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O que é um fóssil vivo? Conheça o conceito criado por Darwin em seu livro clássico

Redação Informe ES

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Você já ouviu falar no termo fóssil vivo? Essa é uma classificação não utilizada por cientistas, porque, por definição, fósseis são referentes a restos de animais que foram preservados durante muitos anos, ou seja, não é possível estarem vivos de fato. Entretanto, existe um motivo para essa expressão ser usada pelas pessoas.

Saiba tudo sobre o que é um fóssil vivo

Criado pelo naturalista Charles Darwin, em seu livro “A Origem das Espécies” (1859), o termo “fóssil vivo” usado para designar as espécies que estão há milhões de anos sem passar por mutações significativas, ou seja, suas características permanecem bem semelhantes aos seus primeiros registros na história. 

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É importante salientar que, apesar de anatomicamente os animais que são chamados de fósseis vivos serem bem semelhantes aos seus ancestrais, eles passaram por pequenas mudanças genéticas, mas que não são perceptíveis ao olho humano. 

Por que isso acontece? 

Em 2024, um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, revelou a primeira evidência de um mecanismo biológico que explica como os chamados fósseis vivos surgem na natureza. 

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Publicado na revista Evolution, o estudo mostra que os gars, uma espécie de peixe no qual os ancestrais viveram no período Jurássico, há 150 milhões de anos, possuem uma taxa mais lenta de evolução molecular entre todos os vertebrados com mandíbula. Sendo assim, é possível afirmar que o genoma dos gars sofre alterações de forma mais lenta do que outras espécies. 

Quais são os fósseis vivos mais antigos?

Entre os fósseis vivos mais antigos está o náutilo, um tipo de molusco que existe há cerca de 500 milhões de anos. Ele possui uma concha dividida em vários compartimentos, o que evidencia sua longa evolução ao longo do tempo. Há também o caranguejo-ferradura, que apareceu pela primeira vez há aproximadamente 480 milhões de anos e aparentemente mudou pouco ao longo do tempo.

Outra espécie é o celacanto, um peixe que até 1938 era tido como um animal que havia sido extinto junto com os dinossauros, mas que naquele ano foi encontrado vivo na costa leste da África do Sul. Sua linhagem remonta ao período Devoniano, com cerca de 410 milhões de anos. 

Celacanto – Imagem: Slowmotiongli – Istockphoto

Também há animais um pouco mais novos, mas que são bem conhecidos, como o crocodilo, que tem por volta de 248 milhões de anos e viveu com os dinossauros. Outro é a tartaruga, que surgiu há cerca de 220 milhões de anos. Um dos mais recentes é o dragão-de-komodo, com cerca de 40 milhões de anos.

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100 Thieves vence LOUD e conquista o VCT Americas; equipes vão ao Champions Shanghai

Redação Informe ES

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A 100 Thieves é campeã do VCT Americas Stage 2. A equipe venceu a LOUD na grande final disputada neste domingo (6), em São Paulo, e conquistou seu segundo título consecutivo na temporada, após também levantar o troféu da EWC.

Apesar da derrota, a LOUD encerra a passagem pelo torneio com uma recuperação importante. A equipe brasileira chegou à decisão pela lower bracket e precisou disputar duas séries MD5 em sequência antes da final. Tanto LOUD quanto 100 Thieves agora voltam suas atenções para o Champions Shanghai.

LOUD destaca desgaste e campanha até a final

Imagem: Reprodução/ Engage XP

Para a LOUD, um dos principais desafios foi o curto intervalo entre as últimas séries. A equipe terminou o quinto mapa da partida anterior por volta das 22h e precisou acordar às 7h para se preparar para a decisão.

Com pouco tempo para ajustes, mudanças precisaram ser realizadas praticamente “no freestyle”, segundo os jogadores. Mesmo com a frustração pelo vice-campeonato, Luke destacou o tamanho da recuperação construída durante os playoffs.

“A gente vai olhar para trás e pensar: olha a corrida que a gente fez.”

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Luxô também acredita que a campanha ainda não representa o potencial máximo da equipe. Antes do Champions, o objetivo será ampliar o map pool e corrigir pontos específicos do jogo. O jogador se mostrou confiante na possibilidade de a LOUD disputar as primeiras posições em Xangai.

Darker, que acumulou derrotas antes de deixar o Tier 2, também falou sobre o significado da campanha e citou Faker como referência para a carreira que pretende construir: conquistar múltiplos títulos sem deixar de representar seu país.

A classificação ainda terá um significado histórico para Davi, que será o primeiro jogador português a disputar um Champions de VALORANT.

100 Thieves conquista segundo título consecutivo

Imagem: Reprodução/ Engage XP

Do outro lado, a 100 Thieves chega ao Champions em alta. Depois do título da EWC, a equipe venceu também o Stage 2 das Américas.

Há seis anos na organização, Asuna foi escolhido MVP da grande final. Durante a temporada, o jogador precisou se adaptar à função de duelista principal e atribuiu parte do sucesso à relação construída pelo elenco.

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“Through the power of friendship, we prevailed” (“Por meio do poder da amizade, nós prevalecemos”), brincou Asuna.

Cryo destacou o peso de conquistar dois campeonatos em sequência, enquanto Martino classificou a decisão contra a LOUD como a série mais difícil que já disputou.

“Estou realmente chocado com o quanto eles melhoraram ao longo do ano”, afirmou Martino sobre a evolução da LOUD.

Bang, por sua vez, apontou o volume de treinamento como um dos diferenciais da campanha e afirmou sentir que o trabalho realizado durante a temporada finalmente está sendo recompensado.

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Champions Shanghai é o próximo objetivo

Imagem: Reprodução/ Engage XP

A 100 Thieves não pretende mudar drasticamente sua preparação antes do Champions. A comissão técnica resumiu a filosofia com um simples “se está funcionando, está funcionando”, priorizando a confiança do grupo e evitando que expectativas externas interfiram no trabalho.

Para Asuna, Xangai também representa a oportunidade de mudar a maneira como suas últimas temporadas terminaram.

O jogador espera que o Champions seja o “happy ending” que faltou nos anos anteriores, quando boas campanhas terminaram em frustração.

A LOUD também chega ao Mundial com expectativas altas. Mesmo com um elenco jovem e ainda distante do que os próprios jogadores consideram sua melhor versão, a corrida pela lower bracket e a chegada à final das Américas mostraram uma evolução rápida.

O título da 100 Thieves ainda encerra simbolicamente um ciclo do VCT Americas. A atual era de franquias começou com um confronto envolvendo a equipe norte-americana e termina com a organização novamente em evidência, desta vez levantando o troféu. Agora, 100 Thieves e LOUD deixam São Paulo como adversárias, mas seguem para Xangai com o mesmo objetivo: disputar o principal título da temporada de VALORANT.

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LOUD vence NRG em série de cinco mapas, vai à final do VCT Americas e garante vaga no Champions

Redação Informe ES

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A LOUD está na grande final do VCT Americas. Neste sábado (5), a equipe brasileira derrotou a NRG por 3 a 2 em uma série melhor de cinco e, além de avançar à decisão, garantiu sua classificação para o Champions Shanghai.

Agora, a LOUD volta ao servidor neste domingo (6), às 14h, quando enfrenta a 100 Thieves em uma série melhor de cinco pelo título do VCT Americas. A equipe norte-americana chegou à decisão após vencer a NRG por 2 a 0 na fase anterior.

Para a LOUD, a classificação internacional também encerra um período de ausência: segundo Luque, será a primeira participação da organização no Champions em três anos.

LOUD mantém a calma para fechar série em cinco mapas

Imagem: TheSpike.gg/ Reprodução

O confronto contra a NRG chegou ao quinto mapa e teve o controle emocional como um dos principais temas após a partida. Erde contou que a equipe conseguiu fazer um reset mental antes do mapa decisivo e entrar mais tranquila para buscar a vitória.

Do outro lado, a NRG reconheceu a capacidade de adaptação da adversária. Bonkar destacou especialmente a mudança de desempenho da LOUD na Lotus em relação aos treinamentos entre as equipes.

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“Da última vez que jogamos contra eles, nós acabamos com eles. Desta vez, eles acabaram conosco”, afirmou Bonkar.

Apesar da eliminação, a temporada da NRG ainda não terminou. A equipe já está classificada para o Champions Shanghai, e Ethan afirmou que o resultado em São Paulo não representa uma crise semelhante a outros momentos difíceis vividos pelo time. Para ele, foram apenas “alguns dias ruins”.

LOUD volta ao Champions

Imagem: Engage XP/ Reprodução

Além da vaga na final, a vitória confirmou a LOUD entre os representantes das Américas no próximo Champions. Romanilli, único argentino classificado para o torneio, destacou o peso pessoal da conquista e lembrou que mantém uma bandeira de seu país no quarto em Los Angeles.

“Hoje eu subi um degrau muito grande. Quero mais. Quero ganhar amanhã”, afirmou Romanilli.

Darker também celebrou a classificação como o único colombiano no Champions e dedicou a conquista a Davis, ex-jogador já falecido.

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“Um campeão não nasce campeão, ele é feito”, disse.

Para Tecazinho, que disputa sua primeira temporada nos palcos do Tier 1, a campanha também representa uma experiência inédita. O jogador classificou o momento como “incrível” e destacou tanto a química entre os companheiros quanto o apoio recebido em São Paulo.

A força da torcida voltou a ser mencionada por Luxo. Questionado sobre quanto da energia da equipe vinha dos próprios jogadores e quanto vinha das arquibancadas, ele resumiu: “50/50, a gente e a torcida.”

LOUD e 100 Thieves decidem o VCT Americas

A LOUD terá pouco tempo para comemorar. A grande final contra a 100 Thieves acontece neste domingo (06), às 14h, novamente em uma melhor de cinco.

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As duas equipes chegam à decisão também com suas vagas no Champions garantidas. Para os brasileiros, porém, o domingo representa a oportunidade de transformar a recuperação durante os playoffs em título diante da própria torcida.

Depois de eliminar G2 e NRG em sequência, a LOUD agora está a uma série de terminar sua passagem por São Paulo como campeã das Américas.

A final poderá, também, ser acompanhada nas redes oficiais da VCT Americas. 

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Anthropic muda política de dados após pressão de clientes empresariais

Redação Informe ES

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A Anthropic anunciou, nesta terça-feira (1), que vai mudar uma controversa política de retenção de dados para clientes empresariais após receber “muitos comentários” de usuários. Em seu lugar, a empresa pretende implementar uma nova solução chamada Enterprise Frontier Safeguards.

A política de retenção existente foi apresentada em junho, junto com o lançamento do Claude Fable 5 e do Mythos 5, dois dos modelos de inteligência artificial (IA) mais avançados da companhia. Na época, a Anthropic informou que exigiria a retenção de todo o tráfego desses modelos por 30 dias como forma de ajudar a combater usos indevidos e ataques cibernéticos “complexos e novos”.

A empresa havia se comprometido a não utilizar os dados para nenhuma finalidade que não estivesse relacionada à segurança, incluindo o treinamento de modelos. Ainda assim, muitos clientes empresariais demonstraram preocupação com a medida.

Segundo Kate Jensen, chefe da Anthropic para as Américas, a companhia passou centenas de horas trabalhando com clientes para desenvolver uma alternativa.

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Nova solução dá mais controle às empresas

  • Com o lançamento do Enterprise Frontier Safeguards, as empresas poderão controlar como seus dados são analisados, armazenados e gerenciados. A solução também permitirá realizar monitoramento automatizado de segurança sem a necessidade de revisão humana por parte da Anthropic;
  • A empresa afirmou que não cobrará pelo recurso e que os controles funcionarão tanto para clientes que acessam diretamente as tecnologias da Anthropic quanto para aqueles que utilizam os modelos por meio de provedores de nuvem;
  • “Podemos fazer a análise de que realmente precisamos para ajudar todos a se sentirem confiantes, mas isso fica nos sistemas e nos dados deles, para que não precisem comprometer sua própria postura de privacidade”, disse Jensen em entrevista à CNBC;
  • A política de retenção de dados anunciada em junho continuará valendo para assinantes que não são clientes empresariais e utilizam os modelos da linha Mythos.
Logo da Anthropic acima; à frente, dizeres "IPO" na tela de um smartphone na horizontal
IPO da empresa pode ocorrer muito em breve – Imagem: RixAiArt/Shutterstock

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  • Claude.AI: como usar inteligência artificial
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Empresas são fundamentais para a Anthropic

Fundada em 2021, a Anthropic obtém a maior parte de sua receita com a venda de produtos e serviços para empresas. O mercado corporativo é considerado especialmente importante para a companhia enquanto ela se prepara para uma possível oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

A Anthropic também disputa espaço com concorrentes, como a OpenAI, que apresentou, no início deste mês, sua própria solução de retenção zero de dados para modelos avançados.

Na semana passada, o CEO da Anthropic, Dario Amodei, havia antecipado o Enterprise Frontier Safeguards durante uma entrevista à CNBC sobre a expansão da parceria da companhia com a Salesforce.

Amodei afirmou que a solução ajuda a garantir que os dados dos clientes da Salesforce permaneçam privados e que os modelos da Anthropic “não saiam do controle”. Segundo ele, a empresa dedicou uma “enorme quantidade de esforço” ao gerenciamento das permissões da integração entre as duas companhias.

Jensen afirmou estar “muito confiante” de que a Anthropic verá uma aceleração na adoção de seus produtos após o anúncio, especialmente em tarefas que envolvem os dados mais sensíveis dos clientes.

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A empresa também anunciou nesta terça-feira seus dois novos modelos, Claude Fable 5.1 e Mythos 5.1, que, segundo a Anthropic, apresentam melhorias em programação, trabalho de conhecimento e pesquisa.

O Enterprise Frontier Safeguards será disponibilizado em fases, e a Anthropic pretende ampliar sua disponibilidade ao longo do outono no hemisfério Norte.

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