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Agora, o Grok vai lembrar as conversas que teve com você

Redação Informe ES

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A xAI, empresa de inteligência artificial de Elon Musk, anunciou novo recurso de “memória” para o Grok, seu chatbot. Agora, o bot poderá lembrar de informações de conversas anteriores com cada usuário, permitindo respostas mais personalizadas com o tempo.

Com isso, ele se aproxima de rivais, como o ChatGPT, da OpenAI, e o Gemini, do Google, que já contam com memórias persistentes para adaptar suas respostas ao histórico do usuário.

xai grok
Recurso aproxima chatbot da xAI dos principais concorrentes, como ChatGPT e Gemini (Imagem: DIA TV/Shutterstock)

Memórias são transparentes“, diz uma publicação da conta oficial do chatbot no X, com o anúncio do novo recurso. “Você pode ver exatamente o que o Grok sabe e escolher o que esquecer.”

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Recurso ainda não está na versão do Grok inclusa no X

  • Segundo a empresa, os usuários poderão visualizar e apagar memórias individuais a qualquer momento;
  • O recurso já está disponível em versão beta no site do Grok e nos apps para iOS e Android — com exceção da União Europeia e Reino Unido.
  • A xAI também pretende integrar a novidade à versão do Grok no X em breve.

Outras novas funcionalidades

Pode se dizer que a xAI teve uma semana agitada, buscando tornar seu chatbot mais potente e preparado para bater de frente com os assistentes de inteligência artificial (IA) da concorrência. Além da novidade já relatada, o bot ganhou outros recursos nos últimos dias.

O assistente de IA da xAI terá ferramentas semelhantes às do Canvas, voltado para criação e edição de documentos e aplicativos simples. O nome deste recurso é Grok Studio e as edições poderão ser feitas diretamente no chatbot. Leia mais sobre isso aqui.

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Com memória ativada, Grok promete conversas mais inteligentes (Imagem: Bangla press/Shutterstock)

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Tecnologia

Anthropic vai expandir sua equipe nos EUA

Redação Informe ES

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A Anthropic, empresa de inteligência artificial (IA) responsável pelo chatbot Claude, anunciou que irá alugar um edifício comercial de 16 andares em Lower Manhattan, Nova York (EUA), como parte de um plano para ampliar significativamente suas operações na cidade. A companhia pretende dobrar sua força de trabalho na cidade, alcançando mil funcionários ainda este ano.

A nova sede ficará no edifício localizado na 330 Hudson Street, no bairro de Hudson Square, e a mudança deve começar durante o verão no hemisfério norte. Segundo a Anthropic, o escritório de Nova York já é o maior da empresa fora de sua sede em San Francisco (EUA). O novo espaço contará com capacidade para mais de 1,7 mil estações de trabalho.

Expansão da Anthropic acompanha crescimento da IA em Nova York

  • A decisão da Anthropic faz parte de um movimento mais amplo de expansão das empresas de IA em Nova York;
  • A administração do prefeito Zohran Mamdani elogiou o investimento, assim como a governadora do estado de Nova York, Kathy Hochul;
  • Em comunicado, ela afirmou que a iniciativa ajudará a “consolidar a cidade de Nova York como um polo tecnológico de classe mundial”;
  • Nos últimos anos, empresas do setor vêm ampliando seus escritórios e intensificando contratações na cidade, mesmo diante de preocupações manifestadas por autoridades públicas sobre o impacto que a IA poderá causar no mercado de trabalho, especialmente entre profissionais de escritório.

Recentemente, o controlador das contas públicas do estado de Nova York, Thomas P. DiNapoli, afirmou estar preocupado com as mudanças provocadas pela tecnologia. Segundo ele, a IA pode “prejudicar a qualidade e a produtividade da força de trabalho de uma empresa e, de forma mais ampla, aumentar a instabilidade da economia”.

OpenAI e outras empresas também ampliaram presença

A OpenAI, desenvolvedora do ChatGPT e apontada como uma das responsáveis pelo atual boom da IA iniciado em 2022, anunciou em 2024 sua mudança para o Puck Building, localizado a menos de dois quilômetros do novo escritório da Anthropic.

Outra empresa do setor, a Harvey, startup especializada em IA para o setor jurídico, ampliou seu escritório no edifício One Madison Avenue, em Midtown Manhattan, no início deste ano.

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Segundo a reportagem, a expansão da Anthropic representa mais um sinal de que a IA está entrando em uma fase de maior maturidade, deixando de focar apenas no desenvolvimento de modelos e passando a incentivar sua adoção em diferentes setores da economia.

Nova York concentra alguns dos maiores clientes de tecnologia dos Estados Unidos, incluindo empresas dos setores financeiro, de saúde, consultoria, advocacia, mídia e cultura.

Cidade é vista como centro para aplicação da IA

Para Mark Muro, pesquisador sênior do Brookings Metro, divisão da Brookings Institution, Nova York oferece um ambiente favorável para empresas de IA. “Nova York é um ótimo lugar para uma empresa de IA trabalhar e fazer negócios”, afirmou ao The New York Times.

Muro também foi coautor de um relatório publicado pela instituição no ano passado, que apontou Nova York como uma das regiões metropolitanas líderes dos Estados Unidos em “prontidão para IA”, indicador que mede tanto a capacidade de desenvolver quanto de adotar a tecnologia.

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Chris Lehane, diretor global de assuntos públicos da OpenAI, afirmou em comunicado que a empresa ocupa atualmente cerca de 8.360 m² de escritórios em Nova York e continuará expandindo suas operações.

Segundo ele, a cidade é um “centro global para IA” devido à sua “densidade de talentos em IA, espírito empreendedor inerente e liderança política de seus representantes eleitos”.

Expansão ocorre em meio a desafios políticos

A expansão acontece em momento em que o prefeito Zohran Mamdani tenta melhorar sua relação com o setor empresarial.

O político, identificado como socialista democrático, enfrentou resistência de empresários por defender aumento de impostos sobre os mais ricos e também vem sendo criticado por ainda não apresentar um plano detalhado para enfrentar o ritmo mais lento de crescimento do emprego na cidade.

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Jeanny Pak, presidente interina da Economic Development Corporation de Nova York durante a administração Mamdani, afirmou que a chegada da Anthropic “criará centenas de empregos para os nova-iorquinos, fortalecendo caminhos equitativos para oportunidades econômicas e reforçando que as empresas continuam escolhendo a cidade de Nova York”.

Mão segurando smartphone com o logo do Claude exibido na tela, sobre fundo com números digitais em azul.
Claude é o modelo de IA da Anthropic – Imagem: Mijansk786/Shutterstock

Empresas ampliam contratações

Segundo a reportagem, Nova York conta atualmente com um número muito maior de profissionais de tecnologia do que há duas décadas.

Há cerca de 20 anos, quando um cientista da computação do Google propôs formar uma equipe de engenharia na cidade, executivos da empresa demonstraram ceticismo e autorizaram a iniciativa apenas caso fossem encontrados 15 desenvolvedores considerados aptos aos padrões da companhia. Hoje, o Google emprega milhares de engenheiros em Nova York.

Enquanto muitos jovens enfrentam dificuldades para conseguir emprego, empresas de IA seguem contratando. O site da Anthropic lista dezenas de vagas abertas na cidade, principalmente nas áreas de engenharia, vendas, marketing e jurídico.

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Julie Samuels, presidente da organização Tech:NYC, reconheceu que os modelos mais avançados de IA continuam sendo desenvolvidos principalmente na região da Baía de San Francisco. “Mas quando se trata de como usar a tecnologia na prática, o que funciona e o que não funciona nos negócios, eles vêm para cá”, afirmou. “É onde estamos agora.”

Crescimento da IA também desperta preocupações

Apesar da expansão do setor, parte da população de Nova York demonstra preocupação com o avanço da IA. Alguns pais contestam o uso da tecnologia nas escolas públicas da cidade.

O tema também influenciou uma recente disputa nas eleições primárias para o Congresso em Manhattan. Além disso, parlamentares estaduais aprovaram recentemente uma moratória de um ano para novos grandes centros de dados destinados à IA, citando preocupações com consumo de energia e impactos ambientais. A governadora Kathy Hochul, no entanto, sinalizou que poderá vetar a proposta.

Anthropic prepara novos investimentos

A Anthropic, que no mês passado protocolou documentos para realizar sua oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês), também pretende construir um centro de dados no norte do estado de Nova York em parceria com a empresa Fluidstack.

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O projeto faz parte de um investimento de US$ 50 bilhões (R$ 258,6 bilhões) destinado à construção de centros de dados nos Estados Unidos. Empresas de IA também vêm contratando ex-integrantes da administração pública de Nova York para atuar nas relações com o governo.

Maxwell Young, ex-assessor do prefeito Eric Adams, passou a integrar a Anthropic em novembro como chefe de comunicação de políticas públicas. Já Peter Ragone, ex-assessor do ex-prefeito Bill de Blasio e do governador da Califórnia, Gavin Newsom, trabalha atualmente para a OpenAI.

Relatório pede estratégia para a cidade

Em maio, o controlador das contas da cidade de Nova York, Mark Levine, publicou um relatório alertando para os impactos que a IA poderá causar sobre o mercado de trabalho local.

Segundo ele, o prefeito Zohran Mamdani deveria apresentar uma estratégia clara para garantir que a cidade aproveite o crescimento do setor.

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“Devemos ser a capital da IA aplicada, e uma estratégia mais coordenada para que isso aconteça é absolutamente necessária”, afirmou Levine em entrevista ao Times.

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Tecnologia

Nova técnica pode transformar fungos em armas contra o câncer

Redação Informe ES

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Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia criaram uma tecnologia de edição genética chamada fPE7max, capaz de reativar genes adormecidos em fungos filamentosos e revelar novas substâncias com potencial farmacêutico contra o câncer. O estudo foi divulgado na revista Nature Biotechnology em 30 de junho.

A investigação identificou compostos inéditos produzidos por fungos antes considerados quimicamente pouco explorados em laboratório. Parte dessas moléculas demonstrou ação seletiva contra células tumorais humanas, incluindo câncer de mama, fígado e leucemia.

O avanço busca superar limitações históricas na exploração do reino fúngico e ampliar a descoberta de compostos naturais com aplicação médica, especialmente em áreas onde ainda há carência de novas terapias.

Edição genética em fungos revela moléculas inéditas com potencial contra o câncer

Mulher usando broche com laço que simboliza câncer de mama
Câncer de mama – Imagem: Sk Elena/Shutterstock

Fungos já contribuíram de forma decisiva para a medicina moderna, com exemplos como a penicilina e medicamentos para controle do colesterol. Apesar disso, grande parte da diversidade química desse reino biológico ainda não recebeu investigação aprofundada.

Um dos entraves apontados pelos cientistas está no comportamento dos fungos fora do ambiente natural. Em condições de laboratório, muitos genes responsáveis pela produção de substâncias químicas permanecem inativos, o que impede o surgimento dos compostos de interesse.

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Para enfrentar esse problema, a equipe criou o fPE7max, uma adaptação da técnica de edição genética conhecida como prime editing, com foco em fungos filamentosos e maior precisão nas alterações do DNA.

leucemia câncer
Leucemia (Imagem: SciePro/iStock)

Dois desafios principais surgiram durante o desenvolvimento. O primeiro envolveu a fragilidade do RNA guia, que se degrada facilmente em modificações mais longas. O segundo se relacionou ao sistema de reparo celular dos fungos, que tende a reverter alterações no material genético.

A solução combinou uma proteína protetora derivada de fungos, chamada fLa, com outro mecanismo capaz de reduzir temporariamente a ação do sistema de reparo celular. Essa combinação elevou a precisão do método e ampliou sua eficiência.

Com a ferramenta estabilizada, os cientistas ativaram o gene regulador laeA, responsável por coordenar redes inteiras de produção química dentro dos fungos. A liberação desse controle permitiu o surgimento de novos compostos antes silenciosos.

Ao todo, o estudo registrou 18 moléculas distintas, sendo oito delas inéditas para a ciência. Três apresentaram atividade contra células cancerígenas humanas, enquanto outras pertencem a uma família química conhecida como piranonigrinas.

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Os resultados indicam que o potencial químico dos fungos pode ser muito maior do que se imaginava, e que técnicas de edição genética podem acelerar a descoberta de novos candidatos a medicamentos.

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Tecnologia

El Niño: temperatura dos oceanos bate recorde e preocupa cientistas

Redação Informe ES

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As temperaturas da superfície dos oceanos em todo o planeta atingiram um novo recorde para o mês de junho, segundo dados divulgados em 1º de julho pelo programa europeu de observação da Terra Copernicus. O aumento ocorre em meio ao fortalecimento do fenômeno El Niño no Oceano Pacífico e amplia as preocupações de especialistas sobre eventos climáticos extremos, enchentes, elevação do nível do mar e impactos nos ecossistemas marinhos.

O novo recorde supera a marca registrada em junho de 2024. Especialistas do Copernicus alertam que novos recordes de temperatura poderão ser registrados nos próximos meses.

“Condições atuais podem indicar o início de uma nova fase, levando, mais uma vez, a um território desconhecido”, afirmou Carlo Buontempo, diretor do Serviço de Mudanças Climáticas do Copernicus no Centro Europeu de Previsões Meteorológicas de Médio Prazo (ECMWF), em comunicado.

“Com as temperaturas dos oceanos nesses níveis e o El Niño no horizonte, é provável que vejamos mais recordes de temperatura serem quebrados nos próximos meses”, acrescentou.

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Segundo o Serviço de Mudanças Climáticas do Copernicus, o recorde foi alcançado em 21 de junho, quando a temperatura média da superfície dos oceanos do planeta chegou a 20,86 °C. O valor superou o recorde anterior de 20,83 °C, registrado em 2023 e repetido em 2024.

A medição também foi confirmada pelo Copernicus Marine Service, conjunto de dados independente que registrou temperatura de 21,0 °C.

Aquecimento ocorreu de forma desigual

  • O aquecimento da superfície dos oceanos não ocorreu de maneira uniforme ao redor do mundo;
  • De acordo com dados registrados em 29 de junho pela Agência Espacial Europeia (ESA, na sigla em inglês), algumas regiões apresentaram aquecimento muito acima da média;
  • No Mar Mediterrâneo, por exemplo, as temperaturas chegaram a ficar até 8 °C acima da média observada entre 1990 e 2020;
  • Os maiores aumentos foram registrados no Mediterrâneo, no Mar Báltico, em faixas do Oceano Pacífico e nas áreas costeiras do norte do Canadá.
Dois gráficos que mostram o aumento da temperatura global da superfície do mar
Gráficos que mostram o aumento da temperatura global da superfície do mar a partir de duas fontes de dados independentes – Imagem: Reprodução/Copernicus

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Segundo representantes do Serviço de Mudanças Climáticas do Copernicus, o aquecimento dos oceanos produz uma série de efeitos sobre o clima global.

“Temperaturas mais elevadas dos oceanos mantêm a atmosfera aquecida por mais tempo, fornecem energia adicional para tempestades e aumentam a evaporação, ampliando assim o potencial para precipitações extremas e inundações”, informaram no mesmo comunicado.

O órgão também destacou que o aquecimento dos oceanos contribui para a elevação do nível do mar, acelera o derretimento do gelo e provoca estresse nos ecossistemas marinhos.

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El Niño pode intensificar aquecimento global

Dados do Serviço de Mudanças Climáticas do Copernicus indicam que o El Niño recentemente declarado no Oceano Pacífico — fase quente de um ciclo climático natural — deverá atingir níveis não observados há décadas.

Segundo o serviço, esse aquecimento no Pacífico tende a se somar ao aumento já observado nas temperaturas globais, favorecendo o registro de novos recordes ao longo dos próximos meses.

Apesar da preocupação, o Copernicus ressalta que ainda será necessário acompanhar a evolução do fenômeno para determinar se esses picos de temperatura representam apenas uma condição temporária ou se indicam uma tendência de aquecimento de longo prazo.

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