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Chips cerebrais: empresa de Elon Musk é autorizada a testar tecnologia em humanos

Colunista Noel Junior

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Na noite de quinta-feira (25), a Neuralink, empresa de implantes cerebrais de Elon Musk, informou que conseguiu aprovação regulatória de saúde dos EUA, a Food and Drug Administration (FDA), para conduzir o primeiro ensaio clínico de seus chips cerebrais em humanos.

A companhia trabalha em um campo conhecido como interface cérebro-computador, caracterizado pelo desenvolvimento de implantes eletrônicos que decodificam a atividade cerebral e a comunicam às máquinas. Essa tecnologia tem o potencial de restaurar a função de pessoas com paralisia e condições debilitantes como esclerose lateral amiotrófica.

No caso do sistema da Neuralink, ele é composto de um chip de computador cheio de eletrodos que deve ser implantado na superfície do cérebro e um modelo robótico para realizar a cirurgia – Musk prevê que eles possam ser atualizados regularmente. “Tenho certeza de que você não gostaria que o iPhone 1 ficasse na sua cabeça se o iPhone 14 estivesse disponível”, disse o empresário em um evento no final de novembro do ano passado.

“Queremos superar o desempenho humano saudável com nossa tecnologia”, postou a empresa no Twitter em abril. Reportagem do The Washington Post destaca que a interface cérebro-computador representa uma das apostas mais ambiciosas do empresário bilionário em um império de negócios que vai de carros elétricos a foguetes e rede sociais, e que mais recentemente inclui inteligência artificial generativa.

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Quais as ambições da Neuralink

A Neuralink foi fundada em 2016 na Califórnia, nos Estados Unidos, e, hoje, conta com mais de 400 funcionários. Pelos dados do PitchBook, ela levantou pelo menos US$ 363 milhões (aproximadamente R$ 1,8 bilhão) em recursos.

Um dos modelos do implante cerebral da Neuralink — Foto: Neuralink/Divulgação

Um dos modelos do implante cerebral da Neuralink — Foto: Neuralink/Divulgação

Por enquanto, a empresa de Musk está um pouco atrás das concorrentes, como Blackrock Neurotech e Synchron, que já implantaram seus dispositivos em pessoas para testes clínicos. A maior parte das empresas do setor, no entanto, está focada em pessoas com necessidades médicas, enquanto a Neuralink tem ambições maiores: quer criar um dispositivo que não apenas restaure funções humana, mas também as melhore.

Quando os testes clínicos devem começar

Ainda não está claro quando os ensaios clínicos irão começar. E, embora eles sejam um marco significativo, não são garantia de sucesso regulatório ou comercial, até porque a Neuralink – assim como outras empresas do setor – terá de enfrentar um intenso escrutínio do FDA em relação à segurança e confiabilidade dos equipamentos, além de lidar com questões éticas, para poder lançar a tecnologia.

Em 2022, o FDA barrou um pedido anterior da empresa para iniciar os testes clínicos. Na época, a agência ponderou que ainda existiam “dezenas de questões” a serem resolvidas pela empresa para garantir a segurança do dispositivo.

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Os chips cerebrais de Elon Musk

A Neuralink está desenvolvendo dois equipamentos. O primeiro é um chip – do tamanho de uma moeda – que seria implantado no crânio de uma pessoa, com inúmeros fios, cada um aproximadamente 20 vezes mais fino do que um fio de cabelo humano, espalhados pelo cérebro.

Esses fios são equipados com 1.024 eletrodos capazes de monitorar a atividade cerebral e, teoricamente, estimular eletricamente o cérebro. Todos esses dados são transmitidos sem fio por meio do chip para computadores, onde podem ser estudados por pesquisadores.

Robôs que introduzem chips

O segundo equipamento da empresa é um robô que poderia implantar automaticamente o chip. Ele funcionaria usando uma agulha dura, um pouco como uma máquina de costura. Em sua versão atual, ele tem 2,5 metros de altura e, enquanto o Neuralink trabalha na sua tecnologia subjacente, o design é feito pelo Woke Studios.

Em 2020, a empresa fez uma demonstração ao vivo de seus chips em funcionamento em uma porca chamada Gertrude. Foi uma prova de conceito e mostrou como ele foi capaz de prever com precisão o posicionamento dos membros do animal quando ele estava andando em uma esteira, bem como registrar a atividade neural quando farejou por comida. Musk disse que a porca viveu com o dispositivo embutido em seu crânio por dois meses.

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Fonte: Época NEGÓCIOS

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Tecnologia

X estaria burlando sanções dos EUA e vendendo contas premium a líderes do Irã

Redação Informe ES

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Um relatório do Tech Transparency Project (TTP), acessado exclusivamente pela WIRED, alega que Elon Musk está trabalhando em duas frentes na crise envolvendo o Irã.

Enquanto o bilionário afirma, publicamente, que apoia manifestantes que protestam contra o regime local e critica duramente os líderes do país, o X, uma de suas várias empresas, estaria vendendo, indiscriminadamente, o acesso a contas premium aos mesmos líderes que Musk critica em público.

O que diz o relatório da TTP

O relatório aponta mais de 20 contas do X que seriam administradas por funcionários do governo iraniano, agências e veículos de comunicação estatais e que ostentam o famoso selo azul, que indica que a conta é premium.

Tais contas possuíam propaganda patrocinada pelo governo, enquanto o povo iraniano comum não possuía acesso à internet. Além disso, suas mensagens poderiam ter sido amplificadas artificialmente para aumento de alcance e engajamento.

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“O fato de Elon Musk não apenas dar visibilidade a esses indivíduos, mas também aceitar o dinheiro deles para impulsionar seu conteúdo por meio dessas assinaturas premium e oferecer recursos extras, significa que ele está minando as sanções que os EUA e o governo Trump estão aplicando”, disse Katie Paul, diretora do TTP, à WIRED.

“Queda de braço” no Irã

Desde o fim de dezembro, protestos eclodem no Irã contra a desvalorização contínua do rial iraniano ante o dólar e a crise econômica. Manifestantes pedem a mudança do regime que está no poder e a saída do Líder Supremo, o Aiatolá Ali Khamenei, que detém o posto há 37 anos.

Os manifestantes foram duramente reprimidos, sendo milhares deles presos ou mortos. Diante disso, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou apoio aos reclamantes no Truth Social, sua rede social, enquanto Musk afirmou, no X, que Khamenei é “delirante“.

Dias depois, o chefe do judiciário iraniano, Gholamhossein Mohseni-Ejei, então com o selo azul de verificação, escreveu: “Desta vez, não mostraremos misericórdia aos manifestantes”. Essa conta estava entre as que perderam o selo de verificação azul após contato da WIRED.

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Passaram-se mais alguns dias e o X trocou o emoji da bandeira iraniana para um cuja bandeira era a mesma de antes da revolução de 1979. Após, Musk anunciou que qualquer pessoa com uma Starlink poderia acessar à internet gratuitamente.

Vale lembrar que, naquele momento, a única forma de se conectar à internet era via dispositivos Starlink, de propriedade do bilionário sul-africano e controlada pela empresa aeroespacial SpaceX. Isso porque o governo local havia imposto um bloqueio quase total.

Enquanto tudo isso se desenrolava, várias contas do X disseminavam propaganda sem qualquer controle.

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Ao fundo, desfocado, página de login do X; à frente, logo do X em um smartphone
Antigamente, plataforma concedia verificação a contas notáveis (Imagem: Photo Agency/Shutterstock)

Representantes iranianos na plataforma de Musk

Entre funcionários iranianos identificados na rede social que um dia se chamou Twitter, está Ali Larijani, assessor sênior do líder supremo do Irã. Ele tem mais de 120 mil seguidores.

Segundo o Tesouro dos EUA, Larijani é um dos “arquitetos da brutal repressão do Irã aos protestos pacíficos”. Já o funcionário, quando Trump pediu que o povo seguisse protestando, afirmou no X que Trump é um dos “principais assassinos do povo do Irã”.

Larijani foi “denunciado” pela WIRED ao X e perdeu o status de conta oficial, quando a rede social, supostamente, removeu o selo azul do perfil na última quarta-feira (11).

Outra pessoa identificada pela TTP em seu relatório é Ali Akbar Velayati, membro do círculo íntimo de Khamenei e ex-ministro das Relações Exteriores do Irã. Ele perdeu o selo azul no mesmo dia.

Velayati sofreu uma sanção do Tesouro em 2019 ao fornecer uma “tábua de salvação” ao regime do ex-ditador da Síria Bashar al-Assad. Também foi acusado por autoridades argentinas de homicídio por conta de um atentado a bomba que aconteceu em 1994 contra um centro comunitário judaico em Buenos Aires. Foram 85 mortos.

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Outro perfil com selo azul que o relatório identificou é o de Ali Ahmadnia, chefe de comunicações do presidente do Irã. Em sua conta, colocou um link para que as pessoas pudessem enviar dinheiro via bitcoins para ele.

“Tal funcionalidade não seria abrangida por nenhuma das isenções de materiais informativos ou licenças gerais potencialmente disponíveis em relação a serviços acessórios às comunicações”, disse Kian Meshkat, advogado especializado em sanções econômicas dos EUA, à WIRED.

“Poderia ser considerada uma transação proibida com bens bloqueados do governo do Irã, bem como uma exportação proibida de serviços financeiros para o Irã, de acordo com o Regulamento de Transações e Sanções Iranianas.”

Até a publicação da reportagem, o botão de doação seguia ativo no X, mas, aparentemente, não redireciona mais para a conta de bitcoins do funcionário.

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“Isso faz parte de um problema maior que observamos com o X, onde eles lucram diretamente com assinaturas premium, por meio de entidades e indivíduos sancionados”, diz Paul.

“Quando analisamos as demissões em massa que o X sofreu após a aquisição por Elon Musk, o que vemos é a deterioração não apenas da confiança, segurança e moderação, mas, também, da conformidade legal com questões, como as sanções dos EUA.”

Além disso, Musk já foi acusado anteriormente de fornecer serviços premium a pessoas sancionadas pelos EUA. Em junho de 2025, a senadora de Massachusetts, Elizabeth Warren, reforçou outra publicação da TTP ao escrever para o Tesouro sobre selos de verificação vendidos aos terroristas sancionados pelo país.

“Agora, parece que o X pode estar permitindo que funcionários do governo iraniano, sujeitos a sanções, lucrem com sua plataforma”, disse Warren à WIRED. “Ao deixar de tomar medidas básicas para fazer cumprir nossas sanções, o governo Trump continua a minar nossa segurança nacional e a integridade do sistema financeiro.”

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Elon Musk com um pequeno sorriso
Musk já foi acusado de burlar sanções estadunidenses antes (Imagem: Press Connect/Shutterstock)

Sanções

Esses funcionários iranianos citados estão na lista de “nacionais especialmente designados” pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros (OFAC, na sigla em inglês) do Departamento do Tesouro estadunidense.

Mas as sanções dos EUA ao Irã possuem exceções, como uma emitida em 2022, que permite que empresas de tecnologia locais disponibilizem suas plataformas em território iraniano, de modo que os cidadãos comuns compartilhem informações com o resto do planeta.

Dessa forma, a “brecha” permite aos funcionários do governo do Irã a usar tais plataformas, mas somente se os serviços forem “disponíveis publicamente” e “gratuitos“.

Não é possível saber se houve uma violação sem conhecer os detalhes específicos do acordo entre X e os vários usuários sancionados”, disse Oliver Krischik, advogado da GKG Law especializado em sanções do OFAC, à WIRED.

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“No entanto, se o X forneceu esses ‘selos azuis’ ao governo iraniano mediante pagamento ou prestou serviços ao governo iraniano não disponíveis ao público sem custo adicional e sem licença, então isso pareceria estar fora do escopo da autorização.”

Identificando autoridades no X

Para identificar chefes de Estado, o X disponibiliza um selo cinza. Já os funcionários iranianos com selos azuis estão pagando pelo serviço. Um “selo azul significa que a conta possui uma assinatura ativa do X Premium e atende aos nossos requisitos de elegibilidade”, explica o site da rede social.

Antes de o controle do antigo Twitter ir para as mãos de Musk, o selo azul era concedido a perfis notáveis que verificassem sua identidade (como artistas, chefes de Estado, atores, etc.). Em 2023, o sistema passou a ser pago.

O que diz o X

A WIRED tentou contato com representantes do X, mas não obteve retorno. Contudo, um fato “curioso” chamou atenção: poucas horas após a publicação sinalizar as contas pertencentes a autoridades iranianas, os selos azuis foram removidos. Já os demais perfis que a TTP atestou, mas que não foram repassados à empresa de Musk, seguem com a marca.

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Já a Casa Branca afirmou, por meio do Departamento do Tesouro, que alegações específicas não são comentadas, mas que “levamos alegações de conduta passível de sanção extremamente a sério“.

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Tecnologia

TikTok apresenta feed que usa localização exata do usuário

Redação Informe ES

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O TikTok anunciou, nesta quarta-feira (11), o lançamento do recurso “Local Feeds” nos Estados Unidos, funcionalidade opcional que utiliza dados precisos de localização por GPS para criar um feed com conteúdos da região do usuário. A novidade é semelhante ao “Nearby Feed”, lançado no Reino Unido e em outros países da Europa no fim do ano passado.

Trata-se do primeiro recurso inédito disponibilizado aos usuários estadunidenses desde que o TikTok passou oficialmente para novo controle acionário no mês passado. A versão dos Estados Unidos enfrentou um início conturbado após sofrer uma grande interrupção no serviço, que, segundo a empresa, foi causada por uma “falha em cascata de sistemas”.

Como vai funcionar o novo recurso do TikTok?

  • O novo feed local exibirá “conteúdos locais relacionados a viagens, eventos, restaurantes e compras, além de posts de pequenos negócios e criadores de conteúdo locais”;
  • A funcionalidade estará desativada por padrão e não ficará disponível para menores de 18 anos;
  • De acordo com o TikTok USDS, o rastreamento preciso de localização empregado no recurso fica “ativado apenas quando o app está aberto”;
  • Os usuários que optarem por ativar o Local Feed encontrarão uma nova aba na tela inicial do aplicativo.
Três telas ilustrando o uso do novo recurso do TikTok
Com novidade, usuário poderá explorar espaços próximos (Imagem: Reprodução/TikTok)

Estratégia distinta

O lançamento ocorre após uma mudança nos termos de serviço da plataforma nos EUA. Antes, o TikTok informava que poderia coletar apenas localizações aproximadas.

Com a venda para investidores estadunidenses, o texto passou a prever a coleta de dados de localização precisa. Embora o feed seja opcional, a atualização dos termos indica que o aplicativo pode coletar essas informações independentemente da ativação da funcionalidade. A opção pode ser habilitada ou desabilitada nas configurações.

Segundo a empresa, o feed local permitirá que usuários “descubram os melhores restaurantes, lojas, museus e eventos”. Diferentemente de recursos voltados à conexão entre pessoas próximas, o novo espaço não tem como objetivo mostrar vizinhos ou possíveis afinidades sociais, mas priorizar negócios locais, destacando eventos nas redondezas, sugestões de compras e restaurantes.

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A iniciativa integra um movimento mais amplo para atrair pequenas empresas à plataforma, tanto como produtoras de conteúdo quanto como anunciantes.

Conforme observado pelo TechCrunch, a estratégia também pode ajudar a companhia a se proteger de futuras regulações e maior escrutínio, ao evidenciar o número de pequenos negócios que dependem de seus serviços.

O TikTok afirma que mais de 7,5 milhões de empresas utilizam a plataforma nos Estados Unidos para alcançar clientes. Esse dado, porém, tem como base um relatório da Oxford Economics produzido antes da conclusão do acordo que transferiu o controle da versão estadunidense para um grupo de investidores.

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Duas telas ilustrando o uso do novo recurso do TikTok
Recurso ficará desativado por padrão e não estará disponível para usuários menores de 18 anos (Imagem: Reprodução/TikTok)

E a privacidade?

A expansão do uso de dados de localização precisa levanta questionamentos sobre privacidade. Embora o apoio a negócios locais seja apontado como um objetivo positivo, usuários terão de avaliar se a utilidade de um feed dedicado compensa os possíveis riscos. A Oracle é uma das principais investidoras do novo TikTok estadunidense e seu fundador, Larry Ellison, já afirmou que “cidadãos se comportam da melhor maneira possível” quando estão sob vigilância constante.

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Tecnologia

Google: compra da Wiz é chancelada pela UE

Redação Informe ES

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O Google recebeu, nesta terça-feira (10), a aprovação incondicional das autoridades antitruste da União Europeia (UE) para a aquisição da empresa de cibersegurança Wiz por US$ 32 bilhões (R$ 166,3 bilhões).

Trata-se do maior negócio já realizado pela companhia. Segundo os reguladores europeus, a operação não levanta preocupações concorrenciais.

Google oficializa compra da Wiz quase um ano após anunciá-la

  • O acordo foi anunciado em março do ano passado e tem como objetivo ampliar a presença do Google tanto no setor de cibersegurança quanto no mercado de computação em nuvem. Nesse segmento, a empresa disputa espaço com rivais maiores, como Amazon e Microsoft;
  • De acordo com a comissária europeia de Concorrência, Teresa Ribera, a análise das autoridades indicou que a transação não prejudicará a concorrência no mercado:
  • “O Google fica atrás da Amazon e da Microsoft em termos de participação de mercado em infraestrutura de nuvem e nossa avaliação confirmou que os clientes continuarão tendo alternativas confiáveis e a capacidade de mudar de fornecedores”, afirmou Ribera em comunicado.
Logos do Google e da Wiz lado a lado
Aquisição da Wiz foi anunciada em março do ano passado (Imagem: Poetra.RH/Shutterstock)

A Comissão Europeia, que atua como órgão fiscalizador da concorrência no bloco, também avaliou o impacto do negócio sobre o uso de dados.

Segundo a instituição, quaisquer dados obtidos pelo Google por meio da aquisição da Wiz não são comercialmente sensíveis e poderão continuar a ser analisados por outras empresas de software de segurança.

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Rígido controle antitruste

Nos últimos anos, grandes aquisições no setor de tecnologia têm enfrentado um escrutínio regulatório mais rigoroso, em meio a preocupações de que essas operações possam ampliar o poder de mercado das grandes empresas e dificultar a atuação de concorrentes menores.

No caso da compra da Wiz, porém, os reguladores europeus concluíram que o negócio não apresenta esse risco.

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