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Confira quais são os 10 países com as maiores forças militares do mundo

Com a ascensão do conflito entre Irã e Israel, é normal que as pessoas fiquem ainda mais curiosas para saber qual a força militar dos países em todo o mundo. Pensando nisso, o Olhar Digital, seguindo o ranking elaborado anualmente pelo “Global Fire Power“, trouxe a lista com as 10 nações de maior força militar no mundo.
Confira o ranking com os países de maior força militar no mundo
Antes de conferir a lista da “Global Fire Power”, é importante que você saiba que Israel e Irã não aparecem no top 10, ocupam, respectivamente, a 15ª e a 16ª posição. A título de curiosidade, o Brasil também não aparece entre os 10, já que ocupa a 11ª colocação. Além disso, a classificação utiliza uma metodologia que tem como base dados relacionados à capacidade potencial de cada nação para se envolver em guerras pelo ar, terra e mar.
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Os resultados levam em consideração a mão de obra de cada país, os recursos naturais, equipamentos, geografia e finanças de 145 países. Então, é dado um determinado índice para cada nação, sendo que quanto mais próximo de zero (0,0000), melhor.
A lista abaixo segue a ordem de países conforme as melhores notas, mas, para cada um deles, o Olhar Digital inseriu informações sobre armamentos e outros detalhes relacionados ao poderio militar de cada um conforme dados da Global Fire Power. Confira!
1. Estados Unidos (0,0744)

Os americanos são os que possuem o conjunto militar mais próximo do ideal. Para isso, investem US$ 895 bilhões anualmente no setor. A sua força aérea conta com 701.319 integrantes. Já no Exército, são 1.403.200 soldados. Na Marinha, o país tem 667.108 pessoas.
Em terra, o país possui, preparados para uso, 3.480 tanques, 503 unidades de artilharia autopropulsada (armas de artilharia que ficam já instaladas em veículos com mobilidade própria) e 909 de artilharia rebocada (são aquelas rebocadas por veículos para transporte de um local até outro, como o Obus M777), 293.972 mil veículos e 481 sistemas MLRS (artilharia de foguetes).

O poder aéreo é um grande destaque militar do país, pois tem 13.043 aeronaves em estoque, com 9.782 em prontidão. Dessas, 1.343 são aviões caça e 667 se enquadram como aeronaves de ataque. Também há 1.985 aeronaves de treinamento, 485 para missões especiais, 454 para abastecimento, 4.382 helicópteros e 752 helicópteros de ataque. Todos de prontidão.
2. Rússia (0,0788)

Os russos desembolsam US$ 126 bilhões para o orçamento de defesa do país. A mão de obra deles conta com 165 mil pessoas na Força Aérea, 550 mil no Exército e 160 mil na Marinha.
Os primeiros são os responsáveis pela operação de 2.790 aeronaves de prontidão. Entre elas, estão 541 caças, 442 aviões de ataque, 296 aeronaves de transporte, 397 aviões de treinamento, 92 aeronaves para missões especiais, 12 aviões de abastecimento, 1.073 helicópteros e 362 helicópteros de ataque.
Na força terrestre, também de prontidão, há 4.025 tanques, 92.069 veículos, 3.618 unidades de artilharia autopropulsada, 5.954 artilharia rebocada e 2.104 sistemas MLRS (artilharia de foguetes).
Já para o pessoal da Marinha, tem disponível 1 porta-aviões, 10 navios de guerra, 12 fragatas, 83 corvetas, 63 submarinos, 123 navios de patrulha e 47 minas navais.
3. China (0,1184)

Em 2025, a China anunciou um aumento de 7,2% em seu orçamento militar. Conforme o Global Fire Power, o país tem um orçamento de US$ 266.850 bilhões na área de defesa. Isso resulta em uma artilharia pesada de guerra.
Começando pela área terrestre, de prontidão há 5.440 tanques, 115.214 veículos, 2.792 unidades de artilharia autopropulsada, 800 de artilharia rebocada e 2.200 sistemas MLRS (artilharia de foguetes).
Sua força naval é especialmente robusta: o país possui 3 porta-aviões, 4 porta-helicópteros, 47 fragatas, 50 contratorpedeiros, 72 corvetas, 36 minas navais, 150 navios de patrulha e 61 submarinos.
No setor aéreo, são ao todo 3.309 aeronaves no estoque, com 2.482 em prontidão, sendo 909 caças, 278 aviões de ataque, 217 para transporte, 302 voltados a treinamentos, 84 para a realização de missões especiais, 8 disponíveis na frota de aviões de abastecimento, 685 helicópteros e 211 helicópteros de ataque.
Mas quem são as pessoas que controlam toda essa artilharia? No Exército, a China tem 2.545.000 de soldados. Já na Força Aérea são 400 mil e, na Marinha, há 380 mil pessoas.
4. Índia (0,1184)

Os indianos impressionam pelo seu poder humano, já que contam com 2.197.117 soldados em seu Exército, 310.575 pessoas na Força Aérea e 142.252 na Marinha. O país possui um orçamento de defesa no valor de US$ 75 bilhões.
Esse orçamento permite à Força Aérea manter 2.229 aeronaves em estoque, sendo 1.672 em prontidão, divididas em 385 aviões caças, 98 aviões de ataque, 203 aeronaves de transporte, 263 para treinamento, 56 para missões especiais, 5 de abastecimento, 674 helicópteros e 60 helicópteros de ataque.
Em terra, a artilharia que está de prontidão também é grande, pois são 3.151 tanques, 111.446 veículos, 75 unidades de artilharia autopropulsada e 2.981 de artilharia rebocada, além de 198 sistemas MLRS (artilharia de foguetes). As Forças Navais possuem 2 porta-aviões, 13 navios de guerra, 14 fragatas, 18 corvetas, 18 submarinos e 135 navios de patrulha.
5. Coreia do Sul (0,1656)

A Coreia do Sul possui 365.000 soldados no Exército, além de 65.000 na Força Aérea e 70.000 na Marinha. Além disso, são 1.592 aeronaves, com 1194 em prontidão, sendo 74 de ataque, 236 aviões de caça, 31 de transporte, 239 de treinamento, 27 para missões especiais, 3 de abastecimento, 605 helicópteros e 83 helicópteros de ataque.
Por terra, em prontidão, há 1.677 tanques, 2.453 unidades de artilharia autopropulsada, 44.160 veículos, 3.300 itens de artilharia rebocada e 320 sistemas MLRS (artilharia de foguetes).
Sua força naval consiste em 2 porta-helicópteros, 13 navios de guerra, 17 fragatas, 5 corvetas, 35 navios de patrulha e 22 submarinos. Para sustentar tudo isso, os sul-coreanos contam com um orçamento de defesa de US$ 46.300 bilhões.
6. Reino Unido (0,1785)

No Reino Unido, US$ 71.500.540.000 de seu dinheiro é investido em defesa. Sua força humana soma 34.790 pessoas na Força Aérea, 106.626 no Exército e 35.730 na Marinha.
Eles contam com um poderia militar de 631 aeronaves em estoque. Porém, são 442 em prontidão. Delas, há 79 aviões de caça, 22 de ataque, 20 para transporte, 142 para treinamentos, 6 de abastecimento, 20 utilizadas em missões especiais, 186 helicópteros e 26 helicópteros de ataque.
Em terra, há, de prontidão, 159 tanques, 26.740 veículos, 50 unidades de artilharia autopropulsada, 88 de artilharia rebocada e 20 sistemas MLRS (artilharia de foguetes). Na área naval tem 2 porta-aviões, 6 navios de guerra, 8 fragatas, 9 submarinos, 26 navios de patrulha e 7 minas navais.
7. França (0,1878)

Com um orçamento de defesa de US$ 55 bilhões, a França conta com uma mão de obra de 40.500 pessoas na Força Aérea, 141.600 no Exército e 44.000 na Marinha. Além disso, são 150 mil paramilitares.
O seu poderio aéreo é composto por 976 aeronaves, com 781 em prontidão, sendo desses, 358 helicópteros, 68 helicópteros de ataque, 113 aeronaves de treinamento, 13 aviões de abastecimento, 95 de transporte e 181 caças.
Suas forças terrestres também são grandes, contando com as seguintes artilharias em prontidão: 172 tanques de guerra, 88.746 veículos, 77 unidades de artilharia autopropulsada e 7 sistemas MLRS (artilharia de foguetes).
No setor naval, há 1 porta-aviões, 3 porta-helicópteros, 11 navios de guerra, 11 fragatas, 9 submarinos, 20 navios de patrulha e 17 minas navais.
8. Japão (0,1839)

Apesar de ocupar a 8ª posição no ranking, o orçamento de defesa do Japão ainda é maior do que o da França, pois os japoneses desembolsam US$ 57 bilhões.
Isso é refletido em um poder aéreo com 1443 aeronaves – 1.082 de prontidão, sendo divididas entre 163 aviões de caça, 29 de ataque, 41 de transportes, 301 de treinamento, 106 aviões para missões especiais, 8 de abastecimento, 447 helicópteros e 89 helicópteros de ataque.
De prontidão, as suas forças terrestres somam 391 tanques, 23.973 veículos, 112 artilharias autopropulsadas, 360 artilharias rebocadas e 41 sistemas MLRS (artilharia de foguetes). Já no mar, são 4 porta-helicópteros, 42 navios de guerra, 6 fragatas, 24 submarinos, 22 minas navais e 6 navios de patrulha.
9. Turquia (0,1902)

Os turcos investem US$ 47 bilhões no setor militar do país. Dessa forma, possuem um alto poder de defesa. São 115 mil pessoas na Força Aérea, 518.900 soldados no Exército e 100 mil na Marinha, além de 150 mil paramilitares.
Na parte aérea, são 1.083 aeronaves em estoque, com 812 em prontidão. Dentre as disponíveis, há 151 aviões de caça, 83 de transporte, 215 para treinamentos, 21 voltados para missões especiais, 5 de abastecimento, 381 helicópteros e 83 helicópteros de ataque.
Por terra, em prontidão, são 1.679 tanques, 45.880 veículos, 779 automóveis de artilharia autopropulsada, 1.280 de artilharia rebocada e 222 sistemas MLRS (artilharia de foguetes). Já a Força Naval tem 1 porta-helicópteros, 12 fragatas, 9 corvetas, 13 submarinos, 41 navios de patrulha e 11 minas navais.
10. Itália (0,2164)

Os italianos têm US$ 30.890 bilhões, com uma mão de obra de 43 mil pessoas na Força Aérea, 100 mil no Exército e 31 mil na Marinha. No setor aéreo são 729 aeronaves no estoque, contando 547 à disposição. Delas, há 67 aviões de caça, 50 de ataque, 23 de transporte, 122 para treinamentos, 17 destinados a missões especiais, 6 de abastecimento, 294 helicópteros e 28 helicópteros de ataque.
Em prontidão para combates terrestres, a Itália possui 150 tanques, 55.110 veículos, 48 unidades de artilharia autopropulsada, 81 de artilharia rebocada e 16 sistemas MLRS (artilharia de foguetes). Nas águas, são 2 porta-aviões, 3 navios de guerra, 10 fragatas, 8 submarinos, 19 navios de patrulha e 10 minas navais.
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Tornado em São José dos Pinhais atinge 180 km/h

Um tornado que atingiu São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, no sábado (10), teve seus ventos classificados como F2 na Escala Fujita, alcançando a velocidade de 180 km/h. A informação foi divulgada pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).
De acordo com o Simepar, a intensidade do fenômeno foi categorizada como F2, em uma escala que vai até F5. O meteorologista Leonardo Furlan explicou que essa classificação se aplica a tornados com ventos entre 180 km/h e 220 km/h. O percurso do tornado foi de aproximadamente 1 km, com o funil não tocando o solo continuamente.

A Escala Fujita é o método utilizado no Brasil para avaliar a gravidade de tornados, baseando-se na extensão e intensidade dos danos provocados. Quanto maior a destruição, mais alta é a categoria atribuída ao evento. As informações são do G1.
Furlan descreveu o tornado como “relativamente estreito, pequeno em extensão horizontal, mas que provocou danos significativos”. Ele ressaltou que os estragos foram pontuais, ocorrendo apenas nos momentos em que a nuvem funil interagia diretamente com o solo.
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Trajeto da tempestade e impactos
A célula de tempestade mais severa teve início no final da tarde, desenvolvendo-se sobre Almirante Tamandaré e Colombo. Em seguida, deslocou-se sobre Curitiba, onde causou ventos intensos, que se aproximaram de 70 km/h, e precipitação de granizo, resultando na queda de pelo menos 57 árvores. Posteriormente, a mesma célula avançou até São José dos Pinhais, antes de seguir em direção ao Litoral paranaense, provocando fortes tempestades em regiões como Guaratuba e Matinhos.
O Simepar explicou que a instabilidade no Paraná no sábado (10) foi resultado da combinação de calor, umidade e a influência de um sistema de baixa pressão que se formou entre o Uruguai e o Rio Grande do Sul, mas que se deslocou para o oceano. A alteração nos ventos em altitude também contribuiu para a ocorrência de chuvas e tempestades em todo o Leste do estado.

O meteorologista Reinaldo Kneib complementou que a formação de um ciclone extratropical, atuando entre o Uruguai e o Rio Grande do Sul, embora não tenha passado pelo Paraná, intensificou a instabilidade no estado. Ele detalhou que “a combinação de calor e umidade favorece as chuvas de verão, aquelas chuvas rápidas no período da tarde. Algumas vezes elas vêm associadas com queda de granizo, rajadas de vento moderados e ocasionalmente fortes, e bastante incidência de raios”.
Durante o domingo (11), a área de baixa pressão se afastou em direção ao oceano, mas a previsão indicava a manutenção de altos índices de instabilidade, com temporais, chuvas, raios e ventos fortes em grande parte do Paraná.
Consequências e resposta das autoridades
Em São José dos Pinhais, o tornado causou estragos significativos, especialmente no bairro Guatupê. A Defesa Civil Estadual informou que 350 residências foram atingidas. Os danos incluíram quedas de árvores, problemas na rede elétrica, desabamento de muros e a queda de telhado e pilares de uma empresa.
Duas famílias ficaram desalojadas. Para prestar auxílio aos moradores afetados, equipes dos bombeiros e da Defesa Civil distribuíram 92 lonas na região.

A Prefeitura de São José dos Pinhais, em nota, comunicou que está atuando no atendimento às ocorrências e realizando vistorias técnicas para avaliar riscos estruturais e definir as medidas necessárias para garantir a segurança dos moradores.
A Escala Fujita (F)
De acordo com o Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos (NWS), a análise é feita a partir dos estragos deixados pelo tornado. Especialistas avaliam estruturas danificadas, como casas, galpões, árvores e postes, para estimar a velocidade do vento que agiu no local por, no mínimo, três segundos. Com base nessa estimativa, o tornado recebe sua classificação.
- F0: Ventos entre 65 km/h e 116 km/h — Danos leves
- F1: Ventos entre 116 km/h e 180 km/h — Danos moderados
- F2: Ventos entre 180 km/h e 253 km/h — Danos consideráveis
- F3: Ventos entre 253 km/h e 332 km/h — Danos severos
- F4: Ventos entre 332 km/h e 418 km/h — Danos devastadores
- F5: Ventos entre 418 km/h e 511 km/h — Destruição extrema
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Resultado da Quina de hoje: veja números e ganhadores do concurso 6924
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O sorteio do concurso 6924 da Quina aconteceu na noite deste sábado (10), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 3,3 milhões.
Os números sorteados da Quina 6924 foram: 04 – 13 – 49 – 52 – 66.
Resultado da Quina 6924
Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.
A Quina de hoje acumulou?
A estimativa de prêmio do próximo concurso da Quina é de R$ 2,3 milhões.
Qual é o último resultado da Quina?
O resultado da Quina 6923 desta sexta-feira (9) é: 18 – 34 – 41 – 57 – 63.
Quando é o próximo sorteio da Quina?
O próximo sorteio é o 6925 e ele acontece nesta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026.
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Últimos resultados da Quina
Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:
- Quina 6923 (09/01/2026): 18 – 34 – 41 – 57 – 63
- Quina 6922 (08/01/2026): 16 – 26 – 36 – 51 – 56
- Quina 6921 (07/01/2026): 26 – 50 – 69 – 74 – 77
- Quina 6920 (06/01/2026): 04 – 28 – 34 – 42 – 47
- Quina 6919 (05/01/2026): 04 – 06 – 09 – 26 – 64
- Quina 6918 (03/01/2026): 09 – 21 – 24 – 63 – 69
- Quina 6917 (02/01/2026): 11 – 15 – 29 – 48 – 57
- Quina 6916 (01/01/2026): 08 – 54 – 58 – 72 – 76
- Quina 6915 (30/12/2025): 05 – 19 – 21 – 51 – 66
- Quina 6914 (29/12/2025): 25 – 41 – 48 – 49 – 66
Como resgatar o prêmio da Quina
Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.
Veja como funciona:
- Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
- Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
- Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.
Quais os dias de sorteio da Quina?
Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.
Qual o horário do sorteio da Quina?
O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).
Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?
O sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.
Como jogar na Quina?
A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.
Até que horas é possível apostar na Quina?
As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.
Com quantos números se ganha na Quina?
O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.
Quantos números posso escolher para apostar na Quina?
No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.
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10 formas de abaixar a temperatura da GPU sem trocar a pasta térmica

Manter a temperatura da placa de vídeo sob controle é uma preocupação comum entre jogadores, criadores de conteúdo e qualquer pessoa que use o PC para tarefas mais exigentes. Quando a GPU trabalha acima do ideal, o desempenho pode cair, ruídos aumentam e o risco de desgaste prematuro dos componentes se torna maior. Nem sempre, porém, o problema está relacionado à pasta térmica.
Muitas vezes, temperaturas elevadas são consequência de fatores externos, como fluxo de ar inadequado, configurações mal ajustadas ou acúmulo de poeira. Nessas situações, trocar a pasta térmica pode até ajudar, mas não resolve a causa principal do aquecimento. Felizmente, existem diversas formas de reduzir a temperatura da GPU sem precisar desmontar a placa de vídeo.
A seguir, você confere métodos práticos e eficazes para diminuir o aquecimento da placa de vídeo, melhorar a estabilidade do sistema e prolongar a vida útil do hardware, tudo isso sem mexer na pasta térmica.
10 formas de abaixar a temperatura da placa de vídeo sem trocar a pasta térmica
Antes de partir para soluções mais complexas, vale entender que pequenas mudanças no uso, no ambiente e nas configurações do sistema já podem gerar uma diferença significativa na temperatura da GPU. Muitas dessas ações são simples, acessíveis e não exigem conhecimento técnico avançado.
Melhorar o fluxo de ar do gabinete
Um fluxo de ar inadequado é uma das principais causas de superaquecimento da GPU. Quando o ar quente fica preso dentro do gabinete, a placa de vídeo acaba reutilizando esse ar aquecido, o que eleva rapidamente a temperatura durante jogos ou tarefas pesadas.

Organizar os cabos, posicionar corretamente as ventoinhas e garantir entradas e saídas de ar eficientes ajuda a manter o interior do gabinete mais ventilado. Esse ajuste simples pode resultar em quedas significativas na temperatura da placa de vídeo.
Limpar poeira acumulada
Com o tempo, poeira se acumula nas ventoinhas, dissipadores e filtros do gabinete, dificultando a troca de calor. Esse acúmulo faz com que a GPU precise trabalhar mais para se resfriar, aumentando a temperatura e o ruído das ventoinhas.
Uma limpeza periódica, feita com cuidado e ferramentas adequadas, melhora a circulação de ar e ajuda os componentes a dissiparem calor de forma mais eficiente. Em muitos casos, apenas essa medida já traz resultados perceptíveis.
Ajustar a curva das ventoinhas da GPU
As placas de vídeo possuem curvas automáticas de ventoinha que priorizam silêncio em vez de refrigeração máxima. Ajustar manualmente essa curva permite que as ventoinhas aumentem a rotação mais cedo, ajudando a reduzir a temperatura durante cargas mais altas.
Esse ajuste pode ser feito por softwares do próprio fabricante ou ferramentas especializadas. Embora o ruído aumente um pouco, o ganho térmico costuma compensar, principalmente em sessões longas de uso intenso.
Leia mais:
- Quando comprar uma placa de vídeo (GPU) nova?
- Como entender as especificações de uma placa de vídeo?
- 4 motivos para você comprar uma pasta térmica de qualidade para o PC
Reduzir o consumo de energia (undervolting)
O undervolting consiste em reduzir a tensão fornecida à GPU sem comprometer o desempenho. Menos energia significa menos calor gerado, o que ajuda a manter temperaturas mais baixas mesmo sob carga.

Quando feito corretamente, o undervolting pode reduzir vários graus na temperatura da placa sem perda perceptível de performance. É uma solução bastante popular entre usuários mais experientes, mas acessível com tutoriais e cuidado.
Diminuir levemente o clock da GPU
Reduzir um pouco a frequência da GPU pode ajudar a controlar o aquecimento, ainda mais em placas que já operam próximas do limite térmico. Essa redução costuma ter impacto mínimo no desempenho em jogos, mas traz ganhos térmicos relevantes.
Essa abordagem é útil para quem prioriza estabilidade e temperaturas mais baixas, principalmente em ambientes quentes ou gabinetes com ventilação limitada.
Evitar jogar ou renderizar em ambientes muito quentes
A temperatura ambiente influencia diretamente a eficiência do resfriamento da GPU. Quanto mais quente o local, mais difícil é dissipar o calor gerado pela placa de vídeo durante o uso intenso.
Sempre que possível, manter o ambiente bem ventilado ou climatizado ajuda a reduzir a temperatura geral do sistema. Em dias muito quentes, limitar sessões longas de uso pesado também pode fazer diferença.
Atualizar drivers da placa de vídeo
Drivers atualizados podem trazer melhorias na gestão de energia e temperatura da GPU e, por isso, fabricantes frequentemente ajustam o comportamento térmico das placas por meio de otimizações de software.

Manter os drivers em dia garante que a placa de vídeo esteja operando da forma mais eficiente possível, aproveitando ajustes recentes que podem reduzir o aquecimento em determinados cenários.
Reduzir configurações gráficas nos jogos
Configurações gráficas muito altas exigem mais da GPU, elevando o consumo de energia e a geração de calor. Ajustar opções como sombras, resolução e efeitos avançados pode aliviar a carga térmica sem comprometer tanto a experiência visual.
Esse equilíbrio é muito útil para jogos mais pesados, onde pequenas reduções gráficas resultam em temperaturas mais controladas e desempenho mais estável.
Usar suporte ou base com ventoinhas
Bases com ventoinhas adicionais ajudam a melhorar o fluxo de ar ao redor da GPU, principalmente em gabinetes menores ou com ventilação limitada. Embora não substituam um bom sistema interno de refrigeração, elas podem complementar o resfriamento.
Esse tipo de acessório é fácil de instalar e pode reduzir alguns graus na temperatura, ainda mais em setups mais compactos.
Monitorar constantemente a temperatura da GPU
Acompanhar a temperatura da GPU em tempo real ajuda a identificar padrões de aquecimento e momentos críticos. Com esse monitoramento, é possível ajustar configurações, ventoinhas ou hábitos de uso antes que o problema se agrave.

Ferramentas de monitoramento permitem entender melhor como a placa se comporta em diferentes situações, facilitando a aplicação das soluções corretas para manter a temperatura sob controle.
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