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Tecnologia

Preciso trocar a TV para a TV 3.0? Perguntas e respostas sobre a tecnologia

Redação Informe ES

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A TV 3.0, ou “televisão do futuro”, tem previsão de lançamento em junho de 2026, com um sistema inovador de transmissão. A nova tecnologia, regulamentada por um decreto assinado em agosto deste ano, integrará serviços de internet com sons e imagens de alta qualidade, proporcionando uma experiência interativa e gratuita aos telespectadores.

O novo modelo, que estreia a tempo da Copa do Mundo de 2026, permitirá interação em tempo real entre o público e a programação, trazendo uma nova era para a TV aberta no Brasil. Entenda como essa tecnologia deve funcionar de fato.

TV 3.0: tudo o que você precisa saber

O que é a TV 3.0?

A TV 3.0 é a evolução das gerações anteriores, como a TV 1.0, que trazia imagens em preto e branco, e a TV 2.0, que incorporou a cor e a internet. A grande inovação dessa nova fase é a interatividade, permitindo maior personalização e envolvimento do público.

Leia também:

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  • O que é TV 3.0, que já está em testes no Brasil?
  • Entrevista: com a TV 3.0, o que muda na sua casa?
  • Quer comprar uma smart TV boa sem gastar muito? Conheça esses modelos

Com a TV 3.0, a experiência de assistir a programas será muito mais dinâmica. A tecnologia promete oferecer uma qualidade superior de imagem e som, além de transformar os canais em plataformas interativas, aproximando ainda mais os telespectadores do conteúdo e permitindo uma experiência personalizada.

Televisão antiga desligada
TV 1.0 (Imagem: Diego Gonzlez Unsplash)

Quais as vantagens da TV 3.0?

  • Maior interatividade e personalização: a nova tecnologia deve oferecer a possibilidade de realizar compras pelo controle remoto, participar de votações de reality ou enquetes ao vivo, e acessar conteúdos adicionais. Além disso, publicidade personalizada e alertas de emergência também serão oferecidos.
  • Interface baseada em aplicativos: na televisão do futuro, cada canal será representado por um ícone, com destaque aos canais abertos, permitindo acesso fácil aos conteúdos adicionais e a possibilidade de explorar programas sob demanda.
  • Qualidade de imagem: a TV 3.0 permitirá uma experiência visual com definição superior, incluindo qualidade 4K e até 8K.
  • Som imersivo: a tecnologia oferecerá áudio de alta qualidade, com um som envolvente semelhante ao de cinemas.
  • Acessibilidade aprimorada: a TV 3.0 contará com legendas configuráveis, audiodescrição e geração automática de Libras, incluindo intérpretes ao vivo.
Pessoa fazendo interpretação com linguagem de sinais
Intérprete de sinais (Imagem: Kevin Malik/Pexels)

Precisa de internet para a TV 3.0?

A TV 3.0 não exige conexão à internet para funcionar, oferecendo alta qualidade de imagem e som, como 4K e 8K. No entanto, ao se conectar à internet, o usuário terá acesso a mais recursos, como interatividade, personalização de conteúdo e uma experiência mais rica com programas e anúncios.

Preciso trocar minha TV para a TV 3.0?

Segundo informações divulgadas pelo Governo Federal, os brasileiros não precisarão substituir seus aparelhos de TV de imediato. A transição será gradual, seguindo um plano ao nível nacional, semelhante ao que ocorreu na migração do sinal analógico para o digital.

tv 3.0
(Imagem: Proxima Studio / Shutterstock.com)

A preparação deve ser finalizada em 2025, com as primeiras transmissões da TV 3.0 tendo início até a Copa do Mundo de 2026. A migração será feita em etapas, começando pelas grandes cidades, em um período no qual os sistemas antigo e novo coexistem. Todo esse processo pode levar de 10 a 15 anos. 

De acordo com o Ministério das Comunicações, os televisores atuais poderão ser adaptados ao novo padrão DTV+ com o uso de caixas conversoras ou soundbars, evitando a necessidade imediata de troca de aparelhos. No futuro, porém, a tecnologia será integrada diretamente nos novos televisores, proporcionando uma experiência mais personalizada direto da fábrica.

Quanto custará um conversor?

As estimativas de preço do aparelho conversor estão na faixa de R$ 300 e R$ 400. Entretanto, de acordo com o Governo Federal, essa estimativa ainda é prematura. A declaração do Ministério das Comunicações afirma que, “com a evolução do mercado e o aumento da escala de produção, os valores devem cair progressivamente, como ocorreu em transições tecnológicas anteriores”.

O que será das antenas com a TV 3.0?

Antena parabólica digital – Imagem: Shutterstock

A TV 3.0 combina os padrões de transmissão broadcast e broadband. O broadcast continuará transmitindo imagens e sons via antena, com qualidade 4K a 8K e áudio aprimorado, enquanto o broadband permitirá interatividade em tempo real, como compras e votações. Ou seja, as antenas atuais ainda serão usadas, mas a internet será necessária para funções interativas.

Quando a TV 3.0 começa no Brasil?

O governo brasileiro espera que o lançamento oficial da TV 3.0 aconteça até junho do próximo ano, aproveitando o ensejo da transmissão da Copa do Mundo de 2026. Entretanto, a migração completa para o novo padrão com abrangência nacional pode ser finalizada em até 15 anos.

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Terei custos a mais com a TV 3.0?

Além do conversor ou da troca de aparelhos televisores, a TV 3.0 não deve ter custos adicionais. O decreto que regulamenta a TV 3.0 afirma que a nova geração da televisão se trata de uma tecnologia para serviço de radiodifusão, ou seja, é aberta e gratuita.

Quando a TV 3.0 chega ao Brasil?

A expectativa é que a tecnologia da televisão do futuro esteja funcionando até junho de 2026, a tempo para a Copa do Mundo.

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O que muda da TV tradicional para a TV 3.0?

A TV 3.0 se destaca pela sua interface baseada em aplicativos, oferecendo maior interatividade, acessibilidade, personalização e uma experiência superior de imagem e som.

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Tecnologia

Nvidia e OpenAI podem fechar acordo bilionário por maior data center do mundo

Redação Informe ES

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A Nvidia está em negociações para oferecer uma garantia financeira de aproximadamente US$ 250 bilhões (R$ 1,3 trilhão) à OpenAI como parte de um gigantesco projeto de construção de data centers nos Estados Unidos. A iniciativa representa uma das transações financeiras mais ambiciosas da atual corrida pela inteligência artificial (IA) no país.

Pessoas familiarizadas com as negociações contaram ao The Wall Street Journal que a garantia da fabricante de chips permitiria que a OpenAI alugasse um complexo de 10 gigawatts (GW) que está sendo desenvolvido no sul do estado de Ohio (EUA) pela divisão de energia da SoftBank.

Considerando também os chips que equipariam os data centers, o custo total do empreendimento pode superar US$ 500 bilhões (R$ 2,5 trilhões), tornando-se o maior projeto de centro de dados já anunciado.

A energia destinada ao projeto é controlada pelo governo dos EUA e financiada separadamente pelo Japão, como parte de um acordo comercial recente entre os dois países. Ainda de acordo com as fontes, o secretário de Comércio dos EUA, Howard Lutnick, participa da definição sobre quais empresas terão acesso ao fornecimento de energia.

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Como a OpenAI é uma empresa privada que ainda opera sem lucro e não possui classificação de crédito de grau de investimento, o apoio financeiro da Nvidia permitiria à desenvolvedora do ChatGPT obter financiamento em condições mais favoráveis. A empresa está em negociações avançadas há várias semanas para alugar o complexo.

Além da OpenAI, outras empresas demonstraram interesse na instalação. Segundo uma das fontes, Anthropic, Microsoft e Google também conversaram com Lutnick nas últimas semanas sobre o projeto.

Corrida por chips e energia impulsiona megaprojetos

  • A disputa entre empresas de IA por chips e energia elétrica suficientes para operar seus modelos tem aumentado a atratividade de grandes projetos com apoio governamental ou fornecimento garantido de eletricidade;
  • No formato discutido atualmente, a Nvidia atuaria como garantidora de diferentes instrumentos financeiros destinados a dar maior segurança aos credores de que o financiamento do empreendimento será concluído;
  • Os termos, entretanto, ainda não foram finalizados e as negociações podem não resultar em um acordo;
  • A garantia de US$ 250 bilhões cobriria o contrato de locação do centro de dados e a dívida necessária para financiar sua construção, mas não incluiria os chips da Nvidia que serão instalados na infraestrutura.

Paralelamente, a fabricante de semicondutores também negocia uma operação para financiar a compra desses chips pela OpenAI, em um acordo que poderia alcançar US$ 350 bilhões (R$ 1,8 trilhão), segundo pessoas próximas às conversas.

Esse tipo de estrutura financeira, em que diferentes operações se apoiam mutuamente, tem despertado preocupações de que o setor possa ficar vulnerável caso o entusiasmo dos investidores diminua ou o crescimento das empresas de IA desacelere.

Complexo terá energia suficiente para abastecer milhões de residências

O campus deverá consumir cerca de 10 GW de eletricidade, quantidade suficiente para abastecer vários milhões de residências. A construção levará muitos anos, e a primeira fase deve ser concluída em 2028, com aproximadamente 800 MW de capacidade elétrica disponível.

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O projeto também representa uma aposta importante para Lutnick e para o governo do presidente Donald Trump.

Como parte do compromisso assumido pelo Japão de ampliar investimentos nos Estados Unidos em troca da redução de tarifas comerciais, o país concordou em investir US$ 33 bilhões (R$ 167,8 bilhões) em uma usina de geração de energia a gás natural em terras federais de Ohio. A instalação será operada pela SoftBank Energy, empresa efetivamente controlada pelo fundador da SoftBank, Masayoshi Son.

A SoftBank Energy recebeu investimentos da OpenAI, enquanto a própria SoftBank figura entre os maiores investidores da empresa de IA. Em março, Lutnick, Son e o secretário de Energia dos EUA, Chris Wright, participaram da cerimônia que marcou o início das obras do complexo de data centers.

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Data center com chip grande de inteligência artificial (IA) na parede, no final de um corredor
Possível data center voltado para IA seria um dos mais poderosos do mundo – Imagem: Junayed graphics/Shutterstock

Leia mais:

  • Data Centers: tudo que você precisa saber
  • Veja como é um data center por dentro
  • Nvidia fecha acordo de US$ 500 bilhões para garantir chips de IA

Terreno federal busca acelerar implantação

Ao utilizar um terreno federal em Ohio, o governo estadunidense e seus parceiros pretendem evitar dificuldades relacionadas ao licenciamento ambiental e à oposição de comunidades locais, fatores que vêm atrasando projetos semelhantes em diferentes regiões do país.

O complexo será construído em uma antiga instalação de enriquecimento de urânio desativada, localizada a cerca de 80 quilômetros ao sul de Columbus (EUA). Ainda assim, o projeto precisará concluir o financiamento e adquirir todos os equipamentos antes de avançar integralmente.

Segundo uma das fontes, o governo dos Estados Unidos pagará uma taxa à SoftBank Energy pela operação da usina. Japão e Estados Unidos dividirão a receita obtida com a venda da energia até que o investimento japonês de US$ 33 bilhões seja recuperado. Depois disso, o governo estadunidense ficará com 90% da receita.

Esse modelo evidencia a estratégia da administração estadunidense de acelerar investimentos em setores considerados estratégicos por meio de parcerias diretas com empresas privadas.

Novo modelo de financiamento para infraestrutura de IA

A estrutura proposta também reflete uma mudança na forma como grandes projetos de infraestrutura para inteligência artificial vêm sendo financiados. Empresas de tecnologia com classificação de crédito elevada passaram a utilizar seus próprios balanços para facilitar o acesso ao crédito de companhias menores, prática conhecida no setor como “credit wrapper”.

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O Google, por exemplo, já ofereceu garantias para alguns data centers utilizados pela Anthropic, em parte para estimular a venda de seus próprios chips de IA, conhecidos como Tensor Processing Units (TPUs).

Caso seja concretizado, o complexo de Ohio será o primeiro centro de dados utilizado diretamente pela OpenAI como locatária, aproximando a empresa do controle de uma infraestrutura que atualmente é majoritariamente alugada de provedores de nuvem, como Microsoft, Amazon e Oracle.

Recentemente, a OpenAI elevou sua projeção de gastos com capacidade computacional para cerca de US$ 750 bilhões (R$ 3,8 trilhões) até 2030, acima da estimativa anterior de aproximadamente US$ 600 bilhões (R$ 3 trilhões) divulgada no início deste ano. Ainda não está claro de que forma o novo acordo poderá afetar essas projeções.

Ao mesmo tempo, OpenAI e Anthropic seguem em uma corrida rumo a futuras ofertas públicas iniciais de ações (IPOs, na sigla em inglês), com avaliações de mercado extremamente elevadas, o que aumenta a pressão para manter um ritmo acelerado de crescimento.

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A Nvidia, por sua vez, também busca assegurar uma demanda cada vez maior por seus chips. Avaliada em cerca de US$ 5 trilhões (R$ 25,4 trilhões), a empresa informou em seu relatório anual mais recente que acordos de financiamento para data centers podem reduzir seu fluxo de caixa no curto prazo e aumentar sua exposição ao risco de crédito de clientes.

O que dizem as empresas

O Olhar Digital entrou em contato com as assessorias de Nvidia e OpenAI e espera um retorno. Não conseguimos contato com o SoftBank.

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Tecnologia

Último dia da Retrocon 2026: veja o que aproveitar antes do encerramento do evento

Redação Informe ES

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Se você ainda não visitou a Retrocon 2026, este domingo é a última oportunidade para conferir tudo o que o evento tem a oferecer. Considerada uma das principais celebrações da cultura gamer retrô no Brasil, a feira reúne desde consoles clássicos até desenvolvedores independentes, campeonatos e uma grande área dedicada à preservação da história dos videogames.

Além dos jogos antigos, a programação também abre espaço para novidades do mercado, experiências inclusivas e centenas de itens colecionáveis para quem deseja ampliar a coleção.

Reviva os clássicos na área de consoles retrô

Imagem: Engage XP/ Reprodução

Um dos principais destaques da Retrocon continua sendo a área dedicada aos videogames clássicos.

Por lá, o público pode jogar títulos que marcaram diferentes gerações em consoles como Atari, Master System, Mega Drive, Super Nintendo, Nintendo 64, Dreamcast, PlayStation, Neo Geo e muitos outros.

A experiência vai além da nostalgia: muitos equipamentos fazem parte de coleções preservadas por entusiastas, permitindo conhecer de perto a evolução dos videogames.

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Conheça novos jogos na área indie

A Retrocon também reserva espaço para o futuro dos games.

Na área dedicada aos desenvolvedores independentes, os visitantes podem testar projetos brasileiros, conversar diretamente com os criadores e descobrir jogos que ainda estão em desenvolvimento.

É uma oportunidade para conhecer novas ideias e acompanhar de perto o trabalho dos estúdios nacionais.

AbleGamers leva acessibilidade ao evento

Imagem: Engage XP/ Reprodução

Outro espaço que merece uma visita é o da AbleGamers Brasil.

A organização apresenta soluções de acessibilidade para jogadores com deficiência, demonstrando como adaptações em controles, periféricos e configurações permitem que cada vez mais pessoas possam jogar.

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Além das demonstrações, o espaço promove conversas sobre inclusão e tecnologia dentro da indústria dos games.

Lojas para quem busca raridades

Imagem: Engage XP/ Reprodução

Quem gosta de colecionar encontra uma das maiores atrações da Retrocon nos corredores de expositores.

Há dezenas de lojas especializadas vendendo:

  • jogos de diversas gerações;
  • consoles clássicos;
  • controles;
  • acessórios;
  • revistas antigas;
  • action figures;
  • itens de coleção.

Também é comum encontrar edições raras, cartuchos importados e videogames restaurados.

Copa de Futebol reúne fãs dos clássicos

Imagem: Engage XP/ Reprodução

Os apaixonados por jogos de futebol também têm espaço garantido.

A programação inclui a tradicional Copa de Futebol, que reúne jogadores em disputas utilizando diferentes títulos clássicos do gênero.

A competição costuma atrair tanto participantes quanto espectadores, relembrando franquias que marcaram época nos consoles.

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Muito além dos videogames

Ao longo do evento, o público ainda encontra exposições, painéis, convidados especiais, artistas independentes, criadores de conteúdo e diversas atividades para todas as idades.

Mesmo para quem não pretende comprar nada, a Retrocon oferece uma experiência voltada à história dos videogames e ao encontro entre diferentes gerações de jogadores.

Com tantas atrações reunidas em um único lugar, o último dia da Retrocon 2026 é uma boa oportunidade para revisitar clássicos, conhecer novos projetos e celebrar a cultura gamer.

Serviço

  • Data: 24, 25 e 26 de julho de 2026
  • Horários: sexta, das 12h às 21h · sábado e domingo, das 10h às 19h
  • Local: Expo Center Transamérica — Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387, Santo Amaro, São Paulo/SP (pavilhões A e G)
  • Como chegar: Metrô Santo Amaro (Linha 5-Lilás); ônibus 5100 e 5117. Estacionamento com 2.500 vagas (self parking pago).
  • Ingressos: www.ingressoretrocon.com.br

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Tecnologia

Smartwatch bom e barato? Separamos uma seleção com ótimas opções em promoção na Amazon

Redação Informe ES

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Smartwatch Samsung Galaxy Fit3 Display 1.6

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Aviso: este artigo contém um ou mais links gerados a partir de um programa de afiliados. O valor não muda para você e o Olhar Digital poderá receber uma comissão. Nenhuma empresa participou da escolha para os links e não existiu aprovação prévia deste conteúdo, que segue independente como sempre foi.

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