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Agora, o Grok vai lembrar as conversas que teve com você

Redação Informe ES

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A xAI, empresa de inteligência artificial de Elon Musk, anunciou novo recurso de “memória” para o Grok, seu chatbot. Agora, o bot poderá lembrar de informações de conversas anteriores com cada usuário, permitindo respostas mais personalizadas com o tempo.

Com isso, ele se aproxima de rivais, como o ChatGPT, da OpenAI, e o Gemini, do Google, que já contam com memórias persistentes para adaptar suas respostas ao histórico do usuário.

xai grok
Recurso aproxima chatbot da xAI dos principais concorrentes, como ChatGPT e Gemini (Imagem: DIA TV/Shutterstock)

Memórias são transparentes“, diz uma publicação da conta oficial do chatbot no X, com o anúncio do novo recurso. “Você pode ver exatamente o que o Grok sabe e escolher o que esquecer.”

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Recurso ainda não está na versão do Grok inclusa no X

  • Segundo a empresa, os usuários poderão visualizar e apagar memórias individuais a qualquer momento;
  • O recurso já está disponível em versão beta no site do Grok e nos apps para iOS e Android — com exceção da União Europeia e Reino Unido.
  • A xAI também pretende integrar a novidade à versão do Grok no X em breve.

Outras novas funcionalidades

Pode se dizer que a xAI teve uma semana agitada, buscando tornar seu chatbot mais potente e preparado para bater de frente com os assistentes de inteligência artificial (IA) da concorrência. Além da novidade já relatada, o bot ganhou outros recursos nos últimos dias.

O assistente de IA da xAI terá ferramentas semelhantes às do Canvas, voltado para criação e edição de documentos e aplicativos simples. O nome deste recurso é Grok Studio e as edições poderão ser feitas diretamente no chatbot. Leia mais sobre isso aqui.

grok
Com memória ativada, Grok promete conversas mais inteligentes (Imagem: Bangla press/Shutterstock)

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James Webb revela estrutura oculta no centro da Galáxia da Lula

Redação Informe ES

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O Telescópio Espacial James Webb (JWST) revelou uma estrutura de barra previamente oculta no centro da Galáxia da Lula, conhecida cientificamente como M77 ou NGC 1068. A descoberta foi possível graças à capacidade do telescópio de observar em comprimentos de onda infravermelhos, que penetram através da densa poeira que obscurece o núcleo galáctico.

A Galáxia da Lula está localizada a aproximadamente 35 milhões de anos-luz da Terra e é considerada o protótipo de sua categoria, abrigando um buraco negro supermassivo extremamente ativo em seu centro. Sua proximidade relativa e orientação frontal em relação à Terra fazem dela um laboratório ideal para estudar a dinâmica de núcleos galácticos ativos.

Imagem de M77
Imagem do Telescópio Espacial Hubble de M77, também conhecida como Galáxia Lula, lançada em 2013 – Imagem: NASA, ESA e A. van der Hoeven

Superando o obstáculo da poeira cósmica para ver a galáxia

  • O principal desafio para estudar o centro da M77 sempre foi a quantidade extraordinária de poeira que envolve seu núcleo. Essa poeira bloqueia e dispersa a luz em comprimentos de onda visíveis, ultravioleta e até mesmo de rádio, tornando impossível observar diretamente o que acontece no coração da galáxia;
  • O JWST foi especificamente projetado para contornar essa limitação. Suas câmeras NIRCam (infravermelho próximo) e MIRI (infravermelho médio) conseguem captar luz que não é afetada pela poeira, revelando características da galáxia que permaneciam invisíveis para outros instrumentos;
  • As novas observações revelaram uma faixa de estrelas, gás e poeira atravessando o centro da galáxia espiral — uma estrutura conhecida como barra galáctica. Esta formação não pode ser detectada em comprimentos de onda ópticos devido à interferência da poeira;
  • As imagens também penetraram através dos volumes massivos de poeira no centro da galáxia, revelando detalhes ao redor do núcleo. A massa concentrada nessa região é estimada em cerca de 13 milhões de vezes a massa do Sol, embora não esteja claro que forma essa massa assume.

Evidências recentes sugerem que não um, mas dois buracos negros supermassivos podem estar localizados no centro da Galáxia da Lula, presos em uma órbita binária apertada. O JWST provavelmente não consegue resolver essa questão por meio de imagem direta dos objetos, já que sua separação projetada de apenas 0,1 parsec os tornaria impossíveis de distinguir individualmente, mesmo com a resolução espetacular do telescópio.

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Nova imagem no infravermelho próximo da Galáxia da Lula
Nova imagem no infravermelho próximo da Galáxia da Lula, obtida pelo JWST; as quatro linhas laranjas que se cruzam no centro da imagem não fazem parte da cena, mas são picos de difração gerados pelo próprio instrumento – Imagem: ESA/Webb, NASA & CSA, A. Leroy

Leia mais:

  • Webb e Hubble descobrem o poder dos berçários estelares na evolução das galáxias 
  • James Webb produz o mapa mais detalhado da “teia cósmica”
  • JWST descobre galáxia massiva primitiva sem rotação que desafia teorias astronômicas

Regiões de formação estelar e dinâmica galáctica

O telescópio também pode revelar movimentos de poeira e gás ao redor do centro galáctico que podem fornecer mais informações sobre a natureza do buraco negro ou buracos negros que agitam a região. As imagens do JWST mostram regiões brilhantes espalhadas pela galáxia, coloridas em vermelho, que são bolsões de formação estelar criados no gás e poeira ao longo dos braços espirais da galáxia.

Uma estrela começa a se formar quando um bolsão de gás se torna denso o suficiente para colapsar sob a gravidade, transformando-se na semente de uma estrela. Nas imagens, é possível ver um anel brilhante de formação estelar ao redor do centro da galáxia, com alguns milhares de anos-luz de diâmetro.

Este anel de explosão estelar foi bem estudado na Galáxia da Lula. Os astrônomos acreditam que este anel se formou como resultado natural da arquitetura da galáxia, que concentra gravitacionalmente o gás nessa região. Outras regiões de explosão estelar estão distribuídas ao longo dos braços espirais da galáxia, indicativas de um ambiente galáctico altamente dinâmico.

Composição de imagens de M77 no infravermelho próximo e médio
Composição de imagens de M77 no infravermelho próximo e médio obtidas pelo JWST – Imagem: ESA/Webb, NASA e CSA, A. Leroy

Conexão com partículas de alta energia

Em 2022, cientistas revelaram que haviam rastreado um neutrino de alta energia diretamente até o coração da Galáxia da Lula. O núcleo galáctico consome material a uma taxa equivalente a cerca de 0,23 vezes a massa do Sol por ano. Todo esse material girando sob extremo estresse gravitacional e friccional gera uma quantidade considerável de energia.

Neutrinos de alta energia nascem em situações extremamente energéticas, mas são muito difíceis de rastrear. O estudo de 2022 sugere que a Galáxia da Lula pode ser um acelerador gigante de partículas atômicas, sendo um dos poucos identificados além da Via Láctea.

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Ao observar objetos como estes em luz que revela segredos normalmente invisíveis aos nossos olhos, o JWST pode ajudar a responder algumas das questões mais intrigantes sobre o universo ao nosso redor.

Imagem completa da Galáxia da Lula no infravermelho médio
Imagem completa da Galáxia da Lula no infravermelho médio, capturada pelo JWST – Imagem: ESA/Webb, NASA e CSA, A. Leroy

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Cientistas japoneses construirão um anel ao redor da Lua: e o Brasil pode ser afetado

Redação Informe ES

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O conceito de geração de energia está prestes a passar por uma revolução extraordinária que parece ter saído das telas de cinema. Cientistas japoneses construirão um anel ao redor da Lua, um projeto ambicioso que pode alterar significativamente a matriz energética global. Essa inovação, conhecida como Luna Ring, tem potencial para fornecer energia contínua e limpa, e as implicações dessa tecnologia podem trazer consequências importantes para o futuro energético de várias nações, incluindo as sul-americanas.

Como os cientistas japoneses construirão um anel ao redor da Lua?

A ideia central do projeto Luna Ring, segundo dados divulgados pela Shimizu Corporation, envolve a instalação de uma vasta infraestrutura no satélite natural da Terra. O projeto conceitual prevê que a construção do anel utilizará materiais abundantes no próprio solo lunar. Isso representa um avanço monumental em engenharia espacial, reduzindo a necessidade de transportar recursos a partir da superfície terrestre, o que tornaria a empreitada economicamente inviável.

Para que cientistas japoneses construirão um anel ao redor da Lua, a execução do projeto demandará a utilização intensa de maquinário autônomo e sistemas robóticos de última geração. A ideia é criar uma faixa contínua de painéis solares ao redor do equador lunar, captando a luz do Sol ininterruptamente e convertendo-a em energia utilizável.

🚀 Exploração e Preparo: Envio de robôs para mapear o equador lunar e preparar o terreno para a construção.

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🏭 Instalação e Montagem: Construção dos painéis solares e da infraestrutura de transmissão usando recursos locais.

📡 Transmissão de Energia: Início do envio de energia para as estações receptoras espalhadas pela Terra.

De que forma a energia lunar chegará até o nosso planeta?

O processo de transmissão de energia do espaço para a Terra é um dos pilares mais complexos do projeto Luna Ring. A energia solar captada pelas estruturas lunares será convertida em feixes de micro-ondas ou lasers de alta densidade. Esses feixes serão então direcionados com extrema precisão para as antenas receptoras posicionadas em áreas estratégicas do globo terrestre.

As chamadas rectenas, antenas gigantescas projetadas para captar essas ondas, farão o trabalho de converter a energia recebida de volta em eletricidade utilizável. Essa tecnologia busca garantir uma transmissão eficiente e contínua, superando as limitações da geração de energia solar terrestre, que depende de fatores climáticos e do ciclo dia e noite.

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  • Captação ininterrupta de luz solar devido à ausência de atmosfera e nuvens na Lua.
  • Conversão da energia solar em feixes de micro-ondas ou laser direcional.
  • Transmissão espacial dos feixes de energia diretamente para o planeta Terra.
  • Recepção em antenas gigantes (rectenas) e conversão em eletricidade para a rede.
Cientistas japoneses construirão um anel ao redor da Lua: e o Brasil pode ser afetado
Robôs e materiais lunares viabilizam construção de infraestrutura energética no equador do satélite – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Por que o território brasileiro seria estratégico para este sistema global?

A recepção eficaz da energia vinda do espaço requer a instalação de infraestruturas massivas, e é nesse ponto que as dimensões continentais do país se tornam vantajosas. O Brasil possui vastas áreas territoriais que poderiam ser destinadas à construção das gigantescas antenas receptoras (rectenas), necessárias para captar a energia transmitida pelo anel lunar.

Além da extensão territorial, a localização geográfica brasileira oferece uma posição privilegiada para a recepção dos feixes de energia. A combinação desses fatores faz com que o país possa se tornar um polo crucial no recebimento e distribuição dessa energia limpa, o que poderia redefinir sua importância na geopolítica energética global.

Característica Vantagem para o Sistema
Extensão Territorial Amplo espaço para a construção segura de múltiplas rectenas de grande escala.
Localização Geográfica Posicionamento favorável para receber os feixes de energia vindos do equador lunar.
Demanda Energética Capacidade de absorver e distribuir grandes quantidades de energia limpa gerada.

Quais os principais desafios para transformar essa ficção científica em realidade?

A concretização do projeto esbarra em obstáculos monumentais de engenharia e logística. O transporte de materiais iniciais, a montagem autônoma da infraestrutura e o desenvolvimento tecnológico de sistemas de transmissão eficientes representam desafios sem precedentes. A viabilidade econômica a longo prazo também precisa ser rigorosamente comprovada para atrair os investimentos necessários.

Outro fator crítico envolve a segurança da transmissão da energia por micro-ondas através da atmosfera terrestre. É preciso garantir que os feixes não interfiram em sistemas de comunicação, navegação aeronáutica ou causem impactos ambientais. As questões regulatórias internacionais sobre o uso do espaço também demandarão acordos diplomáticos complexos.

Quais impactos essa inovação traria para o mercado de energia elétrica brasileiro?

A possibilidade de receber energia abundante e contínua do espaço poderia promover uma redução drástica nos custos da eletricidade. Com a diminuição da dependência de hidrelétricas e termelétricas, a matriz energética nacional se tornaria mais estável, mitigando o risco de crises geradas por eventos climáticos adversos, como secas prolongadas.

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Além disso, o país poderia experimentar um salto tecnológico significativo ao integrar essas novas infraestruturas. O desenvolvimento de expertise local na manutenção e operação dessas rectenas geraria novos empregos especializados, impulsionando a inovação no setor de infraestrutura energética nacional a níveis sem precedentes.

Leia mais:

  • O projeto do Japão para criar uma chuva de meteoros artificial 
  • O segredo do Japão para manter a casa em ordem sem esforço 
  • Por que os japoneses penduram toalhas molhadas no quarto?

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O Japão desenvolve o primeiro toalete que faz exame de sangue, urina e fezes ao mesmo tempo

Redação Informe ES

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O Japão acaba de dar um passo surpreendente em direção ao futuro da saúde com o lançamento do primeiro toalete inteligente capaz de realizar exames laboratoriais em tempo real. Esta inovação tecnológica transforma o vaso sanitário em um laboratório doméstico completo, analisando discretamente a urina, as fezes e até o sangue a cada uso diário. O exame automático no banheiro monitora marcadores de saúde, identificando precocemente sinais de doenças antes do surgimento dos primeiros sintomas.

Como funciona o exame automático no banheiro?

O sistema foi desenvolvido para ser invisível e integrado à rotina, conforme a pesquisa da TOTO. Ele capta pequenas amostras durante o uso do vaso sanitário e processa essas informações em tempo real, cruzando dados de marcadores vitais. A análise inclui sensores avançados que verificam desde níveis de glicose na urina até traços de sangue nas fezes, indicando condições médicas.

A inteligência artificial do dispositivo se conecta diretamente ao celular, exibindo os resultados de forma clara. Os dados gerados pelo exame automático no banheiro podem ser enviados diretamente para os médicos cadastrados, facilitando o diagnóstico e a intervenção preventiva. Esse processo inovador elimina as coletas desconfortáveis.

🩸 Coleta Imediata: Sensores integrados ao assento analisam a amostra instantaneamente.

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📱 Processamento de Dados: Um software processa os resultados em menos de 5 minutos.

📊 Envio Médico: Relatórios criptografados vão direto para a clínica do paciente.

Quais doenças podem ser detectadas precocemente?

Essa tecnologia tem potencial para rastrear uma ampla gama de problemas, com precisão. O monitoramento contínuo ajuda a detectar a diabetes silenciosa, por meio de traços de açúcar que não costumam causar sintomas iniciais. Doenças inflamatórias intestinais também são facilmente mapeadas pela análise regular.

O foco em prevenção permite identificar problemas renais muito antes de exames laboratoriais tradicionais serem solicitados. Traços muito pequenos de sangue, muitas vezes invisíveis, revelam indícios de câncer colorretal, aumentando consideravelmente a eficácia do tratamento curativo.

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  • Monitoramento constante dos níveis de glicose na urina.
  • Identificação rápida de inflamações e infecções do trato urinário.
  • Rastreamento de disfunções e possíveis problemas na saúde renal.
  • Detecção de biomarcadores precoces associados ao câncer de próstata.
O Japão desenvolve o primeiro toalete que faz exame de sangue, urina e fezes ao mesmo tempo
Sensores integrados ao vaso sanitário analisam marcadores biológicos em tempo real diariamente – Imagem criada por inteligência artificial (ChatGPT / Olhar Digital)

Qual é o impacto financeiro do exame automático no banheiro?

Inicialmente, a instalação de um dispositivo com esses recursos avançados tem custo alto. Contudo, o investimento pode representar economia substancial em exames, consultas frequentes e tratamentos para doenças tardias. A ideia é democratizar o monitoramento na rotina.

Hospitais e seguradoras vislumbram grande valor no exame automático no banheiro, prevendo redução drástica de gastos com internações por falhas preventivas. Este dispositivo inteligente muda a dinâmica, trazendo prevenção domiciliar contínua e assertiva para toda a família a médio prazo.

Método Custo Estimado Praticidade
Exames Laboratoriais Tradicionais Mede/Alto (Anual) Baixa (Requer deslocamento)
Kits Caseiros Baixo (Por uso) Média (Coleta manual)
Banheiro Inteligente TOTO Alto (Investimento inicial) Alta (100% automático)

A privacidade dos dados médicos está garantida?

Com tantas informações confidenciais trafegando pela internet, a segurança precisa ser impecável. A empresa responsável garantiu que o sistema é blindado e encriptado, não enviando nada para servidores externos de publicidade ou marketing digital. O usuário tem controle total.

Os desenvolvedores apostam em armazenamento local e chaves de segurança para evitar vazamentos indesejados. Toda autorização de compartilhamento de dados precisa ser confirmada no smartphone, assegurando sigilo absoluto. Assim, a pessoa monitora sem arriscar a privacidade de sua saúde.

Quando a tecnologia chegará aos consumidores comuns?

O produto inovador ainda passa por aprimoramentos focados na escalabilidade comercial e parcerias com o setor de saúde. Atualmente em fase de certificação nos laboratórios japoneses, o objetivo é garantir precisão perfeita antes de qualquer venda ao público massificado, globalmente.

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Ainda não há previsão exata de venda no mercado ocidental. Analistas de mercado de saúde acreditam que a primeira leva de dispositivos focarão em clínicas premium e centros de idosos no Japão, sendo progressivamente adaptado aos lares do resto do mundo, em breve.

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