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Negócios

5 Estratégias para Conseguir Emprego Usando o LinkedIn

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

 

 

Aproveitar todas as ferramentas disponíveis no LinkedIn de forma estratégica pode impulsionar — e muito — suas buscas por emprego.

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A seguir, estão cinco estratégias poderosas para usar a maior rede profissional de forma eficiente para construir sua marca pessoal e garantir novas oportunidades.

Elas vão te ajudar a se conectar com as pessoas certas, descobrir vagas ocultas e se posicionar como um líder de destaque na sua área.

Leia também

1. Otimize seu perfil para ser encontrado

Seu perfil no LinkedIn é muitas vezes o primeiro contato que recrutadores e empregadores terão com você. E, por isso, ele deve ser impecável.

  • Título: Vá além do seu cargo atual e inclua palavras-chave relacionadas às funções que deseja ocupar. Isso aumenta suas chances de ser encontrado em pesquisas.
  • Resumo: Destaque sua experiência, principais conquistas e aspirações de carreira, usando um tom pessoal, mas profissional, que diferencie você.
  • Foto de perfil: Escolha uma imagem profissional que transmita confiança e, ao mesmo tempo, acessibilidade.
  • Habilidades: Certifique-se de que sua lista de competências reflete seus principais conhecimentos, o que te ajuda a melhorar sua visibilidade nas buscas.

Mantenha seu perfil no LinkedIn ativo e se conecte com antigos colegas e líderes e profissionais relevantes da sua área

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2. Construa sua rede de contatos e engaje

O networking continua sendo uma das maneiras mais eficazes de acessar oportunidades, especialmente em posições seniores que muitas vezes não são divulgadas publicamente.

  • Conecte-se com colegas, líderes do setor e antigos gestores que possam atestar suas capacidades.
  • Engaje-se ativamente com sua rede: comente posts, parabenize colegas, compartilhe artigos relevantes e crie conteúdos próprios.
  • Publique ao menos uma vez por semana sobre tópicos do seu setor e participe de grupos profissionais ativos. Essas ações aumentam sua visibilidade e fortalecem sua imagem como líder e especialista em determinado assunto.

3. Use a ferramenta “Vagas” de forma estratégica

A função “Vagas” permite que você filtre as oportunidades abertas de acordo com sua experiência e preferências.

  • Filtros avançados: Busque posições específicas por nível de habilidade, setor, localização ou porte da empresa.
  • Alertas de vagas: Configure notificações para não perder novas oportunidades em empresas ou cargos específicos.
  • Páginas de empresas: Monitore contratações diretamente e identifique contatos dentro dessas organizações.

Se estiver considerando uma transição de carreira, explore os insights do LinkedIn sobre os perfis dos colaboradores atuais para entender quais habilidades são valorizadas.

4. Entre em contato com recrutadores e gestores

Não hesite em abordar diretamente recrutadores ou gestores de contratação (ou até mesmo um profissional que pode te ajudar com informação ou referência). A maioria das vagas de nível sênior é preenchida por meio de indicações e conexões.

  • Identifique os contatos certos: Procure responsáveis pelo setor ou recrutadores especializados na sua área.
  • Personalize sua mensagem: Mostre interesse genuíno na empresa e alinhe suas habilidades com as necessidades do negócio. Seja breve, profissional e objetivo.

Ao abrir uma linha de comunicação, você aumenta suas chances de ser considerado para oportunidades futuras.

5. Aproveite as ferramentas de criação de conteúdo do LinkedIn

Produzir e compartilhar conteúdo no LinkedIn é uma ótima maneira de demonstrar sua expertise e manter seu perfil ativo.

  • Publicações: Escreva artigos ou compartilhe atualizações sobre tendências do setor, posicionando-se como um especialista.
  • Insights: Se seu mercado está em transformação, compartilhe experiências e reflexões sobre como enfrentar mudanças.
  • Postagens curtas: Comentários sobre notícias, projetos recentes e questões mais pessoais também podem reforçar sua presença. Apenas se certifique de que o assunto é pertinente para uma rede profissional como o LinkedIn.

Criar conteúdo regularmente não apenas demonstra conhecimento, mas também destaca sua proatividade e interesse em se manter atualizado — características bastante atraentes para empregadores.

O LinkedIn é muito mais do que uma rede de contatos; é uma plataforma para gerenciar sua marca pessoal, descobrir oportunidades e se conectar com líderes da indústria.

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Para profissionais seniores, essas estratégias são fundamentais para se diferenciar em um mercado competitivo e conquistar a atenção de recrutadores e tomadores de decisão.

Escolhas do editor

*Andrew Fennell é especialista em carreiras e fundador da StandOut CV. Ele escreve sobre elaboração de currículos e estratégias de busca de emprego para líderes há mais de 10 anos. 

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Negócios

O Que É a Empresa do Século 21?

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

O título do livro “A Corporação no Século 21“, de John Kay, é uma alusão – talvez uma provocação – a uma das obras mais influentes de gestão, “A Corporação e o Século 20“. Se ali o economista americano Richard Langlois traçava a transformação da organização comandada por empresários para a organização liderada por executivos profissionais, o também economista (porém britânico) John Kay agora narra uma mudança muito, mas muito mais radical.

Questiona, inclusive, se faz sentido dizer que vivemos em um sistema capitalista. Porque o capital perdeu a importância. “Mesmo investidores sofisticados examinam o Roce [Retorno sobre o Capital Empregado]”, escreve, embora o retorno tenha “tanta conexão com o capital quanto com a quantidade de água utilizada ou o número de reuniões realizadas”, afirma. Vivemos, considera, a era do capital as a service – empregado apenas na medida em que é necessário.

O poder do acionista é outra balela, segundo ele. O acionista de uma multinacional não tem nenhum controle sobre o que é feito da empresa. Até os dividendos que recebe, se os receber, são definidos pelos diretores.

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Em especial, Kay ataca a noção de empresa como uma teia de contratos – visão clássica, estabelecida pelo também britânico Ronald Coase, que levou um Prêmio Nobel por sua teoria. A questão é que a ideia de um conjunto de contratos se opõe à própria qualificação de uma empresa como pessoa jurídica. Afinal, ela tem uma personalidade ou não?

Maximizar o lucro, um mantra dos anos 1970 que vem caindo em desuso, nunca foi uma teoria sólida, acredita o autor. Qual lucro, afinal? O de curtíssimo prazo? Em detrimento de ações que preservem a empresa no futuro?

Para ele, a missão de uma corporação é promover o “florescimento de seus múltiplos stakeholders”. Porque a empresa não é uma combinação de relações transacionais, e sim uma construção de relações sociais, entre seus integrantes e com o mundo à sua volta. As implicações dessa visão para o funcionamento da empresa… isso fica para um prometido próximo volume.

*Reportagem publicada na edição 145 da revista Forbes, em setembro de 2026.

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Negócios

Amazon MGM Studios Anuncia Head de Theatrical Marketing no Brasil

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

O Amazon MGM Studios anunciou Roberta Fraissat como Head de Theatrical Marketing, responsável por liderar as estratégias de marketing dos lançamentos da companhia nos cinemas brasileiros.

Mais recentemente, Roberta atuou como diretora de marketing para a América Latina e Head de Marketing para o Brasil na Crunchyroll.

A executiva passou a maior parte da carreira na The Walt Disney Company, onde ingressou como coordenadora de desenvolvimento de produto em 1999. Saiu de lá em 2023 como diretora de marketing. Nesse período, esteve envolvida em campanhas de produções como “Vingadores”, “Star Wars”, “Toy Story”, “O Rei Leão”, “Carros” e “Alice no País das Maravilhas”.

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É formada em negócios pela Faap (Fundação Armando Alvares Penteado) e tem MBA pela FIA Business School.

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Negócios

A Escala 5×2 Chegou. E Muda Mais do Que o Custo da Folha

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Está decidido. A Emenda Constitucional 141, promulgada na última sexta-feira (20), encerra a escala 6×1. Em 60 dias, todo trabalhador CLT passa a ter duas folgas semanais e jornada máxima de 42 horas. Catorze meses após a publicação, o teto cai para 40 horas, sem redução de salário.

A primeira leitura é de custo, e ela não está errada. Como não será permitida a redução de salários e haverá redução de 44 para 40 horas semanais, cada hora vale 10% a mais. E isso encarece também a hora extra e os adicionais, que são calculados sobre o valor da hora.

Em operações que funcionam sete dias por semana, como varejo e serviços, manter a cobertura exige reforço de quadro. Nas simulações que tenho acompanhado, esse reforço fica entre 10% e 20%, e pesa mais nas unidades menores, que têm menor margem para remanejar gente.

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Mas tratar a 5×2 apenas como aumento de folha é desperdiçar a oportunidade de rever a estratégia de remuneração como um todo.

Eficiência de escala

Comecemos pelo fixo. Com a hora mais cara, a pressão será por conter reajustes. Esse é um erro tentador. Mas antes de pensar em trocar equipes com salários reduzidos, será importante avaliar reservas escondidas na própria escala.

Empresas que passaram a montar turnos a partir da curva de movimento por hora descobriram horas extras desnecessárias e gente parada nos horários errados. Eficiência de escala é a primeira fonte de financiamento da nova jornada.

Onde mora a oportunidade

O variável é onde mora a oportunidade mais clara. Se o objetivo é produzir o mesmo, ou mais, em menos horas, a remuneração variável precisa apontar para isso. Prêmios por produtividade, metas de venda por hora trabalhada, bônus por cobertura nos picos ou por redução de absenteísmo transformam a exigência legal em alinhamento: a empresa ganha eficiência e o colaborador participa do ganho.

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A experiência internacional reforça a lógica. Quando Portugal reduziu a jornada de 44 para 40 horas, em 1996, estudos registraram ganho de produtividade próximo de 8%. O Chile está no meios de uma transição gradual até 2028, e o México aprovou a sua até 2030. A redução funciona melhor quando vem acompanhada de esforço deliberado de produtividade, e incentivo bem desenhado é parte desse esforço.

Recompensas intangíveis

Há ainda uma camada que raramente entra na planilha: as recompensas intangíveis. Duas folgas, previsibilidade de escala e fins de semana inteiros com a família são valor percebido. Gente descansada e motivada erra menos, falta menos e atende melhor. Empresas que comunicarem isso como parte da proposta de valor ao empregado vão reter melhor do que as que tratarem a mudança como obrigação.

Rotatividade pode diminuir

Há também uma economia que raramente aparece na conta da transição: a da rotatividade. No varejo, ela já é altíssima. Levantamento do Sindilojas-SP mostra que a rotatividade no varejo paulista chegou a 56,6% em 2025, o maior nível desde 2020. Em alguns segmentos, como lojas de conveniência, passou de 90%.

Isso significa recontratar, quase todo ano, boa parte da equipe. Cada saída tem um custo que vai além da rescisão: recrutamento, treinamento e os meses em que o novo funcionário ainda não rende o que rendia quem saiu. O cliente percebe essa curva de aprendizado no caixa e no atendimento. Se a 5×2 for bem implementada, com escalas previsíveis e folgas que de fato descansam, as pessoas tendem a ficar mais tempo. Parte do custo da nova jornada pode voltar como economia em turnover.

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E há a carreira. Mais turnos e escalas mais complexas exigem novas funções de controle: líderes de turno, coordenadores de escala, analistas de operação. É uma chance real de promover quem já conhece a operação e o cliente. A pergunta incômoda é se essa base está preparada. Quem sempre executou nem sempre foi treinado para planejar, ler indicadores ou liderar colegas. Sem trilha de capacitação e uma estrutura de cargos que reconheça esses degraus, a promoção vira armadilha.

Além disso, pessoas que estavam na informalidade podem voltar a se interessar pelo modelo CLT nesta nova configuração de escala.

Muitos empreendedores lerão tudo isso pensando na própria rotina, que está mais para 7×0 do que para 5×2. É verdade. A diferença é que, nesse caso, cada hora a mais constrói patrimônio próprio. Para quem trabalha numa estrutura que não é sua, o que se constrói é outra coisa: vínculo, ou a falta dele. Numa geração que cobra cada vez mais qualidade das relações de trabalho, a 5×2 talvez seja menos uma imposição e mais a formalização de algo que o mercado já vinha pedindo.

*Fernanda Abilel é professora na FGV e sócia-fundadora da How2Pay, consultoria focada no desenho de estratégias de remuneração.

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Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.

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