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Negócios

3 habilidades para ganhar mais e impulsionar sua carreira

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

 

 

Se você está em um ponto da sua carreira em que deseja ganhar mais dinheiro, mudar de atuação ou encontrar uma profissão com alta demanda e potencial, então é hora de aprender novas habilidades.

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Habilidades lucrativas são altamente especializadas e proporcionam um grande valor para os empregadores ou para clientes – se quiser atuar como freelancer. Essas competências estão em alta demanda globalmente e são facilmente transferíveis entre várias indústrias, o que as torna tão importantes.

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Mas talvez o mais importante, e uma das razões pelas quais essas habilidades são tão atraentes, é que na maioria dos casos, elas podem ser aprendidas e desenvolvidas online, gratuitamente, de casa, e até mesmo sem a necessidade de um diploma.

Há muitas rotas acessíveis para desenvolver essas competências por meio de trilhas de aprendizado, workshops, bootcamps e outras formas de treinamento, popularizados por plataformas de ensino a distância e desenvolvimento de carreira, como Coursera, Udemy e LinkedIn Learning.

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Existem muitas habilidades nesse sentido para aprender; aqui estão três que se destacam no mercado e têm grande potencial no mercado de trabalho:

1. Inteligência Artificial

Se existe um tema que é de extrema importância para aprender este ano, é a IA. Habilidades em inteligência artificial podem aumentar seu salário em até 40%, de acordo com a Universidade de Oxford e o site de empregos Indeed. Isso demonstra o quanto os empregadores valorizam habilidades em IA, que estão sendo cada vez mais integradas nos processos e fluxos de trabalho. Além disso, há escassez de talentos com essa expertise, então esse pode ser o diferencial para garantir empregos em alta demanda e com salários atrativos.

Você pode aprender habilidades em IA gratuitamente em:

2. Análise de Dados

O relatório State of the Workforce Skills Gap 2024 da plataforma de educação online Springboard apontou que as habilidades em análise de dados são as mais demandadas pelas empresas, seguidas pelas competências em gerenciamento de projetos.

Há uma sobreposição interessante entre habilidades de análise de dados e habilidades em IA, já que ambas são necessárias para a implementação da inteligência artificial. Pesquisas mostram que cientistas de dados são os profissionais mais buscados e com maior número de vagas entre os cargos de tecnologia.

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Você pode aprender sobre análise de dados e ciência de dados online e gratuitamente, em apenas seis meses.

Você pode aprender isso gratuitamente em:

3. Pensamento Estratégico e Crítico

Quando pensamos em habilidades lucrativas, geralmente nos vem à mente a ideia de competências técnicas, como as listadas acima. Mas isso não é a única coisa que você precisa desenvolver para progredir na sua carreira e ganhar mais. Para ter sucesso financeiro e uma carreira de sucesso, você também precisa de habilidades interpessoais, as soft skills.

O mesmo relatório da Springboard revelou que habilidades de pensamento estratégico e pensamento crítico, embora sejam competências interpessoais, estão em alta demanda. Mais da metade dos 510 líderes empresariais entrevistados afirmam que sua força de trabalho carece desse conjunto de habilidades.

Ser um pensador estratégico traz benefícios consideráveis para a sua carreira. Essas competências diferenciam um profissional e demonstram qualidades de liderança que podem levar a grandes oportunidades de negócios.

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Ser proativo para desenvolver o pensamento crítico e estratégico vai trazer benefícios para todos os aspectos da sua carreira, desde decidir sobre uma nova oportunidade de emprego, até ampliar oportunidades de networking e conquistar uma promoção.

Você pode aprender isso gratuitamente em:

*Rachel Wells é fundadora e CEO da Rachel Wells Coaching, uma empresa dedicada a desbloquear o potencial de carreira e liderança para a GenZ e os millenials.

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Negócios

O Que É a Empresa do Século 21?

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

O título do livro “A Corporação no Século 21“, de John Kay, é uma alusão – talvez uma provocação – a uma das obras mais influentes de gestão, “A Corporação e o Século 20“. Se ali o economista americano Richard Langlois traçava a transformação da organização comandada por empresários para a organização liderada por executivos profissionais, o também economista (porém britânico) John Kay agora narra uma mudança muito, mas muito mais radical.

Questiona, inclusive, se faz sentido dizer que vivemos em um sistema capitalista. Porque o capital perdeu a importância. “Mesmo investidores sofisticados examinam o Roce [Retorno sobre o Capital Empregado]”, escreve, embora o retorno tenha “tanta conexão com o capital quanto com a quantidade de água utilizada ou o número de reuniões realizadas”, afirma. Vivemos, considera, a era do capital as a service – empregado apenas na medida em que é necessário.

O poder do acionista é outra balela, segundo ele. O acionista de uma multinacional não tem nenhum controle sobre o que é feito da empresa. Até os dividendos que recebe, se os receber, são definidos pelos diretores.

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Em especial, Kay ataca a noção de empresa como uma teia de contratos – visão clássica, estabelecida pelo também britânico Ronald Coase, que levou um Prêmio Nobel por sua teoria. A questão é que a ideia de um conjunto de contratos se opõe à própria qualificação de uma empresa como pessoa jurídica. Afinal, ela tem uma personalidade ou não?

Maximizar o lucro, um mantra dos anos 1970 que vem caindo em desuso, nunca foi uma teoria sólida, acredita o autor. Qual lucro, afinal? O de curtíssimo prazo? Em detrimento de ações que preservem a empresa no futuro?

Para ele, a missão de uma corporação é promover o “florescimento de seus múltiplos stakeholders”. Porque a empresa não é uma combinação de relações transacionais, e sim uma construção de relações sociais, entre seus integrantes e com o mundo à sua volta. As implicações dessa visão para o funcionamento da empresa… isso fica para um prometido próximo volume.

*Reportagem publicada na edição 145 da revista Forbes, em setembro de 2026.

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Negócios

Amazon MGM Studios Anuncia Head de Theatrical Marketing no Brasil

Redação Informe ES

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O Amazon MGM Studios anunciou Roberta Fraissat como Head de Theatrical Marketing, responsável por liderar as estratégias de marketing dos lançamentos da companhia nos cinemas brasileiros.

Mais recentemente, Roberta atuou como diretora de marketing para a América Latina e Head de Marketing para o Brasil na Crunchyroll.

A executiva passou a maior parte da carreira na The Walt Disney Company, onde ingressou como coordenadora de desenvolvimento de produto em 1999. Saiu de lá em 2023 como diretora de marketing. Nesse período, esteve envolvida em campanhas de produções como “Vingadores”, “Star Wars”, “Toy Story”, “O Rei Leão”, “Carros” e “Alice no País das Maravilhas”.

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É formada em negócios pela Faap (Fundação Armando Alvares Penteado) e tem MBA pela FIA Business School.

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Negócios

A Escala 5×2 Chegou. E Muda Mais do Que o Custo da Folha

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Está decidido. A Emenda Constitucional 141, promulgada na última sexta-feira (20), encerra a escala 6×1. Em 60 dias, todo trabalhador CLT passa a ter duas folgas semanais e jornada máxima de 42 horas. Catorze meses após a publicação, o teto cai para 40 horas, sem redução de salário.

A primeira leitura é de custo, e ela não está errada. Como não será permitida a redução de salários e haverá redução de 44 para 40 horas semanais, cada hora vale 10% a mais. E isso encarece também a hora extra e os adicionais, que são calculados sobre o valor da hora.

Em operações que funcionam sete dias por semana, como varejo e serviços, manter a cobertura exige reforço de quadro. Nas simulações que tenho acompanhado, esse reforço fica entre 10% e 20%, e pesa mais nas unidades menores, que têm menor margem para remanejar gente.

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Mas tratar a 5×2 apenas como aumento de folha é desperdiçar a oportunidade de rever a estratégia de remuneração como um todo.

Eficiência de escala

Comecemos pelo fixo. Com a hora mais cara, a pressão será por conter reajustes. Esse é um erro tentador. Mas antes de pensar em trocar equipes com salários reduzidos, será importante avaliar reservas escondidas na própria escala.

Empresas que passaram a montar turnos a partir da curva de movimento por hora descobriram horas extras desnecessárias e gente parada nos horários errados. Eficiência de escala é a primeira fonte de financiamento da nova jornada.

Onde mora a oportunidade

O variável é onde mora a oportunidade mais clara. Se o objetivo é produzir o mesmo, ou mais, em menos horas, a remuneração variável precisa apontar para isso. Prêmios por produtividade, metas de venda por hora trabalhada, bônus por cobertura nos picos ou por redução de absenteísmo transformam a exigência legal em alinhamento: a empresa ganha eficiência e o colaborador participa do ganho.

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A experiência internacional reforça a lógica. Quando Portugal reduziu a jornada de 44 para 40 horas, em 1996, estudos registraram ganho de produtividade próximo de 8%. O Chile está no meios de uma transição gradual até 2028, e o México aprovou a sua até 2030. A redução funciona melhor quando vem acompanhada de esforço deliberado de produtividade, e incentivo bem desenhado é parte desse esforço.

Recompensas intangíveis

Há ainda uma camada que raramente entra na planilha: as recompensas intangíveis. Duas folgas, previsibilidade de escala e fins de semana inteiros com a família são valor percebido. Gente descansada e motivada erra menos, falta menos e atende melhor. Empresas que comunicarem isso como parte da proposta de valor ao empregado vão reter melhor do que as que tratarem a mudança como obrigação.

Rotatividade pode diminuir

Há também uma economia que raramente aparece na conta da transição: a da rotatividade. No varejo, ela já é altíssima. Levantamento do Sindilojas-SP mostra que a rotatividade no varejo paulista chegou a 56,6% em 2025, o maior nível desde 2020. Em alguns segmentos, como lojas de conveniência, passou de 90%.

Isso significa recontratar, quase todo ano, boa parte da equipe. Cada saída tem um custo que vai além da rescisão: recrutamento, treinamento e os meses em que o novo funcionário ainda não rende o que rendia quem saiu. O cliente percebe essa curva de aprendizado no caixa e no atendimento. Se a 5×2 for bem implementada, com escalas previsíveis e folgas que de fato descansam, as pessoas tendem a ficar mais tempo. Parte do custo da nova jornada pode voltar como economia em turnover.

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E há a carreira. Mais turnos e escalas mais complexas exigem novas funções de controle: líderes de turno, coordenadores de escala, analistas de operação. É uma chance real de promover quem já conhece a operação e o cliente. A pergunta incômoda é se essa base está preparada. Quem sempre executou nem sempre foi treinado para planejar, ler indicadores ou liderar colegas. Sem trilha de capacitação e uma estrutura de cargos que reconheça esses degraus, a promoção vira armadilha.

Além disso, pessoas que estavam na informalidade podem voltar a se interessar pelo modelo CLT nesta nova configuração de escala.

Muitos empreendedores lerão tudo isso pensando na própria rotina, que está mais para 7×0 do que para 5×2. É verdade. A diferença é que, nesse caso, cada hora a mais constrói patrimônio próprio. Para quem trabalha numa estrutura que não é sua, o que se constrói é outra coisa: vínculo, ou a falta dele. Numa geração que cobra cada vez mais qualidade das relações de trabalho, a 5×2 talvez seja menos uma imposição e mais a formalização de algo que o mercado já vinha pedindo.

*Fernanda Abilel é professora na FGV e sócia-fundadora da How2Pay, consultoria focada no desenho de estratégias de remuneração.

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Os artigos assinados são de responsabilidade exclusiva dos autores e não refletem, necessariamente, a opinião de Forbes Brasil e de seus editores.

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