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10 filmes que completam 20 anos em 2025

Redação Informe ES

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Nem parece que já se passaram 20 anos desde que alguns filmes marcantes de 2005 chegaram às telonas. Entre produções que se tornaram referência e outras que conquistaram o público na época, o ano apresentou títulos que até hoje despertam boas lembranças em quem os assistiu. 

Para mostrar como o tempo voa, selecionamos 10 títulos de 2005, todos disponíveis em serviços de streaming.

10 filmes que completam 20 anos em 2025

  • O Segredo de Brokeback Mountain (2005)
  • Ponto Final: Match Point (2005)
  • Sin City – A Cidade do Pecado (2005)
  • Guerra dos Mundos (2005)
  • A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)
  • King Kong (2005)
  • Johnny & June (2005)
  • Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith (2005)
  • Orgulho & Preconceito (2005)
  • Batman Begins (2005)

O Segredo de Brokeback Mountain (2005)

Brokeback Mountain
Brokeback Mountain (2005) / Crédito: Focus Features (divulgação)

Considerado por críticos e cinéfilos um dos maiores injustiçados do Oscar, “O Segredo de Brokeback Mountain” é um dos dramas mais aclamados de 2005.

Dirigido pelo cineasta taiwanês Ang Lee (de “O Tigre e o Dragão”), o filme é baseado em um conto de Annie Proulx.

Entre encontros clandestinos ao longo de anos, vidas marcadas por casamentos fracassados e desejos reprimidos, eles enfrentam os obstáculos de um amor proibido pela sociedade da época. Anne Hathaway e Michelle Williams também integram o elenco.

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  • Onde assistir:
    • Telecine

Ponto Final: Match Point (2005)

ponto final
Ponto Final: Match Point (2005) / Crédito: Warner Bros. Pictures (divulgação)

Um dos filmes mais elogiados pela crítica na vasta filmografia de Woody Allen é este surpreendente suspense lançado em 2005.

Na trama, um ambicioso ex-tenista profissional (Jonathan Rhys Meyers) casa-se com uma mulher rica (Emily Mortimer). Porém, ele acaba se envolvendo em um caso com a noiva do irmão dela (Scarlett Johansson), ameaçando sua posição social.

  • Onde assistir:
    • Amazon Prime Video
    • Pluto TV (gratis)

Sin City – A Cidade do Pecado (2005)

bruce wilis
Sin City (2005) / Crédito: Miramax Films (divulgação)

Outro filme que deu o que falar em 2005 foi “Sin City – A Cidade do Pecado”. O cultuado autor de quadrinhos Frank Miller assumiu a direção do longa ao lado de Robert Rodriguez, adaptando a HQ de sua própria autoria.

O longa segue o estilo da obra original, praticamente todo em preto e branco, com cores aparecendo apenas em detalhes específicos.

O filme é dividido em capítulos que narram histórias de crime e vingança em Sin City. Um ex-condenado (Mickey Rourke) busca vingança por uma mulher (Jessica Alba). Um policial (Bruce Willis) e um investigador (Clive Owen) enfrentam assassinos e gangues. Benicio del Toro, Brittany Murphy e Elijah Wood são outros nomes do elenco.

  • Onde assistir:
    • Netflix
    • Mercado Play (gratis)

Guerra dos Mundos (2005)

guerra dos mundos
War of the Worlds (2005) / Crédito: Paramount Pictures (divulgação)

Dois filmes com direção de Steven Spielberg foram lançados em 2005: “Munique” e “Guerra dos Mundos”. Embora ambos tenham sido elogiados, a adaptação da obra homônima de H.G. Wells se mantém mais lembrada vinte anos depois.

Tom Cruise estrela o longa como um pai tentando proteger seus filhos diante de um ataque alienígena à Terra. O elenco também conta com Dakota Fanning, Miranda Otto e Tim Robbins.

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  • Onde assistir:
    • Mercado Play (gratis)
    • Paramount+

A Fantástica Fábrica de Chocolate (2005)

fabrica de chocolate
Charlie and the Chocolate Factory (2005) / Credito: Warner Bros. Pictures (divulgação)

O clássico livro de Roald Dahl, “A Fantástica Fábrica de Chocolate”, ganhou duas adaptações icônicas para o cinema: a primeira, de 1971, com Gene Wilder como Willy Wonka, e esta segunda, de 2005, dirigida por Tim Burton.

Aqui, Johnny Depp vive Wonka em uma performance elogiada. A trama acompanha Charlie (Freddie Highmore), um garoto muito pobre, que encontra um dos bilhetes dourados para uma turnê pela fábrica de chocolate do excêntrico Willy Wonka, que será o guia.

  • Onde assistir:
    • HBO Max
    • Amazon Prime Video

King Kong (2005)

king kong
King Kong (2005) / Crédito: Universal Pictures (divulgação)

Um dos remakes do clássico “King Kong” (1933) foi lançado em 2005, pelas mãos de Peter Jackson, cineasta neozelandês responsável pela trilogia “O Senhor dos Anéis”.

Na trama, uma equipe de filmagens viaja para uma misteriosa ilha para gravar um filme. Porém, o local é habitado por criaturas pré-históricas, incluindo King Kong, um gorila gigante que se apaixona pela atriz principal e é capturado para ser levado aos EUA. O elenco traz Naomi Watts, Jack Black e Adrien Brody.

  • Onde assistir:
    • Netflix
    • Amazon Prime Video

Leia mais:

  • 8 filmes sobre traição para assistir na Netflix
  • O que é um Doppelgänger? Veja como surgiu o mito do duplo no cinema
  • Gostou de “Juntos”? Veja outros 8 filmes de terror parecidos nos streamings

Johnny & June (2005)

johnny cash
Walk the Line (2005) / Crédito: 20th Century Fox (divulgação)

Sob a direção de James Mangold, “Johnny & June” é uma elogiada cinebiografia que retrata a vida do ícone da música country Johnny Cash, vivido por Joaquin Phoenix. 

O enredo do filme foca na relação do músico com a também cantora June Carter, interpretada por Reese Witherspoon, que inclusive ganhou o Oscar de Melhor Atriz por essa atuação.

  • Onde assistir:
    • Disney+
    • Mercado Play (gratis)

Star Wars: Episódio III – A Vingança dos Sith (2005)

anakin
Star Wars: Episode III – Revenge of the Sith (2005) / Crédito: 20th Century Fox (divulgação)

Já fazem vinte anos que a conclusão da trilogia prequel de Star Wars foi lançada. “Episódio III – A Vingança dos Sith” segue Anakin Skywalker (Hayden Christensen), que se deixa seduzir pelo lado negro da Força, enquanto a República entra em colapso.

Escrito e dirigido por George Lucas, o elenco ainda conta com Ewan McGregor, Natalie Portman e Samuel L. Jackson.

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  • Onde assistir:
    • Disney+

Orgulho & Preconceito (2005)

Pride & Prejudice
Pride & Prejudice (2005) / Crédito: United International Pictures (divulgação)

Baseado no romance homônimo de Jane Austen, “Orgulho & Preconceito” é um dos filmes mais elogiados pela crítica lançados em 2005.

Na trama, Elizabeth Bennet (Keira Knightley) é uma jovem de uma família inglesa que precisa lidar com as pressões sociais relacionadas ao casamento. Ela enfrenta desafios e mal-entendidos ao se envolver com o orgulhoso Mr. Darcy (Matthew Macfadyen).

  • Onde assistir:
    • Telecine

Batman Begins (2005)

Batman Begins
Batman Begins (2005) / Crédito: Warner Bros. Pictures (divulgação)

Christopher Nolan iniciou a sua trilogia sombria e realista do Homem-Morcego há vinte anos com “Batman Begins”, nem parece que foi tanto tempo! 

A trama do longa segue Bruce Wayne (Christian Bale) até se tornar o Batman e enfrentar Ra’s al Ghul (Liam Neeson) e o Espantalho (Cillian Murphy).

  • Onde assistir:
    • HBO Max
    • Amazon Prime Video

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Artemis 2: o que rolou no quinto dia da missão da NASA à Lua

Redação Informe ES

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Neste domingo (5), a missão Artemis 2, da NASA, completou o quinto dia de viagem rumo à Lua. A cápsula Orion segue sua jornada pelo espaço profundo, aproximando-se gradualmente do satélite natural da Terra para contorná-lo e ter acesso a regiões lunares ainda inexploradas por humanos. 

O destaque foi o primeiro uso em órbita dos trajes espaciais laranja, chamados Sistema de Sobrevivência da Tripulação Orion. Eles são usados durante o lançamento, a reentrada e em situações de emergência, garantindo oxigênio e proteção por até seis dias caso a cápsula perca pressão. Durante os testes, os astronautas ensaiaram vestir e pressurizar rapidamente os trajes, usar os assentos já equipados e até comer e beber através de uma abertura especial no capacete.

orion artemis 2 nasa lua
Astronautas da missão Artemis 2 dentro da cápsula Orion usando o traje espacial laranja, projetado para o lançamento, reentrada e emergências – Crédito: NASA

Segundo a NASA, os exercícios também avaliaram mobilidade, ergonomia, conforto, ajuste, controle térmico e comunicação do traje em microgravidade. Procedimentos de emergência foram repetidos, e dados importantes foram coletados para garantir que cada sistema funcione corretamente em qualquer situação inesperada. Em uma atualização, a agência anunciou o adiamento da atividade de despressurização da cabine, que estava marcada para hoje.

Após a avaliação dos trajes espaciais, concluída à 0h03 de segunda-feira (6), pelo horário de Brasília, a tripulação iniciou uma correção de trajetória (OTC, na sigla em inglês), para ajustar a rota da espaçonave rumo à Lua – procedimento que durou 17,5 segundos.

Anteriormente na missão, os controladores de voo haviam cancelado duas correções planejadas, já que a trajetória da Orion se manteve precisa.

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Ainda de acordo com a NASA, a tripulação entrará na esfera de influência gravitacional lunar aproximadamente à 1h41 da madrugada de segunda-feira (6), dia em que a missão atinge o lado oculto da Lua.

Cada atividade reforça a segurança da nave e prepara os astronautas para os desafios de explorar o espaço profundo, trazendo informações inéditas para futuras missões lunares.

Linha do tempo: o que aconteceu dia a dia na missão Artemis 2

Dia 1 (1º de abril): o retorno ao espaço profundo

  • Superação de obstáculos: antes da decolagem, a NASA precisou corrigir uma falha de última hora no sistema de destruição do foguete. Entenda o problema técnico que quase adiou a missão;
  • O lançamento: às 19h35 (horário de Brasília), o superfoguete SLS decolou da Flórida, levando quatro astronautas a bordo. Saiba como foi o lançamento histórico aqui;
  • Painéis solares: pouco após entrar em órbita, a Orion abriu seus quatro painéis solares em formato de “X”, garantindo os 11 quilowatts de energia necessários para a viagem;
  • Ajuste de órbita: a nave realizou uma manobra de elevação, estabelecendo uma órbita elíptica entre 185 km e 2.222 km de altitude para testes iniciais de sistemas.
Artemis
Imagem espetacular do lançamento da missão Artemis 2 à Lua em 1º de abril de 2026 – Imagem: Joel Kowsky/NASA

Dia 2 (2 de abril): o “chute” rumo à Lua

  • Rotina e exercícios: a tripulação testou o novo dispositivo de exercícios flywheel e despertou ao som de “Green Light”, de John Legend, escolhida pelo controle de missão;
  • “Encanadora espacial”: a astronauta Christina Koch realizou um reparo de emergência no sistema sanitário da nave, garantindo o conforto da tripulação para o restante da viagem. Em vídeo, a astronauta conta como consertou o banheiro da Artemis 2;
  • Injeção Translunar (TLI): às 20h49 (Brasília), a Orion acionou seus motores por quase seis minutos, saindo da órbita da Terra e entrando oficialmente na trajetória de cruzeiro para a Lua. Entenda em detalhes o que é a manobra que colocou a Orion na rota lunar.

Dia 3 (3 de abril): chegando cada vez mais perto

  • A equipe testou vários equipamentos de primeiros socorros, como termômetro, monitor de pressão arterial, estetoscópio e otoscópio;
  • Realizaram testes no sistema de comunicações de emergência da Orion com a Rede de Espaço Profundo da NASA;
  • Também puderam conversar com a imprensa e familiares, destacando suas primeiras impressões sobre o espaço e a Terra vista de longe;
  • Com a realização da TLI um dia antes, a Orion entrou na chamada magnetocauda, extensão do campo magnético do planeta, semelhante a um cometa, que se estende por milhões de quilômetros, formada pelo vento solar que comprime e alonga o campo magnético.

Dia 4 (4 de abril): a pilotagem manual da Orion

  • No quarto dia de missão, cada membro da tripulação teve uma hora dedicada à revisão dos alvos geográficos que deverão fotografar no sexto dia de voo;
  • A equipe também teve que resolver problemas no banheiro da cápsula Orion. A resolução foi parcial;
  • Durante a noite, os astronautas Christina Koch, da NASA, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense (CSA), realizaram um teste de pilotagem manual da nave. Eles se revezaram no comando da Orion e executaram manobras em dois modos distintos de propulsão;
  • Paralelamente, os astronautas analisaram uma lista de alvos fornecida pela equipe de ciência lunar. O material reúne características da superfície da Lua que serão registradas durante o sobrevoo previsto para segunda-feira (6). 

Dia 5 (5 de abril): a pilotagem manual da Orion

  • Testes dos trajes: a tripulação dedicou grande parte da manhã a avaliar o Sistema de Sobrevivência da Tripulação Orion em ambiente espacial;
  • Operação inédita: os astronautas se tornaram os primeiros a vestir e operar os novos trajes no espaço, testando rapidez e pressurização em emergências;
  • Correção de trajetória: a Orion executou com sucesso a queima final (que seria a terceira) para ajustar o curso rumo à Lua.
Rota da Artemis 2
Rota planejada da missão Artemis 2 – Crédito: NASA

Leia mais:

  • Artemis 2: NASA revela foto inédita de região inteira da Lua
  • Artemis 2 vai quebrar recorde de distância percorrida por humanos no espaço
  • Por que a missão Artemis 2 não vai pousar na Lua?

Artemis 2: o que está planejado para os próximos dias

A agência espacial dos Estados Unidos detalhou o plano de dez dias da missão Artemis 2. Confira abaixo:

Dia 6

A tripulação da Artemis 2 chegará mais perto da Lua no sexto dia de voo, viajando ao mesmo tempo mais longe da Terra. 

A Artemis 2 poderá estabelecer um recorde de distância percorrida por alguém a partir da Terra, dependendo do dia do lançamento, quebrando o recorde atual (400 mil km) estabelecido em 1970 pela tripulação da Apollo 13.

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Ao longo do dia, a tripulação chegará a uma distância de 6,4 mil a 9,6 mil km da superfície lunar enquanto contorna o lado oculto da Lua, que deverá parecer do tamanho de uma bola de basquete à distância de um braço. 

Eles dedicarão a maior parte do dia a tirar fotos e gravar vídeos da Lua, registrando suas observações, tornando-se os primeiros a ver algumas partes da Lua com seus próprios olhos.

A tripulação registrará suas observações em tempo real, enquanto tira fotos e grava vídeos (inclusive durante os 30 a 50 minutos em que perderem a comunicação com a Terra ao passarem atrás da Lua). Dessa forma, suas observações poderão ser posteriormente vinculadas às imagens exatas que capturaram.

Dia 7

A Orion sairá da esfera de influência lunar na manhã do sétimo dia do voo. Antes que a tripulação da Artemis 2 se afaste muito da Lua, cientistas em solo, terão a oportunidade de conversar com a tripulação.

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Na segunda metade do dia, o motor da Orion será acionado novamente para a primeira de três manobras de correção de trajetória de retorno, que ajustarão o caminho da Orion para casa.

O restante do dia será, em grande parte, livre para a tripulação, dando-lhes a oportunidade de descansar antes de retomarem suas tarefas finais antes do retorno à Terra.

Dia 8

As principais atividades do oitavo dia do voo incluem duas demonstrações da Orion.

Primeiro, a tripulação avaliará sua capacidade de se proteger de eventos de alta radiação, como erupções solares. Eles usarão os suprimentos e equipamentos da Orion para construir um abrigo, se necessário.

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A radiação será uma preocupação constante à medida que os humanos se aventurarem no espaço profundo. E vários experimentos serão realizados com o objetivo de coletar dados sobre os níveis de radiação dentro da Orion.

Ao final do dia, a tripulação testará a capacidade de pilotagem manual da Orion, conduzindo a espaçonave por diversas tarefas. Eles vão: 

  • Centralizar um alvo escolhido nas janelas da Orion;
  • Posicionar a espaçonave com a cauda voltada para o Sol;
  • Executar manobras de atitude, comparando os modos de controle de atitude de seis e três graus de liberdade da espaçonave.

Dia 9

O último dia completo da Artemis 2 no espaço começará com os preparativos para o retorno à Terra. 

A tripulação reservou um tempo para estudar os procedimentos de reentrada e pouso na água, além de conversar com a equipe de controle de voo. Outra queima de correção de trajetória de retorno garantirá que a espaçonave permaneça no caminho certo.

A tripulação executará mais demonstrações para concluir sua lista de tarefas: sistemas de coleta de resíduos, caso o banheiro da Orion não funcione corretamente, e testes de ajuste das roupas para intolerância ortostática. 

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A intolerância ortostática, que pode causar sintomas como tontura e vertigem ao ficar em pé, é uma possibilidade para os astronautas quando retornarem à Terra e seus corpos precisarem se readaptar à força da gravidade sobre o fluxo sanguíneo. Roupas de compressão, usadas sob os trajes espaciais, podem ajudar.

Os membros da tripulação experimentarão suas roupas, terão suas circunferências corporais medidas e responderão a um questionário sobre o ajuste e a facilidade para vesti-las e retirá-las.

Dia 10

O último dia da missão Artemis 2 concentra-se em trazer a tripulação de volta para casa em segurança. Uma última queima de correção de trajetória de retorno garantirá que a Orion esteja no caminho certo para o pouso na água. 

A tripulação retornará sua cabine à configuração original, com os equipamentos guardados e os assentos em seus lugares, e vestirá seus trajes espaciais.

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O módulo da tripulação se separará do módulo de serviço, cujos motores os guiaram ao redor da Lua e de volta à Terra. Isso vai expor o escudo térmico do módulo da tripulação, que protegerá a espaçonave e a tripulação enquanto atravessam a atmosfera terrestre e temperaturas de até cerca de 1.650ºC. 

Uma vez que tenham passado com segurança pelo calor da reentrada, a cobertura que protegia o compartimento dianteiro da espaçonave será ejetada para dar lugar a uma série de paraquedas (dois paraquedas de frenagem que reduzirão a velocidade da cápsula para cerca de 495 km/h, seguidos por três paraquedas piloto que acionarão os três paraquedas principais finais). 

Essas manobras reduzirão a velocidade da Orion para aproximadamente 27 km/h para um pouso no Oceano Pacífico, onde pessoal da NASA e da Marinha dos EUA estarão esperando, concluindo a missão Artemis 2.

Quer saber mais sobre a jornada da NASA rumo à Lua? Confira nossa cobertura especial sobre a Artemis 2.

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Por que tubarões raramente atacam golfinhos, mesmo dividindo o mesmo território

Redação Informe ES

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No vasto azul do oceano, a interação entre tubarões e golfinhos revela uma dinâmica de poder surpreendente e estratégica. Embora o tubarão seja um predador temido, a força coletiva dos cetáceos cria uma barreira quase impenetrável contra ataques. Entenda os fatores biológicos que garantem a segurança desses mamíferos marinhos nesta análise detalhada.

Como ocorre a interação entre tubarões e golfinhos no oceano?

De acordo com um relatório da NOAA Fisheries enviado ao Congresso dos Estados Unidos, as interações variam entre predação oportunista e defesa coordenada. Os dados sugerem que o habitat compartilhado exige adaptações constantes para ambos os grupos em busca de sobrevivência.

A coexistência não significa harmonia, mas sim um equilíbrio tenso onde o erro de cálculo pode ser fatal para o predador solitário. Quando o tubarão percebe a coesão do grupo adversário, ele geralmente opta por recuar para evitar ferimentos graves.

🛡️ Percepção de Risco: O predador avalia se a desvantagem numérica compensa o esforço da caça inicial.

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🔊 Alerta Biossonoro: Golfinhos utilizam ecolocalização para detectar a aproximação de ameaças à distância.

🤝 Formação em Falange: O grupo se une fisicamente para intimidar e, se necessário, golpear o invasor.

Quais são as principais táticas de defesa dos cetáceos?

Os golfinhos utilizam sua inteligência superior para criar perímetros de segurança que desencorajam investidas frontais dos predadores de topo. Ao contrário de outras presas, eles não apenas fogem, mas podem contra-atacar utilizando a velocidade como arma de impacto.

A comunicação rápida por meio de cliques e assobios permite que o grupo identifique a espécie do tubarão e sua intenção muito antes de ele se aproximar. Essa antecipação é o que transforma o que seria uma caçada em um impasse estratégico no mar.

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  • Ataques direcionados com o “rostrum” (focinho rígido) em órgãos moles do tubarão.
  • Cercamento do predador para causar desorientação sensorial e pânico.
  • Proteção ativa de indivíduos vulneráveis e filhotes no centro da formação.
  • Emissão de sons de alta frequência para interferir nos poros sensoriais do tubarão.
Por que tubarões raramente atacam golfinhos, mesmo dividindo o mesmo território
Golfinhos usam inteligência e velocidade para realizar contra-ataques estratégicos no mar – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Por que a estrutura social afeta o comportamento de tubarões e golfinhos?

O isolamento é o maior risco para qualquer animal no mar, mas os golfinhos raramente são encontrados desacompanhados em áreas de caça. A estrutura de “gangue” ou pod é o que garante que o tubarão, agindo sozinho, se sinta em desvantagem tática imediata.

A comparação entre as estratégias de caça solitária do tubarão e a defesa em grupo dos golfinhos mostra quem realmente domina o território compartilhado. Para o tubarão, enfrentar uma unidade coordenada é um péssimo negócio para sua integridade física.

Fator Tubarão Golfinho
Estilo de Vida Predominantemente Solitário Altamente Social (Pods)
Principal Arma Mordida e Surpresa Impacto e Coordenação
Ponto Fraco Guelras e Ventre Necessidade de Oxigênio

O tamanho do predador influencia a decisão de ataque?

Nem todo tubarão tem porte suficiente para encarar um golfinho nariz-de-garrafa adulto, que possui uma musculatura extremamente robusta e densa. Espécies menores de tubarão evitam qualquer proximidade, reconhecendo a força de impacto que um cetáceo pode gerar.

Predadores de grande porte, como o tubarão-branco, costumam focar apenas em indivíduos debilitados ou filhotes que se afastam da proteção do grupo principal. O risco de sofrer uma pancada nas fendas branquiais desencoraja ataques a adultos saudáveis.

Como a ecolocalização ajuda na prevenção de conflitos?

A biossonografia dos golfinhos atua como um radar de altíssima precisão, detectando a silhueta e o movimento de tubarões mesmo em águas profundas ou turvas. Essa capacidade tecnológica natural retira o elemento surpresa, que é a principal vantagem do tubarão.

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Uma vez detectado, o tubarão passa a ser monitorado por todos os membros do grupo de golfinhos simultaneamente. Ao perceber que perdeu a invisibilidade, o predador entende que a chance de sucesso é mínima e prefere buscar presas mais fáceis e menos organizadas.

Leia mais:

  • Como os golfinhos dormem no fundo do mar sem risco de afogamento
  • Comunicação dos golfinhos pode ajudar a falar com ETs
  • Golfinhos usam chapéus de esponja para encantar fêmeas

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Artemis 2: terceiro dia da missão chega ao fim

Redação Informe ES

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A missão Artemis 2, lançada com sucesso pela NASA na quarta-feira (1), está agora no terceiro dia de voo rumo à Lua.

O comandante Jeremy Hansen, astronauta da Agência Espacial Canadense (CSA), preparou-se pela manhã para realizar, após o almoço da tripulação, a primeira de três ignições menores dos motores, chamada de correção de trajetória de saída.

  • Só que os controladores de voo no Centro Espacial Johnson, da NASA, em Houston (EUA), optaram pelo cancelamento da primeira queima;
  • A atitude foi tomada, pois a trajetória da Orion rumo à Lua está correta, não sendo necessária a manobra, portanto;
  • No cronograma da Artemis 2, há outras duas correções planejadas, visando otimizar a velocidade e a trajetória da espaçonave;
  • Se forem necessários outros ajustes, eles poderão ser incorporados em queima corretiva subsequente.

A manobra não executada é essencial para ajustar pequenas variações na velocidade e direção da Orion após a queima de injeção translunar. Sem esse ajuste preciso, desvios mínimos poderiam comprometer a órbita lunar ou alterar a passagem planejada. A ignição é calculada com base em telemetria e modelos de navegação da NASA e da CSA, garantindo que a cápsula siga exatamente a rota programada rumo à Lua.

Howard Hu, gerente do programa Orion da NASA, afirmou, em coletiva de imprensa, que o módulo de serviço da Orion apresentou falha no sistema de pressurização de hélio, integrante do sistema de propulsão. Contudo, ele garantiu que não há riscos à missão no momento, pois o sistema de reserva foi acionado.

Como foi o terceiro dia da missão Artemis 2

“Livres” da correção de trajetória de saída, durante o dia, Hansen e os astronautas Victor Glover e Christina Koch, da NASA, demonstraram procedimentos de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) no espaço, conforme noticiado pelo Olhar Digital.

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Glover e Reid Wiseman, também da NASA, testaram equipamentos médicos da Orion, como termômetro, monitor de pressão arterial, estetoscópio e otoscópio, garantindo que tudo funcionasse corretamente em microgravidade.

Na segunda metade do dia, Koch dedicou tempo para testar o sistema de comunicações de emergência da Orion com a Rede de Espaço Profundo, um sistema de antenas da NASA que permite comunicar e controlar espaçonaves distantes. A atividade simulou situações críticas e confirmou a capacidade da tripulação de se comunicar com a Terra mesmo em caso de falha nos sistemas principais.

O dia também foi de emoções. Os tripulantes da Orion puderam ter contato com suas famílias diretamente do espaço. Ainda, conversaram com a imprensa, relatando seus momentos iniciais no espaço e suas primeiras visões da Terra.

Para finalizar, toda a equipe praticou os procedimentos dos trabalhos científicos que realizarão no sexto dia de missão, na segunda-feira (6), quando a Orion estiver mais próxima da Lua. O treino incluiu posicionamento, registro de dados e preparação para experimentos planejados durante a passagem lunar.

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Astronautas mexendo na área interna da espaçonave
Astronautas estão em dia mais “calmo” – Imagem: Reprodução/YouTube/NASA

Leia mais:

  • Por que a missão Artemis 2 não vai pousar na Lua?
  • O que acontece agora? Saiba o plano da NASA para os próximos dias da Artemis 2
  • Artemis 2: conheça a trajetória da missão rumo à Lua

Linha do tempo: o que aconteceu dia a dia na missão Artemis 2

Dia 1 (1º de abril): o retorno ao espaço profundo

  • Superação de obstáculos: antes da decolagem, a NASA precisou corrigir uma falha de última hora no sistema de destruição do foguete. Entenda o problema técnico que quase adiou a missão.
  • O lançamento: às 19h35 (horário de Brasília), o superfoguete SLS decolou da Flórida, levando quatro astronautas a bordo. Saiba como foi o lançamento histórico aqui.
  • Painéis solares: pouco após entrar em órbita, a Orion abriu seus quatro painéis solares em formato de “X”, garantindo os 11 quilowatts de energia necessários para a viagem.
  • Ajuste de órbita: a nave realizou uma manobra de elevação, estabelecendo uma órbita elíptica entre 185 km e 2.222 km de altitude para testes iniciais de sistemas.

Dia 2 (2 de abril): o “chute” rumo à Lua

  • Rotina e exercícios: a tripulação testou o novo dispositivo de exercícios flywheel e despertou ao som de “Green Light”, de John Legend, escolhida pelo controle de missão.
  • “Encanadora espacial”: a astronauta Christina Koch realizou um reparo de emergência no sistema sanitário da nave, garantindo o conforto da tripulação para o restante da viagem. Em vídeo, a astronauta conta como consertou o banheiro da Artemis 2.

Injeção Translunar (TLI): às 20h49 (Brasília), a Orion acionou seus motores por quase seis minutos, saindo da órbita da Terra e entrando oficialmente na trajetória de cruzeiro para a Lua. Entenda em detalhes o que é a manobra que colocou a Orion na rota lunar.

Dia 3 (3 de abril): chegando cada vez mais perto

  • A equipe testou vários equipamentos de primeiros socorros, como termômetro, monitor de pressão arterial, estetoscópio e otoscópio;
  • Realizaram testes no sistema de comunicações de emergência da Orion com a Rede de Espaço Profundo da NASA;
  • Também puderam conversar com a imprensa e familiares, destacando suas primeiras impressões sobre o espaço e a Terra vista de longe;
  • Com a realização da TLI um dia antes, a Orion entrou na chamada magnetocauda, extensão do campo magnético do planeta, semelhante a um cometa, que se estende por milhões de quilômetros, formada pelo vento solar que comprime e alonga o campo magnético.

Quer saber mais sobre a jornada da NASA rumo à Lua? Confira nossa cobertura especial sobre a Artemis 2.

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