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Por que o som muda quando você acelera um vídeo?
Quando você acelera um vídeo, o áudio que acompanha também é reproduzido mais rapidamente do que foi originalmente gravado. Além disso, há uma mudança no som que existe no conteúdo audiovisual. A seguir, veja o motivo para que isso aconteça.
Por que a altura ou tom muda ao acelerar o vídeo?
O que ouvimos como “altura” ou “tom” do som depende de uma propriedade física da onda sonora chamada frequência, que é o número de vibrações por segundo (medido em Hertz). Sons com frequências maiores são percebidos como mais agudos, enquanto frequências menores produzem sons mais graves. Essa relação entre frequência e tom é um princípio básico da física do som.
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De acordo com a revista BBC Science Focus, o som é formado por ondas mecânicas que se propagam pelo ar como variações de pressão. Quando você reproduz esse som mais rápido, sem aplicar nenhuma correção, os ciclos dessas ondas ocorrem em um espaço de tempo mais curto. Isso significa que mais ciclos por segundo chegam ao ouvido do que aconteceria na velocidade normal, o que eleva a frequência das ondas e faz com que o som pareça mais agudo.

Esse efeito não é um artefato exclusivo do mundo digital: em equipamentos analógicos, como fitas magnéticas ou discos de vinil, o mesmo princípio se aplicava. Ao girar uma fita ou disco mais rápido, os sons eram comprimidos no tempo e a frequência de todas as notas aumentava de forma proporcional, alterando o tom.

A revista também dá o exemplo de trompetistas, que gravam em metade da velocidade para que, ao reproduzir na velocidade certa, fique como se as notas estivessem mais agudas.
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WhatsApp prepara mudanças de privacidade para jovens no Brasil

O WhatsApp liberou nesta quarta-feira (4) uma nova atualização de teste para Android por meio do Google Play Beta Program, elevando o aplicativo à versão 2.26.5.1. A atualização ainda não traz recursos visíveis para os usuários, mas indica que a plataforma trabalha em mudanças nas configurações de privacidade para usuários mais jovens no Brasil, com o objetivo de se alinhar à legislação nacional.
Segundo informações identificadas na versão beta, o aplicativo prepara ajustes automáticos em opções sensíveis de privacidade para crianças e adolescentes, atendendo a exigências de leis brasileiras de proteção digital, aprovadas no ECA Digital. As mudanças ainda estão em desenvolvimento e devem ser liberadas apenas em uma atualização futura, quando estiverem prontas para uso geral.
Essas adaptações fazem parte de um conjunto mais amplo de iniciativas do WhatsApp para reforçar a segurança de menores. Em versões anteriores de teste, a empresa já havia sinalizado a criação de contas secundárias, vinculadas a responsáveis, com funcionalidades limitadas e maior supervisão, sem acesso ao conteúdo das mensagens.

Ajustes automáticos de privacidade para jovens no Brasil
A principal novidade em desenvolvimento envolve a atualização automática de configurações de privacidade para usuários jovens no Brasil. De acordo com o que foi observado na versão 2.26.5.1, o WhatsApp pretende modificar essas opções assim que a legislação entrar em vigor, garantindo conformidade sem exigir ações manuais dos usuários.
A primeira configuração afetada será o “Visto por último”. Caso esteja definido como “Todos”, o aplicativo passará automaticamente para “Meus contatos”. Com isso, pessoas que não estejam na lista de contatos não poderão mais visualizar quando o menor esteve online pela última vez, mesmo que já tenham trocado mensagens anteriormente. Os usuários impactados receberão uma notificação direta informando sobre a mudança.
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Limitação de acesso a informações do perfil
Outra alteração planejada envolve o campo “Sobre” do perfil. Quando essa opção estiver configurada como visível para “Todos”, o WhatsApp fará a alteração automática para “Meus contatos”. A medida busca restringir o acesso de desconhecidos a informações pessoais que jovens costumam compartilhar, como disponibilidade ou localização.
Além disso, o WhatsApp também pretende tornar mais restrita a visibilidade de links de perfis em redes sociais, como Facebook e Instagram. Se essa opção estiver aberta para qualquer pessoa, ela será ajustada para permitir o acesso apenas a contatos aprovados, reduzindo o risco de abordagens externas.

O recurso que permite ao WhatsApp se alinhar à legislação brasileira ainda não está disponível para testes, mas segue em desenvolvimento e deve ser ativado em uma atualização futura.
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Anthropic prepara lançamento do Claude Sonnet 5

A Anthropic pode estar próxima de anunciar uma nova versão de seu modelo intermediário de inteligência artificial (IA). Referências ao Claude Sonnet 5 começaram a aparecer em fóruns públicos e publicações de desenvolvedores e analistas do setor, o que levantou a expectativa de que o modelo esteja em fase avançada de testes e preparação para lançamento.
Segundo o Mashable, esses indícios se intensificaram no início de fevereiro e passaram a ser interpretados como sinais de um lançamento iminente. Apesar da movimentação, a Anthropic ainda não confirmou oficialmente uma data nem divulgou detalhes sobre a nova versão.

Desempenho próximo ao Opus com custo menor
De acordo com o site UCStrategies, a expectativa é que o Claude Sonnet 5 apresente ganhos relevantes de desempenho sem alterar a política de preços que tornou a linha Sonnet popular entre desenvolvedores. A publicação aponta que o modelo pode igualar ou até superar as capacidades do Opus 4.5, versão mais avançada da Anthropic, mantendo um custo significativamente inferior.
A eficiência financeira aparece como um dos principais diferenciais esperados. O Geeky Gadgets afirma que o Sonnet 5 poderia custar cerca de metade do valor do Opus 4.5, além de oferecer inferência mais rápida. Essa combinação pode tornar o modelo mais atraente para empresas e para aplicações de programação, especialmente em ambientes que demandam escala.
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Foco em agentes e integração com Claude Code
Outro ponto recorrente nos relatos é o avanço em capacidades associadas a agentes de IA. As informações indicam melhorias em retenção de contexto, execução de múltiplas tarefas e suporte a fluxos de trabalho mais longos, características relevantes para usos corporativos e técnicos.
Há também especulações sobre uma integração mais profunda com o Claude Code, ambiente voltado a desenvolvedores mantido pela Anthropic. Analistas citados pelo UCStrategies sugerem que o Sonnet 5 pode superar o Opus em tarefas de programação, sobretudo em processos prolongados que exigem raciocínio estruturado e manutenção de contexto ao longo do tempo.

Com esses elementos, o Claude Sonnet 5 é apontado como um possível concorrente direto não apenas dentro do portfólio da Anthropic, mas também frente a lançamentos futuros de OpenAI e Google, ampliando a disputa no mercado de modelos de linguagem.
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Disney confirma mudança no comando após anos de transição

A Walt Disney Company anunciou nesta terça-feira (3) a escolha de Josh D’Amaro, de 54 anos, como novo CEO, encerrando um período de incerteza sobre a sucessão no comando da empresa. O executivo assumirá o cargo durante a assembleia anual de acionistas, em 18 de março, substituindo Bob Iger, de 74 anos, que liderou a companhia por diferentes mandatos e esteve à frente de aquisições como Pixar, Marvel, Lucasfilm e 21st Century Fox.
A decisão ocorre em um momento de mudanças aceleradas no setor de mídia, marcado pela consolidação de empresas e pelo avanço de ferramentas de inteligência artificial (IA). Além da nomeação de D’Amaro, a Disney também anunciou que Dana Walden, atual co-chefe de entretenimento, passará a ocupar os cargos de chief content officer e presidente, ampliando sua atuação na área criativa e de conteúdo.

Transição e peso da divisão de parques
D’Amaro é um veterano de quase três décadas na companhia e, até agora, comandava a unidade de experiências, que inclui parques temáticos e cruzeiros. Essa divisão se tornou o principal motor financeiro da empresa após a pandemia, com crescimento de vendas contínuo desde 2021.
No último ano fiscal, o setor registrou lucro operacional recorde de quase US$ 10 bilhões, respondendo por aproximadamente 60% dos ganhos totais da Disney. O executivo também lidera a expansão da empresa no Oriente Médio, com um projeto de parque temático em Abu Dhabi, que será o primeiro grande empreendimento do tipo da companhia em quase uma década.
A sucessão foi supervisionada por James Gorman, veterano do Morgan Stanley, nomeado presidente do conselho em 2024 para conduzir a busca por um novo CEO. Segundo ele, D’Amaro demonstrou “uma forte visão para o futuro da empresa e um profundo entendimento do espírito criativo que torna a Disney única”.
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Desafios na indústria e pressões externas
Apesar dos resultados nos parques, a companhia enfrenta desafios. A queda no número de visitantes internacionais nos Estados Unidos foi citada como um fator de pressão sobre o negócio, contribuindo para uma queda de mais de 7% nas ações da Disney em um pregão recente, mesmo com vendas e lucros acima das expectativas.
No setor de entretenimento, o novo CEO assume às vésperas do vencimento dos principais contratos sindicais de roteiristas e atores, em maio e junho, o que pode levar a uma nova rodada de negociações trabalhistas. Em 2023, disputas envolvendo o uso de IA generativa resultaram em greves que causaram cerca de US$ 6 bilhões em perdas na produção de Hollywood.

A Disney também está sob atenção após permitir que a OpenAI utilize personagens de franquias como Star Wars, Pixar e Marvel no gerador de vídeos Sora, além de um investimento de US$ 1 bilhão na startup. No campo político, a empresa lidou recentemente com pressões do governo dos Estados Unidos relacionadas a programas e licenças de emissoras afiliadas à ABC.
O pacote de remuneração de D’Amaro inclui salário-base anual de US$ 2,5 milhões e um incentivo de longo prazo com valor-alvo de US$ 26,3 milhões por ano fiscal.
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