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As Melhores Universidades dos Estados Unidos

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Dizer que o último ano foi difícil para as universidades americanas seria pouco. Nos últimos oito meses, o presidente Donald Trump, sua administração e parlamentares republicanos declararam uma verdadeira guerra financeira e cultural ao ensino superior: congelaram recursos de pesquisa, penalizaram esforços de diversidade nos campi, restringiram a entrada de estudantes estrangeiros, aumentaram impostos sobre alguns fundos patrimoniais e limitaram a generosidade dos programas de empréstimo estudantil.

Ainda assim, as universidades seguem oferecendo um ensino de excelência. Em 2025, o MIT (Massachusetts Institute of Technology) voltou ao 1º lugar na lista da Forbes das Melhores Universidades dos EUA, alcançando nota máxima nos 14 indicadores que usamos para definir as 500 instituições que oferecem os melhores resultados acadêmicos, financeiros e profissionais. Entre os números de destaque: três anos após a formatura, os ex-alunos têm salário mediano de US$ 110,2 mil anuais e praticamente todos os estudantes (99,8%) não abandonam o curso e retornam ao MIT após o primeiro ano.

No top 10 também estão o Williams College, em Massachusetts (#7), um dos chamados “Little Ivies”; a renomada Johns Hopkins University (#8), referência em pesquisa; e a tradicional University of California-Berkeley (#5). Cinco das oito universidades da Ivy League, conhecidas pela tradição e excelência acadêmica, aparecem entre as dez primeiras e todas estão no top 20.

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Veja, abaixo, as 10 melhores universidades dos EUA. Confira a lista completa aqui

1. Massachusetts Institute of Technology (MIT)

  • Estado: Massachusetts (MA)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 58.331
  • Dívida média: US$ 12.071
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 196.900
  • Nota financeira: A+
mit
Getty Images

O MIT é reconhecido mundialmente por sua excelência em engenharia e ciências exatas

2. Columbia University

  • Estado: Nova York (NY)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 65.173
  • Dívida média: US$ 14.737
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 159.700
  • Nota financeira: A+

3. Princeton University

  • Estado: Nova Jersey (NJ)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 60.629
  • Dívida média: US$ 7.667
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 194.100
  • Nota financeira: B+

4. Stanford University

  • Estado: Califórnia (CA)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 64.164
  • Dívida média: US$ 14.075
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 181.200
  • Nota financeira: A+
stanford
Getty Images

Stanford é a segunda universidade que mais formou bilionários nos EUA

5. University of California, Berkeley

  • Estado: Califórnia (CA)
  • Tipo: Pública
  • Bolsa média: US$ 25.951
  • Dívida média: US$ 6.529
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 170.100
  • Nota financeira: A+

6. Harvard University

  • Estado: Massachusetts (MA)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 64.942
  • Dívida média: US$ 8.729
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 177.400
  • Nota financeira: A+
harvard
Getty Images

A Universidade Harvard é a instituição de ensino superior mais antiga dos Estados Unidos, fundada em 1636

7. Williams College

  • Estado: Massachusetts (MA)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 64.176
  • Dívida média: US$ 8.171
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 173.900
  • Nota financeira: A+

8. Johns Hopkins University

  • Estado: Maryland (MD)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 58.456
  • Dívida média: US$ 10.600
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 146.200
  • Nota financeira: A+

9. Yale University

  • Estado: Connecticut (CT)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 59.076
  • Dívida média: US$ 5.256
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 171.900
  • Nota financeira: A+

10. University of Pennsylvania (UPenn)

  • Estado: Pensilvânia (PA)
  • Tipo: Privada, sem fins lucrativos
  • Bolsa média: US$ 59.721
  • Dívida média: US$ 13.512
  • Salário mediano em 20 anos: US$ 178.300
  • Nota financeira: A+

Para famílias que estão decidindo onde seus filhos vão estudar, o custo e a afinidade entre o estudante e a instituição (acadêmica e pessoalmente) continuam sendo os fatores mais importantes. Mas especialistas alertam que a turbulência política pode afetar a experiência dos alunos.

As 500 instituições listadas aqui são classificadas exclusivamente com base nos resultados de graduação, mas vale lembrar que o ensino de pós-graduação nos EUA deve passar por uma grande transformação: o Congresso americano limitou o valor que estudantes podem tomar emprestado e a administração Trump reduziu investimentos em pesquisa e vistos estudantis. A Forbes identificou 25 universidades privadas especialmente vulneráveis a essas mudanças.

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Como sempre, fomos além da Ivy League para identificar as melhores escolas. No início deste ano, publicamos a segunda edição da lista “New Ivies”, que destaca 10 universidades públicas e 10 privadas que mais chamam a atenção de empregadores atualmente.

Metodologia

Classificamos faculdades e universidades dos EUA com base no retorno sobre o investimento, níveis médios de endividamento estudantil e resultados para seus graduados. As instituições tiveram melhor colocação em nossa lista se seus estudantes retornaram após o primeiro ano, se formaram no prazo, conseguiram salários altos após a graduação e deixaram a faculdade com pouca dívida estudantil.

Incorporamos os resultados de alunos de baixa renda em duas medidas, analisando de perto as taxas de graduação em seis anos e os indicadores de retorno sobre o investimento para beneficiários de bolsas de auxílio federal destinadas a estudantes com maior necessidade financeira. Também valorizamos as instituições que matricularam uma porcentagem maior de alunos de baixa renda. Para uma explicação completa de nossa metodologia, clique aqui.

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Brasil Abre 129.775 Vagas Formais de Trabalho em Julho, Abaixo do Esperado

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

O Brasil abriu 129.775 vagas formais de trabalho em julho, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em resultado abaixo do esperado divulgado nesta quarta-feira pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O resultado do mês passado foi fruto de 2.251.440 admissões e 2.121.665 desligamentos e ficou abaixo da expectativa de economistas apontada em pesquisa da Reuters de criação líquida de 135.577 vagas.

O saldo de julho foi o mais baixo desde março, que teve abertura de 79.521 vagas, e o resultado mais fraco para o mês desde 2020, início da pandemia de Covid-19, com saldo positivo de 108.476 postos.

No mesmo mês em 2024, foram criadas 191.373 vagas de trabalho. Já no acumulado do ano, o saldo positivo é de 1.347.807 postos, o menor número desde 2023, que registrou abertura de 1.173.720 vagas.

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Os cinco grupamentos de atividades econômicas registraram saldos positivos de vagas em julho. O setor de serviços liderou a abertura, com 50.159 postos, seguido pelo comércio, com 27.325 vagas.

Em último lugar, depois dos setores industrial e de construção, ficou o setor agropecuário, com abertura de 8.795 vagas. Os dados dos grupamentos não têm ajustes, com informações prestadas pelas empresas fora do prazo.

Tarifaço

Questionado, na coletiva de imprensa para a divulgação dos dados, sobre o efeito no mercado de trabalho das tarifas impostas pelos Estados Unidos a produtos brasileiros, o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, citou estimativa de impacto direto e indireto sobre 320.000 vagas de emprego, sem detalhar.

“Temos um impacto de, no máximo, na ordem de 320.000, 330.000 (vagas) direto e indireto, 121.000 direto e 210.000…no ano”, disse, citando um estudo do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social. “Se tudo der errado, vai dar esse impacto…não vai dar tudo errado”, acrescentou.

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Quem É o Novo Presidente da Americanas

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

A Americanas informou na segunda-feira (26) que seu conselho de administração aprovou a eleição de Fernando Dias Soares como novo presidente-executivo da varejista a partir de 1º de outubro, de acordo com fato relevante ao mercado.

Com mais de 25 anos de experiência nos setores de bens de consumo e varejo, Soares atuou nas gigantes Unilever, Ambev, onde foi presidente da divisão de bebidas não alcoólicas, e Anheuser-Busch InBev, liderando unidades de negócios na Colômbia, Peru e México. De volta ao Brasil, assumiu como CEO da Domino’s Pizza, cargo que ocupou por três anos.

O executivo substituirá o atual presidente-executivo da Americanas, Leonardo Coelho, que passará a integrar o Comitê Financeiro da companhia, disse a varejista no documento.

A Americanas está em recuperação judicial desde o início de 2023, após revelar um escândalo contábil que levou a acusações legais e a uma arbitragem contra vários de seus ex-executivos.

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Coelho havia sido eleito CEO cerca de um mês após a Americanas entrar com pedido de recuperação judicial na Justiça.

A Americanas afirmou que Soares “dará continuidade ao plano estratégico da companhia com foco em crescimento, baseado em produtividade e rentabilidade, para atender todos os stakeholders”.

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Caminhada Japonesa: O que É e Como Melhora Sua Vida e Trabalho?

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Cientistas descobriram que exercícios regulares melhoram a saúde física e mental, reduzindo o risco de ansiedade em quase 60%. E eles recomendam a caminhada como uma das melhores atividades para equilibrar a vida pessoal e a profissional. Existem várias formas de caminhar de maneira saudável, como as caminhadas de admiração (“awe walks”) e as caminhadas conscientes (“mindful walks”). Agora, a nova tendência é a caminhada japonesa. As buscas globais pelo termo “Japanese Walking” atingiram 329 mil no último mês, um aumento de 154%.

O que é a caminhada japonesa?

A caminhada japonesa alterna entre três minutos de caminhada em ritmo normal e três minutos em ritmo acelerado, totalizando 30 minutos. Pense nisso como uma rotina de caminhada de alta intensidade: rápido, devagar, rápido novamente. Você caminha três minutos em ritmo acelerado (cerca de 70% da sua capacidade aeróbica máxima) e depois três minutos em ritmo lento (cerca de 40% da capacidade máxima). Esse padrão, repetido durante o tempo determinado, melhora a condição física geral e incentiva a atividade física consistente:

  • Três minutos a 40% do ritmo máximo
  • Três minutos a 70% do ritmo máximo
  • Repita pelo menos cinco vezes seguidas

Diferencial e benefícios

O nome vem de seu criador, o professor e pesquisador japonês Hiroshi Nose, e a prática vem ganhando popularidade entre iniciantes e entusiastas do mundo fitness. Respaldada pela ciência, essa caminhada oferece a resistência e a energia necessárias para melhorar o equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. Promete benefícios à saúde, aumentando a disposição ao longo do dia de trabalho, sem a intimidação dos treinos tradicionais. Além disso, estudos indicam que manter uma rotina consistente de atividade física contribui para o desempenho cognitivo e, consequentemente, para a produtividade.

Um especialista em treino funcional explica por que essa rotina de caminhada de alta intensidade é a sensação do momento. Trond Nyland, CEO da Fynd, empresa de tecnologia e fitness, descreve o método como a melhor forma de começar um estilo de vida mais ativo, mudando a percepção de iniciantes sobre exercícios físicos. “A beleza da caminhada japonesa está em como ele se encaixa naturalmente na vida diária,” diz Nyland. “É simples, de baixo impacto e fácil de manter, tornando-se um ponto de partida ideal para quem está começando. Remove barreiras comuns, tornando o movimento consistente acessível e realizável para quase qualquer pessoa.”

Esse método simples de caminhada rápida-lenta aumenta o VO2 Max — volume máximo de oxigênio que o corpo consegue utilizar durante o exercício físico intenso — sem precisar acumular milhares de passos. Ele se baseia em um estudo de 2007 publicado no Mayo Clinic Proceedings, no qual cientistas dividiram homens e mulheres de 50 e 60 anos em dois grupos. O primeiro grupo, na caminhada moderada, dava 8 mil passos por dia em ritmo leve, cerca da metade do máximo que podiam caminhar. O segundo grupo fez o que viria a ser conhecido como a caminhada japonesa.

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Após caminhar quatro vezes por semana durante cinco meses, os participantes desse segundo grupo ganharam mais força muscular nas coxas do que os outros. Eles também aumentaram sua capacidade aeróbica máxima e reduziram a pressão arterial sistólica em média 10 pontos nos homens e oito nas mulheres, enquanto os que caminhavam de forma moderada tiveram quedas de apenas um ou dois pontos. Cientistas concluíram que alternar o ritmo durante a caminhada reduz a idade biológica ao melhorar a capacidade aeróbica.

Por que a caminhada japonesa é a porta de entrada para o mundo fitness

Nyland explica que o método se destaca por quebrar a mentalidade do “tudo ou nada”, que faz muitas pessoas desistirem da atividade física antes mesmo de começar. “Não é preciso se esforçar até a exaustão para ver resultados,” afirma. “Um esforço moderado e consistente pode gerar progresso maior a longo prazo do que treinos intensos ocasionais. É um lembrete de que a atividade física não precisa ser extrema para ser eficaz.”

David Amerland, autor do livro Built To Last, compara a caminhada japonesa a dirigir na cidade. “Ela quebra a tendência natural do corpo de se acomodar e do cérebro de desligar e relaxar”, diz. “Esse padrão constante de variação força corpo e mente a reorganizarem a energia disponível. Essa mudança constante cria pequenas adaptações que trazem benefícios reais à saúde e ao condicionamento físico.”

5 motivos para começar

Trond Nyland, CEO da Fynd, compartilha cinco razões pelas quais esse método é um ponto de entrada ideal para um estilo de vida mais ativo que apoia o equilíbrio entre vida e trabalho:

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1. Baixa barreira de entrada

Basta um par de tênis confortável e 30 minutos do seu dia. Essa simplicidade elimina desculpas comuns que impedem o início de uma rotina de exercícios.

2. Adaptação progressiva

A alternância de intensidade introduz o corpo suavemente ao treino intervalado, fortalecendo o sistema cardiovascular. Com o tempo, aumenta a resistência e prepara para treinos mais exigentes, como a corrida.

3. Baixo comprometimento

O ritmo moderado é gentil com o corpo, mas eficaz para gerar progresso. Diferente de treinos mais intensos que podem levar a lesões ou desgaste, é seguro praticar diariamente e cria uma rotina sustentável.

4. Resultados mensuráveis sem intimidação

Melhora a saúde cardiovascular, reduz a pressão arterial e ajuda no controle de peso sem o desconforto de exercícios tradicionais. Benefícios tangíveis motivam iniciantes a continuar.

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5. Porta de entrada para exercícios mais avançados

À medida que o corpo se adapta, aumenta energia e resistência, despertando interesse por outros tipos de treino, como musculação e cardio mais intenso.

Como incluir na rotina diária

David Amerland sugere usar atividades cotidianas para fortalecer o corpo: subir escadas, estacionar longe, carregar compras, fazer tarefas domésticas, brincar com os filhos, passear com o cachorro. “Pequenas mudanças ao longo do ano resultam em um corpo mais saudável e apto para qualquer exercício estruturado.”

Nyland recomenda começar integrando a caminhada japonesa durante o almoço, no deslocamento ou na rotina matinal. “Três caminhadas de 30 minutos por semana já são um ótimo começo, podendo chegar a cinco conforme a resistência aumenta. Para quem tem receio de iniciar a jornada fitness, ela oferece um ponto de partida de baixo impacto, eficaz e fácil de manter.”

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