Negócios
Quem É Klaus Zellmer, Novo CEO da Volvo com Carreira na Porsche e na Skoda
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
A Volvo Cars escolheu Klaus Zellmer, veterano executivo do Grupo Volkswagen e atual chefe da Skoda Auto, como seu próximo presidente e CEO. Zellmer traz um currículo impressionante de décadas de experiência, abrangendo liderança nos segmentos premium e de grande volume da indústria automotiva — uma combinação que o conselho da Volvo claramente considera relevante enquanto a montadora sueca tenta proteger seu posicionamento premium ao mesmo tempo em que melhora a economia da eletrificação.
O presidente do conselho da Volvo, Eric Li, afirmou que Zellmer combina experiência internacional com um histórico de liderança de organizações durante “transformações e mudanças nas condições de mercado”.
“Estou muito satisfeito em ingressar na Volvo Cars em um momento tão importante no desenvolvimento da empresa”, disse Zellmer em um comunicado à imprensa, citando a reputação duradoura da Volvo em segurança e sua identidade de marca clara. Ele sucederá Håkan Samuelsson no mais tardar em 1º de outubro de 2027, dando à Volvo um período de transição incomumente longo enquanto a empresa prepara uma das maiores ofensivas de produtos de sua história.
A Skoda Auto é uma importante fabricante de automóveis tcheca e uma das empresas automotivas mais antigas do mundo, com sede em Mladá Boleslav, na República Tcheca. Tornou-se subsidiária do Grupo Volkswagen da Alemanha em 1991 e hoje pertence integralmente ao Grupo VW.
Zellmer lidera a Skoda desde julho de 2022, período em que a marca tcheca do Grupo Volkswagen ganhou participação de mercado, ampliou sua linha de veículos elétricos e apresentou resultados financeiros incomumente notáveis para uma fabricante de grande volume. Em 2025, as vendas globais da Skoda cresceram 13%, para mais de 1 milhão de veículos — o primeiro retorno da marca acima desse patamar desde 2019.
O resultado financeiro foi igualmente notável. A Skoda registrou receita de € 30,1 bilhões (US$ 34,0 bilhões) em 2025, alta de 8,3%, e lucro operacional de € 2,5 bilhões (US$ 2,8 bilhões), avanço de 8,6%, resultando em uma margem operacional de 8,3%. Esse é o tipo de disciplina de margem que a Volvo gostaria de reproduzir, já que a margem operacional ajustada da Volvo foi de 3,5% na mesma comparação.
Sob a liderança de Zellmer, a Skoda também fez progressos consideráveis no desafiador mercado europeu de veículos elétricos — a marca vendeu 123.756 veículos 100% elétricos na Europa em 2025. O novo Skoda Elroq foi o segundo veículo elétrico mais vendido da Europa, atrás do Tesla Model Y, enquanto o Enyaq ficou em quinto lugar.
Nos primeiros sete meses de 2026, a Skoda tornou-se a segunda marca mais vendida da Europa, atrás apenas da principal marca de automóveis de passeio da Volkswagen, com vendas em alta de 8,9%, para 533.748 veículos. Esses resultados sugerem que os pontos fortes de Zellmer vão além do planejamento de produtos: ele ajudou a transformar uma marca tradicionalmente focada em valor em uma operação mais assertiva globalmente e financeiramente mais resiliente.
“Klaus Zellmer desempenhou um papel importante na formação da Škoda ao longo dos últimos anos. Um exemplo recente é o Skoda Epiq, parte da Electric Urban Car Family. Respeitamos sua decisão pessoal de iniciar um novo capítulo em sua carreira e desejamos a ele todo o sucesso no futuro”, disse Thomas Schäfer, presidente do Conselho de Supervisão da Skoda Auto e chefe do Brand Group Core, em comunicado da empresa.
O mesmo comunicado trouxe declarações de Zellmer: “Os últimos anos na Skoda Auto foram um período extraordinário e marcante para mim. Ao lado de uma equipe única e dedicada, fortalecemos a marca, entramos em novos mercados e estabelecemos a Skoda como uma das marcas automotivas mais bem-sucedidas da Europa. Esse sucesso se deve, acima de tudo, às pessoas da Skoda — à paixão, à expertise e ao comprometimento delas todos os dias. Gostaria de agradecer, do fundo do coração, a todos os Skodians por isso, assim como pela confiança e pela excelente colaboração. Agora chegou o momento de assumir um novo desafio fora do Grupo Volkswagen. A Skoda e as pessoas por trás dessa marca extraordinária sempre terão um lugar especial na minha vida profissional.”
Antes de liderar a Skoda, Zellmer passou mais de duas décadas na Porsche em cargos seniores nas áreas comercial, de marketing e regionais. Foi CEO da Porsche Alemanha de 2010 a 2015 e depois atuou como presidente e CEO da Porsche Cars North America, em Atlanta, de 2015 a 2020. Sua passagem pela América do Norte coincidiu com um período de crescimento sustentado da Porsche, com as vendas nos Estados Unidos subindo de 51.756 veículos em 2015 para o recorde de 61.568 em 2019.
Zellmer assume uma marca com ativos consideráveis: uma reputação incomumente forte em segurança, uma identidade de design escandinavo distinta, produção global e o respaldo financeiro da Geely. Mas há desafios. A empresa anunciou recentemente planos para 13 novos veículos até 2030, seu programa de produtos mais otimista da história. A Volvo também precisa administrar as complexas linhas de produtos ocidentais e chinesas, à medida que tarifas, regras regulatórias, expectativas locais de software e escolhas dos consumidores dividem cada vez mais o setor automotivo em blocos regionais.
O histórico de Zellmer na Skoda sugere que ele entende como combinar disciplina de custos, ampla oferta de conjuntos motrizes e adequação entre produto e mercado. A questão maior é se essas lições de uma marca de volume — e suas credenciais premium adquiridas na Porsche — podem ajudar a Volvo a transformar planos ambiciosos de eletrificação em margens maiores, vendas mais fortes e uma posição mais clara em um mercado de luxo que está sendo rapidamente remodelado.
*Reportagem originalmente publicada em Forbes.com
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Cargos de Liderança São Só 1,5% das Vagas para Pessoas com Deficiência

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Apenas 1,5% das vagas destinadas a pessoas com deficiência (PcDs) ofertam posições técnicas e gerenciais, aponta levantamento inédito da startup Egalite. O levantamento considera dados de 116 mil profissionais cadastrados e mais de 19 mil vagas ativas no portal Inclui PcD, da própria startup, especializada em projetos para empregabilidade de pessoas com deficiência.
As empresas destinam grande parte das vagas para posições operacionais, que representam 98,5% dos postos de trabalho. Por outro lado, o levantamento aponta que 31% de todas as candidaturas espontâneas desses profissionais são direcionadas para posições gerenciais e técnicas.
Embora esses dados apontem para um cenário desafiador, a pesquisa destaca um avanço nas organizações empenhadas na inclusão e no crescimento efetivo desses profissionais.
Metade das organizações analisadas no portal Inclui PcD já disponibiliza todas as suas vagas, desde posições de entrada até cargos de liderança e especialistas, para pessoas com deficiência, superando a exigência legal de cotas.
Um dos fundadores da Egalite e embaixador e CEO da Rede Empresarial de Inclusão Social, Djalma Scartezini aponta que a maioria das vagas de trabalho é para cargos operacionais, pois o varejo é a base da pirâmide e, por isso, disponibiliza maior quantidade de postos de trabalho.
“Não existem cargos de liderança na mesma proporção que cargos de entrada”, diz Djalma Scartezini.
Contudo, o diretor executivo reconhece que existe uma falta de vagas de gerência destinada à população PcD. “Eu sendo um executivo com deficiência também não estou contente de ver poucos pares com deficiência em cargos de direção. O que eu acho que é positivo é que tem avançado esse número.”
Ele cita a última feira Inclui PcD, uma iniciativa da Egalite, que abriu 19 mil vagas para pessoas com deficiência, das quais quase 4 mil eram cargos para especialistas, coordenadores e primeiros estágios de liderança.
Outro dado relevante da pesquisa demonstra que a pretensão salarial mediana de candidatos PcD é de R$ 1.450, valor abaixo do salário mínimo em vigor (R$ 1.621). O dado revela que os trabalhadores muitas vezes chegam aos processos seletivos cobrando menos do que o que é de direito.
Muitas vezes esse cenário se dá por um viés de mercado que utiliza marcadores identitários – como deficiência, gênero, raça e orientação sexual – para desqualificar as pessoas. Como aponta Scartezini, frequentemente, as próprias vagas oferecidas a PcDs já são disponibilizadas com valores de remuneração reduzidos em relação aos parâmetros de mercado.
Uma outra barreira enfrentada por trabalhadores com deficiência é o recuo de postos de trabalho no modelo home office. De acordo com dados da Inclui PcD, o percentual de vagas remotas e híbridas sofreu queda de 28,4% em 2024 para somente 0,8% em 2026.
“O modelo de trabalho remoto remove barreiras cruciais de mobilidade urbana e transporte público inacessível para pessoas com deficiência física”, explica o CEO da Egilate, Guilherme Braga.
Além disso, para profissionais neurodivergentes, o ambiente de casa atua como um regulador sensorial, possibilitando a gestão de estímulos do ambiente, a adaptação do espaço de trabalho e a diminuição da sobrecarga social.
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“Se Tudo É Burnout, Então Nada É”, Diz Pesquisadora Pioneira sobre o Tema

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Quando começou a ouvir relatos de esgotamento relacionados ao ambiente e à sobrecarga de trabalho, Christina Maslach não imaginava que o burnout, termo que ajudou a cunhar, se popularizaria a ponto de ser reconhecido no mundo todo e extrapolar o universo profissional. “O problema é que as pessoas usam a palavra para se referir a todo tipo de coisa: para dizer que estão entediadas ou que não tiveram uma boa ideia a semana toda”, diz Maslach à Forbes, durante passagem pelo Brasil. “É burnout parental, burnout conjugal… Se tudo é burnout, então nada é.”
Professora de psicologia da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos Estados Unidos, e pesquisadora pioneira sobre o tema desde a década de 1970, ela é a mente por trás da definição formal do conceito e da criação do MBI (Maslach Burnout Inventory), ferramenta utilizada globalmente para medir o esgotamento profissional.
Após mais de quatro décadas de estudos sobre o tema, em 2019, a OMS (Organização Mundial da Saúde) incluiu o burnout na Classificação Internacional de Doenças (CID-11), definindo-o como “um estresse crônico no local de trabalho que não foi gerenciado com sucesso”.
O que é o burnout
No entanto, a pioneira nos estudos sobre o tema prefere afastá-lo de uma patologia. Ela explica: “É basicamente uma resposta a estressores crônicos no ambiente de trabalho. E uma resposta ao estresse não é uma doença. Não é uma condição médica”, disse a pesquisadora durante evento promovido pela Heineken em São Paulo na terça-feira (15), na véspera do Mind Summit, onde palestra nesta quinta.
No início de suas pesquisas com profissionais de linha de frente, como policiais, enfermeiros e assistentes sociais, Maslach notou um padrão: pessoas outrora apaixonadas por suas carreiras tornavam-se exaustas, cínicas e distantes de seu propósito. A primeira vez que tentou publicar suas descobertas, há exatos 50 anos, foi rejeitada por periódicos acadêmicos que classificaram o achado como “psicologia pop”.
Aconselhada a publicar em uma revista popular, escreveu um artigo em 1976 para a Human Behavior. A reação dos leitores não demorou. “Isso foi antes da internet, e eu recebia sacos de cartas e telefonemas de pessoas dizendo: ‘Meu Deus, achei que eu fosse o único’”, relembra.
O problema do burnout não é individual
O termo se popularizou (até demais, na sua visão), mas a pesquisadora alerta para a forma como as lideranças ainda fogem da responsabilidade. “A maioria dos líderes pensa em trazer terapeutas para tratar as pessoas. Mas pense em um risco físico: se você trabalha em uma altura perigosa de onde pode cair, a empresa não diz: ‘Se você cair, estaremos lá para te levar ao hospital’. Ela torna o ambiente menos arriscado para que você não caia em primeiro lugar.”
A pesquisadora vai abordar o tema enquanto o Brasil enfrenta uma crise de saúde mental. Nos últimos quatro anos, os afastamentos por burnout cresceram 823% em quatro anos, segundo dados do Ministério da Previdência Social.
Em um ambiente corporativo de pressão constante, em que “fazer mais com menos” virou quase uma regra, trabalhar no limite tornou-se rotina. “Em vez de dizerem ‘o que podemos tirar do seu prato para que você faça essa outra coisa’, dizem apenas: ‘faça mais’. Esquecemos de colocar o ser humano no centro do trabalho.”
O resultado é uma dependência de “soluções de autocuidado” que não resolvem a raiz do problema. “A maior parte das estratégias de enfrentamento que ensinam aos profissionais não funciona. Tirar férias, sair mais cedo, tirar um dia de folga para a saúde mental. Essencialmente, estão dizendo para você não trabalhar. Se a melhor maneira de lidar com o estresse do trabalho é não trabalhar, há algo de muito errado no que está acontecendo.”
Hoje, seu desafio é mudar a forma como as pessoas enxergam o burnout e lidam com ele, individualmente e dentro das empresas. “Assim como nos Estados Unidos, quando as pessoas no Brasil ouvem essa palavra, imediatamente a associam a uma doença psicológica”, afirma. “E a solução que encontram em 99,9% das vezes é: você tem que se consertar, cuidar de si mesmo. É focar em quem está passando pelo problema e falhar em perguntar o porquê. O que está acontecendo no ambiente que está criando esse problema?”
Como redesenhar o trabalho
Em vez de focar apenas no indivíduo, a autora do livro “The Burnout Challenge” aponta que o esgotamento é resultado de falhas organizacionais em seis áreas principais: sobrecarga de trabalho, falta de controle, recompensas insuficientes, quebra do senso de comunidade, ausência de justiça e conflitos de valores.
Para executivos que medem os níveis de burnout de seus times em pesquisas anuais apenas para ver se o número cai no ano seguinte, Maslach deixa um alerta: “Eu desenvolvi a ferramenta [MBI] para pesquisa, não para diagnosticar uma doença como um termômetro mede a febre. Medir o burnout sem fazer nada a respeito não serve para nada”.
A saída, segundo a pesquisadora, passa por um redesenho contínuo do ambiente de trabalho guiado por 3 Cs:
1. Colaborar: “Você precisa trabalhar com as pessoas que fazem o trabalho para que elas tenham voz. O que está atrapalhando o trabalho importante? É desmoralizante para o funcionário nunca ser consultado sobre como o trabalho poderia ser feito melhor.”
2. Customizar: “Não existe uma solução única que sirva para todos. Uma iniciativa que funciona em um hospital pode não funcionar em uma escola ou empresa de tecnologia. Você precisa ajustar as melhorias à cultura e aos objetivos da sua organização.”
3. Comprometer-se: “Não é um workshop de um dia. É fazer até dar certo. Mudanças levam tempo e, como uma reforma em casa, às vezes piora antes de melhorar. Tem que haver um compromisso contínuo.”
A chave para liderar times saudáveis, conclui a pesquisadora, não é tentar implementar revoluções disruptivas e milionárias do dia para a noite, mas sim remover o que ela chama de “pedras no sapato”, ou os pequenos e constantes estressores crônicos. “Seja uma pauta trimestral ou semestral, a pergunta na agenda deve ser sempre: ‘Como podemos tornar as coisas um pouco melhores por aqui?’ Isso constrói esperança.”
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As 10 Melhores Empresas dos EUA para Profissionais de Tecnologia

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Nos Estados Unidos, o mercado de trabalho para profissionais de tecnologia deve crescer bem acima da média nacional na próxima década.
Segundo o escritório americano de estatísticas trabalhistas (Bureau of Labor Statistics), a projeção é de 280 mil novas vagas por ano, o que permite aos talentos do setor serem altamente seletivos em suas escolhas profissionais.
Para guiar essas decisões de carreira e oferecer às empresas uma visão de seus concorrentes, a Forbes mapeou os destaques na lista Melhores Empresas para Profissionais de Tecnologia dos EUA em 2026.
Neste ano, a Nvidia lidera o ranking com 300 empresas, seguida pelo Google e pela Bridgestone. Nomes como Microsoft e Delta Air Lines também integram o top 10.
O que está por trás da lista
A terceira edição anual da lista, produzida em parceria com a empresa de pesquisa Statista, baseia-se nas respostas de mais de 50.000 profissionais de tecnologia de todos os setores em companhias com pelo menos 1.000 funcionários nos Estados Unidos.
Os participantes avaliaram suas empresas atuais, ex-empregadores e companhias conhecidas por indicação em critérios como remuneração, plano de carreira, estilo de gestão e ambiente de trabalho.
A nota final deu peso maior às opiniões recentes dos atuais colaboradores, cruzando os dados acumulados nos últimos três anos das pesquisas da Forbes com a Statista. As 300 companhias com as pontuações mais altas formaram a lista definitiva.
A seguir, confira as 10 Melhores Empresas para Profissionais de Tecnologia dos EUA. Veja a lista completa aqui
1. NVIDIA
- Setor: Semicondutores, Eletrônicos, Engenharia Elétrica
- Sede: Santa Clara, Califórnia
- Ano de Fundação: 1993
2. Google

- Setor: Software e Serviços de TI
- Sede: Mountain View, Califórnia
- Ano de Fundação: 1998
3. Bridgestone
- Setor: Automotivo (Indústria Automotiva e Fornecedores)
- Sede: Nashville, Tennessee
- Ano de Fundação: 1931
4. Microsoft

- Setor: Software e Serviços de TI
- Sede: Redmond, Washington
- Ano de Fundação: 1975
5. Texas Health Resources
- Setor: Saúde e Serviços Sociais
- Sede: Arlington, Texas
- Ano de Fundação: 1997
6. Corning
- Setor: Engenharia, Manufatura
- Sede: Corning, Nova York
- Ano de Fundação: 1851
7. Harley-Davidson
- Setor: Automotivo (Indústria Automotiva e Fornecedores)
- Sede: Milwaukee, Wisconsin
- Ano de Fundação: 1903
8. Arizona State University
- Setor: Educação
- Sede: Tempe, Arizona
- Ano de Fundação: 1885
9. Northwell Health
- Setor: Saúde e Serviços Sociais
- Sede: Great Neck, Nova York
- Ano de Fundação: 1997
10. Delta Air Lines

- Setor: Transporte e Logística
- Sede: Atlanta, Geórgia
- Ano de Fundação: 1924
*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com
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