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Anthropic vai expandir sua equipe nos EUA

Redação Informe ES

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A Anthropic, empresa de inteligência artificial (IA) responsável pelo chatbot Claude, anunciou que irá alugar um edifício comercial de 16 andares em Lower Manhattan, Nova York (EUA), como parte de um plano para ampliar significativamente suas operações na cidade. A companhia pretende dobrar sua força de trabalho na cidade, alcançando mil funcionários ainda este ano.

A nova sede ficará no edifício localizado na 330 Hudson Street, no bairro de Hudson Square, e a mudança deve começar durante o verão no hemisfério norte. Segundo a Anthropic, o escritório de Nova York já é o maior da empresa fora de sua sede em San Francisco (EUA). O novo espaço contará com capacidade para mais de 1,7 mil estações de trabalho.

Expansão da Anthropic acompanha crescimento da IA em Nova York

  • A decisão da Anthropic faz parte de um movimento mais amplo de expansão das empresas de IA em Nova York;
  • A administração do prefeito Zohran Mamdani elogiou o investimento, assim como a governadora do estado de Nova York, Kathy Hochul;
  • Em comunicado, ela afirmou que a iniciativa ajudará a “consolidar a cidade de Nova York como um polo tecnológico de classe mundial”;
  • Nos últimos anos, empresas do setor vêm ampliando seus escritórios e intensificando contratações na cidade, mesmo diante de preocupações manifestadas por autoridades públicas sobre o impacto que a IA poderá causar no mercado de trabalho, especialmente entre profissionais de escritório.

Recentemente, o controlador das contas públicas do estado de Nova York, Thomas P. DiNapoli, afirmou estar preocupado com as mudanças provocadas pela tecnologia. Segundo ele, a IA pode “prejudicar a qualidade e a produtividade da força de trabalho de uma empresa e, de forma mais ampla, aumentar a instabilidade da economia”.

OpenAI e outras empresas também ampliaram presença

A OpenAI, desenvolvedora do ChatGPT e apontada como uma das responsáveis pelo atual boom da IA iniciado em 2022, anunciou em 2024 sua mudança para o Puck Building, localizado a menos de dois quilômetros do novo escritório da Anthropic.

Outra empresa do setor, a Harvey, startup especializada em IA para o setor jurídico, ampliou seu escritório no edifício One Madison Avenue, em Midtown Manhattan, no início deste ano.

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Segundo a reportagem, a expansão da Anthropic representa mais um sinal de que a IA está entrando em uma fase de maior maturidade, deixando de focar apenas no desenvolvimento de modelos e passando a incentivar sua adoção em diferentes setores da economia.

Nova York concentra alguns dos maiores clientes de tecnologia dos Estados Unidos, incluindo empresas dos setores financeiro, de saúde, consultoria, advocacia, mídia e cultura.

Cidade é vista como centro para aplicação da IA

Para Mark Muro, pesquisador sênior do Brookings Metro, divisão da Brookings Institution, Nova York oferece um ambiente favorável para empresas de IA. “Nova York é um ótimo lugar para uma empresa de IA trabalhar e fazer negócios”, afirmou ao The New York Times.

Muro também foi coautor de um relatório publicado pela instituição no ano passado, que apontou Nova York como uma das regiões metropolitanas líderes dos Estados Unidos em “prontidão para IA”, indicador que mede tanto a capacidade de desenvolver quanto de adotar a tecnologia.

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Chris Lehane, diretor global de assuntos públicos da OpenAI, afirmou em comunicado que a empresa ocupa atualmente cerca de 8.360 m² de escritórios em Nova York e continuará expandindo suas operações.

Segundo ele, a cidade é um “centro global para IA” devido à sua “densidade de talentos em IA, espírito empreendedor inerente e liderança política de seus representantes eleitos”.

Expansão ocorre em meio a desafios políticos

A expansão acontece em momento em que o prefeito Zohran Mamdani tenta melhorar sua relação com o setor empresarial.

O político, identificado como socialista democrático, enfrentou resistência de empresários por defender aumento de impostos sobre os mais ricos e também vem sendo criticado por ainda não apresentar um plano detalhado para enfrentar o ritmo mais lento de crescimento do emprego na cidade.

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Jeanny Pak, presidente interina da Economic Development Corporation de Nova York durante a administração Mamdani, afirmou que a chegada da Anthropic “criará centenas de empregos para os nova-iorquinos, fortalecendo caminhos equitativos para oportunidades econômicas e reforçando que as empresas continuam escolhendo a cidade de Nova York”.

Mão segurando smartphone com o logo do Claude exibido na tela, sobre fundo com números digitais em azul.
Claude é o modelo de IA da Anthropic – Imagem: Mijansk786/Shutterstock

Empresas ampliam contratações

Segundo a reportagem, Nova York conta atualmente com um número muito maior de profissionais de tecnologia do que há duas décadas.

Há cerca de 20 anos, quando um cientista da computação do Google propôs formar uma equipe de engenharia na cidade, executivos da empresa demonstraram ceticismo e autorizaram a iniciativa apenas caso fossem encontrados 15 desenvolvedores considerados aptos aos padrões da companhia. Hoje, o Google emprega milhares de engenheiros em Nova York.

Enquanto muitos jovens enfrentam dificuldades para conseguir emprego, empresas de IA seguem contratando. O site da Anthropic lista dezenas de vagas abertas na cidade, principalmente nas áreas de engenharia, vendas, marketing e jurídico.

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Julie Samuels, presidente da organização Tech:NYC, reconheceu que os modelos mais avançados de IA continuam sendo desenvolvidos principalmente na região da Baía de San Francisco. “Mas quando se trata de como usar a tecnologia na prática, o que funciona e o que não funciona nos negócios, eles vêm para cá”, afirmou. “É onde estamos agora.”

Crescimento da IA também desperta preocupações

Apesar da expansão do setor, parte da população de Nova York demonstra preocupação com o avanço da IA. Alguns pais contestam o uso da tecnologia nas escolas públicas da cidade.

O tema também influenciou uma recente disputa nas eleições primárias para o Congresso em Manhattan. Além disso, parlamentares estaduais aprovaram recentemente uma moratória de um ano para novos grandes centros de dados destinados à IA, citando preocupações com consumo de energia e impactos ambientais. A governadora Kathy Hochul, no entanto, sinalizou que poderá vetar a proposta.

Anthropic prepara novos investimentos

A Anthropic, que no mês passado protocolou documentos para realizar sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), também pretende construir um centro de dados no norte do estado de Nova York em parceria com a empresa Fluidstack.

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O projeto faz parte de um investimento de US$ 50 bilhões (R$ 258,6 bilhões) destinado à construção de centros de dados nos Estados Unidos. Empresas de IA também vêm contratando ex-integrantes da administração pública de Nova York para atuar nas relações com o governo.

Maxwell Young, ex-assessor do prefeito Eric Adams, passou a integrar a Anthropic em novembro como chefe de comunicação de políticas públicas. Já Peter Ragone, ex-assessor do ex-prefeito Bill de Blasio e do governador da Califórnia, Gavin Newsom, trabalha atualmente para a OpenAI.

Relatório pede estratégia para a cidade

Em maio, o controlador das contas da cidade de Nova York, Mark Levine, publicou um relatório alertando para os impactos que a IA poderá causar sobre o mercado de trabalho local.

Segundo ele, o prefeito Zohran Mamdani deveria apresentar uma estratégia clara para garantir que a cidade aproveite o crescimento do setor.

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“Devemos ser a capital da IA aplicada, e uma estratégia mais coordenada para que isso aconteça é absolutamente necessária”, afirmou Levine em entrevista ao Times.

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Tecnologia

“Grampo” na OpenAI: juiz vê risco de fuga e nega liberdade a ex-engenheiro da empresa

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Um juiz federal dos Estados Unidos determinou que Abdulrahman Alfozan, ex-engenheiro da OpenAI, permaneça preso sem direito a fiança enquanto aguarda o andamento do processo criminal em que é acusado de instalar um dispositivo de gravação clandestino em um escritório da empresa em São Francisco, na Califórnia (EUA).

A decisão foi tomada nesta segunda-feira (19), após o magistrado Alex Tse considerar que há risco significativo de o acusado não comparecer à Justiça. Durante a audiência, o juiz também questionou a proposta do consulado saudita de assumir integralmente o pagamento de uma eventual fiança, classificando a oferta como problemática.

Alfozan, de 35 anos, foi preso em 9 de outubro. Ele é acusado de interceptar comunicações orais por meio de dispositivo eletrônico e pode enfrentar até cinco anos de prisão se for condenado.

Promotores apontam contatos com a família real saudita

  • Em documentos judiciais, os promotores afirmaram que Alfozan mantinha contato frequente com um integrante não identificado da família real da Arábia Saudita. Segundo a acusação, essa pessoa teria tentado recrutá-lo em diversas ocasiões para participar de uma iniciativa de inteligência artificial (IA) no país;
  • Uma das mensagens trocadas pelo WhatsApp, reproduzida no processo, trazia a frase: “A Arábia Saudita precisa mais de você do que os Estados Unidos”. De acordo com os promotores, Alfozan respondeu com “100”, expressão usada para indicar concordância;
  • Os procuradores também apontaram que o engenheiro havia comprado uma passagem aérea só de ida para Riade, capital saudita, com embarque previsto para 12 de outubro. Para a acusação, a compra reforça o risco de fuga;
  • O advogado de defesa, William Pernik, contestou essa interpretação. Ele afirmou que Alfozan tinha uma entrevista para obter a cidadania estadunidense marcada para 6 de novembro;
  • A esposa do engenheiro e o bebê do casal deixaram os Estados Unidos em 10 de outubro, um dia após a prisão. Segundo os promotores, as passagens foram pagas por um oficial militar saudita.

Ao fundo, logo da OpenAI; à frente, martelo de juiz
Magistrado Alex Tse considera que há risco significativo de o acusado não comparecer à Justiça – Imagem: Bangla press/Shutterstock

Leia mais:

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Dispositivo foi encontrado em sala de reuniões

Alfozan trabalhava na OpenAI desde 2025. A empresa descobriu um dispositivo de gravação escondido atrás de uma televisão em uma sala de reuniões executiva, em setembro. O equipamento estava envolto em papel higiênico e conectado a uma porta USB.

De acordo com a acusação, as reuniões realizadas no local frequentemente envolviam informações confidenciais sobre pesquisas, produtos, estratégias comerciais e decisões da companhia.

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Embora o caso tenha levantado preocupações sobre segurança nacional entre autoridades estadunidenses, Alfozan não foi formalmente acusado de espionagem. Os promotores afirmam que a investigação continua e que ela pode resultar em acusações adicionais.

A próxima audiência está prevista para 6 de novembro.

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Justiça obriga OpenAI a entregar documentos de contratação em processo da Apple

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A Justiça dos Estados Unidos determinou que a OpenAI entregue documentos relacionados à contratação de ex-funcionários da Apple, em processo no qual a fabricante do iPhone acusa a empresa de inteligência artificial (IA) de se beneficiar de informações comerciais confidenciais.

A decisão, proferida nesta terça-feira (13), permite que a Apple tenha acesso antecipado a registros de entrevistas, mensagens privadas e outras evidências que podem ajudar a esclarecer as acusações.

O juiz federal Edward Davila, responsável pelo caso no Distrito Norte da Califórnia, concedeu parte dos pedidos apresentados pela Apple para acelerar a fase de produção de provas. A OpenAI terá cinco dias para entregar os materiais que já reuniu e 14 dias para apresentar os demais documentos abrangidos pela determinação.

A disputa está relacionada à contratação de antigos funcionários da Apple pela OpenAI, especialmente para equipes envolvidas no desenvolvimento de produtos de hardware e robótica. A empresa de Tim Cook suspeita que informações confidenciais sobre tecnologias e produtos ainda não lançados tenham sido obtidas e utilizadas indevidamente durante esse processo.

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Quais documentos a OpenAI terá de entregar?

  • A determinação judicial abrange diferentes categorias de materiais que podem ajudar a reconstruir como informações da Apple teriam circulado durante o recrutamento de funcionários;
  • Entre os documentos solicitados estão listas de verificação, guias, instruções, manuais e roteiros utilizados nas entrevistas de candidatos provenientes da Apple para a equipe de produtos de hardware de consumo da OpenAI;
  • A empresa também deverá apresentar apresentações técnicas e outros registros que documentem o conteúdo dessas entrevistas, incluindo eventuais referências a tecnologias, componentes e projetos da fabricante do iPhone;
  • Outro ponto importante envolve as evidências digitais. A decisão prevê a entrega de imagens forenses de dispositivos já coletadas no contexto das acusações, além de conversas privadas trocadas pelo aplicativo de mensagens LINE entre Chang Liu e Alyssa Peng desde janeiro de 2026;
  • O juiz também autorizou depoimentos antecipados de três ex-funcionários da Apple: Chang Liu, Alyssa Peng e Tang Yew Tan, atual diretor de hardware da OpenAI. Os depoimentos deverão ajudar a esclarecer as circunstâncias das contratações e o possível uso de informações confidenciais;
  • A Apple argumenta que o acesso antecipado é necessário para compreender a extensão do suposto desvio de segredos comerciais e fundamentar seu pedido de medidas judiciais contra os envolvidos.

Apple acusa ex-funcionários de levar informações confidenciais

A Apple entrou com a ação em julho de 2026, alegando que antigos funcionários teriam obtido ou utilizado indevidamente informações relacionadas a produtos e tecnologias ainda não anunciados.

Entre as acusações estão o download de documentos técnicos confidenciais em computadores fornecidos pela Apple, a retenção de equipamentos corporativos após o desligamento e o compartilhamento de informações com outros profissionais interessados em trabalhar na OpenAI.

A fabricante também afirma que candidatos teriam sido orientados sobre quais conhecimentos estudar para entrevistas e que o processo de recrutamento teria sido usado para obter detalhes sobre projetos sigilosos, componentes e métodos de desenvolvimento.

Um dos nomes centrais da disputa é Tang Yew Tan, que trabalhou na Apple por 24 anos e ocupou o cargo de vice-presidente de design de produtos para o iPhone e o Apple Watch antes de ingressar na OpenAI. Chang Liu, outro ex-funcionário citado no processo, teria trabalhado durante oito anos na Apple como engenheiro sênior de sistemas elétricos.

A Apple sustenta que as informações envolvidas na disputa incluem especificações técnicas, apresentações de engenharia, dados de projetos proprietários e detalhes sobre tecnologias ainda não lançadas.

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Essas alegações fazem parte do processo judicial e ainda não representam uma conclusão definitiva de que houve roubo de segredos comerciais.

Logo da OpenAI na tela de um smartphone que está na horizontal
Disputa está relacionada à contratação de antigos funcionários da Apple pela OpenAI, especialmente para equipes envolvidas no desenvolvimento de produtos de hardware e robótica – Imagem: Vitor Miranda/Shutterstock

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Disputa envolve futuro dispositivo de hardware da OpenAI

O processo ocorre enquanto a OpenAI trabalha no desenvolvimento de produtos físicos voltados ao consumidor. A empresa adquiriu a startup io, ligada ao ex-chefe de design da Apple Jony Ive, em negócio anunciado em 2025 por US$ 6,5 bilhões (cerca de R$ 35 bilhões).

A iniciativa ampliou as ambições da OpenAI no mercado de hardware, em momento no qual a companhia busca levar suas tecnologias de inteligência artificial (IA) para além dos computadores e smartphones tradicionais.

A Apple considera que informações confidenciais sobre seus projetos podem ter sido incorporadas aos esforços de desenvolvimento da OpenAI. A disputa, portanto, não se limita à saída de profissionais de uma empresa para outra: envolve a possibilidade de utilização de conhecimentos protegidos por segredo comercial em produtos concorrentes.

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A OpenAI, por sua vez, contestou as acusações e classificou o processo como infundado. A empresa também argumenta que a ação seria uma tentativa da Apple de compensar dificuldades na disputa por talentos do setor tecnológico.

Até agora, não há decisão definitiva sobre a existência de apropriação indevida de informações nem sobre o eventual impacto dessas informações nos produtos desenvolvidos pela OpenAI.

Juiz rejeita parte dos pedidos da Apple

Embora tenha autorizado o acesso antecipado a documentos de contratação, mensagens e evidências digitais, Davila não atendeu a todas as solicitações da Apple.

O juiz rejeitou o pedido para acelerar a entrega de documentos relacionados às pesquisas e ao desenvolvimento da OpenAI em áreas como acabamentos metálicos, gerenciamento de energia e funcionamento de baterias para dispositivos de consumo.

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Esses materiais poderão ser solicitados durante a fase regular de produção de provas, mas não terão o mesmo tratamento prioritário concedido aos registros de entrevistas e às demais evidências previstas na decisão.

O magistrado também deixou em aberto alguns pedidos mais amplos relacionados ao que a Apple chama de informações originadas na própria empresa. Segundo a decisão, a definição apresentada era vaga demais e poderia impor uma tarefa excessivamente onerosa à OpenAI. A Apple poderá tentar reformular o pedido para torná-lo mais específico.

A decisão sobre a produção antecipada de provas ocorre às vésperas de audiência marcada para discutir o pedido da OpenAI para encerrar o processo e a solicitação da Apple por uma liminar que impeça o uso dos segredos comerciais supostamente envolvidos.

A disputa judicial ainda está em andamento. Os documentos e depoimentos autorizados poderão ampliar o conjunto de evidências disponível às partes, mas não determinam, por si só, o resultado final do caso.

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