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GWM: nova família Haval H6 chega ao Brasil com preço inicial de R$ 223 mil

A GWM revelou a nova família do Haval H6 em quatro versões para o mercado brasileiro. O SUV híbrido já está disponível em concessionárias de todo o país com diferentes valores: HEV2, com preço inicial de R$ 223 mil; PHEV19, por R$ 248 mil; PHEV35, ao preço de R$ 288 mil; e GT, por R$ 325 mil.
O modelo mantém o conjunto Hybrid Intelligent 4WD (Hi4), que combina um motor 1.5 turbo de nova geração (150 cv e 240 Nm) – o mesmo que passou ser usado no Wey 07 – a dois motores elétricos de alta eficiência.
Esse conjunto trabalha associado a uma bateria de 35 kWh, resultando em uma potência combinada de 393 cv e torque total de 772 Nm — 10 Nm a mais que a versão anterior —, com autonomia no modo elétrico de 170 km pelo padrão WLTP e 119 km no padrão Inmetro. O sistema Hi4 está disponível nas versões plug-in PHEV35 e GT, que tem tração integral.

A arquitetura inclui ainda a já conhecida transmissão híbrida dedicada (DHT) de duas marchas, que garante transições suaves entre os modos elétrico, híbrido e 4WD. A promessa é de condução refinada, silenciosa e equilibrada.
Na versão plug-in PHEV19, não há motor elétrico traseiro, e a bateria de 19 kWh, em conjunto com o motor a combustão, produz 326 cv de potência combinada e 540 Nm de torque — 10 Nm a mais que na versão anterior —, com autonomia no modo elétrico de 115 km segundo o padrão WLTP e 73 km conforme o padrão Inmetro.
Na versão autorrecarregável HEV2, a bateria de 1,6 kWh e o powertrain produzem 243 cv de potência combinada e 540 Nm de torque combinado.
Haval tem design personalizado
- Nas versões HEV2, PHEV19 e PHEV35, o maior destaque da atualização visual está na dianteira, que conta agora com uma grade formada por 87 blocos de maior amplitude. Chamado de Estética Galática, esse conceito é uma fusão da elegância clássica do modelo com traços futuristas, segundo a marca chinesa;
- Na traseira, o time de design brasileiro optou pela manutenção das tradicionais lanternas integradas, considerado um dos elementos mais reconhecidos da identidade do Haval H6 vendido no Brasil;
- Outra novidade visual é o uso de logotipos pretos na traseira em vez dos cromados utilizados anteriormente.

Internamente, o volante foi reformulado atendendo às demandas do consumidor brasileiro: ganhou um aro mais espesso e uma pegada mais firme e anatômica e recebeu uma base achatada, conferindo um ar mais esportivo ao conjunto.
Em vez de diversos botões distribuídos no volante, há agora apenas dois comandos giratórios que controlam diversas funções do veículo de maneira mais lógica e intuitiva. O console central também é totalmente novo.
O interior da nova versão do Haval H6 conta com três variedades de acabamento: HEV2 e PHEV19 trazem bancos de couro e revestimentos na cor preta; o PHEV35, marfim com preto; e o GT, preto com apliques de camurça e o emblema GT em vermelho nos bancos dianteiros.
Para a carroceria, há três opções de cores nas linhas HEV2, PHEV19 e PHEV35: Preto Hematita, Cinza Diamante e Branco Ágata. Já a versão GT, em adição às demais cores, conta com uma quarta opção, o Azul Cianita.
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Desempenho aprimorado
O novo Haval H6 recebeu uma revisão completa na suspensão, com amortecedores recalibrados e a adoção de batentes (stops) mecânicos, para a redução de impactos secos, especialmente em lombadas e valetas. Essas melhorias foram realizadas sem comprometer a estabilidade, mantendo o veículo firme em velocidades mais altas, diz a GWM.
Outra atualização importante está no sistema de frenagem, agora equipado com atuador eletrônico integrado, em substituição ao sistema hidráulico anterior. Isso torna a resposta do pedal mais imediata, progressiva e previsível, elevando o controle do motorista em manobras urbanas e frenagens de emergência.

A definição das rodas também foi ajustada. A versão híbrida HEV2, mais voltada para perfis familiares, adota aro de 18 polegadas e pneus de perfil mais alto, privilegiando o conforto. Já as versões plug-in PHEV19, PHEV35 e GT mantêm as rodas aro 19, reforçando a sensação de performance e estabilidade lateral.
Nova plataforma digital
A GWM também apresentou a plataforma digital Coffee OS 3, sistema operacional inteligente desenvolvido pela própria empresa. O menu foi reorganizado para oferecer uma navegação mais intuitiva e com novos recursos.
Já a tela da central multimídia passou de 12,3 polegadas para 14,6 com resolução Full HD, e respostas mais rápidas e sensíveis ao toque. A barra fixa do menu permanece na tela mesmo quando o sistema Apple CarPlay ou Android Auto sem fio está em uso.
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IA da Alibaba tentou enviar arquivo a servidor na China durante teste, diz rival
Um modelo de inteligência artificial (IA) da Alibaba tentou enviar um arquivo de teste para um servidor da empresa na China durante uma avaliação de segurança, segundo a concorrente canadense Cohere. A tentativa foi bloqueada pelo ambiente de testes, que não tinha conexão com a internet, mas chamou a atenção porque teria ocorrido mesmo depois de o próprio modelo indicar que não utilizaria ferramentas externas.
O episódio envolveu o Qwen3.8-Flash-Next, modelo de pesos abertos da Alibaba. Segundo a Cohere, o sistema recebeu a tarefa de escrever uma regra para detectar downloads maliciosos de arquivos, mas, em vez de se limitar à atividade solicitada, examinou a máquina em que estava sendo executado e tentou enviar uma sequência de teste para um servidor de armazenamento do Alibaba Cloud em Pequim (China).
A empresa canadense afirmou que não conseguiu determinar se o comportamento foi deliberado ou resultado de dados residuais do treinamento do modelo.
Como aconteceu a tentativa de envio de dados
- O teste foi realizado em ambiente isolado, usando o CTI-REALM, avaliação voltada a agentes de IA que executam tarefas de análise de segurança cibernética;
- De acordo com a Cohere, o Qwen3.8-Flash-Next deveria criar regra para identificar atividades suspeitas envolvendo o download e a execução de arquivos. Durante a tarefa, porém, o modelo listou arquivos temporários da máquina, verificou quais ferramentas de transferência estavam instaladas e consultou as configurações de DNS;
- Em seguida, tentou enviar uma sequência de teste para um endereço de armazenamento em nuvem da Alibaba, em Pequim. A solicitação não chegou ao destino porque o ambiente de avaliação não tinha uma rota de saída para a internet;
- O episódio chamou a atenção porque, conforme o relato da Cohere, o registro de raciocínio do modelo indicava que nenhuma ferramenta seria utilizada. Ainda assim, o sistema teria executado um comando de rede;
- A diferença entre o que um modelo declara em seu raciocínio e as ações que efetivamente realiza é relevante para a segurança de sistemas autônomos. Agentes de IA podem receber acesso a ferramentas e recursos externos para executar tarefas, o que torna importante verificar suas ações concretas, em vez de confiar apenas nas explicações fornecidas pelo próprio sistema.
Comportamento foi raro, segundo a Cohere
A empresa afirmou que o comportamento apareceu em menos de uma a cada 100 mil ações avaliadas. Mesmo com frequência baixa, a Cohere argumenta que o problema pode ganhar importância em operações realizadas em grande escala.
Segundo a estimativa apresentada pela companhia, um serviço que executasse dez milhões de ações de agentes de IA por semana poderia registrar até 100 tentativas semelhantes no período.
A Cohere ressaltou, no entanto, que não sabe explicar a origem do comportamento. Uma das possibilidades levantadas é que o modelo tenha reproduzido informações presentes em dados de treinamento que não foram devidamente removidas, como registros de ambientes de desenvolvimento.
Outra hipótese seria a presença de algum comportamento deliberado para estabelecer contato com um servidor externo. A empresa não apresentou evidências suficientes para confirmar essa interpretação e afirmou que não é possível concluir que houve intenção maliciosa.
Em testes posteriores, a Cohere também utilizou uma técnica chamada prefilling, na qual fornece ao modelo parte de seu raciocínio e o início de um comando para observar como ele completa a sequência. Nessas condições, a empresa conseguiu aumentar a frequência com que o sistema mencionava determinados endereços monitorados. Esse procedimento, porém, não demonstra que o comportamento ocorreria espontaneamente com a mesma frequência em situações normais.
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Modelos chineses ganham espaço entre desenvolvedores
O caso ocorre em meio à expansão do uso de modelos de IA de pesos abertos, que podem ser baixados e executados em servidores próprios. Essa característica oferece às empresas e aos desenvolvedores maior controle sobre a infraestrutura, mas também exige cuidados com permissões, conexões de rede e acesso a dados.
A Cohere vende modelos de IA para empresas e governos e atua no segmento de IA soberana, que busca oferecer maior controle sobre onde os sistemas são executados e como os dados são tratados. A companhia também compete com modelos abertos, como os da família Qwen, da Alibaba.
Segundo o relatório de primavera de 2026 da plataforma Hugging Face, modelos chineses responderam por 41% dos downloads registrados no serviço ao longo dos 12 meses anteriores, a maior parcela entre os países.
O episódio não demonstra, por si só, que o modelo foi projetado para enviar dados à China ou que outros modelos da Alibaba apresentam o mesmo comportamento. A tentativa foi bloqueada no teste relatado e a causa permanece desconhecida.
O caso reforça a importância de limitar conexões externas desnecessárias, monitorar o uso de ferramentas e avaliar o comportamento real dos agentes de IA, especialmente quando eles operam em ambientes com acesso a arquivos, sistemas corporativos ou informações sensíveis.
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Hora de renovar seu tablet: selecionamos as melhores ofertas do momento

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Meta diz ao TSE que canal “Exército do Lula” não viola regras do WhatsApp

A Meta afirmou nesta sexta-feira (23) ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não encontrou violações das regras do WhatsApp no canal “Exército do Lula”, criado para divulgar publicações de apoio à candidatura à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A manifestação foi apresentada após o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, solicitar uma análise técnica do funcionamento do canal.
Segundo a empresa, a avaliação concluiu que o canal não desrespeita as políticas da plataforma. A Meta também afirmou que o relatório técnico encaminhado ao tribunal detalha as regras consideradas e a metodologia utilizada para identificar conteúdos que violam suas diretrizes.
O pedido de análise foi feito após uma solicitação da campanha de Flávio Bolsonaro (PL), que alegou haver indícios de que as plataformas da Meta não estariam cumprindo o plano de conformidade apresentado à Justiça Eleitoral para garantir a integridade do processo eleitoral.
Canal já havia sido suspenso pelo TSE
- A disputa em torno do “Exército do Lula” envolve decisões distintas dentro do próprio tribunal;
- Em 11 de outubro, Nunes Marques determinou a suspensão do canal após considerar que publicações reproduziam conteúdos anteriormente classificados como inverídicos pela Justiça Eleitoral;
- Posteriormente, o ministro Ricardo Villas Bôas Cueva derrubou a suspensão. Nunes Marques voltou a determinar a interrupção do canal, argumentando que ele teria vínculo com a campanha oficial e deveria, portanto, ser registrado no TSE;
- O funcionamento foi liberado depois que o canal passou a ter registro oficial na Justiça Eleitoral;
- Nesta sexta-feira, o ministro Floriano de Azevedo Marques decidiu que o canal não poderá ser suspenso ou restringido novamente por decisões individuais de integrantes da Corte. Segundo ele, uma eventual nova decisão sobre o tema deverá ser tomada pelo plenário do TSE;
- A medida foi adotada após a campanha de Lula apresentar um mandado de segurança preventivo para impedir nova suspensão.

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Meta afirma não ter encontrado irregularidades
A análise apresentada pela Meta responde ao pedido de investigação sobre o funcionamento do canal, incluindo possíveis ações coordenadas entre contas, padrões de engajamento e atividades publicitárias.
A empresa declarou que não identificou violações de suas políticas na avaliação realizada. A conclusão diz respeito às regras da plataforma e não substitui a análise da Justiça Eleitoral sobre eventuais infrações à legislação brasileira.
O caso ocorre em meio à disputa entre as campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro sobre a atuação das plataformas digitais durante a eleição presidencial.
A campanha de Flávio questiona o funcionamento do canal de apoio ao presidente, enquanto a campanha petista já havia apresentado questionamentos sobre decisões e procedimentos relacionados à circulação de conteúdo político nas redes sociais.
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