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Misteriosos pontos vermelhos vistos pelo Telescópio James Webb estão sumindo

Uma nova pesquisa propõe uma explicação para um dos maiores mistérios revelados pelo Telescópio Espacial James Webb (JWST, na sigla em inglês): os enigmáticos Pequenos Pontos Vermelhos.
Segundo os pesquisadores, esses objetos, apelidados de “dinossauros cósmicos”, podem não ter desaparecido do universo primitivo. Em vez disso, eles teriam evoluído para os aglomerados globulares, enormes conjuntos de estrelas densamente compactadas encontrados em galáxias, como a Via Láctea.
A hipótese estabelece um paralelo com a evolução dos dinossauros terrestres. Assim como muitos deles não foram extintos, mas deram origem às aves modernas, os Pequenos Pontos Vermelhos também poderiam ter sobrevivido, transformando-se em estruturas ainda presentes no universo atual.

Mistério surgiu com o James Webb
- Os Pequenos Pontos Vermelhos passaram a intrigar os astrônomos em 2022, quando o James Webb começou a detectá-los em grande quantidade em uma época correspondente a cerca de 600 milhões de anos após o Big Bang:
- O enigma está no fato de que esses objetos aparentemente desaparecem antes de o universo atingir aproximadamente dois bilhões de anos;
- Desde então, diversas explicações foram propostas para sua natureza. Uma delas sugeria que poderiam ser “estrelas de buraco negro”, ou seja, buracos negros cercados por extensas nuvens de gás e poeira.
A nova pesquisa apresenta outra possibilidade: esses objetos poderiam ser aglomerados globulares em formação, contendo uma estrela supermassiva em seu centro. Esse tipo hipotético de estrela teria entre mil e dez mil vezes a massa do Sol e uma vida extremamente curta, mas produziria uma aparência semelhante à dos Pequenos Pontos Vermelhos observados pelo telescópio.
“Estes podem não ser apenas uma estranha nova população do JWST sem conexão com o universo que nos cerca hoje”, afirmou o líder da pesquisa, John Chisholm, da Universidade do Texas em Austin (EUA). “Em vez disso, os Pequenos Pontos Vermelhos podem persistir para além do universo primitivo, evoluindo para algo relativamente familiar.”
Segundo Chisholm, “os Pequenos Pontos Vermelhos poderiam ser galáxias, poderiam envolver buracos negros, ou poderiam ser algo ainda mais inesperado. Nosso trabalho mostra que a formação de aglomerados globulares com estrelas supermassivas deve fazer parte dessa conversa.”
Aglomerados globulares ainda guardam mistérios
Os aglomerados globulares são encontrados principalmente em grandes galáxias e podem reunir milhões de estrelas antigas em regiões extremamente compactas.
A Via Láctea abriga pelo menos 150 desses aglomerados. Apesar de serem objetos bem conhecidos pelos astrônomos, sua origem continua sendo motivo de debate científico.
Segundo Danielle Berg, também da Universidade do Texas em Austin, os pesquisadores normalmente observam esses aglomerados após bilhões de anos de evolução.
“Normalmente os vemos [os aglomerados globulares] após bilhões de anos de evolução, em um momento em que suas estrelas massivas já desapareceram, seu gás foi disperso e processos dinâmicos alteraram suas massas e estruturas. Isso torna muito difícil reconstruir as condições originais em que se formaram.”
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Química incomum pode ser explicada por estrelas supermassivas
Os cientistas acreditam que as estrelas presentes nos aglomerados globulares se formaram aproximadamente na mesma época, durante os primeiros estágios do universo. Naquele período, o cosmos era composto principalmente por hidrogênio, hélio e pequenas quantidades de elementos mais pesados — chamados de metais pelos astrônomos.
Entretanto, muitas estrelas desses aglomerados apresentam uma composição química incomum. Elas possuem abundância de hélio e de elementos, como nitrogênio, sódio e alumínio, enquanto exibem níveis menores do que o esperado de carbono, oxigênio e magnésio.
Segundo Mike Boylan-Kolchin, integrante da equipe, essa assinatura química sugere condições extremas de fusão nuclear.
“Esse padrão específico indica fusão nuclear em temperaturas muito altas, muito mais elevadas do que nos núcleos de estrelas normais, até mesmo massivas. Uma estrela supermassiva é precisamente o tipo de ambiente que poderia produzir essa combinação.”

Estrelas gigantes teriam vida curta
De acordo com o modelo proposto pelos pesquisadores, essas estrelas supermassivas surgiriam em ambientes extremamente densos durante a formação dos primeiros aglomerados globulares, onde colisões e fusões entre estrelas ocorreriam repetidamente.
Embora gigantescas, elas viveriam apenas cerca de um milhão de anos — um período muito curto quando comparado aos 4,6 bilhões de anos de idade do Sol. Mesmo com essa existência breve, essas estrelas conseguiriam produzir os elementos químicos necessários para explicar a composição observada atualmente nos aglomerados globulares.
Após morrerem em explosões de supernova, esses elementos seriam lançados ao espaço e utilizados na formação de novas gerações de estrelas.
Segundo Chisholm, isso também explicaria o desaparecimento dos Pequenos Pontos Vermelhos. “Em nosso modelo, a estrela supermassiva que ajuda a fazer o objeto parecer um Pequeno Ponto Vermelho viveria por pouco tempo. Uma vez que essa estrela morre, o objeto pode não se parecer mais com um Pequeno Ponto Vermelho, mesmo que o próprio aglomerado sobreviva por bilhões de anos.”
Distribuição e época reforçam hipótese
Além da composição química, os pesquisadores identificaram outros indícios que podem conectar os Pequenos Pontos Vermelhos aos aglomerados globulares. Segundo a equipe, a distribuição desses objetos no universo primitivo corresponde à distribuição observada atualmente para os aglomerados globulares.
Os modelos de evolução também indicam que as massas estimadas dos Pequenos Pontos Vermelhos poderiam evoluir naturalmente até atingir as massas dos aglomerados globulares existentes hoje.
Outro fator considerado importante é o momento em que esses objetos aparecem. Os Pequenos Pontos Vermelhos surgem cerca de 600 milhões de anos após o Big Bang, período que coincide com as estimativas para o início da formação dos aglomerados globulares.
Apesar das evidências, os pesquisadores ressaltam que a hipótese ainda não foi confirmada. “Não há, neste momento, uma prova definitiva de que os Pequenos Pontos Vermelhos sejam aglomerados globulares, mas isso explicaria muitas observações diversas e surpreendentes”, afirmou Boylan-Kolchin.
O estudo está disponível em versão preliminar no repositório científico arXiv, o que significa que seus resultados ainda não passaram pelo processo de revisão por pares.
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Astronautas da NASA votam nas eleições dos EUA a mais de 400 km da Terra

Estar a mais de 400 quilômetros da Terra não impediu três astronautas estadunidenses de participar das eleições legislativas dos Estados Unidos nesta terça-feira (3). A bordo da Estação Espacial Internacional (ISS, na sigla em inglês), Anil Menon, Jessica Watkins e Luke Delaney preencheram cédulas eletrônicas e enviaram seus votos às autoridades eleitorais em Harris County, no Texas (EUA).
A participação foi confirmada por Menon em publicação nas redes sociais. Em vídeo, o astronauta mostrou o pequeno compartimento onde dorme e que também serviu como cabine de votação. Com um computador, ele preencheu o formulário eletrônico e encaminhou a cédula de volta à Terra.
“Sim, você pode até votar do espaço! Todos os três tripulantes americanos tiveram o privilégio de votar a bordo da estação espacial. Preenchemos uma cédula eletrônica e a enviamos com segurança às autoridades eleitorais”, escreveu Menon.
Como funciona o voto dos astronautas?
O procedimento começa antes mesmo da votação. Assim como outros estadunidenses que estão longe de suas residências, os astronautas podem solicitar uma cédula de votação ausente por meio de formulário federal chamado Federal Post Card Application.
Depois de receber o documento em formato eletrônico, o tripulante pode preenchê-lo a bordo da estação espacial e enviá-lo de volta à Terra pela infraestrutura de comunicação da NASA.
O caminho envolve diferentes etapas:
- O astronauta preenche a cédula eletrônica em seu computador na ISS;
- O documento é transmitido pelo sistema de satélites de comunicação da NASA até uma antena terrestre no White Sands Test Facility, no Novo México (EUA);
- A agência encaminha o arquivo ao Centro Espacial Johnson, em Houston, no Texas (EUA);
- O documento chega ao cartório eleitoral responsável pelo registro do astronauta, onde o voto é processado.
A segurança também faz parte do procedimento. Segundo a NASA, a cédula é criptografada e só pode ser acessada pelo astronauta e pelo funcionário eleitoral responsável por recebê-la.

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Votar do espaço é possível desde 1997
A possibilidade de participar de eleições diretamente do espaço existe há quase três décadas. Em 1997, o Texas aprovou lei que permitiu aos astronautas registrados no Estado votar eletronicamente durante missões espaciais.
Naquele mesmo ano, David Wolf se tornou o primeiro estadunidense a votar fora da Terra. Ele estava a bordo da estação espacial russa Mir, antes mesmo da chegada dos primeiros tripulantes à ISS, em novembro de 2000.
A concentração de domicílios eleitorais de astronautas no Texas tem explicação prática: o Estado abriga o Centro Espacial Johnson, em Houston, responsável pelo treinamento e pelo suporte às missões tripuladas da NASA.
Desde então, o procedimento permite que profissionais em missões de longa duração mantenham o direito de participar das eleições estadunidenses, mesmo quando estão em órbita.
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WhatsApp ganha função que transforma números, endereços e datas em atalhos

O WhatsApp está liberando recurso que promete facilitar tarefas comuns do dia a dia. A novidade identifica automaticamente números de telefone, datas, horários, endereços e e-mails compartilhados em conversas e oferece atalhos para interagir com essas informações sem precisar sair do aplicativo.
Chamado de message text actions (ações de texto em mensagens), o recurso está em distribuição gradual para usuários de celulares Android e iPhone. A novidade foi identificada pelo site especializado WABetaInfo em versões recentes do aplicativo.
Como funcionam as ações de texto do WhatsApp?
Quando o aplicativo reconhece uma informação compatível, ele exibe um sublinhado pontilhado abaixo do trecho. Ao tocar no texto destacado, o usuário abre um menu com opções relacionadas ao conteúdo identificado.
O recurso funciona tanto em mensagens recebidas quanto nas enviadas. O menu também mostra o trecho reconhecido, permitindo conferir se o WhatsApp identificou corretamente a informação. Caso não queira utilizar nenhuma das sugestões, basta ignorar o destaque e continuar a conversa normalmente.
As opções variam de acordo com o tipo de conteúdo:
- Números de telefone: permitem copiar o número, adicioná-lo à lista de contatos ou fazer uma ligação pela operadora. No caso de números comerciais, também pode aparecer a opção de consultar informações da empresa;
- Datas e horários: oferecem a possibilidade de copiar os dados, adicioná-los à agenda do aparelho ou criar um evento diretamente no WhatsApp;
- Endereços: podem ser copiados ou abertos em um aplicativo de mapas;
- E-mails: permitem copiar o endereço ou abrir o aplicativo de correio eletrônico para iniciar uma mensagem.
Algumas dessas opções já existiam em versões anteriores do WhatsApp. A mudança está em reuni-las em um menu contextual, facilitando o acesso às ações disponíveis.

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Recurso não compromete a criptografia das conversas
Outro detalhe destacado pelo WABetaInfo diz respeito à privacidade. Segundo o site, o reconhecimento dos textos acontece diretamente no dispositivo, por meio de expressões regulares — padrões usados para identificar formatos específicos de informação.
Nesse processo, o conteúdo das mensagens e as sugestões de ações não são enviados aos servidores do WhatsApp. O site afirma que, por isso, a novidade não interfere na criptografia de ponta a ponta das conversas.
O aplicativo também permite avaliar as sugestões. Depois de selecionar uma ação, o usuário pode indicar se ela foi útil ou não. Caso a identificação esteja incorreta ou a opção seja desnecessária, é possível fornecer esse feedback. De acordo com o WABetaInfo, essa avaliação envia apenas um sinal à plataforma, sem compartilhar o conteúdo da mensagem.
Quando o recurso chega a todos?
As ações de texto estão sendo liberadas gradualmente para alguns usuários das versões mais recentes do WhatsApp para Android e iOS. Isso significa que nem todos encontrarão os sublinhados pontilhados imediatamente, mesmo que tenham atualizado o aplicativo.
O WABetaInfo informa que a distribuição deve alcançar mais contas nas próximas semanas. Até o momento, porém, o WhatsApp não anunciou uma data para disponibilizar a novidade a todos os usuários.
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OpenAI amplia restrições do ChatGPT sobre armas e violência para crianças e adolescentes

A OpenAI anunciou restrições para respostas do ChatGPT sobre armas de fogo e violência. As mudanças incluem limites adicionais para adolescentes, alterações nas respostas sobre ataques em massa e mecanismos para identificar conversas que possam indicar risco real de violência.
As medidas foram apresentadas pela empresa na sexta-feira (30), como parte de uma revisão de seus procedimentos de segurança. Além de restringir determinados conteúdos, a OpenAI pretende aprimorar a análise do contexto das conversas e ampliar a comunicação de situações consideradas ameaçadoras às autoridades. As mudanças abrangem todos os usuários, mas preveem proteções específicas para menores de 18 anos.
Uma das iniciativas anunciadas é a criação de um Relatório de Segurança da Comunidade, que deverá reunir informações sobre a identificação de ameaças, os procedimentos adotados diante de comportamentos preocupantes e a eficácia das medidas de prevenção. A primeira edição está prevista para o início de 2027 e apresentará dados referentes ao segundo semestre de 2026.

A OpenAI informou ainda que realizou mais de 200 comunicações às autoridades policiais durante o terceiro trimestre de 2026. Os encaminhamentos ocorreram em casos avaliados como ameaças potencialmente graves. Para analisar situações complexas, a empresa afirma contar também com especialistas em saúde mental e comportamento, além de considerar a atuação de familiares e órgãos públicos.
Restrições também atingem usuários adultos
As mudanças não se limitam às contas de adolescentes. O ChatGPT passará a oferecer respostas menos detalhadas sobre ataques em massa que já aconteceram e sobre as pessoas responsáveis por esses episódios. A medida pretende evitar que informações disponíveis publicamente sejam reunidas de forma a facilitar a reprodução de atos violentos ou ampliar a notoriedade dos autores.
O sistema deverá restringir reconstruções detalhadas desses acontecimentos, incluindo informações sobre as armas e os equipamentos utilizados, como foram obtidos e comparações sobre a dimensão dos danos provocados. Segundo a OpenAI, esse tipo de conteúdo pode transformar os responsáveis pelos ataques em figuras de destaque e fornecer referências que favoreçam a imitação.
Isso não significa que os episódios deixarão de poder ser discutidos na plataforma. Os usuários ainda poderão pedir explicações sobre o que aconteceu, os impactos para vítimas e comunidades e os sinais que ajudam a reconhecer situações de risco. A restrição será direcionada principalmente a detalhes operacionais que possam contribuir para o planejamento ou a execução de novos ataques.

ChatGPT poderá interromper conversas
Outra mudança envolve a análise do contexto das interações. Uma pergunta que parece comum quando considerada isoladamente pode adquirir outro significado depois de mensagens anteriores com sinais de intenção violenta. Por isso, a empresa pretende aprimorar os mecanismos que levam em conta conversas recentes para decidir quando limitar informações que poderiam ser usadas de maneira prejudicial.
Se o sistema identificar sinais de que uma pessoa está obcecada por violência ou pela ideia de ferir gravemente alguém, poderá encerrar automaticamente a conversa. A medida busca interromper interações consideradas preocupantes. Caso ocorram vários encerramentos pelo mesmo motivo, a conta poderá ser temporariamente suspensa, segundo as regras anunciadas pela empresa.
Adolescentes terão limites adicionais sobre armas
Para usuários menores de 18 anos, as restrições serão mais abrangentes. Mesmo quando uma pergunta sobre armas parecer inofensiva e não apresentar sinais evidentes de intenção violenta, o ChatGPT deverá limitar o acesso a determinadas informações práticas que possam ser utilizadas indevidamente. A mudança amplia as proteções já existentes para essa faixa etária.
As regras anteriores já proibiam fornecer orientações para planejar ou executar atos violentos e restringiam a ajuda a adolescentes na procura ou obtenção de armas. Agora, também deverão ser limitadas informações práticas sobre armamentos e sistemas de segurança que possam facilitar a violência, ainda que a conversa não indique uma intenção explícita de causar danos.
Os adolescentes continuarão podendo usar o ChatGPT para buscar informações sobre prevenção da violência, pedir apoio e encontrar maneiras de se conectar com um adulto de confiança. A distinção, segundo a empresa, é entre conteúdos que ajudam a compreender ou evitar situações perigosas e orientações práticas que possam ser aproveitadas para facilitar ações violentas.
Para aplicar essas proteções, a OpenAI utiliza um sistema de previsão de idade que considera diferentes sinais, entre eles padrões de comportamento durante o uso da plataforma. A empresa afirma ter aprimorado a ferramenta para avaliar continuamente novos sinais e direcionar usuários que possam ter menos de 18 anos à experiência com proteções específicas.
Se um adulto for classificado incorretamente como adolescente, poderá confirmar que tem mais de 18 anos por meio da Persona, empresa parceira responsável pela verificação de idade. Após a confirmação, será possível retirar as proteções adicionais destinadas a menores.

Controles parentais também serão ampliados
As mudanças também envolvem os controles parentais, que permitem vincular a conta de um responsável à de um adolescente e administrar determinadas configurações de segurança. Nas contas conectadas, a OpenAI já prevê alertas quando revisores treinados identificam preocupações graves relacionadas à automutilação ou a comportamentos que podem estar associados a transtornos alimentares.
Em julho de 2026, a empresa ampliou esses avisos para incluir situações em que a conta de um adolescente é desativada por violar as políticas sobre violência. Agora, pretende implementar notificações aos responsáveis quando uma conta for temporariamente suspensa após conversas repetidas sobre esse tema.
As novas proteções começarão a ser implementadas nas próximas semanas, segundo a OpenAI. A empresa afirma que continuará ajustando os sistemas para reconhecer sinais de alerta e decidir quando limitar respostas ou interromper conversas. O comunicado ressalta que a violência tem causas complexas e que as ferramentas digitais devem atuar em conjunto com familiares, profissionais e autoridades.
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