Esporte
Vasco supera a Ponte Preta em sua primeira vitória na Série B

Após três empates, o Vasco finalmente conseguiu vencer na atual edição da Série B do Campeonato Brasileiro. Jogando no estádio de São Januário na noite desta quarta-feira (27), o Cruzmaltino bateu a Ponte Preta por 1 a 0.![]()
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Com o seu primeiro triunfo na quarta rodada da competição o Vasco subiu para a oitava posição da classificação com seis pontos. Já a Macaca fecha a rodada na 15ª posição com quatro pontos após o revés.
O gol da vitória do Cruzmaltino foi marcado ainda na etapa inicial, aos 30 minutos. Nenê cobrou escanteio, Figueiredo bateu de direita para o meio da área e Raniel não perdoou.
Triunfo do Guarani
Jogando no Brinco de Ouro o Guarani superou o Criciúma por 1 a 0. O gol da vitória do Bugre saiu dos pés de Diogo Mateus, em rebote de cobrança de pênalti executado por ele mesmo.
A vitória permitiu que o Guarani desse um salto na classificação, deixando o Z4 e fechando a rodada na 14ª posição com quatro pontos, mesma pontuação do Tigre, que ocupa na 12ª posição.
Edição: Fábio Lisboa Fonte: AgenciaBrasil
Esporte
Ancelotti lamenta eliminação e já projeta novo ciclo: “Não é o fim”

O técnico Carlo Ancelotti avaliou que o Brasil merecia ter saído vencedor da partida deste domingo (5), contra a Noruega. A derrota por 2 a 1 em Nova Jersey (Estados Unidos), com dois gols do atacante Erling Haaland, eliminou a seleção brasileira da Copa do Mundo nas oitavas de final, a pior campanha desde 1990.![]()
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“Estamos muito tristes pelo resultado, mas [a Copa] foi uma experiência bonita, com um bom grupo. Quero agradecer aos jogadores, que trabalharam bem, criaram um bom ambiente. Mas no esporte, nem tudo sai perfeito. Acho que [pelo] esforço de hoje não merecia perder, mas temos de reconhecer, também, que a equipe rival tem, como já disse, jogadores muito bons e que fizeram a diferença”, disse o treinador, em entrevista coletiva.
Apesar de ter criado oportunidades, o Brasil não as transformou em gols, desperdiçando, inclusive, um pênalti no começo do primeiro tempo, com o volante Bruno Guimarães. Ao longo da partida, a seleção brasileira adotou uma postura de sair no contra-ataque, com a posse de bola dominada pela Noruega. A equipe nórdica trocou praticamente o dobro de passes (581 a 291) em relação à verde e amarela.
“O jogo de hoje me parecia controlado. Tivemos oportunidades. Era complicado fazer uma pressão alta [marcar desde a saída de bola] porque, na Noruega, o [meia Martin] Odegaard recuava muito, então era um risco para deixar o Haaland no um contra um”, explicou Ancelotti.
“Eles tentaram manter a intensidade do jogo com a posse da bola. Nós, durante 70 minutos, tivemos o jogo sob controle. Mas o Haaland acabou decidindo”, completou o técnico.
O treinador foi perguntado sobre a escolha de Bruno Guimarães para bater o pênalti no primeiro tempo, quando o placar estava 0 a 0. O questionamento se deu pela opção não ter sido o atacante Vinícius Júnior. Segundo ele, dentre os jogadores que estavam em campo, o volante era quem tinha melhor aproveitamento.
“Fizemos uma estatística de um ano, dos [jogadores] rivais e dos nossos. O melhor [em cobranças de pênalti] era Neymar. Daí [os também atacantes] Igor Thiago, Raphinha e depois o Bruno Guimarães. E depois o [atacante Gabriel] Martinelli. Pensamos no que era melhor em campo”, justificou o italiano.
Novo ciclo
Com contrato até 2030, renovado antes da Copa, Ancelotti já vislumbra o próximo Mundial, com sedes em Portugal, Espanha e Marrocos.
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) não confirmou ainda, mas a federação da Austrália anunciou dois amistosos, no país, contra a seleção canarinho para os dias 25 e 29 de setembro, nas cidades de Townsville e Brisbane.
“Agora temos que manejar a tristeza e depois pensar no que pode ser o futuro desta seleção, que tem um grupo sólido de jovens, outros mais veteranos que podem continuar e jogadores que podem entrar. Quando passamos por um momento assim, temos de pensar que uma derrota é também um começo. Temos de seguir melhorando. Não é o fim. É o início de um novo ciclo”, concluiu o técnico.
Esporte
Haaland faz dois, Noruega vence e Brasil deixa a Copa do Mundo

O dia 5 de julho é daqueles que o torcedor brasileiro gostaria de riscar do calendário. A partir deste domingo (5), a data marcada pela traumática eliminação para a Itália de Paolo Rossi, na Copa do Mundo de 1982, na Espanha, é também a do adeus precoce ao sonho do hexa. A nova memória é a da derrota por 2 a 1 para a Noruega, em Nova Jersey (Estados Unidos), pelas oitavas de final.![]()
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O revés mantém dois incômodos tabus. Há 24 anos, desde que superou a Alemanha por 2 a 0 em Yokohama (Japão), na final da Copa de 2002, o Brasil não supera um rival europeu em uma partida eliminatória de Mundial. Além disso, a Noruega segue como único país que a seleção brasileira nunca venceu na história. Agora, são três derrotas e dois empates.
Grande estrela do time escandinavo, Erling Haaland foi, mais uma vez, decisivo. Autor do gol da classificação norueguesa diante de Costa do Marfim, na etapa anterior, o centroavante balançou as redes duas vezes no segundo tempo. O craque nórdico chegou a sete gols na Copa, igualando-se aos também atacantes Kylian Mbappé, da França, e Lionel Messi, da Argentina, na artilharia do Mundial.
Futuro adversário da Noruega será conhecido ainda neste domingo, entre Inglaterra e México – REUTERS/Dylan Martinez/Proibida reprodução
Eliminado pela sexta vez seguida em uma fase eliminatória, o Brasil faz sua pior campanha em Copas desde 1990, quando também caiu nas oitavas de final – à ocasião para a Argentina de Diego Maradona. Daqui até 2030, a seleção canarinho completará 28 anos sem título mundial, o maior jejum desde a primeira conquista, em 1958, na Suécia.
O adversário da Noruega nas quartas de final será conhecido ainda neste domingo. A partir de 21h (horário de Brasília), o México pega a Inglaterra no Estádio Azteca. Quem passar no confronto da capital mexicana encara a seleção nórdica no próximo sábado (11), às 18h, em Miami (Estados Unidos).
Falta de efetividade
Como tinha dado a entender na entrevista coletiva do último sábado (4), Ancelotti escolheu Gabriel Martinelli para o lugar de Lucas Paquetá – fora devido a uma lesão no músculo posterior da coxa esquerda.
Do lado norueguês, o técnico Stale Solbakken fez uma mudança em relação ao time do triunfo por 2 a 1 sobre a Costa do Marfim, nos 16 avos de final. Recuperado de lesão, Julian Ryerson retornou à lateral direita, na vaga de Marcus Pedersen.
A Noruega iniciou a partida propondo o jogo e deu um grande susto à torcida brasileira aos dois minutos. O atacante Alexander Sorloth foi lançado pelo meia Martin Odegaard, às costas do lateral Douglas Santos, pela esquerda. Ele cruzou rasteiro e o volante Patrick Berg mandou para as redes. O gol, porém, foi anulado por impedimento de Sorloth.
Inicialmente acuado, o Brasil conseguiu responder aos nove minutos. Gabriel Martinelli acionou o também atacante Matheus Cunha na área. O camisa 9 foi derrubado pelo zagueiro Kristoffer Ajer. Após rever o lance no vídeo, o árbitro Ismail Elfath deu pênalti para o Brasil. O volante Bruno Guimarães cobrou, mas o chute à meia altura, sem tanta força, foi defendido pelo goleiro Orjan Nyland.

Haaland celebra o segundo gol que consagrou a vitória da seleção norueguesa – REUTERS/Dylan Martinez/Proibida reprodução
A seleção norueguesa trocava passes em busca de espaço na marcação do Brasil, que fechava os espaços, especialmente pelas laterais, para evitar o temido jogo aéreo adversário e contra-atacar em velocidade. Foi assim que, aos 23 minutos, Matheus Cunha disparou em direção ao gol. Perto da área, o camisa 9 poderia tocar na esquerda para o também atacante Vinícius Júnior, livre, mas optou pelo drible e se enrolou.
Sete minutos depois, Gabriel Martinelli recebeu de Vinícius Júnior pela esquerda, quase na linha de fundo, às costas de Ryerson. Ele bateu cruzado, e Nyland defendeu com a perna. No rebote pela direita, o atacante Rayan rolou para Danilo chutar, mas o lateral furou a finalização.
Aos 40, o Brasil desperdiçou nova chance. Desta vez, Vinícius Júnior recuperou a bola na saída da Noruega, na entrada da área, tabelou com Gabriel Martinelli e chutou forte, obrigando Nyland à outra defesa.
Apesar de assustar, a seleção canarinho também errava ao acelerar a saída de jogo, possibilitando aos noruegueses reconstruírem as jogadas com a defesa desarmada.
Nos acréscimos, o time escandinavo teve sua melhor chance. O atacante Erling Haaland disputou com Gabriel Magalhães na entrada da área e foi desarmado parcialmente pelo zagueiro. A sobra ficou com Odegaard, livre. O meia bateu e goleiro Alisson salvou.

Noruega celebra avanço para as quartas de final da Copa do Mundo 2026 – Reuters/Mike Segar/Proibida reprodução
Haaland é decisivo
O cenário da etapa inicial começou a se repetir na volta do intervalo, o que levou Ancelotti a mexer, com Matheus Cunha dando lugar a Endrick. Aos 13, um minuto após entrar em campo, o atacante foi lançado por Vinícius Júnior em contra-ataque e invadiu a área, mas perdeu a passada e o chute, frente a frente com o goleiro, saiu ruim, à direta da trave.
Seleção brasileira de Ancelotti é eliminada da Copa do Mundo de 2026 – Reuters/Caean Couto/Proibida reprodução
O Brasil chegou novamente aos 16 minutos, com Rayan chutando de dentro da área, após bola ajeitada de cabeça por Gabriel Magalhães, e parando em Nyland. E o goleiro norueguês voltou a salvar no ataque seguinte. Em jogada semelhante, Rayan escorou de cabeça e Bruno Guimarães chegou finalizando quase na marca do pênalti, para grande defesa do camisa 1. O lance, porém, foi anulado por impedimento.
Aos 22, logo depois de a Noruega assustar pela esquerda em chute cruzado que Haaland quase completou para o gol vazio, Ancelotti promoveu a esperada entrada de Neymar. O camisa 10 entrou na vaga de Rayan. O volante Danilo Santos, cotado para iniciar o jogo deste domingo, também foi a campo, substituindo Gabriel Martinelli. Mais adiante, aos 33, a última troca: Ederson no lugar de Bruno Guimarães.
As chances desperdiçadas ao longo da partida tiveram um preço. Aos 34, logo após a entrada de Ederson, o meia Andreas Schjelderup, uma das apostas do técnico Solbakken para o segundo tempo, passou por Danilo e cruzou para Haaland, que venceu Gabriel Magalhães pelo alto e, de cabeça, mandou para as redes.
Jogadores da seleção brasileira lamentam saída da equipe ainda nas oitavas de final do campeonato – Reuters/James Lang/proibida reprodução
Como se não bastasse, aos 44, o astro norueguês marcou mais um. Em novo contra-ataque, Haaland encarou a marcação e bateu rasteiro, forte, no canto esquerdo de Alisson.
No último lance dos acréscimos, o Brasil teve mais um pênalti a favor: uma cotovelada do zagueiro Leo Ostigard em Casemiro. Neymar bateu e marcou aquele que, possivelmente, foi o último gol dele em Copas. O sonho do hexa ficou para 2030.
Texto ampliado às 19h25
Esporte
Argentina passa sufoco, mas se classifica diante da heroica seleção de Cabo Verde

No sufoco, a tricampeã mundial segue na briga pelo tetra. Nessa sexta-feira (3), a Argentina sofreu mais que o esperado, precisou da prorrogação, mas deu fim ao “conto de fadas” de Cabo Verde na Copa do Mundo, vencendo por 3 a 2 em Miami (Estados Unidos) e passando às oitavas de final.![]()
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O adversário dos hermanos será o Egito, que, mais cedo nessa sexta, eliminou a Austrália nos pênaltis, após empate por 1 a 1 no tempo normal em Dallas. A partida será na terça-feira (7), às 13h (horário de Brasília), em Atlanta, também nos Estados Unidos.
Mais uma vez, a vitória teve participação de Lionel Messi. Maior artilheiro das Copas, agora com 20 gols, o atacante se tornou, aos 38 anos e 358 dias, o mais velho a balançar as redes em um jogo eliminatório de Mundial.
O camisa 10 fez o sétimo gol dele na competição deste ano, voltando a se isolar na liderança da artilharia. O argentino tem um a mais que Kylian Mbappé, que é rival direto, também, pelo posto de goleador da história das Copas – o atacante francês tem 18 gols.
Os Tubarões Azuis (apelido do time cabo-verdiano) se despedem da estreia em Copas com a certeza de que fizeram história. Foram empates heroicos com Espanha (0 a 0) e Uruguai (2 a 2), além de venderem caro a eliminação para os atuais campeões.
Messi, sempre ele
Depois de poupar a maior parte dos titulares na vitória por 3 a 1 sobre a Jordânia no sábado passado (27) por já estar garantida nos 16 avos de final, a Argentina retomou sua força máxima. O técnico Lionel Scaloni, no jogo de número 100 no comando da seleção alviceleste, repetiu o time que venceu a Áustria por 2 a 0 no último dia 22.
Pelo lado de Cabo Verde, o técnico Bubista trocou praticamente metade da equipe que empatou sem gols com a Arábia Saudita, há uma semana. Somente Vozinha, os zagueiros Diney Borges e Pico Lopes, o meia Deroy Duarte e o atacante Ryan Mendes – investigado, na Nova Zelândia, por acusação de violência sexual contra uma tradutora brasileira – seguiram entre os titulares.
A resistência dos Tubarões Azuis, que dificultavam a entrada dos argentinos no último terço, durou 28 minutos. Logo após a parada para hidratação, o zagueiro Lisandro Martínez recebeu pouco depois do meio-campo e lançou Messi. O camisa 10, na pequena área, conseguiu dominar com a perna esquerda e finalizar com força, sem qualquer chance para Vozinha.
Quem esperava que sair na frente abriria caminho para que os argentinos goleassem viu Cabo Verde não abrir mão da marcação, e os hermanos, em vantagem, demonstrarem certa acomodação com o resultado positivo. Após o gol de Messi, os sul-americanos rondavam a área da equipe africana, mas sem assustar.
Empate heroico
Na volta do intervalo, a equipe cabo-verdiana passou a ocupar o campo de ataque. Aos oito minutos, o lateral Steven Moreira cruzou rasteiro pela direita, o atacante Nuno da Costa conseguiu ajeitar após o desvio na zaga e o meia Deroy Duarte bateu da entrada da área, obrigando o goleiro Dibu Martínez a trabalhar pela primeira vez.
Na segunda oportunidade, Cabo Verde não desperdiçou. Aos 13, Ryan Mendes apareceu pela direita e tocou entre as pernas do zagueiro Facundo Medina para Deroy Duarte, que finalizou cruzado. A bola bateu na trave e foi para as redes, para delírio da torcida lusófona em Miami.
O gol fez com que a Argentina abandonasse a postura acomodada e intensificasse a pressão sobre os Tubarões Azuis. Messi, em duas ocasiões, parou em grandes defesas de Vozinha. Aos 17, o goleiro salvou o chute frente à frente com o camisa 10. Dez minutos depois, o atacante cobrou falta rápido e buscou o ângulo esquerdo, mas o arqueiro foi buscar.
À medida que a segunda etapa transcorria, os argentinos se lançavam ao ataque, sem a mesma paciência na troca de passes que em outros jogos. Aos 35, o lateral Nahuel Molina cruzou por baixo pela direita. A bola passou por Vozinha, e Messi teria o gol vazio para finalizar, mas Pico Lopez se antecipou e evitou o segundo gol.
Zagueiros decidem
O confronto foi para a prorrogação. E, logo na primeira investida, a Argentina chegou ao gol que parecia ser do alívio. Após cobrança de escanteio de Messi pela esquerda, o meia Alexis Mac Allister desviou de cabeça, e a bola sobrou com Lisandro Martínez, quase na pequena área. O zagueiro bateu forte e venceu Vozinha, recolocando os atuais campeões à frente.
Cabo Verde não desistiu e alcançou novamente o empate com um golaço. Aos 12 minutos, o lateral Sidny Lopes Cabral foi acionado pela esquerda, próximo à entrada da área, driblou Mac Allister, levou para a perna direita e acertou um belo chute no ângulo de Dibu Martínez.
Coube, então, ao companheiro de zaga de Lisandro salvar – de vez – os hermanos em Miami. Aos cinco minutos do segundo tempo da prorrogação, Messi bateu escanteio da esquerda e Cristian Romero, de cabeça, mandou para as redes. A bola ainda desviou em Diney Borges antes do gol, que acabou dado justamente ao zagueiro cabo-verdiano, contra.
Os Tubarões Azuis tentaram uma última pressão em busca de novo empate. Aos dez minutos, Lopes Cabral quase fez outro golaço chutando da esquerda, em cobrança de falta, mas Dibu Martínez salvou com a ponta dos dedos. Apesar da entrega do time africano, o placar, desta vez, não se alterou mais. Festa – e alívio – para o torcedor argentino em Miami.
Agencia Brasil

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