Negócios
Quando Alguém Provoca uma Reação e Depois a Usa contra Você

Conflitos no trabalho raramente são julgados desde o começo. Geralmente, são julgados a partir do momento mais visível. Alguém levanta a voz, envia um e-mail ríspido, demonstra frustração em uma reunião e, de repente, a reação vira a história.
Mas reações não surgem do nada, às vezes uma pessoa foi interrompida, desconsiderada, minada, contrariada ou pressionada silenciosamente ao longo do tempo e, quando finalmente responde de forma emocional, o comportamento anterior desaparece do foco. Quem contribuiu para a escalada pode então apontar para a reação como prova: “É disso que estou falando. A resposta dessa pessoa foi agressiva.” O comportamento anterior some, e a reação visível vira a história inteira.
Isso pode ser uma expressão genuína de sofrimento, mas também pode ser um retrato incompleto do que aconteceu. O problema para líderes é que as duas coisas podem ser verdadeiras ao mesmo tempo. Uma reação pode ser inadequada, e ainda assim as condições que a produziram continuarem relevantes.
Esse padrão às vezes é descrito como abuso reativo, embora, em ambientes de trabalho, seja frequentemente mais útil entendê-lo como enquadramento da reação. A resposta de uma pessoa é isolada da sequência de eventos que veio antes e então usada como prova de que ela era o problema o tempo todo. Isso também se sobrepõe ao conceito de DARVO, termo usado para descrever negação, ataque e inversão dos papéis de vítima e agressor.
A questão para a liderança não é se a raiva deve ser desculpada. Não deve. A questão é se as empresas estão dispostas a examinar toda a história antes de atribuir culpa.
Emoção É Mais Fácil de Julgar do Que Contexto
Ambientes de trabalho são altamente sensíveis a emoções visíveis. Isso é compreensível. Líderes têm o dever de proteger pessoas contra intimidação, hostilidade e agressividade. Nenhuma organização deveria ignorar comportamentos que façam colegas se sentirem inseguros ou desrespeitados.
Ainda assim, existe um risco em tratar controle emocional como sinônimo de inocência. Uma pessoa calma nem sempre é a que se comportou bem. Uma pessoa visivelmente abalada nem sempre é a que iniciou o dano.
A armadilha da raiva funciona porque emoção é mais fácil de acusar do que contexto:
- Uma voz elevada é óbvia
- Um padrão de exclusão é mais difícil de provar
- Uma resposta ríspida pode ser citada
Meses de condescendência sutil, contribuições ignoradas ou pressão privada são muito mais difíceis de registrar.
Isso cria um desequilíbrio, e, quem reage pode parecer pouco profissional. Quem permaneceu calmo pode parecer razoável. Mas profissionalismo não diz respeito apenas ao tom de voz. Também envolve justiça, respeito, autocontrole e uso responsável do poder.
Bons líderes sabem que o momento mais visível nem sempre é o mais importante.
Provocação Nem Sempre Parece Provocação
Em muitos conflitos no trabalho, o comportamento que antecede a reação não é dramático. Muitas vezes, ele fica logo abaixo do limite de uma má conduta formal.
Um colega questiona repetidamente a competência de alguém diante dos outros e depois diz que estava apenas buscando clareza. Um gestor retém informações e depois critica alguém por não estar preparado. Um par faz comentários sarcásticos e depois afirma que o outro é sensível demais. Alguém envia uma mensagem privada difícil e depois se torna educado e moderado quando pessoas seniores entram na conversa.
Nenhum desses exemplos prova má intenção. Pessoas se comunicam mal e ficam defensivas. Talvez nem percebam o impacto que causam, mas padrões repetidos importam. Quando pequenos comportamentos se acumulam, a reação final pode parecer desproporcional apenas porque a pressão anterior era invisível.
É por isso que líderes deveriam evitar reduzir conflitos a um único incidente. Se a investigação começa apenas no momento em que alguém perde a compostura, a organização pode deixar passar o comportamento que tornou essa perda de controle mais provável.
Isso não significa que toda resposta irritada seja justificável. Significa que toda reação séria merece contexto.
Responsabilidade Deve Existir nos Dois Sentidos
A posição mais segura para líderes não é tomar partido rapidamente. É ampliar a lente.
Uma organização madura consegue dizer: “Essa reação não foi aceitável”, enquanto também diz: “Precisamos entender o que aconteceu antes disso.” Essas afirmações não são contraditórias. São a base de uma responsabilização justa.
Quem reage continua responsável por suas palavras e sua conduta, mas quem contribuiu para a escalada também pode ter responsabilidades. Talvez precise refletir se desconsiderou, provocou, constrangeu, pressionou ou invalidou repetidamente a outra pessoa.
Isso importa porque narrativas de conflito podem se tornar muito bem construídas. Uma pessoa pode ser melhor em documentar, enquadrar e se apresentar como razoável. Outra pode estar exausta, emocionalmente abalada ou constrangida pela própria reação. Se líderes recompensam apenas a narrativa mais organizada, correm o risco de confundir compostura com verdade.
A linguagem da segurança também precisa ser usada com cuidado. Quando alguém diz que não se sente seguro, isso sempre deve ser levado a sério. Mas não deveria encerrar automaticamente a investigação. Líderes ainda precisam perguntar o que “segurança” significa naquele contexto, o que aconteceu antes da alegação e se a preocupação reflete ameaça, desconforto, constrangimento, perda de controle ou um padrão genuíno de dano.
Segurança é importante demais para ser usada de forma leviana e importante demais para ser ignorada.
Bons Líderes Desaceleram a História
O movimento prático é simples: desacelerar a história.
Antes de decidir quem está errado, líderes deveriam perguntar o que aconteceu antes da reação visível:
- Foi um episódio isolado ou parte de um padrão mais longo?
- Quem tinha mais poder naquela interação?
- Houve reclamações anteriores, mensagens privadas ou pontos recorrentes de tensão?
- O tom mudou quando apareceu uma audiência?
- Outras pessoas relataram experiências parecidas?
O objetivo não é desculpar condutas inadequadas, mas evitar responsabilizações incompletas.
Empresas frequentemente dizem que querem segurança psicológica, mas segurança psicológica exige mais do que reuniões calmas e e-mails educados. Exige confiança de que as pessoas não serão silenciosamente provocadas e depois julgadas apenas pelo momento em que finalmente reagem. Também exige confiança de que a raiva não será usada para intimidar outras pessoas.
Os dois padrões importam.
As pessoas devem ser responsáveis pela forma como respondem. Mas líderes também devem ser responsáveis por entender ao que elas estão respondendo. A versão mais perigosa da responsabilização é aquela que começa a registrar os fatos apenas depois que o dano já começou.
Benjamin Laker é colaborador da Forbes USA. Professor universitário que escreve sobre as melhores formas de liderar ambientes de trabalho.
*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com
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A Escala 5×2 Chegou. E Muda Mais do Que o Custo da Folha
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Está decidido. A Emenda Constitucional 141, promulgada na última sexta-feira (20), encerra a escala 6×1. Em 60 dias, todo trabalhador CLT passa a ter duas folgas semanais e jornada máxima de 42 horas. Catorze meses após a publicação, o teto cai para 40 horas, sem redução de salário.
A primeira leitura é de custo, e ela não está errada. Como não será permitida a redução de salários e haverá redução de 44 para 40 horas semanais, cada hora vale 10% a mais. E isso encarece também a hora extra e os adicionais, que são calculados sobre o valor da hora.
Em operações que funcionam sete dias por semana, como varejo e serviços, manter a cobertura exige reforço de quadro. Nas simulações que tenho acompanhado, esse reforço fica entre 10% e 20%, e pesa mais nas unidades menores, que têm menor margem para remanejar gente.
Mas tratar a 5×2 apenas como aumento de folha é desperdiçar a oportunidade de rever a estratégia de remuneração como um todo.
Eficiência de escala
Comecemos pelo fixo. Com a hora mais cara, a pressão será por conter reajustes. Esse é um erro tentador. Mas antes de pensar em trocar equipes com salários reduzidos, será importante avaliar reservas escondidas na própria escala.
Empresas que passaram a montar turnos a partir da curva de movimento por hora descobriram horas extras desnecessárias e gente parada nos horários errados. Eficiência de escala é a primeira fonte de financiamento da nova jornada.
Onde mora a oportunidade
O variável é onde mora a oportunidade mais clara. Se o objetivo é produzir o mesmo, ou mais, em menos horas, a remuneração variável precisa apontar para isso. Prêmios por produtividade, metas de venda por hora trabalhada, bônus por cobertura nos picos ou por redução de absenteísmo transformam a exigência legal em alinhamento: a empresa ganha eficiência e o colaborador participa do ganho.
A experiência internacional reforça a lógica. Quando Portugal reduziu a jornada de 44 para 40 horas, em 1996, estudos registraram ganho de produtividade próximo de 8%. O Chile está no meios de uma transição gradual até 2028, e o México aprovou a sua até 2030. A redução funciona melhor quando vem acompanhada de esforço deliberado de produtividade, e incentivo bem desenhado é parte desse esforço.
Recompensas intangíveis
Há ainda uma camada que raramente entra na planilha: as recompensas intangíveis. Duas folgas, previsibilidade de escala e fins de semana inteiros com a família são valor percebido. Gente descansada e motivada erra menos, falta menos e atende melhor. Empresas que comunicarem isso como parte da proposta de valor ao empregado vão reter melhor do que as que tratarem a mudança como obrigação.
Rotatividade pode diminuir
Há também uma economia que raramente aparece na conta da transição: a da rotatividade. No varejo, ela já é altíssima. Levantamento do Sindilojas-SP mostra que a rotatividade no varejo paulista chegou a 56,6% em 2025, o maior nível desde 2020. Em alguns segmentos, como lojas de conveniência, passou de 90%.
Isso significa recontratar, quase todo ano, boa parte da equipe. Cada saída tem um custo que vai além da rescisão: recrutamento, treinamento e os meses em que o novo funcionário ainda não rende o que rendia quem saiu. O cliente percebe essa curva de aprendizado no caixa e no atendimento. Se a 5×2 for bem implementada, com escalas previsíveis e folgas que de fato descansam, as pessoas tendem a ficar mais tempo. Parte do custo da nova jornada pode voltar como economia em turnover.
E há a carreira. Mais turnos e escalas mais complexas exigem novas funções de controle: líderes de turno, coordenadores de escala, analistas de operação. É uma chance real de promover quem já conhece a operação e o cliente. A pergunta incômoda é se essa base está preparada. Quem sempre executou nem sempre foi treinado para planejar, ler indicadores ou liderar colegas. Sem trilha de capacitação e uma estrutura de cargos que reconheça esses degraus, a promoção vira armadilha.
Além disso, pessoas que estavam na informalidade podem voltar a se interessar pelo modelo CLT nesta nova configuração de escala.
Muitos empreendedores lerão tudo isso pensando na própria rotina, que está mais para 7×0 do que para 5×2. É verdade. A diferença é que, nesse caso, cada hora a mais constrói patrimônio próprio. Para quem trabalha numa estrutura que não é sua, o que se constrói é outra coisa: vínculo, ou a falta dele. Numa geração que cobra cada vez mais qualidade das relações de trabalho, a 5×2 talvez seja menos uma imposição e mais a formalização de algo que o mercado já vinha pedindo.
*Fernanda Abilel é professora na FGV e sócia-fundadora da How2Pay, consultoria focada no desenho de estratégias de remuneração.
Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.
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O que muda para empresas e funcionários com o fim da Escala 6×1

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Em uma decisão histórica, o plenário do Senado Federal aprovou na noite de quarta-feira (14), em votação em dois turnos, a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 221/2019, que põe fim à escala 6×1 de trabalho, em que o empregado trabalha seis dias na semana e folga um.
Foram 75 votos a favor da PEC e apenas um contrário, em ambos os turnos. O quórum exigido para uma emenda constitucional era de pelo menos 49 votos favoráveis. O número de parlamentares com presença registrada em plenário chegou a 77 dos 81 senadores, segundo o painel de votação.
O que muda com o fim da 6×1
O texto prevê folga remunerada obrigatório de dois dias por semana (uma delas preferencialmente no domingo), em jornada máxima de 5×2, sem redução salarial, e também reduz a atual jornada de trabalho de 44 para 40 horas semanais, com uma regra de transição total de 14 meses.
A mudança representa um marco na luta por direitos trabalhistas desde a Constituição de 1988, quando a jornada foi reduzida de 48 para 44 horas semanais, e concede um dia a mais de descanso para que trabalhadores com carteira assinada possam descansar, ampliar o convívio com a família e ter mais tempo de lazer e estudos.
A proposta também preserva a possibilidade de acordos e convenções coletivas para disciplinar situações específicas e categorias submetidas a regimes diferenciados.
Quando passa a valer a nova escala
Pelo texto, 60 dias após a promulgação da emenda constitucional, as empresas deverão adotar a escala 5×2 e reduzir a jornada máxima para 42 horas semanais de trabalho. Depois de mais 12 meses, a jornada será reduzida para 40 horas semanais.
Veja as regras de transição:
- Escala de 5 dias de trabalho com 2 dias de descanso (após 60 dias);
- Redução da jornada de 44 horas para 42 horas semanais (após 60 dias);
- Jornada de 42 horas para 40 horas semanais, mantida a escala 5×2 (em 14 meses).
Como será feito o cálculo das horas de trabalho?
No intervalo entre o segundo e o 14º mês após a promulgação (quando a escala será de até 42 horas semanais em 5 dias de trabalho), o empregador deverá distribuir, ao longo da semana, as duas horas acima das oito normais de serviço. Se repartidas igualmente, o empregado terá que trabalhar 8 horas e 24 minutos nos cinco dias na semana.
Finalizada a fase de transição, todos os empregados devem trabalhar, no máximo, oito horas diárias e 40 horas semanais em 5 dias na semana. Para trabalhar mais horas, apenas mediante pagamento de hora-extra.
Exceções
O texto permite, excepcionalmente, e mediante convenção ou acordo coletivo de trabalho, que seja estabelecido regime compensatório que permita escala diferente da 5×2.
Nesses casos, os trabalhadores precisam ser compensados no mesmo “mês-calendário”, garantindo “o gozo de pelo menos um dos dias dentro do período máximo de uma semana de trabalho”.
Ou seja, um trabalhador pode fazer ainda a escala 6×1, desde que prevista em acordo coletivo. Nesse caso, o dia trabalhado a mais terá que ser compensado com uma folga dentro do mesmo mês. Ao final desse mês, ele terá que ter gozado, na média, o equivalente a duas folgas remuneradas por semana.
A proposta também prevê que lei complementar posterior poderá estabelecer medidas transitórias de mitigação dos impactos da redução da jornada para os MEIs (microempreendedores individuais), microempresas e empresas de pequeno porte.
Salários acima de R$ 21 mil
A PEC também prevê jornadas diferenciadas para trabalhadores com diploma de ensino superior que recebam remuneração igual ou superior a R$ 21.188,87, desde que seja mantida a escala 5×2. Nesses casos, a duração da jornada poderá ser definida por negociação direta entre empregador e empregado.
Nesses casos, a redução da jornada só ocorrerá por liberalidade do empregador (quando é concedido sem obrigação legal) ou se estiver prevista em acordo ou convenção coletiva de trabalho. O texto, contudo, determina a realização da escala 5×2 nesses casos.
Quem será beneficiado
Uma pesquisa do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), elaborada com base em dados da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), apontou que 80% dos vínculos com jornadas superiores a 40 horas semanais tinham salários contratuais de até dois salários mínimos (atualmente em R$ 3.242). O percentual chegava a 90% quando considerado o limite de três salários mínimos (R$ 4.863).
Os vínculos com contratos de até 40 horas semanais registravam remuneração mensal média de R$ 6.211,16. Já os trabalhadores contratados para jornadas de 44 horas recebiam, em média, cerca de 42,3% desse valor, ou seja, cerca de R$ 2.627,32.
A escolaridade também aparece associada à duração da jornada. Mais de 83% dos vínculos de trabalhadores com ensino médio completo ou escolaridade inferior tinham jornadas superiores a 40 horas semanais. Entre aqueles com ensino superior completo, a proporção era de 53%.
Uma outra pesquisa apontou que o fim da escala 6×1 e a redução da jornada máxima de trabalho para 40 horas semanais deve beneficiar 26,8 milhões de trabalhadores. O número reúne 22 milhões de trabalhadores formais, o equivalente a 54% dos empregados com carteira assinada, e aproximadamente 4,8 milhões de trabalhadores informais que atualmente cumprem jornadas superiores a 40 horas por semana.
Os dados são de um levantamento do Dieese (Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos), elaborado com base na PNAD (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do IBGE, referente a 2025. Segundo o estudo, mais da metade dos trabalhadores formais brasileiros ainda trabalham acima da jornada de 40 horas semanais.
Terceirizados do Estado
A regra de transição para os trabalhadores terceirizados do poder público é diferente, sob o argumento de “evitar riscos de descontinuidade na prestação de serviços públicos essenciais executados mediante terceirização”.
As empresas que prestam serviços para o Estado terão prazo de 12 meses após a promulgação da emenda, e não 60 dias como as demais, para acabar com a escala 6×1 dos empregados.
Os contratos aditados após 60 dias da promulgação da emenda já terão que observar a nova jornada de trabalho instituída pela PEC.
Aprovação e próximos passos
O senador Omar Aziz (PSD-AM), relator da matéria na Casa legislativa, manteve o mesmo texto aprovado pelos deputados há cinco meses, de forma que a proposta não precisará retornar à Câmara e poderá seguir diretamente para a promulgação.
A votação em primeiro e segundo turnos na mesma noite foi possível após a aprovação, em votação simbólica, de um requerimento de calendário especial, feito por líderes partidários, que dispensou a exigência de novas sessões deliberativas para análise da proposta.
Aprovada pela Câmara dos Deputados em maio, a PEC chegou em agosto ao Senado, onde passou pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e foi levada à discussão em plenário na semana passada, após compromisso firmado pelo presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP).
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PepsiCo Anuncia Novo VP e CFO da Divisão de Alimentos no Brasil
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
A PepsiCo anunciou Renato Boldo como o novo vice-presidente e CFO da divisão de alimentos da companhia no Brasil.
No cargo, o executivo estará à frente da área de finanças e atuará no comitê executivo nacional da empresa.
Com mais de 20 anos de carreira, Renato chega à PepsiCo vindo da Mars, onde ocupou o cargo de CFO da divisão Pet Nutrition Brasil. Ao longo da carreira, já passou por empresas como Unilever, Compra Agora e DHL.
“Na minha carreira, tive o privilégio de trabalhar com pessoas excepcionais, aprender com transformações complexas de negócios e ajudar organizações a acelerar o crescimento”, escreveu em uma publicação no LinkedIn.
O executivo é formado em engenharia química pela UFSCar e tem MBA pela FGV.
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