles, o jogo também estará disponível para PC. Embora ainda não tenha uma data oficial para seu lançamento, a previsão é para este ano.
No jogo, você controla Kaser, que embarca em uma jornada para salvar a humanidade e sua irmã, cuja alma foi roubada por seres dimensionais invasores.
“Lost Soul Aside” terá combate com base em combos, com uma variedade de armas corpo a corpo, cada uma com atributos únicos que geram inúmeras possibilidades táticas. Preço, modo online e disponibilidade de multiplayer ainda não foram revelados.
- Lançamento: previsto para 2025, sem data oficial
- Plataformas: PlayStation 5 e PC
Assassin’s Creed Shadows

Novo jogo da série de RPG e ação da Ubisoft, “Assassin’s Creed Shadows” terá seu lançamento em 20 de março de 2025 para PlayStation 5, Xbox Series X/S e PC.
O jogo mantém a proposta de ação e aventura com foco em stealth da franquia. Seu mundo aberto evolui conforme as estações, com mudanças na gameplay, como estalactites no inverno e grama alta na primavera. As missões são não lineares, permitindo que os jogadores rastreiem e eliminem alvos à vontade.
A história, ambientada no Japão do século XVI, é narrada a partir da perspectiva de dois protagonistas: a assassina shinobi Naoe e Yasuke, um samurai africano inspirado na figura histórica de mesmo nome.
- Lançamento: 20 de março de 2025.
Wanderstop

Os apreciadores do subgênero cozy, tipo de jogo focado em proporcionar uma experiência relaxante, sem pressões ou desafios intensos, estão no hype de “Wanderstop”.
Com experiência single player, o jogo estará disponível para PlayStation 5 e Windows no dia 11 de março de 2025.
“Wanderstop” segue Alta, uma ex-guerreira traumatizada por seu passado, onde lutava em uma arena. Agora, Alta trabalha em uma loja de chá e espera que, com isso, seu trauma seja curado.
A jogatina envolve rotinas de cuidar da loja, ajudar os clientes ou descansar em um banco.
- Lançamento: 11 de março de 2025
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BlackRock usa aquisições de R$ 127,6 bilhões para financiar data center da Meta

A BlackRock está estruturando uma emissão de dívida superior a US$ 12 bilhões (R$ 61,2 bilhões) para financiar um novo campus de data centers da Meta, em uma operação que marca a integração prática de duas das maiores aquisições realizadas recentemente pela gestora e amplia sua atuação no financiamento da expansão da inteligência artificial (IA).
Segundo a Bloomberg, a operação representa o resultado de anos de estratégia do CEO Larry Fink para transformar a BlackRock, tradicionalmente conhecida pelos investimentos em mercados públicos, em uma das principais participantes também do mercado de ativos privados.
Operação reúne empresas adquiridas por mais de R$ 122,5 bilhões
A emissão de dívida reúne duas empresas adquiridas pela BlackRock nos últimos anos: a Global Infrastructure Partners (GIP), comprada por US$ 12,5 bilhões (R$ 63,8 bilhões), e a HPS Investment Partners, adquirida por US$ 12 bilhões.
De acordo com pessoas familiarizadas com a operação, a transação também demonstra como a BlackRock pretende combinar as capacidades das duas unidades em futuros negócios.
Historicamente, a GIP concentra suas atividades em investimentos em projetos de infraestrutura, enquanto a HPS desenvolveu experiência em operações de crédito estruturado e financiamentos complexos.
Segundo Larry Fink, as duas divisões já começaram a atuar de forma integrada na originação de novos negócios.
Após a divulgação dos resultados trimestrais da BlackRock na semana passada, o executivo afirmou a analistas que o pipeline conjunto das duas empresas está crescendo.
Segundo Fink, os novos projetos estão sendo desenvolvidos “de maneiras que reforçam nossa convicção na plataforma combinada, particularmente em infraestrutura digital”.
BlackRock terá participação majoritária no empreendimento
- O acordo firmado com a Meta prevê que fundos administrados pela GIP e pela HPS detenham 80% da participação na Project Sopaipilla Holdings, nome oficial da joint venture criada para desenvolver o projeto;
- Essa empresa é a responsável pela captação dos recursos por meio da emissão de títulos de dívida;
- Os 20% restantes da joint venture pertencem à Meta, que será responsável pela construção do campus de data centers e continuará administrando as operações do empreendimento;
- Segundo pessoas envolvidas nas negociações, além da emissão de dívida, GIP e HPS também possuem participação acionária no projeto;
- O novo complexo de data centers terá capacidade da ordem de um gigawatt e deverá entrar em operação em 2028;
- Quando estiver concluído, o empreendimento deverá gerar mais de 300 empregos permanentes no local.
Leia mais:
- Como adicionar uma conta na Central de Contas da Meta pelo PC ou celular
- Como criar sua própria inteligência artificial com Meta AI Studio
- Juiz dos EUA libera demissões na Meta em caso sobre inteligência artificial

Venda dos títulos já começou
A comercialização dos mais de US$ 12 bilhões em títulos começou nesta segunda-feira (20), conduzida pelos bancos JPMorgan Chase e Morgan Stanley.
Durante as apresentações aos investidores, a BlackRock será representada pelos diretores Wes Altman, da GIP, e Garrett Cockren, da HPS, segundo pessoas com conhecimento do processo.
Meta repete modelo utilizado em outro projeto
Segundo pessoas familiarizadas com o assunto, a Meta considera a entrada da BlackRock como parceira um importante avanço para o projeto.
A estrutura da operação é semelhante à utilizada anteriormente pela empresa em parceria com a Blue Owl Capital no projeto Hyperion, localizado em uma área rural do Estado estadunidense da Louisiana.
Naquele empreendimento, a Blue Owl também ficou com 80% da joint venture, enquanto a Meta manteve os 20% restantes.
Esse modelo permite que a empresa de tecnologia mantenha a dívida fora de seu balanço patrimonial, ao mesmo tempo em que preserva o controle sobre a administração cotidiana do data center.
Neste mês, a Meta anunciou a expansão do projeto Hyperion além da área inicialmente contemplada pela joint venture.
BlackRock amplia investimentos em inteligência artificial
A operação reforça a estratégia da BlackRock de ampliar seus investimentos em infraestrutura voltada à inteligência artificial e ao setor de data centers. Em outubro, a gestora anunciou um acordo de US$ 40 bilhões (R$ 204,2 bilhões) para adquirir a Aligned Data Centers.
Essa operação, cuja conclusão é esperada para breve, reúne a GIP, a BlackRock, além de parceiros, como Microsoft, Nvidia e a MGX, plataforma de investimentos em tecnologia criada pelo fundo soberano Mubadala Investment Company, de Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), em conjunto com a empresa de IA G42.
Segundo a Bloomberg, a BlackRock também passa a disputar um mercado cada vez mais competitivo de financiamento da infraestrutura necessária para sustentar o crescimento da IA, segmento no qual concorrentes como Blue Owl Capital e Blackstone vêm liderando algumas das maiores operações de financiamento de data centers.
Nem a BlackRock nem a Meta comentaram oficialmente a operação.
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Adeus aos discos? Indústria de games muda de rumo

A indústria de games pode estar entrando em uma nova fase, com menos discos e mais downloads. Segundo a The Verge, decisões envolvendo Grand Theft Auto VI e o PlayStation reforçam a tendência de uma migração cada vez maior para o formato digital.
A mudança promete trazer mais praticidade, mas também levanta dúvidas sobre acesso, revenda e preservação dos jogos. Para muitos jogadores, a discussão vai além da nostalgia: envolve a própria ideia de propriedade dos títulos.

O avanço silencioso dos jogos digitais
Durante décadas, comprar um jogo significava ir a uma loja, escolher uma caixa e voltar para casa com um produto físico que podia ser guardado, emprestado ou vendido depois.
Esse modelo começou a perder espaço com o crescimento das lojas digitais. Atualmente, consoles como PlayStation 5 e Xbox Series oferecem versões sem leitor de disco, enquanto no computador plataformas digitais como a Steam já dominam o mercado há anos.
A mudança já aparece nos números da indústria. A Capcom informou que 93% das vendas de seus jogos foram digitais no último ano fiscal e espera que esse índice chegue a 95,4%.
Para os consumidores, a compra digital tem vantagens claras: não ocupa espaço, permite acesso imediato e facilita a instalação de jogos. Por outro lado, alguns jogadores alertam para problemas relacionados à dependência de contas, servidores e lojas virtuais.

GTA VI coloca futuro dos discos em debate
O debate ganhou força após a Rockstar Games divulgar detalhes de Grand Theft Auto VI. O jogo, previsto para chegar ao PlayStation 5 e Xbox Series X/S, terá preço inicial de US$ 79,99 (cerca de R$ 440) na edição básica e US$ 99,99 (aproximadamente R$ 550) na versão Ultimate.
O ponto que chamou atenção foi a versão física. A caixa do jogo não terá um disco, mas um código para download do título.
A decisão é considerada um marco porque GTA VI deve ser um dos maiores lançamentos da indústria. Para parte dos jogadores, o formato limita práticas comuns no mercado físico, como emprestar um jogo para amigos ou revendê-lo após finalizar a experiência.
Poucos dias depois, a Sony anunciou que deixará de produzir discos físicos para novos jogos de PlayStation a partir de 2028. A empresa afirmou que a decisão acompanha a preferência crescente dos consumidores pelo formato digital.
Os números apresentados pela própria Sony reforçam essa estratégia: no quarto trimestre do ano fiscal de 2025, 85% das vendas de jogos completos para PS4 e PS5 foram feitas por download.

Preservação dos games vira preocupação
A mudança também preocupa grupos dedicados à preservação da história dos videogames. Sem versões físicas, manter jogos acessíveis no futuro pode se tornar um desafio ainda maior.
Entre os principais pontos levantados estão:
- dificuldade para preservar jogos que dependem de servidores;
- risco de perda de acesso por mudanças em lojas digitais;
- redução da possibilidade de revenda e empréstimo;
- desafios para museus e arquivos manterem títulos modernos.
Isso é uma notícia infeliz para aqueles que ainda preferem comprar jogos em mídia física e representa um golpe significativo aos direitos dos consumidores, ao mercado de revenda e aos criadores que dependem do mercado físico.
Frank Cifaldi, diretor executivo da Video Game History Foundation, ao The Verge.
Para ele, guardar discos em prateleiras não será mais uma solução definitiva para preservar novos jogos.
O que pode acontecer daqui para frente
O futuro dos discos ainda não está totalmente definido. A Microsoft avalia os próximos passos para o Xbox, enquanto a Nintendo mantém uma relação mais forte com mídias físicas, apesar do crescimento das vendas digitais.
Leia mais:
- O fim da mídia física, mas não só no PlayStation
- GOG reage ao fim da mídia física no PlayStation e reforça defesa da propriedade digital
- Revolta contra fim da mídia física cresce e Sony enfrenta crise nas redes sociais
No entanto, a direção da indústria parece clara: os downloads devem ocupar um espaço cada vez maior nos próximos anos.
A discussão agora é como equilibrar a praticidade do digital com a necessidade de garantir que os jogos comprados hoje continuem acessíveis no futuro. Para muitos jogadores, o fim dos discos representa não apenas uma mudança de formato, mas uma transformação na maneira como os games são consumidos e preservados.
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Brasil é o 3º país mais atacado por ransomware; especialistas explicam o motivo

O Brasil registrou, em junho, o terceiro maior número de ataques de ransomware do mundo, segundo dados da plataforma Ransomware.live, iniciativa criada por Julien Mousqueton, CISO da Cohesity, empresa especializada em segurança de dados com inteligência artificial (IA).
Foram contabilizados 23 casos no país durante o mês, colocando o Brasil atrás apenas dos Estados Unidos e da Alemanha. É a primeira vez que o país aparece entre os dez mais afetados desde o início da divulgação dos dados da plataforma, em janeiro.
O Ransomware.live acompanha continuamente sites de vazamento mantidos por grupos de ransomware para identificar e registrar novas vítimas.
Os ataques de ransomware consistem no uso de softwares maliciosos capazes de bloquear o acesso de usuários ou organizações aos seus sistemas. Em seguida, os criminosos exigem o pagamento de um resgate para restaurar o acesso, normalmente sob ameaça de vazar ou excluir permanentemente os dados.
Brasil fica atrás apenas de Estados Unidos e Alemanha
Segundo o levantamento, os Estados Unidos lideraram o ranking de junho, com 199 casos, seguidos pela Alemanha, com 49.
O Brasil aparece na terceira posição, com 23 ataques, à frente do Reino Unido, que registrou 21 ocorrências. Índia e Canadá aparecem empatados, com 20 casos cada.
Completam a lista dos dez países mais afetados:
- França: 15 casos;
- Itália: 15;
- México: 14;
- Tailândia: 13.
Para Gustavo Leite, vice-presidente da Cohesity para a América Latina, a presença de Brasil, Índia e Tailândia entre os principais alvos pode refletir uma mudança na estratégia dos grupos criminosos.
“A emergência do Brasil, Índia e Tailândia como alvos recém-identificados pode ser reflexo de uma estratégia deliberada de focar em jurisdições com menor maturidade na resposta a incidentes e na coordenação com forças de segurança”, avalia.

Leia mais:
- O que é ransomware e como se proteger
- Foi hackeado? Confira 8 dicas para aprender a se prevenir contra cibercriminosos
- Cibersegurança em alerta: a nova era dos ataques digitais em 2026
Total de vítimas caiu em junho, mas continua elevado
O levantamento aponta que foram registradas 708 vítimas de ransomware em junho no mundo.
Embora o número represente uma redução de 10,5% em relação às 791 vítimas contabilizadas em maio, a Cohesity destaca que o volume permanece elevado quando comparado aos últimos 12 meses.
“Apesar dessa diminuição mensal, o volume permanece historicamente elevado quando comparado aos 12 meses anteriores, deixando claro o quão intenso e consistente é o atual cenário de ameaças”, afirma Leite.
Nos últimos 12 meses, o número de vítimas registradas pelo Ransomware.live foi:
- Julho de 2025: 547;
- Agosto de 2025: 530;
- Setembro de 2025: 598;
- Outubro de 2025: 839;
- Novembro de 2025: 717;
- Dezembro de 2025: 882;
- Janeiro: 702;
- Fevereiro: 784;
- Março: 844;
- Abril: 870;
- Maio: 791;
- Junho: 708.
Mercado B2B segue como principal alvo
Entre os setores econômicos, o mercado B2B permaneceu como o mais afetado pelos ataques de ransomware em junho, somando 123 vítimas, uma queda de 23,1% em relação às 160 registradas em maio.
Na sequência aparecem:
- Manufatura: 83 vítimas (queda de 19,4%);
- Tecnologia: 56 (queda de 21,1%);
- Serviços ao consumidor: 53 (alta de 1,9%);
- Saúde: 52 (queda de 23,5%);
- Agricultura e produção de alimentos: 36 (queda de 7,7%);
- Construção: 27 (queda de 15,6%);
- Transporte e logística: 26 (queda de 25,7%);
- Serviços financeiros: 25 (queda de 26,5%);
- Educação: 24 (queda de 14,3%).
Entre todos os segmentos analisados, serviços ao consumidor foi o único que apresentou crescimento em relação ao mês anterior, passando de 52 para 53 vítimas, um aumento de 1,9%.
Dados são divulgados mensalmente
Os números do Ransomware.live são publicados todos os meses pela Cohesity. Segundo a empresa, seus serviços são utilizados por clientes em mais de 140 países, incluindo 70% das empresas que integram a lista Fortune Global 500.
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