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Quais são as fobias mais comuns do mundo?

Redação Informe ES

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As fobias mais comuns afetam milhões de pessoas em todo o mundo e se manifestam como medos intensos e irracionais diante de objetos, situações ou seres vivos específicos.

Embora seja normal sentir medo em certas circunstâncias, a fobia vai além: ela interfere na rotina, nas escolhas e na saúde emocional de quem convive com esse transtorno.

Segundo a American Psychiatric Association, as fobias são classificadas como transtornos de ansiedade e podem ser divididas em três categorias principais: fobias específicas, fobia social (transtorno de ansiedade social) e agorafobia.

Essas condições podem causar sofrimento significativo e impactar negativamente a qualidade de vida das pessoas afetadas.

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Compreender as fobias mais comuns ajuda não apenas a identificar sinais precoces, mas também a combater estigmas sobre a saúde mental.

Algumas dessas fobias têm origem evolutiva, como o medo de alturas ou de animais peçonhentos, enquanto outras estão relacionadas a experiências traumáticas ou a influências culturais. Confira abaixo uma lista das fobias mais comuns do mundo.

As fobias mais comuns diagnosticadas no mundo

As fobias mais comuns do mundo
As fobias podem causar sintomas físicos no corpo, como coração acelerado, náuseas, tremores, falta de ar, além de outros sintomas que, se identificados, dever ser investigados por um profissional da saúde (Imagem: PeopleImages.com – Yuri A / Shutterstock)

Acrofobia – Medo de alturas

A acrofobia é uma das fobias mais comuns e se caracteriza pelo medo extremo de lugares altos, como escadas, varandas ou montanhas. Pessoas com essa condição podem experimentar vertigem, sudorese e até crises de pânico ao se aproximar de alturas.

Aracnofobia – Medo de aranhas

Muito difundida ao redor do mundo, a aracnofobia é o medo exagerado de aranhas, mesmo quando elas não representam uma ameaça real. Essa fobia pode ser tão intensa que apenas uma imagem do animal já desencadeia reações físicas.

Claustrofobia – Medo de espaços fechados

A claustrofobia causa pânico em ambientes confinados, como elevadores, túneis ou salas sem janelas. A sensação de estar preso ou sem possibilidade de fuga é o gatilho para essa fobia, que é amplamente conhecida.

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Agorafobia – Medo de espaços abertos ou multidões

Agora fobia é uma das fobias mais comuns do mundo
Pessoas com agorafobia tendem a viver isoladas o que afeta severamente suas relações interpessoais (Imagem: PeopleImages.com – Yuri A / Shutterstock)

Diferente do que o nome pode sugerir, a agorafobia geralmente ocorre quando o indivíduo tem um medo surreal de sair de casa, considerando coisas ruins que podem acontecer. Nisso, a ideia de entrar em veículos de transporte (carros, ônibus, metrô) e até a de comparecer a lugares públicos torna-se aterrorizante.

Quando a pessoa é forçada ou força-se a enfrentar esse medo, há muitos sintomas físicos que a acometem, como ataques de pânico, dores de cabeça e mais.

Ofidiofobia – Medo de cobras

A ofidiofobia é o medo irracional de cobras e está entre as fobias mais comuns do mundo, mesmo em regiões onde esses répteis são raros. Assim como a aracnofobia, pode ter origens evolutivas associadas à autoproteção.

Cinofobia – Medo de cães

Embora os cães sejam considerados os melhores amigos do ser humano, quem sofre de cinofobia sente pânico diante desses animais, mesmo quando são dóceis. Muitas vezes, a fobia está ligada a episódios traumáticos envolvendo mordidas ou perseguições.

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Misofobia – Medo de germes ou sujeira

A misofobia se manifesta como um medo constante de contaminação, levando a comportamentos compulsivos de limpeza ou evitação de contato físico com outras pessoas. É frequentemente associada ao transtorno obsessivo-compulsivo (TOC).

Tanatofobia – Medo da morte

Tanatofobia - medo da morte.
O desejo por querer ter filhos ou ser famoso, também podem estar relacionados a esse Tanatofobia, já que ambos são simbolicamente formas de imortalidade, de forma indireta (Imagem: marcogarrincha / Shutterstock)

A tanatofobia é o medo constante e angustiante da própria morte ou da morte de entes queridos. Pode estar relacionada a questões existenciais, crenças religiosas ou traumas, e é uma das fobias mais profundas do ponto de vista psicológico.

Tripofobia – Medo de padrões com buracos

A tripofobia não é oficialmente reconhecida por todos os manuais psiquiátricos, mas milhões relatam desconforto extremo ao ver padrões repetitivos de buracos ou cavidades, como colmeias, sementes de lótus ou esponjas.

Hemofobia – Medo de sangue

Pessoas com hemofobia podem desmaiar ou sentir náuseas ao ver sangue, mesmo em pequenas quantidades. Essa fobia é especialmente desafiadora para quem trabalha em ambientes hospitalares ou de primeiros socorros.

As informações presentes neste texto têm caráter informativo e não substituem a orientação de profissionais de saúde. Consulte um médico ou especialista para avaliar o seu caso.

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Tornado em São José dos Pinhais atinge 180 km/h

Redação Informe ES

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Um tornado que atingiu São José dos Pinhais, na Região Metropolitana de Curitiba, no sábado (10), teve seus ventos classificados como F2 na Escala Fujita, alcançando a velocidade de 180 km/h. A informação foi divulgada pelo Sistema de Tecnologia e Monitoramento Ambiental do Paraná (Simepar).

De acordo com o Simepar, a intensidade do fenômeno foi categorizada como F2, em uma escala que vai até F5. O meteorologista Leonardo Furlan explicou que essa classificação se aplica a tornados com ventos entre 180 km/h e 220 km/h. O percurso do tornado foi de aproximadamente 1 km, com o funil não tocando o solo continuamente.

Danos incluíram quedas de árvores, desabamento de muros e a queda de telhado e pilares (Imagem: Simepar)

A Escala Fujita é o método utilizado no Brasil para avaliar a gravidade de tornados, baseando-se na extensão e intensidade dos danos provocados. Quanto maior a destruição, mais alta é a categoria atribuída ao evento. As informações são do G1.

Furlan descreveu o tornado como “relativamente estreito, pequeno em extensão horizontal, mas que provocou danos significativos”. Ele ressaltou que os estragos foram pontuais, ocorrendo apenas nos momentos em que a nuvem funil interagia diretamente com o solo.

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Trajeto da tempestade e impactos

A célula de tempestade mais severa teve início no final da tarde, desenvolvendo-se sobre Almirante Tamandaré e Colombo. Em seguida, deslocou-se sobre Curitiba, onde causou ventos intensos, que se aproximaram de 70 km/h, e precipitação de granizo, resultando na queda de pelo menos 57 árvores. Posteriormente, a mesma célula avançou até São José dos Pinhais, antes de seguir em direção ao Litoral paranaense, provocando fortes tempestades em regiões como Guaratuba e Matinhos.

O Simepar explicou que a instabilidade no Paraná no sábado (10) foi resultado da combinação de calor, umidade e a influência de um sistema de baixa pressão que se formou entre o Uruguai e o Rio Grande do Sul, mas que se deslocou para o oceano. A alteração nos ventos em altitude também contribuiu para a ocorrência de chuvas e tempestades em todo o Leste do estado.

Momento registrado pelo radar em que o tornado atinge São José dos Pinhais no sábado (10) (Imagem: Simepar)

O meteorologista Reinaldo Kneib complementou que a formação de um ciclone extratropical, atuando entre o Uruguai e o Rio Grande do Sul, embora não tenha passado pelo Paraná, intensificou a instabilidade no estado. Ele detalhou que “a combinação de calor e umidade favorece as chuvas de verão, aquelas chuvas rápidas no período da tarde. Algumas vezes elas vêm associadas com queda de granizo, rajadas de vento moderados e ocasionalmente fortes, e bastante incidência de raios”.

Durante o domingo (11), a área de baixa pressão se afastou em direção ao oceano, mas a previsão indicava a manutenção de altos índices de instabilidade, com temporais, chuvas, raios e ventos fortes em grande parte do Paraná.

Consequências e resposta das autoridades

Em São José dos Pinhais, o tornado causou estragos significativos, especialmente no bairro Guatupê. A Defesa Civil Estadual informou que 350 residências foram atingidas. Os danos incluíram quedas de árvores, problemas na rede elétrica, desabamento de muros e a queda de telhado e pilares de uma empresa.

Duas famílias ficaram desalojadas. Para prestar auxílio aos moradores afetados, equipes dos bombeiros e da Defesa Civil distribuíram 92 lonas na região.

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Nuvens de tempestade
Tempestade severa teve início no final da tarde de sábado (10) (Imagem: PillerG/Shutterstock)

A Prefeitura de São José dos Pinhais, em nota, comunicou que está atuando no atendimento às ocorrências e realizando vistorias técnicas para avaliar riscos estruturais e definir as medidas necessárias para garantir a segurança dos moradores.

A Escala Fujita (F)

De acordo com o Serviço Meteorológico Nacional dos Estados Unidos (NWS), a análise é feita a partir dos estragos deixados pelo tornado. Especialistas avaliam estruturas danificadas, como casas, galpões, árvores e postes, para estimar a velocidade do vento que agiu no local por, no mínimo, três segundos. Com base nessa estimativa, o tornado recebe sua classificação.

  • F0: Ventos entre 65 km/h e 116 km/h — Danos leves
  • F1: Ventos entre 116 km/h e 180 km/h — Danos moderados
  • F2: Ventos entre 180 km/h e 253 km/h — Danos consideráveis
  • F3: Ventos entre 253 km/h e 332 km/h — Danos severos
  • F4: Ventos entre 332 km/h e 418 km/h — Danos devastadores
  • F5: Ventos entre 418 km/h e 511 km/h — Destruição extrema

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Resultado da Quina de hoje: veja números e ganhadores do concurso 6924

Redação Informe ES

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  • Quer saber resultados de todas as loterias? Clique aqui

O sorteio do concurso 6924 da Quina aconteceu na noite deste sábado (10), às 21h. O prêmio desta loteria estava estimado em R$ 3,3 milhões.

Os números sorteados da Quina 6924 foram: 04 – 13 – 49 – 52 – 66.

Resultado da Quina 6924

Confira os números sorteados da Quina de hoje e descubra se o prêmio milionário acumulou ou se teve ganhadores. Em seguida, explore os últimos resultados e as informações sobre o próximo sorteio.

A Quina de hoje acumulou?

A estimativa de prêmio do próximo concurso da Quina é de R$ 2,3 milhões.

Qual é o último resultado da Quina?

O resultado da Quina 6923 desta sexta-feira (9) é: 18 – 34 – 41 – 57 – 63.

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Quando é o próximo sorteio da Quina?

próximo sorteio é o 6925 e ele acontece nesta segunda-feira, 12 de janeiro de 2026.

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  • 5 sites para escolher números para Mega Sena
  • Como apostar na loteria europeia que paga milhões de euros

Últimos resultados da Quina

Os dez últimos resultados dos sorteios da Quina foram:

  • Quina 6923 (09/01/2026): 18 – 34 – 41 – 57 – 63
  • Quina 6922 (08/01/2026): 16 – 26 – 36 – 51 – 56
  • Quina 6921 (07/01/2026): 26 – 50 – 69 – 74 – 77
  • Quina 6920 (06/01/2026): 04 – 28 – 34 – 42 – 47
  • Quina 6919 (05/01/2026): 04 – 06 – 09 – 26 – 64
  • Quina 6918 (03/01/2026): 09 – 21 – 24 – 63 – 69
  • Quina 6917 (02/01/2026): 11 – 15 – 29 – 48 – 57
  • Quina 6916 (01/01/2026): 08 – 54 – 58 – 72 – 76
  • Quina 6915 (30/12/2025): 05 – 19 – 21 – 51 – 66
  • Quina 6914 (29/12/2025): 25 – 41 – 48 – 49 – 66

Como resgatar o prêmio da Quina

Ao ganhar na Quina, o processo de resgate do seu prêmio é simples e se diferencia principalmente pelo valor a ser recebido. Você tem a opção de fazer o resgate em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa.

Veja como funciona:

  • Para prêmios brutos de até R$ 2.428,79: você pode receber seu prêmio em qualquer casa lotérica credenciada ou nas agências da Caixa. Aqui, os ganhadores que apostaram online também podem resgatar o prêmio via transferência ao Mercado Pago.
  • Para prêmios brutos a partir de R$ 2.428,80: o pagamento é realizado somente nas agências da Caixa. Será necessário apresentar seu comprovante de identidade original com CPF e o recibo de aposta original e premiado.
  • Para prêmios de R$ 10.000,00 ou mais: esses valores são pagos em até dois dias úteis. O prazo começa a contar a partir da apresentação em uma Agência da Caixa.

Quais os dias de sorteio da Quina?

Os sorteios da Quina acontecem 6 vezes por semana. Eles ocorrem de segunda a sábado.

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Qual o horário do sorteio da Quina?

O sorteio ocorre às 21h (horário de Brasília).

Onde assistir ao sorteio ao vivo da Quina?

sorteio é transmitido pela RedeTV! online e também na TV e pelo perfil da Caixa no YouTube e Facebook.

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Como jogar na Quina?

A aposta simples consiste em marcar 5 números entre os 80 disponíveis.

Até que horas é possível apostar na Quina?

As apostas poderão ser feitas até as 20h do mesmo dia do sorteio.

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Com quantos números se ganha na Quina?

O apostador leva prêmio em dinheiro se acerta a partir de 2 números (duque). Ele também ganha com 3 números (terno), 4 números (quadra) e 5 números sorteados.

Quantos números posso escolher para apostar na Quina?

No volante, seja em papel ou digital, há 80 números disponíveis. A menor aposta possível é escolher 5 números e custa R$ 3. Quanto mais números você escolher, maior será sua chance de ganhar.

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Tecnologia

10 formas de abaixar a temperatura da GPU sem trocar a pasta térmica

Redação Informe ES

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Manter a temperatura da placa de vídeo sob controle é uma preocupação comum entre jogadores, criadores de conteúdo e qualquer pessoa que use o PC para tarefas mais exigentes. Quando a GPU trabalha acima do ideal, o desempenho pode cair, ruídos aumentam e o risco de desgaste prematuro dos componentes se torna maior. Nem sempre, porém, o problema está relacionado à pasta térmica.

Muitas vezes, temperaturas elevadas são consequência de fatores externos, como fluxo de ar inadequado, configurações mal ajustadas ou acúmulo de poeira. Nessas situações, trocar a pasta térmica pode até ajudar, mas não resolve a causa principal do aquecimento. Felizmente, existem diversas formas de reduzir a temperatura da GPU sem precisar desmontar a placa de vídeo.

A seguir, você confere métodos práticos e eficazes para diminuir o aquecimento da placa de vídeo, melhorar a estabilidade do sistema e prolongar a vida útil do hardware, tudo isso sem mexer na pasta térmica.

10 formas de abaixar a temperatura da placa de vídeo sem trocar a pasta térmica

Antes de partir para soluções mais complexas, vale entender que pequenas mudanças no uso, no ambiente e nas configurações do sistema já podem gerar uma diferença significativa na temperatura da GPU. Muitas dessas ações são simples, acessíveis e não exigem conhecimento técnico avançado.

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Melhorar o fluxo de ar do gabinete

Um fluxo de ar inadequado é uma das principais causas de superaquecimento da GPU. Quando o ar quente fica preso dentro do gabinete, a placa de vídeo acaba reutilizando esse ar aquecido, o que eleva rapidamente a temperatura durante jogos ou tarefas pesadas.

Existem diversas formas de reduzir a temperatura da GPU sem precisar desmontar a placa de vídeo. (Imagem: Vershinin89/Shutterstock)

Organizar os cabos, posicionar corretamente as ventoinhas e garantir entradas e saídas de ar eficientes ajuda a manter o interior do gabinete mais ventilado. Esse ajuste simples pode resultar em quedas significativas na temperatura da placa de vídeo.

Limpar poeira acumulada

Com o tempo, poeira se acumula nas ventoinhas, dissipadores e filtros do gabinete, dificultando a troca de calor. Esse acúmulo faz com que a GPU precise trabalhar mais para se resfriar, aumentando a temperatura e o ruído das ventoinhas.

Uma limpeza periódica, feita com cuidado e ferramentas adequadas, melhora a circulação de ar e ajuda os componentes a dissiparem calor de forma mais eficiente. Em muitos casos, apenas essa medida já traz resultados perceptíveis.

Ajustar a curva das ventoinhas da GPU

As placas de vídeo possuem curvas automáticas de ventoinha que priorizam silêncio em vez de refrigeração máxima. Ajustar manualmente essa curva permite que as ventoinhas aumentem a rotação mais cedo, ajudando a reduzir a temperatura durante cargas mais altas.

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Esse ajuste pode ser feito por softwares do próprio fabricante ou ferramentas especializadas. Embora o ruído aumente um pouco, o ganho térmico costuma compensar, principalmente em sessões longas de uso intenso.

Leia mais:

  • Quando comprar uma placa de vídeo (GPU) nova?
  • Como entender as especificações de uma placa de vídeo?
  • 4 motivos para você comprar uma pasta térmica de qualidade para o PC

Reduzir o consumo de energia (undervolting)

O undervolting consiste em reduzir a tensão fornecida à GPU sem comprometer o desempenho. Menos energia significa menos calor gerado, o que ajuda a manter temperaturas mais baixas mesmo sob carga.

Uma limpeza periódica, feita com cuidado e ferramentas adequadas, melhora a circulação de ar e ajuda os componentes a dissiparem calor de forma mais eficiente. (Imagem: aileenchik/Shutterstock)

Quando feito corretamente, o undervolting pode reduzir vários graus na temperatura da placa sem perda perceptível de performance. É uma solução bastante popular entre usuários mais experientes, mas acessível com tutoriais e cuidado.

Diminuir levemente o clock da GPU

Reduzir um pouco a frequência da GPU pode ajudar a controlar o aquecimento, ainda mais em placas que já operam próximas do limite térmico. Essa redução costuma ter impacto mínimo no desempenho em jogos, mas traz ganhos térmicos relevantes.

Essa abordagem é útil para quem prioriza estabilidade e temperaturas mais baixas, principalmente em ambientes quentes ou gabinetes com ventilação limitada.

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Evitar jogar ou renderizar em ambientes muito quentes

A temperatura ambiente influencia diretamente a eficiência do resfriamento da GPU. Quanto mais quente o local, mais difícil é dissipar o calor gerado pela placa de vídeo durante o uso intenso.

Sempre que possível, manter o ambiente bem ventilado ou climatizado ajuda a reduzir a temperatura geral do sistema. Em dias muito quentes, limitar sessões longas de uso pesado também pode fazer diferença.

Atualizar drivers da placa de vídeo

Drivers atualizados podem trazer melhorias na gestão de energia e temperatura da GPU e, por isso, fabricantes frequentemente ajustam o comportamento térmico das placas por meio de otimizações de software.

Placa de vídeo EVGA GeForce RTX 3090 FTW3 Ultra
Sempre que possível, manter o ambiente bem ventilado ou climatizado ajuda a reduzir a temperatura geral do sistema. (Imagem: Desintegrator/Shutterstock)

Manter os drivers em dia garante que a placa de vídeo esteja operando da forma mais eficiente possível, aproveitando ajustes recentes que podem reduzir o aquecimento em determinados cenários.

Reduzir configurações gráficas nos jogos

Configurações gráficas muito altas exigem mais da GPU, elevando o consumo de energia e a geração de calor. Ajustar opções como sombras, resolução e efeitos avançados pode aliviar a carga térmica sem comprometer tanto a experiência visual.

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Esse equilíbrio é muito útil para jogos mais pesados, onde pequenas reduções gráficas resultam em temperaturas mais controladas e desempenho mais estável.

Usar suporte ou base com ventoinhas

Bases com ventoinhas adicionais ajudam a melhorar o fluxo de ar ao redor da GPU, principalmente em gabinetes menores ou com ventilação limitada. Embora não substituam um bom sistema interno de refrigeração, elas podem complementar o resfriamento.

Esse tipo de acessório é fácil de instalar e pode reduzir alguns graus na temperatura, ainda mais em setups mais compactos.

Monitorar constantemente a temperatura da GPU

Acompanhar a temperatura da GPU em tempo real ajuda a identificar padrões de aquecimento e momentos críticos. Com esse monitoramento, é possível ajustar configurações, ventoinhas ou hábitos de uso antes que o problema se agrave.

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Acompanhar a temperatura da GPU em tempo real ajuda a identificar padrões de aquecimento e momentos críticos. (Imagem: Andrei Ka/Shutterstock)

Ferramentas de monitoramento permitem entender melhor como a placa se comporta em diferentes situações, facilitando a aplicação das soluções corretas para manter a temperatura sob controle.

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