Tecnologia
Celular esquentando? Veja o que fazer (ou não) para esfriá-lo

Quem não sofre com o celular esquentando, que atire o primeiro carregador. De cara já dá para imaginar que o uso excessivo do aparelho possa ter a ver com esse problema, não é mesmo? O celular como extensão do corpo humano é uma realidade e não há como negar.
Assim, da mesma forma como fazemos (ou deveríamos fazer) com o nosso organismo, manter o celular em boas condições de uso e seguir recomendações para preservar sua vida útil, é uma ótima dica. Entenda os motivos pelos quais o celular vai esquentando, esquentando e quando percebemos, já não sabemos como resfriá-lo rapidamente.
Leia mais:
- Pode colocar o celular dentro da geladeira?
- Como diminuir uso excessivo do celular: veja 6 dicas práticas
- Como aumentar a vida útil da bateria do celular? Confira 5 dicas
A primeira dica é a mais difícil de cumprir, mas a recomendação é usar o celular com moderação. Ok, vamos descartar essa e partir para a ação, antes que a sua cabeça também já esteja quente tentando resolver o problema.

É normal que os aparelhos celulares produzam calor devido às correntes de energia nos seus componentes. No entanto, em alguns casos, o celular pode aquecer demais, o que pode causar problemas.
Algumas razões pelas quais um celular pode aquecer incluem:
- Aplicações em execução em segundo plano
- Falhas no sistema operacional
- Erros em aplicativos ativos
- Chamadas telefônicas prolongadas
- Aplicativo que exigem muito do processador
- Restaurações de sistema a partir de backups
- Papéis de parede animados em 3D
- Bateria com defeito
- Presença de vírus no dispositivo
- Bluetooth ligado enquanto não está sendo usado
- Carregamento rápido do celular
- Versão desatualizada do sistema operacional
- Componentes internos com erros
- Gravar vídeos em alta resolução por tempo prolongado
- Rodar jogos muito pesados
- Streaming ligado por horas
O que fazer se se celular está esquentando:
Agora que já sabe os prováveis motivos, vamos ver o que você pode fazer para resolvê-los. Aqui estão algumas dicas para resfriar seu celular quando ele estiver esquentando:
Desligue o celular
Desligar o aparelho por alguns minutos ou ativar o modo Avião por algum tempo, até perceber que ele esfriou, pode ser uma alternativa para resfriá-lo. Isso acontece porque essas ações reduzem o uso de recursos do aparelho, como o processador e a conectividade sem fio, que geram calor durante o funcionamento.
Mantenha o sistema operacional e os aplicativos atualizados
Enquanto o aparelho executa a atualização do software é normal que ele aqueça. Mas assim que concluir a atualização e for reiniciado, o smartphone deverá começar a esfriar. Além disso, as atualizações podem conter correções para bugs, como o próprio problema de aquecimento.
Evite usar o celular enquanto ele estiver carregando

Embora não seja prejudicial para a bateria, usar o celular enquanto carrega não é recomendado. O risco está em quem está a usar o aparelho, pois a mão é uma fonte de calor que pode alterar a temperatura ideal da bateria. Além disso, se uma descarga elétrica ou um raio afetar a corrente de energia que está a ser passada para o aparelho, pode oferecer algum tipo de perigo para quem segura o celular.
Outras consequências de usar o celular enquanto carrega incluem:
- O carregamento demora mais
- O celular aquece mais
- O aparelho pode aquecer ainda mais se estiver a fazer tarefas mais pesadas, como assistir vídeos ou jogar
Evite deixar muitos apps abertos em segundo plano
Se não estiverem em uso, os aplicativos abertos tendem consumir mais bateria e consequentemente, podem ajudar no aquecimento do celular, melhor fechá-los. Bluetooth, dados móveis, GPS são funções que consomem muitos recursos, portanto, uma boa é desativá-las quando não estiverem em uso.
Também em relação ao uso de apps, evite usar aplicativos pesados por muito tempo. Eles exigem mais do processador e da memória do celular, como jogos com gráficos avançados ou aplicativos de edição de vídeo, podem fazer com que o aparelho aqueça mais.
Isso ocorre porque esses aplicativos consomem mais recursos e energia, gerando mais calor durante o uso. É importante dar pausas regulares ao usar esses tipos de apps para permitir que o celular esfrie.
Diminua o brilho da tela ou use o modo de economia de energia
Deixar a tela do celular com muito brilho pode superaquecer os componentes do aparelho. Quanto maior o poder de processamento do celular, mais energia e calor são gerados. Por isso, se você estiver assistindo a um filme ou jogando com a tela no brilho máximo, o celular vai esquentar.
Fora que esse hábito é prejudicial à visão. Se já ficamos muito tempo com os olhos grudados nas telas, o brilho intenso só vai prejudicar ainda mais.
Remova a capinha do celular para ajudar a dissipar o calor
Principalmente ao carregar o aparelho, a capa deve ser retirada. Remover a capinha durante o carregamento é uma medida preventiva que ajuda a evitar o superaquecimento. Sem ela, o calor gerado durante o carregamento é dissipado de forma mais eficaz, mantendo o smartphone dentro da faixa de temperatura segura.
Além do que, muitas vezes a capa camufla o superaquecimento, o aparelho está esquentando e você não percebe porque a capa bloqueia a saída do calor.
Não use carregadores sem procedência
Carregadores não originais podem resultar em aquecimento acima do normal, aumentar o tempo médio de recarga, redução do tempo de vida útil da bateria e até danos aos smartphones, como curtos-circuitos.
O processo de carregamento aquece o aparelho, o que enfraquece a performance da bateria e pode provocar danos também a outros componentes do celular. É importante destacar que os acessórios devem ser os originais e/ou de boa qualidade. Isso se aplica também aos cabos.
Mantenha o celular longe do sol e de fontes de calor

O calor do sol pode danificar o seu smartphone, estragando componentes como o plástico exterior, o cristal líquido da tela LCD e os chips de metal. O sobreaquecimento da bateria também pode encurtar a sua vida útil de forma permanente.
Outras consequências da exposição ao sol incluem:
- Distorção das cores, danos aos pixels e falhas permanentes na tela
- Perda de dados, se não tiver feito um backup previamente
- A bateria pode inchar e até arrebentar, que pode arrebentar também a tela, partir a placa ou incendiar-se
Para proteger o seu celular, deve evitar deixá-lo exposto ao sol, especialmente por longos períodos. Se estiver na praia ou em outro local aberto, pode guardá-lo numa bolsa ou mochila em um local com sombra.
Aplicativos para resfriamento do celular
Os aplicativos para resfriar o celular podem ser úteis, mas nem sempre são necessários. Eles podem reduzir a temperatura do dispositivo indiretamente, sugerindo que você encerre aplicações que não estão sendo utilizadas, mas que continuam consumindo muita memória ou bateria. O uso excessivo de memória, bateria e processamento pode fazer com que os componentes do smartphone aqueçam e descarreguem a bateria mais rapidamente.
No entanto, os sistemas Android e iOS já têm recursos básicos para gerir a bateria e a memória, e, consequentemente, a temperatura do celular. Estes recursos costumam ser encontrados na área de “Configurações” ou “Ajustes” de cada sistema.
Por exemplo, o aplicativo “Resfriador de Celular” pode detectar serviços pesados que consomem demasiadamente a CPU do dispositivo e encerrar as suas atividades para que eles não esquentem em excesso o smartphone. O programa também tem funções de liberar memória RAM do celular e acelerar o sistema operacional.
Se o problema persistir, pode ser uma boa ideia levar o aparelho a um técnico para verificar se há algum problema interno.
Dicas bônus

Para evitar problemas, é importante:
- Nunca abafar o celular durante o carregamento
- Não deixar o aparelho de baixo de um travesseiro, cobertor ou até mesmo do seu corpo enquanto ele estiver na tomada
- Quando for dormir, deixe o aparelho longe de você e de objetos inflamáveis
- Observar se a bateria está esquentando mais e por mais tempo que o normal durante o carregamento
- Se perceber uma ondulação, que ela está inchada, muito cuidado. Tem que levar para revisão, porque ela poderá explodir
O post Celular esquentando? Veja o que fazer (ou não) para esfriá-lo apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Tecnologia
Patinete elétrico é mais perigoso do que parece, alerta estudo

Os patinetes elétricos se tornaram uma opção prática e popular para o transporte urbano. No entanto, um estudo recente aponta que quedas com esse veículo causam lesões graves na cabeça com uma frequência muito maior do que se imagina.
A pesquisa, publicada na revista Nature no começo de agosto, analisou dados de mais de 15 mil feridos atendidos em hospitais da Inglaterra e do País de Gales. Os resultados mostram que o próprio design do patinete e a falta de capacete transformam tombos aparentemente simples em traumas graves.
Entre os adultos gravemente feridos no estudo, mais de um terço sofreu traumatismo craniano. O levantamento indica que os acidentados de patinete elétrico tiveram 3,5 vezes mais lesões cerebrais do que os motociclistas e 1,7 vez mais do que os ciclistas.
Por que o tombo de patinete é tão grave?
A explicação para esse tipo de machucado está na estrutura do veículo (que deixa o condutor em pé), com centro de gravidade alto e rodas pequenas. Jerry Tsang, professor clínico sênior da Queen Mary University of London, explica, num artigo publicado no The Conversation nesta semana, que essa combinação é perigosa em vias irregulares.
“Ao atingir um buraco, meio-fio ou pedaço de entulho, a pequena roda dianteira pode parar de repente e o condutor continua se movendo para a frente, podendo ser arremessado por cima do guidão em direção à pista, com pouquíssima proteção entre a cabeça e o chão”, escreve Tsang.

A gravidade dos acidentes é reforçada pela ausência de equipamentos de segurança entre os usuários. Apenas 6% dos condutores de patinete gravemente feridos usavam capacete no momento do impacto. O índice é muito inferior ao registrado entre ciclistas (45%) e motociclistas (76%).
Outro dado marcante do estudo é a presença frequente de jovens nos prontuários médicos. Cerca de 16% dos feridos em patinetes elétricos no banco de dados tinham menos de 18 anos, proporção substancialmente maior do que a observada entre ciclistas ou motociclistas.
Apesar dos riscos, o patinete elétrico é uma alternativa conveniente para substituir viagens curtas de carro. Mas especialistas reforçam que o condutor não deve tratar o veículo como diversão inofensiva.
“Um patinete elétrico pode parecer mais com um patinete infantil do que com uma motocicleta, mas os ferimentos vistos nos hospitais mostram que cair de um deles não é necessariamente um evento banal”, alerta Tsang.
O post Patinete elétrico é mais perigoso do que parece, alerta estudo apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Tecnologia
EUA: estados vão pedir R$ 1,05 trilhão da Meta em julgamento

Uma coalizão de estados estadunidenses vai pedir US$ 193 bilhões (aproximadamente R$ 1,05 trilhão) à Meta em um julgamento contra a empresa que terá início na próxima terça-feira (18). A companhia é acusada de ter desenvolvido intencionalmente o Facebook e o Instagram para tornar crianças dependentes das redes sociais.
O julgamento será realizado em Oakland, na Califórnia (EUA), e terá duração prevista de seis semanas. A Meta, que possui mais de três bilhões de usuários em seus aplicativos, terá de se defender das acusações apresentadas pelos estados.
Caso a gigante das redes sociais perca a ação, as autoridades também pedirão que um juiz determine mudanças no funcionamento de seus dois principais aplicativos, além da aplicação de multa.
Estados negam pedido de R$ 7,6 trilhões
O valor que será solicitado pelos estados é bem inferior aos US$ 1,4 trilhão (cerca de R$ 7,6 trilhões) mencionados anteriormente no processo.
Durante audiência realizada na quinta-feira (13), um advogado dos estados fez questão de esclarecer que as autoridades não pedirão esse valor.
“Não pedimos US$ 1,4 trilhão”, afirmou o advogado, segundo o qual a Meta teria calculado essa cifra “para causar impacto”. O representante confirmou que a indenização reivindicada pelos estados será de US$ 193 bilhões.

Leia mais:
- 7 truques criativos para utilizar no Instagram
- 4 configurações de privacidade do Facebook para mudar agora mesmo!
- Meta usa IA como filtro para barrar menores nas redes sociais
Acusações contra Facebook e Instagram
- O processo teve origem em 2023, quando um grupo de estados estadunidenses acionou a Meta por suspeitar que a empresa havia criado funções potencialmente viciantes para crianças em seus aplicativos e violado leis estaduais;
- Agora, os promotores que representam Califórnia, Colorado, Kentucky e Nova Jersey tentarão provar que a Meta violou leis federais e estaduais relacionadas à segurança e à privacidade de menores;
- As autoridades sustentam que a empresa desenvolveu seus aplicativos de maneira intencionalmente voltada a tornar crianças dependentes das plataformas;
- Se a acusação for acolhida, além da indenização, os estados querem que a Meta seja obrigada a modificar o Facebook e o Instagram.
Meta nega acusações
A Meta rejeita as acusações apresentadas pelos estados. Em declaração à AFP, um porta-voz da companhia afirmou que a empresa “nega categoricamente essas acusações” e que acredita que “as provas vão mostrar seu compromisso de longa data com o apoio aos jovens”.
O julgamento, que começa na próxima semana e deve durar seis semanas, será realizado em Oakland e representa mais uma disputa envolvendo as práticas das grandes plataformas de redes sociais e a proteção de crianças e adolescentes.
O post EUA: estados vão pedir R$ 1,05 trilhão da Meta em julgamento apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
Tecnologia
Hackers afirmam ter roubado dados de dezenas de empresas

Um grupo de hackers conhecido por explorar vulnerabilidades de softwares para realizar ataques simultâneos afirmou ter roubado grandes volumes de dados de quase 50 empresas em todo o mundo, incluindo Shell, Philips, GE e Fiserv. A alegação foi publicada no próprio site do grupo, segundo a Reuters.
As empresas citadas confirmaram que foram alvo ou que estão investigando as alegações, mas não há confirmação independente sobre quais dados teriam sido roubados ou sobre a quantidade de informações comprometidas.
A Reuters também não conseguiu verificar de forma independente as alegações do grupo. Os hackers não responderam aos pedidos de comentário enviados pela agência.
Empresas confirmam ataques ou investigação
- A Philips confirmou ter sido alvo do grupo Cl0p. Segundo a companhia, foi identificada e contida uma tentativa de comprometimento de um servidor corporativo específico relacionado a dados internos;
- “A Philips identificou e conteve uma tentativa de comprometimento de segurança de um servidor corporativo específico relacionado a dados internos”, afirmou a empresa;
- A companhia acrescentou que o incidente não afeta ambientes de clientes;
- A Shell, por sua vez, disse estar ciente de um possível incidente recente, confirmando uma informação divulgada anteriormente pela imprensa holandesa BNR;
- “Estamos trabalhando com nossas equipes de segurança e especialistas relevantes para investigar a situação”, afirmou um porta-voz da Shell;
- A Fiserv também confirmou que está ciente das alegações feitas pelo grupo. A empresa, porém, disse não ter encontrado evidências de comprometimento de dados.
Segundo um porta-voz, “com base em nossa análise abrangente até o momento”, não foram identificados indícios de que dados de clientes, bancários, transações ou informações pessoais tenham sido comprometidos. A companhia também afirmou não ter encontrado evidências de impacto em seu ambiente operacional.
A GE disse estar ciente da alegação e informou que iniciou seus protocolos de resposta a incidentes cibernéticos. “Iniciamos nossos protocolos de resposta cibernética e estamos trabalhando para avaliar o possível problema”, afirmou um porta-voz.

Leia mais:
- Zoom tinha falha que permitia invasão sem um único clique da vítima
- Novo bug do Windows permite acesso total ao PC e ainda não tem correção
- Recebeu notificação da Apple sobre possível spyware? Não a ignore
Grupo pode ter explorado vulnerabilidades em softwares industriais
Ainda não está claro como os hackers teriam conseguido acessar as empresas. Uma possível pista está em vulnerabilidades encontradas nos softwares Windchill e FlexPLM, da empresa PTC. As duas plataformas são utilizadas para auxiliar processos de engenharia e manufatura.
O Ransom-ISAC, grupo especializado em compartilhamento de informações sobre ransomware e ameaças cibernéticas, publicou um alerta em 22 de julho, afirmando que o Cl0p estava explorando vulnerabilidades nesses produtos.
A PTC, com sede em Boston (EUA), não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da Reuters. A empresa, porém, publicou diversos avisos de segurança em seu site desde 18 de junho, recomendando que clientes instalassem uma correção para uma vulnerabilidade e divulgando informações sobre um atacante não identificado que estaria explorando seus produtos.
Cl0p mira vulnerabilidades, não empresas específicas
Brandon Parsons, gerente de inteligência de ameaças da Ascent Solutions e autor do alerta do Ransom-ISAC, afirmou que algumas empresas começaram a receber notificações do Cl0p em 19 ou 20 de julho. Segundo ele, o grupo não costuma escolher empresas específicas como alvo. Em vez disso, procura vulnerabilidades em softwares amplamente utilizados e tenta explorá-las em diversas organizações.
Parsons classificou os integrantes do grupo como “profissionais de extorsão de dados”. “Eles não têm como alvo uma empresa específica; eles têm como alvo uma vulnerabilidade específica de dia zero e vão atrás dela”, afirmou.
O termo zero-day (ou dia-zero, em português) é usado para vulnerabilidades ainda desconhecidas ou para as quais os fornecedores de software ainda não disponibilizaram uma correção. A estratégia permite que um mesmo grupo explore uma falha presente em diferentes organizações, potencialmente obtendo acesso a grandes quantidades de dados em uma única campanha.
O post Hackers afirmam ter roubado dados de dezenas de empresas apareceu primeiro em Olhar Digital.
Powered by WPeMatico
-

Cidades2 dias agoConheça o Blade, novo cão farejador da Guarda Municipal de Cariacica
-

Geral21 horas agoCom envelhecimento da população, eleitorado jovem recua 22% em 16 anos
-
Negócios2 dias ago
Por Que o Escritório Pode Ser Mais Importante Quando Ninguém Quer Estar Lá
-

Tecnologia2 dias agoPatinete elétrico é mais perigoso do que parece, alerta estudo
-

Esporte1 dia agoInscrições abertas para a Caminhada de Santa Tereza em Cachoeiro
-

Eleições 20262 horas agoCampanha eleitoral nas ruas e propaganda virtual começam neste domingo














