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Edital para implantação da Ciclovia da Vida na Rodovia do Sol é publicado pela Semobi

Redação Informe ES

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A Secretaria de Mobilidade e Infraestrutura (Semobi) publicou, nesta segunda-feira (22), o edital de licitação para as obras de implantação de 23 quilômetros de ciclovia na Rodovia do Sol, um dos maiores projetos de mobilidade ativa e sustentável do Espírito Santo. A sessão pública da licitação está marcada para o dia 30 de março de 2026, às 10 horas, com investimento de até R$ 72,8 milhões.

O edital contempla obras na Rodovia do Sol, no trecho que vai do km 17, na região de Terra Vermelha, em Vila Velha, ao km 40, em Setiba, no município de Guarapari. A estrutura prevista segue padrão moderno de infraestrutura cicloviária, com foco em conforto, segurança e acessibilidade, incluindo pontos de apoio ao ciclista, quatro travessias áreas para ciclistas e a reurbanização da antiga praça de pedágio, em Guarapari.

O projeto integra a estratégia do Governo do Estado de promover uma mobilidade conectada, eficiente e sustentável, ampliando a infraestrutura cicloviária e fortalecendo a integração entre os municípios da Região Metropolitana da Grande Vitória. A iniciativa tem como foco a promoção da mobilidade ativa, a integração dos centros urbanos, o estímulo à saúde, ao lazer e ao bem-estar da população, além do incentivo ao turismo sustentável.

Para o secretário de Estado de Mobilidade e Infraestrutura, Fábio Damasceno, o projeto representa um avanço na forma como a mobilidade é pensada no Espírito Santo. “Queremos ampliar a segurança e o conforto para quem utiliza a bicicleta, incentivar seu uso como meio de transporte no dia a dia e valorizar os espaços urbanos. Iremos realizar 23 km de ciclovia anexa à Rodovia do Sol, com travessias seguras, pontos de apoio para que os ciclistas possam descansar, que se integrará com as ciclovias existentes nas demais cidades da Região Metropolitana da Grande Vitória, criando uma rede de mobilidade sustentável”, destacou.

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Os projetos e obras deverão ser realizadas em até 24 meses. A expectativa da Semobi é quanto a formação do corredor cicloviário contínuo, formando a Ciclovia da Vida Metropolitana com mais de 100 quilômetros de extensão, considerando a conexão desse novo trecho com as ciclovias já existentes, como a Ciclovia da Vida da Terceira Ponte, ciclovia do Expresso GV, da Rodovia das Paneleiras e Complexo Viário de Carapina e demais ciclovias nos municípios de Vitória, Vila Velha, Serra, Cariacica e Guarapari. 

Requalificação viária 

Além das obras de implantação da ciclovia, o edital prevê as obras de reurbanização da antiga praça do pedágio em Guarapari, com a retirada de toda estrutura ainda existente naquele trecho da rodovia do Sol. Também serão instaladas quatro travessias aéreas para pedestres e ciclistas sobre a Rodovia, proporcionando segurança.


Informações à Imprensa
Assessoria de Comunicação da Semobi
Karla Danielle Secatto
(27) 3636-9617 / 99697 6783
comunicacao@semobi.es.gov.br
www.semobi.es.gov.br

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Blitz flagra 58 condutores dirigindo sob efeito de álcool em Aracruz

Redação Informe ES

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Uma operação integrada realizada no último sábado (20), em Aracruz, retirou das ruas 58 condutores que dirigiam sob efeito de álcool. A blitz contou com a atuação de agentes de trânsito do Departamento Estadual de Trânsito do Espírito Santo (Detran|ES) e de policiais do Batalhão de Trânsito da Polícia Militar (BPTran).  

Os motoristas que se recusaram a fazer o teste do bafômetro (etilômetro) foram autuados pela infração gravíssima prevista no artigo 165-A do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que prevê multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por 12 meses. Além deles, um condutor que fez o teste teve resultado positivo e recebeu as mesmas penalidades.  

Ao todo, os agentes registraram 213 autos de infração de trânsito. Além das infrações por alcoolemia, também foram registradas condutas como uso de calçado inadequado (29), licenciamento vencido (20), ultrapassagem irregular (15), condutor sem cinto de segurança (13), alteração no sistema de iluminação do veículo (12), entre outras. Seis veículos foram removidos para o pátio do Detran|ES por irregularidades constatadas.  

Durante todo o período da fiscalização, que teve início no começo da tarde e seguiu até a madrugada de domingo (21), 440 veículos foram abordados, sendo 337 carros e 103 motocicletas. Os agentes realizaram 379 testes do bafômetro passivo e um ativo.  

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Informações à Imprensa:      

Assessoria de Comunicação do Detran|ES     

Fabricia Borges / Zu Coelho / Leonardo Quarto     

imprensa@detran.es.gov.br  

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Inverno começa neste domingo no Brasil e terá impacto do El Niño

Redação Informe ES

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O inverno no Hemisfério Sul começou oficialmente às 5h24 deste domingo (21). A estação mais fria do ano é marcada por temperaturas baixas e dias curtos e termina em 22 de setembro, quando abre espaço para a primavera.

Este ano, no entanto, por conta do El Niñoo inverno deverá ter temperaturas mais elevadas no Brasil. O início do fenômeno foi confirmado pela Agência dos Estados Unidos para Oceanos e Atmosfera (Noaa, na sigla em inglês) 

El Niño, que significa O Menino, em espanhol, se caracteriza pelo aquecimento da região equatorial do Oceano Pacífico. O nome foi dado por pescadores do Peru e do Equador que apelidaram o aquecimento das águas em referência ao Niño Jesus ou Menino Jesus.

“A gente pode não ter um inverno tão frio quanto a gente já teve”, diz o meteorologista do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) Melquizedek Rafael Duarte da Silva.

“O El Niño acaba criando um bloqueio, principalmente próximo a São Paulo e não permite que as frentes frias avancem tanto para a região do Sudeste e também um pouco para a região Centro-Oeste”, explica.

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Além de temperatura mais elevadas nessas regiões, o fenômeno pode trazer mais chuvas.

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“O El Niño favorece a ocorrência de mais chuvas na região Sul, podendo causar eventos extremos de chuva, com chuva muito forte um curto período de tempo. O inverno já é um período que chove na região Sul. Com acréscimos dos efeitos do El Niño, isso pode ser agravado”, diz Silva.

Previsões mais difíceis

Os reais efeitos, no entanto, são difíceis de ser previstos com muita antecedência. Segundo o meteorologista, com o aquecimento global e as mudanças climáticas, o tempo está mais difícil de ser previsto com meses de antecedência, por exemplo. Assim como as durações exatas dos fenômenos climáticos.

“As temperaturas mais quentes, por exemplo, podem ser sentidas por mais tempo. O que antes durava dois, três meses, a gente começa sentir por quatro, cinco meses. Isso acontece também com os períodos de estiagem, de chuva. Então, isso muda bastante a dinâmica da previsão climática para longo prazo”, diz o meteorologista.

O que é o inverno?

O inverno é um evento astronômico. É quando parte do planeta Terra está recebendo menos radiação do Sol. Enquanto o Hemisfério Sul, onde está o Brasil, conta com menor incidência solar, o Hemisfério Norte, que está no verão, recebe mais radiação.

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Como o Brasil é um país de grande extensão territorial, a estação também é sentida de maneira diferente dependendo da localização. Na cidade mais ao sul do Brasil, Chuí (RS), durante os meses de inverno, o Sol nasce por volta das 7h30 e se põe por volta das 17h30, assim, os dias têm menos de 10 horas de luz.

Em Macapá, devido à localização exata na linha do Equador, o Sol nasce por volta das 6h15 e se põe às 18h15. A cidade não tem estações do ano bem definidas. Esses horários permanecem praticamente constantes o ano todo, com variações de apenas alguns minutos. 

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Turismo de aventura tem regras estabelecidas; falta fiscalização!?

Redação Informe ES

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A comoção com a morte da jovem Maria Eduarda Rodrigues, de 21 anos, durante a prática de rope jump em uma ponte desativada no município de Limeira (SP), levanta algumas dúvidas sobre a segurança da prática de turismo de aventura no país. Principalmente, sobre quem são os responsáveis pela regulamentação da atividade e como os praticantes podem evitar empresas irregulares.

A referência central no setor é o Cadastur, cadastro de prestadores do Ministério do Turismo. A inclusão nesse órgão é obrigatória para todas as empresas de turismo de aventura no Brasil, e impõe o respeito a uma série de normas fiscais, além da indicação dos responsáveis pelas atividades. Por meio do site, com o número da inscrição no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ) e nome, é possível verificar se a prestadora de serviço está regularizada.

Outra referência é o Decreto 7.381/10 que, desde 2010, exige sistema de gestão de segurança para toda atividade oferecida. A regra tem por base a norma NBR ISO 21101, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT).

“Isso significa que a empresa tem procedimentos escritos, checklist de equipamentos, treinamento de equipe e plano de emergência. Pergunte: ‘vocês seguem a ISO 21101?’ Se a pessoa não souber responder, é sinal de alerta”, explica Vinicius Viegas, Diretor de Mercados da Associação Brasileira das Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura (Abeta) e empresário do setor.

Segundo ele, a forma como a empresa permite o pagamento pelo serviço também é um sinal de alerta. Empresas sem CNPJ não emitem nota e não fazem contrato de prestação de serviços. Esse é um indício de pouca experiência e profissionalização.

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Além do Cadastur, a ABNT também mantém cadastro de prestadores que seguem as regras para suas atividades, além de manter mais de 50 normas técnicas para atividades de turismo de aventura, das quais 27 têm creditação ISO. Tais normas servem de referência para o próprio setor, governos e podem ser referência também para os viajantes.

Segundo a ABNT, as próprias empresas fazem questão de divulgar que seguem as normas da entidade, pois é uma validação do serviço prestado.

Consumidor atento

A percepção de informalidade é uma constante no meio, segundo Viegas, e tem relação com a pouca estrutura de fiscalização dos órgãos públicos e por uma percepção generalizada de que esse tipo de atividade não exige tanto rigor quanto outros setores da economia.

“Muita gente cresceu vendo atividades como rapel, tirolesa ou trilha sendo oferecidas sem qualquer qualificação formal. Isso criou a falsa percepção de que é uma atividade simples, que qualquer um pode fazer. O preço baixo vence a segurança.”

Isso favorece desequilíbrio, pois atuar com equipamento certificado, manutenção adequada, seguros, certificação e qualificação dos profissionais impões custos. Para quem não atua com isso é muito mais simples atrair o consumidor pelo apelo do custo mais baixo.

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Poder público

A fiscalização pelo poder público também é muito importante. Enquanto a União organiza as regras, por meio dos marcos legais, cabe às outras esferas fazer cumprir. Os municípios, por exemplo, podem exigir o Cadastur para liberar alvarás de funcionamento, como ocorre no município de Brotas (SP).

“A discussão sobre mecanismos capazes de ampliar a formalização das empresas do setor é legítima e necessária. No entanto, eventuais exigências vinculadas à emissão de alvarás e licenças devem observar a legislação vigente, a autonomia administrativa dos municípios e as diferentes capacidades institucionais existentes no país”, destaca Paulo Ziulkoski, presidente da Confederação Nacional de Municípios (CNM).

Ele defende que os municípios exerçam papel relevante, especialmente no planejamento territorial, na gestão dos atrativos turísticos locais, no licenciamento das atividades sob sua competência e na articulação dos atores que compõem a governança do turismo.

A isso se soma a importância do combate à informalidade, de acordo com a CNM. As soluções passam por implementar políticas públicas integradas, qualificar prestadores de serviços, respeitar normas técnicas e promover a consolidação de instâncias de governança no setor.

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Fonte: Agencia Brasil – Foto: Flickr/Internet

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