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Mentalidade do sucesso: como ser feliz e bem-sucedido

Se você está em busca de felicidade, sucesso ou ambos, existem muitos conselhos disponíveis por aí. Mas um estudo mostra que a mentalidade é importante nessa jornada – e existe um tipo específico de pensamento que é peça-chave nesse processo.
Prestar atenção no mindset é crucial, especialmente nos dias de hoje. A vida muda rapidamente, as pessoas estão estressadas e você está constantemente evitando sobrecargas, resolvendo problemas, gerenciando o estresse e se adaptando a novas tecnologias. Pesquisas mostram que uma mentalidade estratégica pode ser exatamente o que você precisa nesse cenário.
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Uma mentalidade estratégica é intencional e voltada para o futuro: foque nos seus objetivos e no seu significado de sucesso
A importância da mentalidade estratégica
Uma mentalidade estratégica é diferente de uma mentalidade de crescimento e autoconfiança. É sobre o processo mental de recuar e avaliar como você pode fazer as coisas de maneira diferente, melhor ou mais colaborativamente.
Ter uma mentalidade estratégica traz enormes benefícios. Resulta em mais felicidade, melhor desempenho e maior probabilidade de alcançar seus objetivos – seja na sua profissão, educação, saúde ou aptidão física – de acordo com uma pesquisa publicada na revista científica americana Proceedings of the National Academy of Sciences.
Quando você tem uma mentalidade estratégica, você consegue pensar direito, resolver problemas e tomar as melhores ações.
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Criando uma mentalidade estratégica para buscar felicidade e sucesso
De acordo com a pesquisa, existem maneiras específicas de cultivar uma mentalidade estratégica para a felicidade e o sucesso.
1. Dê um passo para trás
Ironicamente, a melhor maneira de avançar é começar recuando. Muitas vezes, quando você encontra um problema, você se sente apressado com um alto nível de urgência para resolvê-lo. O cliente está bravo, o produto falha ou a entrega não chega – mas um elemento importante de uma mentalidade estratégica é a capacidade de pausar, recuar e refletir – para que você possa ter clareza sobre como seguir em frente.
Continuar agindo sem pausar para considerar se o que você está fazendo é eficaz pode te deixar no caminho errado. E especialmente se você estiver sob pressão ou sentindo um alto grau de preocupação, pode acabar se apressando.
Diante da intensidade, desacelere para acelerar – pensando nas coisas e determinando o melhor caminho a seguir.
2. Faça diferente
Outro ponto chave para construir seu pensamento estratégico é refletir sobre o que você pode fazer de diferente. Nosso instinto humano muitas vezes é continuar investindo no caminho que escolhemos. A ideia é que, se chegamos até aqui e investimos tanto, pode não fazer sentido voltar atrás.
É como o ditado: “Se você está passando pelo inferno, continue andando”, atribuído a Winston Churchill. Às vezes, isso é verdade, claro, mas você também deve pausar e verificar como está. Pergunte a si mesmo:
- Como as coisas estão indo até agora e que progresso você fez?
- O que está funcionando bem e o que está atrapalhando?
- Como você poderia mudar de direção ou ir em uma direção oposta?
- O que você ainda não tentou?
- Quais são as alternativas ao que você está fazendo agora?
- Como alguém novo nessa situação agiria?
- Quais são algumas maneiras criativas de resolver o problema?
Essas perguntas podem te ajudar a avaliar a situação e determinar se há um curso alternativo que possa ser mais eficaz.
3. Faça melhor
Outra tática no pensamento estratégico é refletir sobre o que você pode fazer melhor. Talvez você tenha tentado algumas coisas, mas não deu o seu máximo. Ou você pode ter espalhado seu esforço em várias táticas, e seria mais eficaz se concentrar em uma ou duas áreas onde você pode realmente se destacar.
Uma característica da felicidade é estar dedicado a uma responsabilidade que importa para você. Ao colocar muito esforço em algo e se comprometer, você tem mais chances de sucesso porque está trabalhando arduamente, mas também é mais provável que contribua para sua felicidade devido à correlação entre compromisso e alegria.
4. Ajude a si mesmo – e os outros
Outro aspecto do pensamento estratégico no estudo foi considerar como você pode ajudar a si mesmo ou aos outros. Às vezes, quando você está trabalhando duro em algo, pode perder de vista os métodos que está usando e como eles impactam seu bem-estar ou o das pessoas ao seu redor.
De que maneiras você ou a equipe podem trabalhar de forma mais eficiente? Você pode eliminar distrações ou melhorar seu foco ou o da equipe? Você pode rastrear suas tentativas, erros e sucessos? Você pode envolver outras pessoas ou contar com colegas e seus talentos únicos? Como você pode mudar suas ações para que o processo funcione melhor para você ou para os colegas?
Todas essas são preocupações orientadas para a colaboração e também maneiras de pensar de forma mais estratégica.
5. Busque alternativas
Uma mentalidade estratégica permite que você recorra a uma ampla variedade de alternativas – e ter uma gama de possibilidades ajudará você em todos os tipos de situações.
Quando enfrentar um problema, pense em todas as razões pelas quais ele pode estar ocorrendo, para que possa chegar à causa raiz. Quando você enfrenta um desafio em um relacionamento, tenha empatia e considere múltiplos ângulos, sabendo que sua perspectiva é apenas uma. Quando você está travado em seu trabalho, pense em todas as possíveis maneiras de responder – para que possa escolher a melhor opção. Essencialmente, busque expandir seu pensamento.
Com uma mentalidade estratégica, você está analisando, planejando, monitorando e revisando – e isso é especialmente importante quando você enfrenta novos desafios ou lida com questões que continuam surgindo repetidamente.
6. Seja intencional
Uma mentalidade estratégica é intencional e voltada para o futuro. Você pode ser específico sobre seu processo de pensamento – recuando, pensando em como fazer as coisas de maneira diferente ou melhor, determinando como ajudar a si mesmo ou aos outros e ampliando suas abordagens. Tudo isso diz respeito a pensar de maneira consciente, proposital e deliberada.
Quando as coisas parecem fora de controle, essas são excelentes maneiras de focar no seu objetivo.
*Tracy Brower é colaboradora da Forbes USA. Ela é socióloga, conselheira, especialista em assuntos relacionados ao universo profissional e autora de “The Secrets to Happiness at Work” (Os Segredos da Felicidade no Trabalho, em tradução livre).
O post Mentalidade do sucesso: como ser feliz e bem-sucedido apareceu primeiro em Forbes Brasil.
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Negócios
No Ritmo do Carnaval, Veja Como Fazer Seu Cérebro Sair do Modo Trabalho
Você saiu do trabalho às 18h. Então por que ainda está resolvendo problemas profissionais no chuveiro? Foi viajar no feriado, mas não consegue se desligar do trabalho?
A maioria das pessoas descreve o equilíbrio entre vida pessoal e profissional como uma questão de agenda: sair do escritório no fim do expediente, não checar e-mails nos fins de semana, tirar todos os dias de férias.
Mas aqui está o problema: você pode sair do trabalho pontualmente às 18h, mas se está pensando em soluções no banho, revivendo conversas difíceis enquanto prepara o jantar ou ensaiando mentalmente a apresentação do dia seguinte antes de dormir, você não está equilibrado. Você ainda está trabalhando. Seu cérebro nunca bateu o ponto.
O verdadeiro equilíbrio entre vida e trabalho não é sobre gestão do tempo. É sobre algo que os psicólogos chamam de “desligamento psicológico do trabalho”. Isso significa se desconectar mentalmente das atividades, pensamentos, problemas e oportunidades relacionadas ao trabalho durante o tempo livre.
A pergunta não é “Como posso trabalhar menos?”. É “Como posso realmente desligar minha mente quando meu dia de trabalho termina?” Especialistas sugerem alguns hábitos:
Crie rituais que sinalizem ao seu cérebro o fim do dia de trabalho
Se você se desloca até um escritório, o trajeto de volta para casa funciona como uma zona de transição para o cérebro, um sinal automático de que o trabalho acabou. Se trabalha de casa, perdeu essa separação entre os ambientes. Sua mesa da cozinha virou sua mesa de trabalho, e seu cérebro não tem ideia de quando o expediente realmente termina.
Pesquisas sugerem que quem trabalha em home office tem mais dificuldade de se desligar do que quem trabalha presencialmente, justamente por essa razão: não há uma fronteira clara entre o espaço de trabalho e o espaço pessoal.
O ritual não precisa ser elaborado. Escolha algo simples e faça a mesma coisa todos os dias, no mesmo horário. Uma diretora de marketing contou que fecha o laptop, guarda na gaveta e depois dá uma volta no quarteirão antes de “chegar em casa”. Um desenvolvedor de software troca a roupa do “expediente” pela roupa de “fim de tarde” pontualmente às 18h.
Mas quem trabalha no escritório também precisa de rituais. Só porque você saiu fisicamente do prédio não significa que seu cérebro saiu do modo trabalho. Uma gestora fica sentada no carro por dois minutos antes de ligar o motor e olha fotos no celular — nada relacionado ao trabalho. Uma consultora tira o crachá assim que entra no carro e o guarda no porta-luvas — um pequeno lembrete físico de que o dia acabou. O deslocamento já oferece uma vantagem, mas é preciso usá-lo ativamente como transição, e não apenas como tempo passivo entre dois lugares.
Redirecione pensamentos intrusivos sobre o trabalho
Tentar não pensar no trabalho praticamente garante que você continuará pensando nele. Quanto mais você luta contra os pensamentos, mais insistentes eles se tornam.
Dê à sua mente algo que exija atenção de verdade, e não apenas ocupe o tempo. Preparar uma receita nova obriga você a prestar atenção às medidas e ao tempo de preparo; esquentar sobras não. Uma conversa genuína exige escuta e resposta; rolar o feed das redes sociais deixa espaço para a ruminação. Brincar com seus filhos mantém você totalmente presente; apenas ficar de olho neles permite que a mente volte ao trabalho. A chave é substituir momentos passivos por atividades que exijam atenção sem te deixar ainda mais exausto.
Algumas pessoas também utilizam a estratégia da “janela de preocupação”: reservar 15 minutos após o expediente para pensar deliberadamente nas questões de trabalho e anotá-las. Reconhecer os pensamentos, em vez de reprimi-los, facilita deixá-los ir depois.
Avalie a cultura real, não o que o RH diz
Essas estratégias individuais ajudam, mas só funcionam se a cultura da organização permitir. É por isso que o “fit cultural” é tão importante durante a busca por emprego. Você não está avaliando se gosta de mesa de pingue-pongue ou de snacks gratuitos. Está investigando quais são, na prática, os limites em torno do trabalho. Quando as pessoas realmente param de trabalhar? As lideranças dão o exemplo de desconexão ou de disponibilidade constante? Tirar todos os dias de férias é algo incentivado ou silenciosamente penalizado?
Converse com funcionários atuais e pergunte diretamente. Observe o que os líderes fazem, não apenas o que o RH diz na entrevista. Se o vice-presidente envia e-mails à meia-noite e a equipe responde em minutos, essa é a resposta. Se as pessoas mencionam casualmente que trabalham nos fins de semana como se fosse normal, acredite nelas. Um desalinhamento cultural em relação aos limites do trabalho causa problemas reais que força de vontade individual não resolve.
Estabeleça limites mesmo quando você ama o que faz
Mesmo para profissionais altamente motivados, a recuperação é essencial. Pesquisas que analisaram a motivação no trabalho mostram que colaboradores com alta motivação intrínseca tendem a se desligar menos do trabalho, partindo do pressuposto de que seus sentimentos positivos tornam o engajamento constante inofensivo. A diferença é que, nesses casos, quando pensam em trabalho, geralmente é de forma positiva, e não relacionada a estresse.
Ainda assim, seu cérebro precisa de descanso genuíno para manter a criatividade e o desempenho, independentemente de quanto você ame o que faz. Paixão sem limites pode levar ao burnout tanto quanto o ressentimento. A solução não é amar menos o seu trabalho. É reconhecer que até mesmo o engajamento positivo consome energia, e que seu entusiasmo vai durar mais se você incluir períodos reais de recuperação.
A verdadeira medida do equilíbrio entre vida e trabalho não é o horário em que você sai do escritório. É se você consegue parar de pensar no trabalho quando está fora do expediente.
*Andy Molinsky é colaborador da Forbes USA. Ele é especialista em comportamento organizacional, palestrante, professor na Brandeis University e autor de quatro livros.
*Matéria originalmente publicada em Forbes.com
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Negócios
Fundador da Smart Fit Deixa o Cargo de CEO e Passa Bastão para o Filho
O conselho de administração da Smart Fit aprovou na terça-feira (10) a substituição do presidente-executivo e do diretor financeiro da companhia, segundo documentos enviados ao mercado.
Para o lugar de Edgard Corona na presidência-executiva, o conselho da rede de academias de ginásticas aprovou a indicação de Diogo Corona, filho do fundador e atual diretor de operações, e para o posto de André Pezeta, a companhia elegeu José Rizzardo Pereira, atual diretor de relações com investidores.
Edgard Corona passará a ser exclusivamente presidente do conselho de administração da Smart Fit, no lugar de Daniel Sorrentino, “e se dedicará à discussão e à definição das estratégias e principais”, afirmou a empresa.
As mudanças serão implementadas a partir de 2 de março e “integram o processo de planejamento sucessório e de fortalecimento da governança corporativa da companhia”, afirmou a Smartfit em fato relevante.
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Negócios
Elanco Nomeia Paul Riga Como Novo Diretor-geral no Brasil
A Elanco Saúde Animal anunciou nesta terça-feira (10) Paul Riga como novo diretor-geral da operação brasileira. Ele substitui Fernanda Hoe, que assume uma posição executiva na unidade de negócios de Animais de Produção nos Estados Unidos.
Médico-veterinário com MBA executivo, Riga está na Elanco há mais de 15 anos, com atuação nas áreas de vendas, operações e marketing. Desde setembro de 2023, comandava a afiliada da companhia na França, onde conduziu a consolidação da operação e o fortalecimento de marcas do portfólio. No Brasil, ele se reportará a Carlos A. Kuada, vice-presidente sênior comercial para América Latina e Canadá.
Fernanda Hoe, que também faz parte do grupo Forbes Mulher Agro, encerra um ciclo de 12 anos na Elanco Brasil, sendo quatro anos e meio como diretora-geral. Durante sua gestão, a operação brasileira avançou em desempenho operacional, estrutura organizacional e integração às diretrizes globais da companhia. Médica-veterinária, com MBA em Marketing, ela passa a atuar nos Estados Unidos como diretora-executiva da unidade de Animais de Produção.
“As movimentações reforçam a solidez do nosso banco de talentos e a confiança da Elanco em líderes com histórico consistente de entrega, alinhados ao espírito One Elanco em diferentes mercados”, afirma Carlos A. Kuada.
A Elanco mantém crescimento sustentado por inovação, eficiência operacional e lançamentos recentes. No Brasil, a empresa ampliou o portfólio e passou a oferecer soluções para diferentes espécies, tanto em saúde de pets quanto em animais de produção.
Em pets, o portfólio inclui Zenrelia, Elura e Varenzin. Em Animais de Produção, a empresa atua com soluções como SuiShot Circo-ONE, Proteck, Bovigam XTRA Vacas Secas e Ezatect. No campo regulatório, obteve a aprovação, pelo MAPA, da indicação de Zimprova para redução das emissões de metano em bovinos de corte, com indicação oficial tanto para ganhos produtivos quanto para mitigação de emissões.
“Nosso foco é entregar soluções que elevem a qualidade de vida dos pets, apoiem decisões clínicas mais precisas e aumentem a eficiência e a sustentabilidade dos sistemas de produção. A inovação precisa gerar valor do tutor ao produtor, com base em ciência e responsabilidade”, afirma Paul Riga.
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