Tecnologia
5 problemas que podem acontecer se você desligar o PC “na marra”

Muita gente já passou por isso: o computador trava, não responde a nenhum comando, e a primeira reação é segurar o botão de energia até a máquina desligar. Esse costume pode até parecer prático, mas não é nada saudável para o sistema nem para os componentes do PC.
O desligamento normal pelo sistema operacional não é apenas uma formalidade: ele garante que todos os programas sejam fechados, arquivos salvos corretamente e que os componentes de hardware parem suas atividades em segurança.
Quando você corta a energia “na marra”, esse processo é interrompido de forma brusca, como se arrancasse o cabo de um aparelho da tomada enquanto ele ainda está funcionando.
Leia Mais:
- 5 alterações para fazer na BIOS e melhorar seu computador
- 5 sinais de que a memória RAM está deixando seu PC mais lento
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5 perigos de se forçar o desligamento do PC

Esse tipo de prática pode até parecer inofensiva se acontecer raramente, mas quando se torna um hábito, pode trazer consequências sérias – desde perda de arquivos até danos físicos no hardware.
A seguir, veja os 5 principais problemas que podem acontecer quando você força o desligamento do computador!
1. Corrupção de arquivos e dados

Quando você desliga o PC forçadamente, os programas e arquivos que estavam em uso não têm tempo de serem encerrados corretamente. Isso pode resultar em:
- Arquivos de texto, planilhas ou documentos que ficam corrompidos e não abrem mais;
- Dados incompletos gravados em discos, pendrives ou HDs externos;
- Programas que deixam de funcionar por falha em arquivos essenciais.
Imagine estar salvando um trabalho importante e, no meio do processo, a energia do computador é cortada. O resultado pode ser um arquivo inutilizável ou até a perda total de informações.
2. Danos no sistema operacional

O sistema operacional, como Windows ou Linux, realiza constantemente várias tarefas em segundo plano: gravação em cache, atualização de registros, organização de processos, entre outras.
Ao desligar o PC “na marra”:
- Arquivos de inicialização podem ser corrompidos;
- O Windows pode entrar em loops de reparo automático ou simplesmente não iniciar;
- Em casos extremos, pode ser necessário formatar e reinstalar todo o sistema.
Ou seja, forçar o desligamento pode comprometer a “espinha dorsal” do computador: o próprio sistema que faz tudo funcionar.
3. Perda de desempenho ao longo do tempo

Cada desligamento forçado pode deixar pequenos “rastros de erro” no sistema de arquivos. Isso acontece porque o computador não conseguiu concluir operações de escrita e organização.
Com o tempo, esses erros se acumulam e trazem efeitos perceptíveis, como:
- Lentidão para abrir programas ou iniciar o Windows;
- Travamentos frequentes;
- Processos de verificação de disco (chkdsk) ativados toda vez que você liga o PC.
Ou seja, a máquina pode até continuar funcionando, mas cada desligamento brusco diminui um pouco a fluidez do sistema.
4. Risco ao hardware de armazenamento
O disco rígido (HDD) é o componente mais vulnerável nesse cenário. Ele funciona com partes mecânicas sensíveis, e durante a gravação de dados a cabeça de leitura fica em movimento.
- Se a energia é cortada de repente, a cabeça pode não estacionar corretamente e até danificar a superfície do disco;
- Isso gera setores defeituosos, que com o tempo tornam o HD inutilizável.
Nos SSDs, que não têm partes móveis, o risco é diferente: cortes bruscos de energia podem causar falhas na gravação de blocos de memória, levando à perda de dados ou à redução da vida útil do componente.
5. Redução da vida útil de componentes

Se a GPU ou a RAM estiverem com problemas, isso será avisado ao usuário pelo BIOS durante o processo de inicialização. Em caso de problemas, o sistema impede a inicialização.
Mas, também pode ocorrer de um erro impedir a inicialização da máquina, e não ser exatamente apontado pelo BIOS. Como você já suspeita que o problema é a sua placa-mãe, é indicado remover a GPU e a RAM da sua máquina e tentar ligar o dispositivo mais uma vez: se nem assim der certo, então é provável que o problema seja mesmo a placa-mãe.
No caso da remoção da RAM, você deixa apenas um único stick. E uma vez que não funcionar, você vai substituindo pelos outros. Se todos foram trocados e mesmo assim o sistema não permite a inicialização adequada, é hora de trocar a placa-mãe.
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Olhar Espacial: o Calendário Cósmico e o nosso segundo no Universo
Você sabe o que é um Calendário Cósmico? Essa é uma das visões mais acessíveis da inconcebível escala de tempo do Universo.
No programa Olhar Espacial de hoje, o astrônomo Marcelo Zurita nos dá detalhes sobre esse conceito. Confira!
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10 formas de abaixar a temperatura da GPU sem trocar a pasta térmica

Manter a temperatura da placa de vídeo sob controle é uma preocupação comum entre jogadores, criadores de conteúdo e qualquer pessoa que use o PC para tarefas mais exigentes. Quando a GPU trabalha acima do ideal, o desempenho pode cair, ruídos aumentam e o risco de desgaste prematuro dos componentes se torna maior. Nem sempre, porém, o problema está relacionado à pasta térmica.
Muitas vezes, temperaturas elevadas são consequência de fatores externos, como fluxo de ar inadequado, configurações mal ajustadas ou acúmulo de poeira. Nessas situações, trocar a pasta térmica pode até ajudar, mas não resolve a causa principal do aquecimento. Felizmente, existem diversas formas de reduzir a temperatura da GPU sem precisar desmontar a placa de vídeo.
A seguir, você confere métodos práticos e eficazes para diminuir o aquecimento da placa de vídeo, melhorar a estabilidade do sistema e prolongar a vida útil do hardware, tudo isso sem mexer na pasta térmica.
10 formas de abaixar a temperatura da placa de vídeo sem trocar a pasta térmica
Antes de partir para soluções mais complexas, vale entender que pequenas mudanças no uso, no ambiente e nas configurações do sistema já podem gerar uma diferença significativa na temperatura da GPU. Muitas dessas ações são simples, acessíveis e não exigem conhecimento técnico avançado.
Melhorar o fluxo de ar do gabinete
Um fluxo de ar inadequado é uma das principais causas de superaquecimento da GPU. Quando o ar quente fica preso dentro do gabinete, a placa de vídeo acaba reutilizando esse ar aquecido, o que eleva rapidamente a temperatura durante jogos ou tarefas pesadas.

Organizar os cabos, posicionar corretamente as ventoinhas e garantir entradas e saídas de ar eficientes ajuda a manter o interior do gabinete mais ventilado. Esse ajuste simples pode resultar em quedas significativas na temperatura da placa de vídeo.
Limpar poeira acumulada
Com o tempo, poeira se acumula nas ventoinhas, dissipadores e filtros do gabinete, dificultando a troca de calor. Esse acúmulo faz com que a GPU precise trabalhar mais para se resfriar, aumentando a temperatura e o ruído das ventoinhas.
Uma limpeza periódica, feita com cuidado e ferramentas adequadas, melhora a circulação de ar e ajuda os componentes a dissiparem calor de forma mais eficiente. Em muitos casos, apenas essa medida já traz resultados perceptíveis.
Ajustar a curva das ventoinhas da GPU
As placas de vídeo possuem curvas automáticas de ventoinha que priorizam silêncio em vez de refrigeração máxima. Ajustar manualmente essa curva permite que as ventoinhas aumentem a rotação mais cedo, ajudando a reduzir a temperatura durante cargas mais altas.
Esse ajuste pode ser feito por softwares do próprio fabricante ou ferramentas especializadas. Embora o ruído aumente um pouco, o ganho térmico costuma compensar, principalmente em sessões longas de uso intenso.
Leia mais:
- Quando comprar uma placa de vídeo (GPU) nova?
- Como entender as especificações de uma placa de vídeo?
- 4 motivos para você comprar uma pasta térmica de qualidade para o PC
Reduzir o consumo de energia (undervolting)
O undervolting consiste em reduzir a tensão fornecida à GPU sem comprometer o desempenho. Menos energia significa menos calor gerado, o que ajuda a manter temperaturas mais baixas mesmo sob carga.

Quando feito corretamente, o undervolting pode reduzir vários graus na temperatura da placa sem perda perceptível de performance. É uma solução bastante popular entre usuários mais experientes, mas acessível com tutoriais e cuidado.
Diminuir levemente o clock da GPU
Reduzir um pouco a frequência da GPU pode ajudar a controlar o aquecimento, ainda mais em placas que já operam próximas do limite térmico. Essa redução costuma ter impacto mínimo no desempenho em jogos, mas traz ganhos térmicos relevantes.
Essa abordagem é útil para quem prioriza estabilidade e temperaturas mais baixas, principalmente em ambientes quentes ou gabinetes com ventilação limitada.
Evitar jogar ou renderizar em ambientes muito quentes
A temperatura ambiente influencia diretamente a eficiência do resfriamento da GPU. Quanto mais quente o local, mais difícil é dissipar o calor gerado pela placa de vídeo durante o uso intenso.
Sempre que possível, manter o ambiente bem ventilado ou climatizado ajuda a reduzir a temperatura geral do sistema. Em dias muito quentes, limitar sessões longas de uso pesado também pode fazer diferença.
Atualizar drivers da placa de vídeo
Drivers atualizados podem trazer melhorias na gestão de energia e temperatura da GPU e, por isso, fabricantes frequentemente ajustam o comportamento térmico das placas por meio de otimizações de software.

Manter os drivers em dia garante que a placa de vídeo esteja operando da forma mais eficiente possível, aproveitando ajustes recentes que podem reduzir o aquecimento em determinados cenários.
Reduzir configurações gráficas nos jogos
Configurações gráficas muito altas exigem mais da GPU, elevando o consumo de energia e a geração de calor. Ajustar opções como sombras, resolução e efeitos avançados pode aliviar a carga térmica sem comprometer tanto a experiência visual.
Esse equilíbrio é muito útil para jogos mais pesados, onde pequenas reduções gráficas resultam em temperaturas mais controladas e desempenho mais estável.
Usar suporte ou base com ventoinhas
Bases com ventoinhas adicionais ajudam a melhorar o fluxo de ar ao redor da GPU, principalmente em gabinetes menores ou com ventilação limitada. Embora não substituam um bom sistema interno de refrigeração, elas podem complementar o resfriamento.
Esse tipo de acessório é fácil de instalar e pode reduzir alguns graus na temperatura, ainda mais em setups mais compactos.
Monitorar constantemente a temperatura da GPU
Acompanhar a temperatura da GPU em tempo real ajuda a identificar padrões de aquecimento e momentos críticos. Com esse monitoramento, é possível ajustar configurações, ventoinhas ou hábitos de uso antes que o problema se agrave.

Ferramentas de monitoramento permitem entender melhor como a placa se comporta em diferentes situações, facilitando a aplicação das soluções corretas para manter a temperatura sob controle.
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O que Einstein tem a ver com o GPS do seu celular? Entenda a ciência por trás da localização

Você já se perguntou como o seu celular sabe exatamente onde você está, com precisão de alguns metros? O sistema de Posicionamento Global (GPS) não é um radar que “vê” você. Na verdade, ele funciona a partir de sinais muito precisos enviados por uma constelação de satélites que orbitam a Terra.
Cada satélite transmite um horário exato no qual o sinal foi emitido, e o seu celular recebe esses sinais de pelo menos quatro satélites para calcular a distância até cada um deles com base no tempo que esse sinal levou para chegar. A posição é então determinada pela interseção dessas distâncias – um cálculo matemático conhecido como trilateração, também chamado de triangulação espacial.
Esse funcionamento depende de algo fundamental: o tempo. Para que um receptor GPS no seu celular calcule corretamente as distâncias, os relógios nos satélites precisam ser extremamente precisos.
Por isso, os satélites carregam relógios atômicos — dispositivos que mantêm o tempo com uma estabilidade tão alta que podem errar menos de um segundo em milhões de anos. Esses relógios são essenciais porque até mesmo uma discrepância de poucos nanossegundos (bilionésimos de segundo) pode resultar em metros de erro na localização.
As teorias de Einstein
Apesar de todo o processo destacado acima, existe um problema que precisava ser resolvido para que o GPS funcionasse corretamente: o tempo não passa da mesma forma no espaço e na superfície da Terra.

E é aqui que as teorias da relatividade de Albert Einstein se tornam essenciais para o GPS funcionar. Segundo a Relatividade Especial, quanto mais rápido um objeto se move, mais devagar o tempo passa para esse objeto em relação a um observador estacionário.
Os satélites GPS se deslocam em torno da Terra a cerca de 14 000 km/h, e isso faz com que os relógios a bordo “atrasem” aproximadamente 7 microssegundos por dia em comparação aos relógios na superfície terrestre.
Ao mesmo tempo, a Relatividade Geral, outra teoria de Einstein, descreve como a gravidade influencia o fluxo do tempo. Quanto mais fraca a gravidade, mais rápido o tempo passa.
Os satélites do GPS orbitam a cerca de 20.000 km acima da superfície, onde o efeito gravitacional é menor do que na Terra. Isso faz com que os relógios nos satélites “avancem” cerca de 45 microssegundos por dia em relação aos relógios de referência na superfície.
Somando esses dois efeitos relativísticos — o atraso pela velocidade e o adiantamento pela gravidade — o resultado líquido é que os relógios dos satélites passam cerca de 38 microssegundos mais rápido por dia do que os relógios na Terra.
Embora essa diferença pareça ínfima, ela é crítica para a precisão do GPS: sem as correções baseadas nas fórmulas de Einstein, os erros de posicionamento cresceriam rapidamente. Em apenas um dia, a diferença acumulada chegaria a cerca de 10 quilômetros de erro na localização, o que tornaria inútil o sistema de navegação do seu celular.

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- Waze testa mudança visual importante na navegação
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- IA inovadora permite navegação sem GPS em áreas urbanas
Por isso, os engenheiros que projetaram o GPS incluem as correções relativísticas diretamente no sistema.
Os relógios atômicos dos satélites são calibrados e ajustados de forma que, quando sujeitos aos efeitos da velocidade e da gravidade no espaço, eles mantenham a sincronização com os relógios na Terra. Além disso, os sinais dos satélites são continuamente monitorados e corrigidos por estações de controle no solo para manter a precisão necessária.
Em essência, quando você usa o GPS no seu celular para pedir um carro pelo aplicativo ou para traçar rotas no mapa, você está se beneficiando de teorias físicas que Albert Einstein desenvolveu há mais de um século. O GPS moderno é um dos exemplos mais práticos de como ideias aparentemente abstratas da física teórica têm aplicações diretas no dia a dia.
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