Negócios
Transparência salarial: empresas têm até hoje para preencher relatório

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Termina nesta sexta-feira (30) o prazo para que empresas com 100 ou mais funcionários preencham o Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios de 2024, conforme prevê a Lei 14.611/2023 – Lei de Igualdade Salarial, que estabelece critérios de remuneração entre mulheres e homens que executam o mesmo tipo de trabalho.
O relatório é uma ferramenta utilizada pelo governo federal para verificar se há casos de disparidades salariais por gênero nas empresas. Com esses dados, é possível conhecer a realidade remuneratória dos profissionais nas empresas, bem como as políticas de incentivo à contratação e promoção na perspectiva de gênero.
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Para preencher o documento, as empresas têm de acessar o Portal Emprega Brasil, do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), e inserir as informações no relatório. Na página, há indicações de como as empresas e suas filiais devem se cadastrar, além de identificar as pessoas físicas que irão representar as instituições.
Esses representantes devem ter login no portal único de serviços digitais do governo federal, o Gov.br, e devem responder a cinco perguntas do questionário complementar.

Lei da Igualdade Salarial estabelece critérios de remuneração entre mulheres e homens que executam o mesmo tipo de trabalho
Etapas
A partir das informações disponibilizadas, o Ministério do Trabalho produzirá outro relatório, com dados gerais de cada empreendimento, que será disponibilizado às empresas até 16 de setembro. Não há possibilidade de dados individuais serem divulgados para evitar a identificação de situações únicas.
Após a entrega do documento sobre a situação de transparência salarial no país, as empresas deverão publicar os dados gerais do relatório gerado em locais acessíveis, como sites, redes sociais ou outros meios similares, até 30 de setembro. A divulgação deve ser ampla, visando alcançar seus empregados, trabalhadores e ao público em geral.
Se uma empresa não garantir a visibilidade dessas informações, por meio da publicação dos relatórios, o MTE aplicará multa administrativa correspondente a até 3% da folha de salários, com o teto de 100 salários mínimos (R$ 141,2 mil). Outras sanções por discriminação salarial e critérios remuneratórios entre homens e mulheres podem ser aplicadas, quando for o caso.
Em 30 de setembro, o MTE e o Ministério das Mulheres deverão fazer a divulgação de dados gerais dos relatórios entregues, como foi feito no primeiro Relatório de Transparência Salarial e de Critérios Remuneratórios de 2024, em março deste ano.
Discriminação salarial
Em casos de discriminação salarial e de desigualdades apontadas no relatório, a legislação estabelece que um plano de ação deverá ser elaborado pela empresa infratora em até 90 dias, após o recebimento da primeira notificação. Representantes das entidades sindicais têm participação garantida em lei na elaboração e na implementação do plano de ação.
Se verificada a reincidência das desigualdades salariais de um mesmo CNPJ, a legislação prevê que seja lavrado um auto de infração pela auditoria fiscal do trabalho. A empresa tem prazo de dez dias para apresentação de defesa administrativa.
As pessoas jurídicas com 100 ou mais empregados devem adotar medidas para garantir essa igualdade, incluindo transparência salarial, fiscalização contra discriminação, canais de denúncia, programas de diversidade e inclusão, e apoio à capacitação de mulheres.
Primeiro relatório
Ao todo, 49.587 empresas com 100 ou mais funcionários em 31 de dezembro de 2023 prestaram as informações exigidas pela nova legislação.
Os dados do primeiro relatório de transparência salarial, divulgado em março deste ano, mostraram que as mulheres ganham 19,4% a menos do que os homens na mesma função.
O documento revelou, por exemplo, que a remuneração média no Brasil é de R$ 4.472. Os homens não negros recebem R$ 5.718; as mulheres não negras aparecem na sequência, com R$ 4.452. Já os homens negros ganham R$ 3.844 e as mulheres negras têm salários médios de R$ 3.041.
As mulheres ocupam apenas 38% dos cargos de liderança no mercado de trabalho brasileiro.
O Brasil não é um caso isolado de diferenças salariais de gênero. O relatório Mulheres, Empresas e o Direito do Banco Mundial, publicado em 2024, indica a disparidade global de gênero.
Denúncias
Denúncias de desigualdade salarial podem ser feitas pelo site da Carteira de Trabalho Digital ou no aplicativo para smartphones desenvolvido pelo Ministério do Trabalho e Emprego nos sistemas Android e iOS. Antes, é preciso acessar o portal Gov.br.
Para esclarecer eventuais dúvidas sobre a lei, o Ministério das Mulheres, em parceria com o Ministério do Trabalho e Emprego, tem a Cartilha Tira-Dúvidas: Lei da Igualdade Salarial e de Critérios Remuneratórios entre Mulheres e Homens, com informações destinadas aos trabalhadores e empregadores.
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Como Recuperar a Motivação no Trabalho? Responda a Estas 5 Perguntas

Encontrar motivação no trabalho pode parecer difícil, especialmente se você não ama o que faz, o ambiente ou as pessoas ao redor. Se esse for o caso, pergunte-se: o que realmente faz você levantar da cama com vontade de começar o dia? Depois de responder isso, o trabalho deixa de parecer uma obrigação e passa a ser uma escolha.
Mudar a lógica de “tenho que” para “quero” cria um impulso e aumenta a capacidade de conclusão de tarefas. Com base nessa ideia, existem cinco perguntas que você pode fazer a si mesmo todas as manhãs para se reconectar com aquilo que te traz energia e se preparar melhor para o dia que tem pela frente.
5 perguntas para recuperar a motivação
Especialistas como a americana Wendy Grolnick, professora de psicologia na Clark University, nos Estados Unidos, alertam que o maior mito sobre motivação é esperar que ela simplesmente apareça.
Para combater essa inércia, Jackson Parsons — autor do livro “Make the Flip” e apresentador do “My Duvet Flip”, reconhecido como o principal programa sobre carreiras do Reino Unido — compartilha cinco perguntas para te ajudar a descobrir o que te motiva e como usar essa percepção para beneficiar sua carreira.
1. O que me faz levantar da cama na hora?
O que torna o pensamento de sair da cama de manhã um pouco mais fácil não precisa ser algo enorme e que mude a sua vida. Pode ser algo mais específico e imediato, como um projeto que você está animado para começar, uma tarefa que deseja terminar ou apenas algo sobre o qual deseja conversar com seus colegas de trabalho.
Se você não acorda pensando “Eu amo meu trabalho”, não tem problema. Segundo Parsons, ainda pode haver coisas que te deixem empolgado ao longo do dia. “Em vez de guardar o que te empolga como recompensa, comece o dia com isso”, ele recomenda. “Começar com algo envolvente cria um movimento para a frente, fazendo com que o resto das suas tarefas pareça menos uma resistência e mais uma continuação.”
2. O que faz eu me sentir com energia, e não apenas produtivo?
A produtividade é visível. Ela aparece em caixas de entrada limpas e tarefas concluídas. Mas a motivação é mais profunda do que o resultado. Você pode ser altamente produtivo e ainda se sentir esgotado no final do dia.
A verdadeira motivação faz com que você se sinta energizado, engajado e mentalmente vivo. Ela vem de atividades que devolvem energia, não apenas daquelas que exigem esforço. Seja resolvendo problemas complexos, criando um trabalho significativo ou colaborando com os outros, essas experiências reabastecem em vez de drenar.
“Acompanhe seus níveis de energia por uma semana. No final de cada dia, anote o que te deu energia e o que te esgotou”, diz o autor. “Com o tempo, você será capaz de reconhecer as coisas que mais te motivam para que possa incorporá-las aos seus dias. Você pode não ser capaz de mudar tudo sobre o seu cargo, mas pode fazer seus próprios ajustes que o tornam mais fácil e mais emocionante.”
3. O que eu quero fazer sem que me peçam?
Um dos indicadores mais claros de motivação é aquilo pelo qual você é naturalmente atraído quando ninguém está te direcionando. O que captura a sua curiosidade e te atrai naturalmente quando não há pressão externa?
Essa distinção entre “ser puxado” versus “ser empurrado” revela a diferença entre o trabalho que você simplesmente conclui e o trabalho que você genuinamente gosta de fazer. “Considere como as coisas que você quer fazer podem se tornar uma parte mais importante do seu cargo e discuta isso com seu gerente”, diz Parsons.
Até mesmo pequenas mudanças podem fazer uma grande diferença. “Se não houver atualmente uma oportunidade de tentar um novo cargo, o simples fato de se aproximar do tipo de trabalho com o qual você tem mais afinidade pode mantê-lo motivado e engajado a longo prazo.”
4. Em que tipo de ambiente eu me dou bem?
Às vezes, o problema não é o trabalho em si; é o ambiente no qual você está. A motivação é profundamente influenciada pelo contexto. Um extrovertido pode se sentir esgotado trabalhando isoladamente, enquanto alguém que precisa de foco pode se sentir sobrecarregado em um ambiente com muito ruído e interação.
Seu ambiente ou apoia sua energia ou colabora para esgotá-la silenciosamente. “Tente ajustar as coisas que você pode controlar, em vez de tentar ajustar sua personalidade”, afirma o especialista. “Defina sua própria estrutura e reserve um tempo sozinho para um brainstorming interno, ou marque reuniões com colegas de trabalho para debater ideias e se alimentar da energia e motivação deles.”
5. Por que eu não tenho motivação?
De acordo com Parsons, esta pode ser a pergunta mais importante de todas. Ele explica que a falta de motivação não é uma falha de caráter. Não é preguiça ou falta de disciplina. Geralmente é um feedback: um sinal de que algo não está funcionando.
Quando você tenta forçar a motivação, pode ter sucesso temporariamente, mas isso costuma ter um custo. Você gasta mais energia se forçando, o que leva a uma maior exaustão e desconexão. Quanto mais você se esforça, mais resistência você cria, e o ciclo continua.
A motivação sustentável não vem da força. Ela vem da redução da resistência, da remoção do atrito e de fazer com que seu trabalho pareça mais alinhado e envolvente. “Facilite as coisas para si mesmo. Impeça que as coisas fiquem no caminho tendo um ponto de partida claro, preparado no dia anterior, que reduza qualquer fadiga de decisão que você costuma sentir, antes mesmo que ela comece.”
Ele sugere criar uma nova maneira de celebrar o sucesso e o progresso, e acompanhar os marcos, não apenas os prazos. “Reconheça seu progresso antes de passar para outra coisa, para manter a motivação que você sente com o seu sucesso.”
*Bryan Robinson é colaborador da Forbes USA. Ele é autor de 40 livros de não-ficção traduzidos para 15 idiomas. Também é professor emérito da Universidade da Carolina do Norte, onde conduziu os primeiros estudos sobre filhos de workaholics e os efeitos do trabalho no casamento.
*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com
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Dentro e Fora do Gramado: 8 Lições de Liderança de Carlo Ancelotti
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O técnico da seleção brasileira Carlo Ancelotti renovou o contrato com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) por mais quatro anos, até a Copa do Mundo de 2030, segundo anúncio da entidade na quinta-feira (14).
Desde que assumiu o cargo, em maio de 2025, o italiano liderou a seleção — maior campeã da história do futebol mundial — em dez jogos. Foram cinco vitórias, dois empates e três derrotas. Sob seu comando, a equipe marcou 18 gols e sofreu 8. “Desde o primeiro minuto, entendi o que o futebol significa para este país. Estamos trabalhando para levar a Seleção Brasileira de volta ao topo do mundo“, disse em comunicado divulgado pela CBF. “Mas queremos mais. Mais vitórias, mais tempo e mais trabalho.”
Preparativos para a Copa do Mundo de 2026
A menos de um mês do início da Copa do Mundo, Ancelotti acredita que a seleção brasileira precisa aprender a transformar a pressão em combustível na tentativa de acabar com uma espera de 24 anos para levantar o troféu novamente. “Há muita pressão sobre os jogadores. E os jogadores também colocam muita pressão sobre si mesmos, às vezes até demais”, afirmou à Reuters. “Precisamos estabelecer uma rotina para evitar tudo isso. Gerenciar bem a pressão significa ter mais motivação e mais camaradagem.”
“Você pode compartilhar a pressão. Assim, ela pesa menos sobre você.”
Carlo Ancelotti
Para o técnico, o caminho é dar ao Brasil uma estrutura robusta o suficiente para sobreviver à intensidade do futebol moderno. “O que o futebol e os jogadores brasileiros não podem perder é sua maior qualidade: criatividade, alegria e energia.”
Gabaritado para assumir essa tarefa, Ancelotti é conhecido por alcançar em campo algo que muitas empresas esperam da liderança hoje em dia: equipes engajadas. O italiano consegue entregar para os acionistas (dirigentes e patrocinadores) e clientes (torcedores e imprensa) um grupo de pessoas (atletas) altamente envolvidas com o trabalho e com a busca de resultados (vitórias e títulos). “Ancelotti cria um nível alto de engajamento entre todos os jogadores porque coloca um propósito por trás da execução. Tudo faz sentido para a equipe ”, disse Gil Van Delft, CEO da consultoria Michael Page, em entrevista à Forbes no momento do anúncio de Ancelotti como técnico da seleção brasileira.
A seguir, veja 8 lições de liderança de Carlo Ancelotti que servem para qualquer carreira:
Por dentro da carreira de Carlo Ancelotti
O currículo de Ancelotti inclui clubes de futebol que equivalem a algumas das mais importantes empresas do mundo. Sua posição de técnico seria como se ele fosse um CEO numa holding com milhões de clientes fixos e apaixonados pelo produto oferecido.
Antes de ser técnico, ele foi jogador de meio campo por mais de 15 anos. Jogou pelo Parma, Roma – junto de Paulo Roberto Falcão – e Milan, além de ter participado de 26 jogos pela seleção italiana, disputando as Copas do Mundo de 1986 e 1990. Dentro de campo, seus principais títulos são duas Ligas dos Campeões da Europa, conquistadas com o Milan.
Como técnico, Ancelotti é o único a vencer o principal interclubes europeu cinco vezes: em 2003 e 2007, pelo Milan, e em 2014, 2022 e 2023, pelo Real Madrid. Ele passou ainda por Chelsea, Paris Saint-German e Bayern de Munique, com diferentes níveis de sucesso, mas vencendo títulos nacionais em todos os clubes.
A carreira de Ancelotti, assim como as trajetórias do mundo corporativo, nem sempre foi linear. Depois de comandar os gigantes Milan, Real Madrid e Bayern de Munique e passar pelos novos ricos e poderosos Chelsea e Paris Saint-German, treinou Napoli e Everton, camisas tradicionais, mas fora do primeiro escalão europeu.
Quando estava no time inglês, em 2020-21, foi chamado para socorrer o Real Madrid, que vivia um momento problemático. No fim da temporada, empilhou os títulos da Supercopa da Espanha, do Campeonato Espanhol e da Liga dos Campeões, numa campanha histórica que confirmou Vini Jr., seu provável titular da seleção brasileira, como um dos melhores jogadores do mundo.
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STF Forma Maioria e Valida Lei da Igualdade Salarial entre Homens e Mulheres
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O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria nesta quinta-feira (14) para validar a lei que garante igualdade salarial entre homens e mulheres. O julgamento sobre a constitucionalidade da lei havia sido iniciado na quarta-feira (13).
O plenário analisou três ações: uma ação declaratória de constitucionalidade (ADC), protocolada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) para garantir a aplicação da lei, e duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADI), impetradas pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e o Partido Novo contra a norma.
Em julho de 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 14.611 para obrigar as empresas a garantir a igualdade salarial entre homens e mulheres que exercem a mesma função.
A norma alterou a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) para definir que as empresas deverão pagar multa de dez vezes o valor do salário em caso de discriminação por motivo de sexo, raça, etnia, origem ou idade.
Além disso, a lei determina a divulgação semestral de relatórios de transparência salarial por empresas com mais de 100 empregados.
Sustentações
A advogada Camila Dias Lopes, representante do Instituto Nós por Elas, argumentou que as ações contra a lei são equivocadas.
Segundo Camila, a obrigatoriedade de divulgação de relatórios de transparência salarial e a possibilidade de punição das empresas são ferramentas necessárias para concretizar os direitos fundamentais de igualdade e de não discriminação entre homens e mulheres. “É inconcebível que mulheres recebam 20% em média a menos que homens exercendo a mesma função. É inconcebível que esta Suprema Corte, em pleno 2026, seja provocada a afirmar o óbvio”, afirmou.
Mádila Barros de Lima, advogada da CUT (Central Única dos Trabalhadores), disse que a desigualdade não é acidental e se perpetua pela história. Ela ressaltou que as desigualdades enfrentadas pelas mulheres produzem efeitos no mercado de trabalho. “Assim como as mulheres negras, outras mulheres enfrentam diariamente os atravessamentos do machismo, do etarismo, do capacitismo. Esses problemas refletem diretamente sobre as remunerações, oportunidades e sobre os sonhos”, completou.
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