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WhatsApp vai permitir duas fotos no perfil; entenda

Redação Informe ES

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O WhatsApp está prestes a ganhar uma nova ferramenta de personalização que amplia as formas de apresentação dos usuários dentro do aplicativo. A plataforma passará a permitir o uso de duas imagens diferentes no perfil, combinando uma foto principal com uma imagem em formato de banner na parte superior da tela.

A novidade não altera a dinâmica central do mensageiro, mas reforça a tendência de torná-lo mais próximo de uma rede social. A proposta é oferecer mais flexibilidade visual, permitindo que cada pessoa destaque diferentes aspectos de sua identidade digital sem abrir mão da foto tradicional exibida em formato circular.

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Novidade aproxima o mensageiro da Meta de uma rede social (Imagem: Diego Thomazini / Shutterstock.com)

As informações sobre a nova ferramenta foram publicadas pelo WABetaInfo. Segundo o portal, a Meta está incorporando um sistema que permite escolher uma segunda imagem para complementar a foto principal do perfil.

O modelo adotado lembra o formato usado no X. Enquanto a imagem de perfil continua aparecendo em um círculo, a segunda foto ocupa toda a parte superior da página do perfil, funcionando como uma espécie de capa ou banner. A ideia é dar mais espaço para personalização sem exigir etapas adicionais durante o uso do aplicativo.

Mais espaço para expressão visual

A imagem em estilo banner abre a possibilidade de destacar interesses, gostos pessoais ou momentos específicos. Usuários poderão, por exemplo, manter uma foto própria como imagem principal e usar o espaço superior para mostrar animais de estimação, familiares ou lembranças pessoais.

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Essa abordagem amplia as opções de expressão dentro da plataforma e reforça a estratégia da Meta de aproximar o WhatsApp da lógica das redes sociais, tanto no visual quanto na experiência de navegação. Nos últimos meses, o aplicativo vem recebendo ajustes e recursos que incentivam maior interação e permanência dos usuários.

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Mudança faz parte da estratégia da Meta (Imagem: Dugguphotovala / Shutterstock.com)

Como deve funcionar a edição da segunda foto

De acordo com o que foi divulgado, ativar a nova imagem será um processo simples. Ao entrar no perfil, o usuário encontrará um novo botão de edição, que permitirá selecionar uma foto da galeria e ajustá-la com uma ferramenta de recorte desenvolvida especificamente para esse formato.

Um detalhe importante é que a imagem precisa ser horizontal e seguir proporções semelhantes às de um banner. Isso significa que nem todas as fotos se encaixarão corretamente, o que exige atenção na escolha do conteúdo para manter um visual organizado e agradável.

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Disponibilidade ainda é limitada

Por enquanto, a função está disponível apenas na versão beta do WhatsApp, o que restringe o acesso a um grupo menor de usuários que participam dos testes. Ainda não há uma data oficial para o lançamento global.

Novidade ainda está disponível apenas para usuários da versão beta do aplicativo (Imagem: Ahyan Stock Studios / Shutterstock.com)

Mesmo assim, o fato de a ferramenta já estar em fase de testes indica que sua liberação para o público em geral pode ocorrer em breve. Quando isso acontecer, milhões de pessoas terão mais uma forma de personalizar seus perfis e explorar novas possibilidades visuais dentro do aplicativo.

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Smartwatch bom e barato? Separamos uma seleção com ótimas opções em promoção na Amazon

Redação Informe ES

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Se você está pensando em comprar um smartwatch ou quer trocar o seu por um modelo mais moderno, este é o momento certo. Reunimos três opções em destaque na Amazon, que combinam tecnologia, design e funcionalidade para diferentes perfis de usuário. Confira:

Smartwatch Samsung Galaxy Fit3 Display 1.6

Samsung Galaxy Fit3 — Display 1.6″ Grafite

O Galaxy Fit3 trouxe um design elegante com tela AMOLED de 1,6 polegadas que garante boa visualização mesmo sob luz solar. O wearable da Samsung apresentou monitoramento de saúde completo, com acompanhamento de frequência cardíaca, sono e atividades físicas. A construção leve e resistente o torna ideal para o uso diário, seja no trabalho ou durante os treinos.

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Redmi Watch 5 Active

Redmi Watch 5 Active

A Xiaomi trouxe no Redmi Watch 5 Active um relógio inteligente com boa tela, bateria de longa duração e uma série de modos esportivos para quem gosta de se manter ativo. O modelo conta com monitoramento de saúde, notificações do smartphone e interface simples e intuitiva, sendo uma escolha sólida para quem quer entrar no universo dos wearables sem abrir mão da qualidade.

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Bettdow SmartWatch com Alexa e IP68

Bettdow SmartWatch com Alexa e resistência IP68

Com tela sensível ao toque, integração com a assistente virtual Alexa e certificação IP68 de resistência à água, o Bettdow SmartWatch é uma opção versátil para quem busca praticidade no dia a dia. O relógio oferece mais de 100 modos esportivos, recebimento de notificações e funciona tanto para homens quanto para mulheres. A cor preta garante um visual sóbrio e adequado para diferentes ocasiões.

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Aviso: este artigo contém um ou mais links gerados a partir de um programa de afiliados. O valor não muda para você e o Olhar Digital poderá receber uma comissão. Nenhuma empresa participou da escolha para os links e não existiu aprovação prévia deste conteúdo, que segue independente como sempre foi.

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Tecnologia

Misteriosos pontos vermelhos vistos pelo Telescópio James Webb estão sumindo

Redação Informe ES

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Uma nova pesquisa propõe uma explicação para um dos maiores mistérios revelados pelo Telescópio Espacial James Webb (JWST, na sigla em inglês): os enigmáticos Pequenos Pontos Vermelhos.

Segundo os pesquisadores, esses objetos, apelidados de “dinossauros cósmicos”, podem não ter desaparecido do universo primitivo. Em vez disso, eles teriam evoluído para os aglomerados globulares, enormes conjuntos de estrelas densamente compactadas encontrados em galáxias, como a Via Láctea.

A hipótese estabelece um paralelo com a evolução dos dinossauros terrestres. Assim como muitos deles não foram extintos, mas deram origem às aves modernas, os Pequenos Pontos Vermelhos também poderiam ter sobrevivido, transformando-se em estruturas ainda presentes no universo atual.

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Aglomerado globular NGC 6638
Aglomerado globular NGC 6638, visto pelo Telescópio Espacial Hubble – Imagem: ESA/Hubble e NASA, R. Cohen

Mistério surgiu com o James Webb

  • Os Pequenos Pontos Vermelhos passaram a intrigar os astrônomos em 2022, quando o James Webb começou a detectá-los em grande quantidade em uma época correspondente a cerca de 600 milhões de anos após o Big Bang:
  • O enigma está no fato de que esses objetos aparentemente desaparecem antes de o universo atingir aproximadamente dois bilhões de anos;
  • Desde então, diversas explicações foram propostas para sua natureza. Uma delas sugeria que poderiam ser “estrelas de buraco negro”, ou seja, buracos negros cercados por extensas nuvens de gás e poeira.

A nova pesquisa apresenta outra possibilidade: esses objetos poderiam ser aglomerados globulares em formação, contendo uma estrela supermassiva em seu centro. Esse tipo hipotético de estrela teria entre mil e dez mil vezes a massa do Sol e uma vida extremamente curta, mas produziria uma aparência semelhante à dos Pequenos Pontos Vermelhos observados pelo telescópio.

“Estes podem não ser apenas uma estranha nova população do JWST sem conexão com o universo que nos cerca hoje”, afirmou o líder da pesquisa, John Chisholm, da Universidade do Texas em Austin (EUA). “Em vez disso, os Pequenos Pontos Vermelhos podem persistir para além do universo primitivo, evoluindo para algo relativamente familiar.”

Segundo Chisholm, “os Pequenos Pontos Vermelhos poderiam ser galáxias, poderiam envolver buracos negros, ou poderiam ser algo ainda mais inesperado. Nosso trabalho mostra que a formação de aglomerados globulares com estrelas supermassivas deve fazer parte dessa conversa.”

Aglomerados globulares ainda guardam mistérios

Os aglomerados globulares são encontrados principalmente em grandes galáxias e podem reunir milhões de estrelas antigas em regiões extremamente compactas.

A Via Láctea abriga pelo menos 150 desses aglomerados. Apesar de serem objetos bem conhecidos pelos astrônomos, sua origem continua sendo motivo de debate científico.

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Segundo Danielle Berg, também da Universidade do Texas em Austin, os pesquisadores normalmente observam esses aglomerados após bilhões de anos de evolução.

“Normalmente os vemos [os aglomerados globulares] após bilhões de anos de evolução, em um momento em que suas estrelas massivas já desapareceram, seu gás foi disperso e processos dinâmicos alteraram suas massas e estruturas. Isso torna muito difícil reconstruir as condições originais em que se formaram.”

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Química incomum pode ser explicada por estrelas supermassivas

Os cientistas acreditam que as estrelas presentes nos aglomerados globulares se formaram aproximadamente na mesma época, durante os primeiros estágios do universo. Naquele período, o cosmos era composto principalmente por hidrogênio, hélio e pequenas quantidades de elementos mais pesados — chamados de metais pelos astrônomos.

Entretanto, muitas estrelas desses aglomerados apresentam uma composição química incomum. Elas possuem abundância de hélio e de elementos, como nitrogênio, sódio e alumínio, enquanto exibem níveis menores do que o esperado de carbono, oxigênio e magnésio.

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Segundo Mike Boylan-Kolchin, integrante da equipe, essa assinatura química sugere condições extremas de fusão nuclear.

“Esse padrão específico indica fusão nuclear em temperaturas muito altas, muito mais elevadas do que nos núcleos de estrelas normais, até mesmo massivas. Uma estrela supermassiva é precisamente o tipo de ambiente que poderia produzir essa combinação.”

Algumas das galáxias "pequenas de ponto vermelho"
Algumas das galáxias “pequenas de ponto vermelho” descobertas pelo JWST – Imagem: NASA, ESA, CSA, STScI, Dale Kocevski (Colby College)

Estrelas gigantes teriam vida curta

De acordo com o modelo proposto pelos pesquisadores, essas estrelas supermassivas surgiriam em ambientes extremamente densos durante a formação dos primeiros aglomerados globulares, onde colisões e fusões entre estrelas ocorreriam repetidamente.

Embora gigantescas, elas viveriam apenas cerca de um milhão de anos — um período muito curto quando comparado aos 4,6 bilhões de anos de idade do Sol. Mesmo com essa existência breve, essas estrelas conseguiriam produzir os elementos químicos necessários para explicar a composição observada atualmente nos aglomerados globulares.

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Após morrerem em explosões de supernova, esses elementos seriam lançados ao espaço e utilizados na formação de novas gerações de estrelas.

Segundo Chisholm, isso também explicaria o desaparecimento dos Pequenos Pontos Vermelhos. “Em nosso modelo, a estrela supermassiva que ajuda a fazer o objeto parecer um Pequeno Ponto Vermelho viveria por pouco tempo. Uma vez que essa estrela morre, o objeto pode não se parecer mais com um Pequeno Ponto Vermelho, mesmo que o próprio aglomerado sobreviva por bilhões de anos.”

Distribuição e época reforçam hipótese

Além da composição química, os pesquisadores identificaram outros indícios que podem conectar os Pequenos Pontos Vermelhos aos aglomerados globulares. Segundo a equipe, a distribuição desses objetos no universo primitivo corresponde à distribuição observada atualmente para os aglomerados globulares.

Os modelos de evolução também indicam que as massas estimadas dos Pequenos Pontos Vermelhos poderiam evoluir naturalmente até atingir as massas dos aglomerados globulares existentes hoje.

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Outro fator considerado importante é o momento em que esses objetos aparecem. Os Pequenos Pontos Vermelhos surgem cerca de 600 milhões de anos após o Big Bang, período que coincide com as estimativas para o início da formação dos aglomerados globulares.

Apesar das evidências, os pesquisadores ressaltam que a hipótese ainda não foi confirmada. “Não há, neste momento, uma prova definitiva de que os Pequenos Pontos Vermelhos sejam aglomerados globulares, mas isso explicaria muitas observações diversas e surpreendentes”, afirmou Boylan-Kolchin.

O estudo está disponível em versão preliminar no repositório científico arXiv, o que significa que seus resultados ainda não passaram pelo processo de revisão por pares.

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Pastor processa OpenAI após conselho do ChatGPT quase custar sua vida

Redação Informe ES

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Um pastor entrou com uma ação judicial contra a OpenAI, alegando que o ChatGPT forneceu recomendações médicas “extremamente perigosas”, o que teria atrasado o tratamento de uma embolia pulmonar grave e colocado sua vida em risco. O caso foi revelado pelo The New York Times.

Segundo o processo, Scott Winters procurou o chatbot para relatar sintomas relacionados ao seu estado de saúde. A ação afirma que o ChatGPT respondeu que os sinais descritos por ele “não eram algo perigoso”, o que teria contribuído para o adiamento da busca por atendimento médico.

Ainda de acordo com a acusação, o chatbot também recorreu às crenças religiosas do pastor durante a conversa, afirmando que “Deus não projetou seu corpo para falhar indefinidamente”.

Processo acusa OpenAI de negligência

  • A ação judicial acusa a OpenAI e seu diretor-presidente, Sam Altman, de negligência e de exercer ilegalmente a medicina;
  • Segundo o processo, o chatbot apresentou diagnósticos e planos de tratamento próprios em diversas ocasiões;
  • A acusação afirma ainda que o ChatGPT orientou Winters a ignorar os pedidos de familiares e amigos para procurar atendimento médico;
  • De acordo com a ação, o pastor informou ao chatbot que “as pessoas da minha igreja acham que estou louco por não ir ao hospital”;
  • Em resposta, o ChatGPT teria afirmado que “a maioria das pessoas (incluindo membros bem-intencionados da igreja) simplesmente não entende”.

Meetali Jain, advogada da ação e diretora-executiva da organização Tech Justice Law, afirmou ao Times que o chatbot acaba interferindo na relação entre usuários e as pessoas ao seu redor. “Ele se coloca como uma barreira entre o usuário e sua rede de apoio na vida real”, disse.

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Logo do ChatGPT em na tela de um notebook e na tela de um smartphone
Chatbot teria considerado que os sintomas do usuário não eram urgentes, além de questionar a intervenção de sua família e amigos – Imagem: arda savasciogullari/Shutterstock

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Pedido inclui suspensão do ChatGPT Health

Além de solicitar indenização financeira, Winters pede que a Justiça determine a suspensão do funcionamento do ChatGPT Health até que avaliadores independentes concluam que a plataforma é segura.

Segundo o texto, o ChatGPT Health incentiva usuários a enviarem documentos médicos para que o chatbot participe de discussões relacionadas à saúde.

A ação também solicita que a OpenAI implemente mecanismos de proteção mais rígidos para impedir que o ChatGPT forneça respostas envolvendo diagnósticos médicos específicos e tratamentos.

Embora o chatbot já conte com salvaguardas destinadas a limitar esse tipo de orientação, o processo afirma que elas não funcionaram de forma confiável neste caso.

OpenAI afirma que serviço não substitui atendimento médico

A OpenAI sustenta que os termos de uso do ChatGPT deixam claro que a ferramenta não foi desenvolvida para realizar diagnósticos ou oferecer tratamentos médicos.

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Ao mesmo tempo, a empresa incentiva usuários a enviarem seus registros de saúde ao ChatGPT Health para promover discussões com o chatbot.

Segundo o texto, a companhia também destaca com frequência o uso da plataforma para questões relacionadas à saúde. Recentemente, informou que cerca de 230 milhões de pessoas utilizam semanalmente o ChatGPT para consultas sobre esse tema.

Scott Winters sobreviveu ao episódio, porém, segundo o processo, deverá enfrentar “anos de intensa recuperação física e psicológica”.

Outros processos similares

A OpenAI também enfrenta outros processos relacionados ao uso do ChatGPT em questões de saúde.

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Um deles é uma ação por morte injusta envolvendo um jovem de 19 anos que morreu por overdose após supostamente seguir um plano de tratamento elaborado pelo chatbot. Segundo a acusação, esse plano incluía orientações sobre o uso de drogas ilícitas. Assim como no caso de Winters, os autores também pedem a suspensão do ChatGPT Health.

A empresa ainda responde a outro processo por morte injusta, no qual o ChatGPT é acusado de ter contribuído para o suicídio de um adolescente.

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