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Eleições 2026

Lula defende redução da maioridade penal para crimes hediondos

Redação Informe ES

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Candidato à reeleição, o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva (PT) participou de sabatina no Jornal Nacional (TV Globo) nesta quinta-feira (15) e defendeu a redução da maioridade penal de 18 para 16 anos em casos de crimes hediondos.

Lula disse ser favorável à discussão sobre o assunto no Congresso Nacional após a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública.

“Meu pensamento, enquanto cidadão, eu sou a favor de reduzir a maioridade penal para todo e qualquer crime hediondo. Mas a PEC não estava discutindo isso. Eu sou favorável a reduzir para 16 anos, mas não nessa PEC. Aprova a PEC e aí discute isso”, afirmou o candidato, em resposta à jornalista Renata Lo Prete.

O texto da PEC, que passou pela Câmara dos Deputados, ganhou celeridade no Senado após aprovação na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), sem alterações, e está pronto para ser votado em plenário em dois turnos. Não há, no entanto, previsão para que isso ocorra. A oposição tenta incluir uma emenda reduzindo para 14 anos a maioridade penal para crimes hediondos.

Segurança pública

Lula defendeu a aprovação da PEC para garantir a participação da União na segurança dos estados. Segundo o candidato à reeleição, os estados “não tiveram competência” para entregar segurança ao cidadão.

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Ele afirmou que, após a aprovação da PEC, poderá criar o Ministério da Segurança Pública, definir o papel das polícias e evitar a ação dos bandidos de dentro da cadeia.

“Precisamos asfixiar o crime organizado para libertar os territórios dos bandidos em todo o país”.

Economia

Perguntado sobre a dívida pública, dívida contraída pelo Tesouro Nacional para financiar o déficit orçamentário do Governo Federal, Lula defendeu o crescimento do país através do investimento na renda dos mais pobres.

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“Eu tenho uma tese: muito dinheiro na mão de poucos, é pobreza, e pouco na mão de muitos, é riqueza. O que faz a economia do Brasil crescer é a microeconomia, é fazer o dinheiro rodar na mão do povo, disse.

Lula afirmou ainda que neste último governo o Brasil passou de 12ª economia do mundo para a décima, investindo em políticas para população mais humilde.

“Toda vez que alguém quer resolver o problema fiscal, o povo pobre paga. E eu não quero que o povo pobre pague. A forma de fazer crescer a economia não é cortar do pobre”.

Ele ainda defendeu o reajuste em 15% no Bolsa Família. Segundo ele, o reajuste não foi feito antes porque ele não sabia do problema.

“Eu fiquei sabendo que não tinha sido aumentado. E tomei a decisão de aumentar o valor para as pessoas porque tinha espaço fiscal”.

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O candidato do PT também lembrou da aprovação do fim da jornada 6×1 de trabalho, ocorrida ontem (14) no Senado, em uma pauta defendida pelo seu governo.

Mencionou a medida do governo anunciada esta semana para perdoar dívidas dos microempreendedores individuais (MEIs), entre outras providências, e prometeu tarifa zero no transporte público nos fins de semana.

EUA e Tarifaço

Questionado sobre as perdas econômicas com o tarifaço aplicado pelo governo dos Estados Unidos, Lula afirmou que o Brasil tem se saído bem na procura por outros mercados para compensar a redução no comércio com o país norte americano.

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“O que me deixa tranquilo é que embora tenhamos tido queda de 9% na relação com os Estados Unidos, crescemos 20% com a China, 15% com a indonésia, 16% com a Alemanha. E batemos recordes de superávit comercial”, disse Lula.

Ele afirmou ainda que prefere negociar uma solução com o governo de Donald Trump, mas aplicar o princípio da reciprocidade não está descartado.

“Quem deve estar preocupado conosco são os Estados Unidos. Eu não quero aplicar a Lei da Reciprocidade, mas se tiver que fazer nós vamos. Eles têm mais a perder que a gente”.

Edição:

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Fonte: Agencia Brasil – Por: Maiana Diniz

Eleições 2026

Governador Ricardo sobe 11 pontos, alcança 45% nos votos válidos e clima de virada anima militância

Redação Informe ES

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A primeira pesquisa Quaest no segundo turno, divulgada nesta quarta-feira (14), confirmou a reação do governador e candidato à reeleição, Ricardo Ferraço (MDB/15). Nos votos válidos, Ricardo subiu 11 pontos percentuais em relação ao resultado do primeiro turno, alcançando 45% das intenções de voto.

O crescimento consolida o ritmo de aceleração da campanha e fortalece a militância nas ruas em todo o Estado. O avanço reflete a resposta da população ao diálogo direto promovido pelo candidato, focado em propostas, equilíbrio e respeito.

No cenário estimulado, Ricardo Ferraço atinge 38% dos votos contra 47% do adversário, em um cenário que revela um saldo de 15% de eleitores que ainda não escolheram em quem votar (10% indecisos e 5% brancos/nulos/não vão votar). Já no levantamento espontâneo, Ricardo registra 27% contra 35%, com 33% de eleitores ainda indecisos.

Essa margem expressiva de eleitores sem voto definido, somada ao contingente de eleitores de outras candidaturas do primeiro turno, consolida um cenário de disputa aberta e viabiliza a busca pela virada na reta final.

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O movimento ganha novo fôlego com o início de uma agenda ampliada de mobilização. Ao longo desta semana, a campanha do Governador Ricardo 15 promove encontros estratégicos com representantes das mulheres na política e dos setores de cultura, juventude, ciência, tecnologia e inovação, atraindo novas adesões ao plano de governo.

“Sentir o crescimento nas ruas e ver esse resultado refletido nas pesquisas nos dá ainda mais energia. Existe um saldo expressivo de eleitores que ainda está refletindo sobre quem realmente tem preparado e equilíbrio para governar. Onde não há respeito, não há governo. É por respeito às pessoas que vamos trabalhar sem parar, dialogando com os jovens, com a cultura e com a inovação para mostrar que o nosso Estado precisa continuar no caminho certo”, destacou o Governador Ricardo 15.

Além dos encontros setoriais, o candidato à reeleição seguirá com a maratona de caminhadas, carreatas e reuniões comunitárias na Grande Vitória e no interior rumo ao próximo dia 25 de outubro.

Por: Léo Jr. – Fotos: Cid Costa

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Eleições 2026

Pesquisa Quaest: Pazolini aparece com 47% contra 38% de Ricardo Ferraço no ES

Redação Informe ES

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A primeira pesquisa Quaest sobre o segundo turno da disputa pelo Governo do Espírito Santo aponta vantagem de Lorenzo Pazolini (Republicanos) sobre o atual governador Ricardo Ferraço (MDB). Divulgado nesta quarta-feira (14), o levantamento mostra o ex-prefeito de Vitória com 47% das intenções de voto, enquanto Ferraço registra 38%.

A pesquisa foi encomendada pela TV Gazeta e considera o cenário estimulado, no qual os entrevistados recebem os nomes dos candidatos antes de declarar sua preferência. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos.

Disputa entra na reta final

Os capixabas voltam às urnas no próximo dia 25 de outubro para decidir quem comandará o Executivo estadual. No primeiro turno, Pazolini terminou na frente, com 49,65% dos votos válidos. Ricardo Ferraço alcançou 34,06%.

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O levantamento da Quaest foi realizado presencialmente entre sábado (10) e terça-feira (13), com 1.098 eleitores entrevistados.

Os números representam o retrato das intenções de voto no período da pesquisa. Considerando a margem de erro, a diferença entre os candidatos permanece relevante na disputa pelo Palácio Anchieta.

Fonte: pesquisa Quaest, encomendada pela TV Gazeta.

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Eleições 2026

Pesquisa Atlas: Flávio tem 52,8% e Lula, 47,2%, dos votos válidos no 2º turno

Redação Informe ES

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Em simulação de segundo turno considerando apenas os votos válidos, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente na corrida eleitoral, marcando 52,8% das intenções de voto. O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 47,2% da preferência neste formato, segundo dados da pesquisa AtlasIntel/Bloomberg divulgada nesta sexta-feira (9).

Metodologia

A pesquisa AtlasIntel/Bloomberg entrevistou 5.026 eleitores, entre os dias 3 e 8 de outubro, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro do levantamento é de 1 ponto percentual, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-03663/2026.

Fonte: CNN Brasil

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