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Educação

Brasil atinge, em 2025, a menor taxa de analfabetismo do país desde 2016, início da série histórica

Redação Informe ES

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O Brasil alcançou, em 2025, a menor taxa de analfabetismo do país desde 2016, início da série histórica, quando a medição começou a ser feita. O índice, de 4,9%, divulgado nesta sexta-feira (19/6), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), indica que pela primeira vez a taxa ficou abaixo de 5% desde 2016 para brasileiros com 15 anos ou mais, com 592 mil pessoas nesta faixa incapazes de ler e escrever um bilhete simples a menos em relação a 2024.

Em números absolutos, o país tinha 8,4 milhões de pessoas analfabetas em 2025. Sem considerar a população idosa, a taxa de analfabetismo caiu para 2,6% entre pessoas de 15 a 59 anos. Os dados são do módulo Educação da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua, que teve a série histórica (2016-2025) reexaminada a partir dos resultados do Censo 2022.

Em comparação com 2022, o analfabetismo no país recuou tanto para pessoas de 15 anos ou mais como para aqueles com 60 anos ou mais. No primeiro grupo, o índice passou de 5,6% em 2022 para 4,9% em 2025. Já entre os mais velhos, a taxa passou de 16% em 2022 para 13,8% em 2025 e, pela primeira vez, ficou abaixo dos 14% para esta faixa desde 2016. A população com 60 anos ou mais correspondia a mais da metade (58%) do total de analfabetos em 2025, com 4,9 milhões de pessoas sem saber ler ou escrever nessa faixa etária.

Segundo o estudo, mais da metade dos analfabetos (4,8 milhões de pessoas) estava no Nordeste, com uma taxa de 10,6%. O Norte vem na sequência (5,7%), seguido por Centro-Oeste (3,3%), Sul (2,4%) e Sudeste (2,3%).

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MULHERES E HOMENS – Ainda na população com 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo das mulheres (13,7%) passou a ser menor que a dos homens (14,1%) pela primeira vez em 2025. A taxa de analfabetismo entre mulheres de 15 anos ou mais segue menor (4,6%) que a dos homens (5,2%). De acordo com o analista da pesquisa, “esses resultados sugerem avanços na escolarização feminina em todas as gerações, apontando para uma reversão do legado de desigualdade educacional do passado”.

PRETOS OU PARDOS E BRANCOS – O estudo apontou que o analfabetismo de pretos ou pardos com 60 anos ou mais é quase três vezes superior ao de brancos. Cerca de 2,8% dos brancos de 15 anos ou mais eram analfabetos, enquanto essa proporção foi de 6,5% para pretos ou pardos nesse mesmo grupo de idade. A diferença se acentua entre os idosos. Na faixa de 60 anos ou mais, a taxa de analfabetismo de pretos ou pardos (20,6%) era quase três vezes superior à de brancos (7,3%).

ENSINO MÉDIO COMPLETO – Os dados do IBGE indicam, ainda, que a proporção de pretos e pardos com 25 anos ou mais que concluíram o ciclo básico educacional (ensino médio) chegou a mais da metade (51,3%) dessa população pela primeira vez. No entanto, em relação aos brancos (64,9%), ainda há uma diferença de 13,6 p.p. Essa taxa era de 16,4 p.p. em 2016. Considerando toda a população de 25 anos ou mais que terminou a educação básica obrigatória (ensino médio), ela manteve uma trajetória de crescimento e alcançou 57,4% em 2025. Destaque para o percentual de pessoas com somente o ensino médio completo, que passou de 27,1%, em 2016, para 31,8%, em 2025.

A PESQUISA – Além das informações conjunturais sobre o mercado de trabalho, a PNAD Contínua investiga, anualmente, temas estruturais relevantes para a compreensão da realidade brasileira. O módulo sobre Educação analisa o analfabetismo das pessoas de 15 anos ou mais de idade, o nível de instrução e número médio de anos de estudo das pessoas de 25 anos ou mais, a taxa de escolarização e as taxas ajustadas de frequência escolar líquida, além da condição de estudo e situação na ocupação das pessoas com 15 a 29 anos de idade, entre outros indicadores.

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A partir do segundo trimestre de 2020, ano inicial da pandemia de COVID-19, o IBGE alterou a forma de coleta dos dados da PNAD Contínua, passando a realizar as entrevistas, antes presenciais, exclusivamente por telefone, até o final do segundo trimestre de 2021. Essa modalidade de obtenção dos dados gerou impactos na coleta e, consequentemente, uma redução considerável na taxa de aproveitamento da amostra, em 2020 e 2021. Devido à ausência de tais informações, a série histórica da pesquisa abrange o período de 2016 a 2019 e os anos de 2022 a 2024.

Fonte: Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República 

Educação

Educação da Serra alcança resultado histórico em índice nacional

Redação Informe ES

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A rede municipal de ensino da Serra alcançou os melhores resultados de sua série histórica no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). Os dados de 2025, divulgados nesta quarta-feira (5) pelo Ministério da Educação, mostram que a educação serrana está em constante evolução, chegando às melhores notas em 20 anos, tanto nos anos iniciais, quanto nos anos finais do ensino fundamental.   

Nos anos iniciais do ensino fundamental, o município saltou de 5,5 no ciclo anterior (2023) para 5,9, enquanto nos anos finais a nota subiu de 4,5 para 4,9. Em 2005, a nota dos anos iniciais foi 3,8, enquanto nos anos finais era de 3,7. Uma comparação que mostra a evolução constante das diretrizes pedagógicas e o impacto positivo no aprendizado de milhares de estudantes ao longo dos últimos 20 anos.

“Desde o início da nossa gestão eu tenho dito que educação é a nossa prioridade. Por isso, recebemos o resultado do Ideb com muito orgulho, mas principalmente com a certeza de que estamos no caminho certo. Essa conquista histórica é consequência da nossa decisão de colocar a educação no centro do desenvolvimento da nossa cidade. Um avanço que representa o esforço diário de quem está dentro das nossas escolas e o compromisso da nossa gestão em garantir o melhor para nossas crianças e estudantes. Avançamos e vamos continuar avançando”, ressalta o prefeito Weverson Meireles. 

A secretária de Educação, Mayara Candido, afirma que o resultado é fruto do compromisso coletivo de toda a educação serrana que envolve diretores, professores, pedagogos, coordenadores, equipes administrativas e profissionais de apoio.

“Os números do Ideb representam muito mais do que uma nota. Eles traduzem histórias de aprendizagem e de um trabalho construído todos os dias dentro das nossas escolas. Esse resultado histórico mostra que, quando investimos na formação dos nossos profissionais, fortalecemos a gestão escolar e acompanhamos cada estudante de perto, a aprendizagem acontece. Temos muito orgulho dessa conquista, mas ela também nos inspira a continuar avançando, porque ainda há desafios. Nosso compromisso é fazer com que cada criança e cada estuante da Serra tenha acesso a uma educação de qualidade, com equidade, acolhimento e oportunidades para desenvolver todo o seu potencial”, enfatiza Mayara.

Ideb– O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado para medir a qualidade da educação básica no país. O indicador reúne informações sobre o fluxo escolar e o desempenho dos estudantes nas avaliações educacionais. O cálculo considera os dados de aprovação escolar coletados pelo Censo Escolar e as médias de desempenho obtidas no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb), servindo como referência para o acompanhamento da qualidade do ensino nas redes públicas e privadas.

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Fonte: Secom/PMS – Texto: Elton Lyrio – Foto: Gemini

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Educação

Ideb avança em todas as etapas da educação básica no Espírito Santo

Redação Informe ES

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Estado tem o 3º melhor ensino médio do país.

De 2023 a 2025, em uma escala de 0 a 10, o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) do ensino fundamental do Espírito Santo passou de 6,3 para 6,6 nos anos iniciais e de 5,3 para 5,4 nos anos finais. Já o Ideb do ensino médio passou de 4,8 para 4,9. Na rede pública do estado, o resultado passou de 6,1 para 6,4 nos anos iniciais; de 5 para 5,2 nos anos finais; e de 4,7 para 4,9 no ensino médio. Com esses resultados, o Ideb alcançou, nas três etapas avaliadas, os maiores valores da série histórica iniciada em 2005.  

“Os resultados revelam que o Espírito Santo teve, em 2025, seus melhores resultados no indicador brasileiro. Esse é o melhor Ideb da série histórica, provando que a escola dos nossos filhos é melhor que a escola que nós tivemos. Em 20 anos, o Brasil enfrentou, simultaneamente, três problemas históricos da educação: colocou mais estudantes na escola, melhorou sua trajetória e elevou a aprendizagem. Os resultados do Ideb 2025 fecham um balanço de 20 anos de compromisso nacional pelo acesso, pela permanência e pela qualidade da educação. Fizemos muito, mas ainda há muito o que fazer. Chegou a hora de um novo salto para o futuro, que é a melhoria da aprendizagem”, defende o ministro da Educação, Leonardo Barchini.

Os dados do Ideb e do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) referentes a 2025, que revelam o desempenho da educação básica brasileira, calculados pelo Ministério da Educação (MEC) por meio do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), foram divulgados nesta quarta-feira, 5 de agosto.  

Aprendizagem de língua portuguesa e matemática – Em uma escala que vai de 0 a 500, no 5º ano do ensino fundamental, em português, a avaliação do Espírito Santo passou de 222,22, em 2023, para 226,23 pontos, em 2025; e em matemática, de 232,37 para 238,50. No caso do 9º ano do ensino fundamental, em português, a média passou de 266,39 para 266,94, e em matemática, de 266,26 para 268,90. Já no 3º ano do ensino médio, em português, o resultado passou de 287,16 para 287,38; e em matemática, de 286,96 para 290,03.  

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“O Saeb 2025 mostra que o Brasil foi capaz de fazer em apenas quatro anos o que estudos projetavam levar uma década: recuperar a aprendizagem perdida durante a pandemia de Covid-19. Esse resultado demonstra que, com políticas públicas consistentes, investimento e o compromisso de estados, municípios, professores e estudantes, é possível acelerar a aprendizagem. Os melhores resultados de quem passa mais tempo na escola reforçam nosso plano de ampliar a educação em tempo integral e o ensino médio integrado à educação profissional, para que os estudantes aprendam mais, em segurança, e estejam mais preparados para o mundo do trabalho”, defende Barchini.   

O Saeb 2025 avaliou 5,9 milhões de alunos distribuídos por 73,7 mil escolas e 247,7 mil turmas em todo o território nacional.  

Estados – Todas as Unidades da Federação (UFs) tiveram resultados superiores nos anos iniciais do ensino fundamental. Nos anos finais, 24 UFs tiveram índices maiores, dois estados ficaram estáveis e um estado registrou queda. No ensino médio, 23 UFs subiram o Ideb, três mantiveram os índices de 2023 e uma registrou queda. 

O Ideb 2025 descreve a realidade de 14,5 milhões de matrículas nos anos iniciais do ensino fundamental em 101 mil escolas. Nos anos finais, retrata 11,2 milhões de matrículas em 61 mil escolas. Em relação ao ensino médio, os resultados do Ideb correspondem a 7,3 milhões de matrículas em 30 mil escolas.

Ideb Ensino Fundamental | Anos Iniciais | Por UF | 2025  

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Ideb Ensino Fundamental | Anos Iniciais | Por UF | 2025

Fonte: Inep/Ideb, 2025

Ideb Ensino Fundamental | Anos Finais | Por UF | 2025  

Ideb Ensino Fundamental | Anos Finais | Por UF | 2025

Fonte: Inep/Ideb, 2025

Ideb Ensino Médio | Por UF | 2025

Ideb Ensino Médio | Por UF | 2025

Fonte: Inep/Ideb, 2025

Ideb – O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), criado em 2007, no âmbito do Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), é um indicador que combina o desempenho dos estudantes em língua portuguesa e matemática no Saeb com as taxas de aprovação apuradas pelo Censo Escolar, permitindo acompanhar a qualidade da educação básica brasileira. Integra o conjunto de indicadores utilizados para o monitoramento das metas educacionais previstas no Plano Nacional de Educação (PNE). Considerando que a vigência do PNE foi prorrogada até 31 de dezembro de 2025, o índice permanece como referência para o monitoramento das políticas educacionais e para a avaliação dos avanços e desafios na consecução dos objetivos estabelecidos pelo PNE durante o período de vigência.

Ranking das Escolas

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O ranking das escolas com melhor desempenho nos anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano) no Espírito Santo ganhou uma nova líder em 2025. Divulgado pelo Ministério da Educação (MEC) nesta quarta-feira (5), o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) colocou a Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental em Tempo Integral (EMEIEFTI) Ângelo Bravin, de Marilândia, na primeira posição estadual, com nota 9,7.

Na edição anterior do indicador, divulgada em 2023, a liderança era da Escola Municipal Anedina Bretas Corrêa, de Mantenópolis. A mudança no topo do ranking foi acompanhada por uma distribuição das melhores notas entre escolas de diferentes regiões do Estado.

A segunda colocação ficou com a Escola Municipal de Ensino Fundamental (EMEF) Gustavo Ambrust, de Alto Rio Novo, que alcançou nota 9,1. Na sequência aparece a UMEF Professor Ernani Souza, de Vila Velha, com índice 9,0, seguida pela EMEIEF Josephir Boschetti, de São Roque do Canaã, com 8,9.

Fonte: Ministério da Educação

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Educação

Cariacica ganha novos profissionais para atuar nas escolas da rede de ensino

Redação Informe ES

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A Prefeitura de Cariacica deu posse a novos profissionais da Educação, durante cerimônia na manhã desta segunda-feira (3), no auditório da Secretaria Municipal de Educação (Seme), em Itaquari. Ao todo, 52 profissionais, efetivados pelo concurso 001/2024, podem iniciar as atividades nas escolas da rede municipal de ensino. 

Estiveram presentes o prefeito Euclério Sampaio, a vice-prefeita Shymenne de Castro e a secretária municipal de Educação, Luzian Belisario. “Com mais profissionais atuando nas escolas da rede municipal de ensino reforçamos nosso compromisso com a valorização e a qualidade do ensino ofertado nas unidades de ensino”, disse o prefeito Euclério Sampaio.

A vice-prefeita Shymenne de Castro reforçou que “a gestão está comprometia com um trabalho responsável e com qualidade na Educação. Com mais estes profissionais atuando na rede damos continuidade a estas ações”, disse.

A secretária de Educação, Luzian Belisario enfatizou que essa cerimônia conclui a chamada de todos os aprovados que constavam do cadastro de reserva do Concurso 001/2024.

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Finalizamos, assim, a chamada de todos os aprovados que passam a somar às equipes nas atividades educacionais da rede em diferentes áreas do conhecimento”afirmou.

Foram empossados profissionais de vários cargos: professores MAPA2, que atuam nas séries iniciais no Ensino Fundamental; Arte; Educação Física; Matemática; Língua Portuguesa e Educação Especial. As professoras Neidiana Xavier – MAPB Língua Portuguesa e Ivanilda Vasconcelos Rodrigues Furlani – MAPA 2, na ocasião, assinaram o termo de posse simbólico, representando todos os demais profissionais presentes na cerimônia.

Formação
O grupo, juntamente com coordenadores de turnos, participou, durante esta segunda (3), de uma Formação sobre Inteligência Artificial, no auditório da Seme.

Fonte: SemCom/PMC – Texto: Geiza Ardiçon –  Foto: Rodolfo Santos

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