Internacional
Arqueólogos encontram pirâmide no fundo do mar mais antiga que as do Egito

Uma descoberta surpreendente nas águas do Atlântico pode alterar a compreensão sobre as civilizações antigas e sua capacidade arquitetônica, pois pesquisadores encontraram uma estrutura monumental, possivelmente mais antiga que as pirâmides egípcias.
Estrutura monumental encontrada no Atlântico. Potencial origem milenar antes das pirâmides egípcias. Abre questionamentos sobre conhecimentos arquitetônicos antigos.
Qual é a importância desta descoberta no Atlântico?
O complexo descoberto inclui 10 estruturas que podem oferecer novas perspectivas sobre a história e o desenvolvimento da humanidade. A posição e a construção dessas estruturas desafiam as teorias atuais sobre as capacidades das civilizações pré-históricas.
Dado interessante: uma das estruturas mede 27 metros, semelhante às encontradas no Japão, o que sugere uma possível conexão ou paralelismo cultural.
Como esse achado impacta nas teorias existentes sobre civilizações antigas?
Esta descoberta não só acrescenta evidências de civilizações avançadas em tempos pré-históricos, mas também levanta novas perguntas sobre suas origens e influências geográficas. Poderia indicar que a troca cultural entre civilizações era mais comum do que se pensava.
As questões que surgem poderiam levar a uma reavaliação das rotas antigas de comércio e encontros entre civilizações distantes.
Reconstrução virtual: um olhar para o passado
Com o avanço tecnológico, poderiam ser criados modelos virtuais que permitam aos especialistas e ao público observar e compreender melhor essas estruturas dentro de seu contexto original. Isso facilita a visualização e o entendimento do propósito e uso real dessas antigas obras arquitetônicas.
À medida que a equipe de pesquisadores continua analisando as estruturas, o mundo aguarda novos achados que podem revolucionar nossa percepção do passado.
Reflexões finais sobre a história oculta no oceano. A descoberta aspira revelar detalhes ocultos sobre civilizações antigas. Possibilidade de múltiplas civilizações altamente desenvolvidas além das conhecidas. Indicação de interações culturais complexas através de diferentes regiões.
O oceano continua sendo um vasto mistério, suas profundezas abrigam segredos que definem nossa história e civilização. Fique atento a futuros desenvolvimentos enquanto esta pesquisa continua.
Fonte: O Antogonista
Internacional
Autoridades dos EUA identificam autor de atentado contra Donald Trump

O homem preso por atirar contra o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na noite de sábado (25), foi identificado pelas autoridades do país como Cole Tomas Allen, segundo informações da agência de notícias Reuters.
Os disparos foram efetuados durante um jantar em um hotel, em Washington, onde Trump recebia jornalistas que atuam como correspondentes na Casa Branca.
Informações preliminares apontam que Allen é “um homem da região de Los Angeles que, segundo aparenta em redes sociais, é graduado pelo Caltech e trabalha como professor em meio período e desenvolvedor de jogos”.

Segundo as autoridades, ele tem 31 anos e reside em Torrance, na Califórnia.
De acordo com o procurador-geral interino dos EUA, Todd Blanche, Allen será acusado em um tribunal federal já na próxima segunda-feira (26). As acusações serão de agressão a um agente federal, disparo de arma de fogo e tentativa de homicídio contra um agente federal.
Reforma da Casa Branca
Após o ataque, Trump usou as redes sociais para associar o caso à necessidade de reforma da Casa Branca. Trump defende a construção de um salão de baile no prédio histórico, obra que foi questionada na Justiça.
“Todos os presidentes, nos últimos 150 anos, vêm exigindo a construção de um grande, seguro e protegido salão de baile nos terrenos da Casa Branca. Esse evento jamais teria ocorrido com o Salão de Baile militar de nível máximo de sigilo”, argumentou.
“O processo judicial ridículo sobre o salão de baile, movido por uma mulher que passeava com seu cachorro e que absolutamente não tem legitimidade para apresentar tal ação, deve ser arquivado imediatamente. Nada deve ser permitido a interferir em sua construção”, acrescentou.
A obra tem tido seu cronograma adiado por conta do processo citado por Trump.
*Com informações da Reuters.
*matéria atualizada para acréscimo de informações sobre a formalização da acusação na Justiça dos EUA.
Internacional
Prisão de Ramagem é fruto da cooperação entre Brasil e EUA, diz PF

A Polícia Federal (PF) informou, em nota, que a prisão de Alexandre Ramagem pelo serviço de imigração dos Estados Unidos, o ICE, decorreu “de cooperação policial internacional entre a Polícia Federal e autoridades policiais dos EUA”.
Segundo a PF, Ramagem foi detido na cidade de Orlando.
“Prisão é fruto da cooperação policial internacional entre Brasil e Estados Unidos no combate ao crime organizado”, diz a PF, em nota.
“O preso é considerado foragido da Justiça brasileira após condenação pelos crimes de organização criminosa armada, golpe de Estado e tentativa de abolição violenta do Estado de Direito”, acrescentou.
O nome de Ramagem aparece no site do Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos com a situação “sob custódia do ICE”. O local de detenção não foi informado.
Condenação
Em setembro do ano passado, Alexandre Ramagem fugiu do Brasil após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal a 16 anos, 1 mês e 15 dias de prisão por tentativa de golpe de Estado, organização criminosa e abolição do Estado Democrático de Direito.
Proibido de sair do país, o ex-deputado saiu pela fronteira com a Guiana e embarcou para os Estados Unidos com passaporte diplomático, que não estava apreendido.
O nome de Ramagem consta na lista de foragidos procurados da Interpol. O governo brasileiro, por meio da Embaixada do Brasil em Washington, solicitou aos Estados Unidos a extradição de Alexandre Ramagem. O pedido foi entregue ao Departamento de Estado no final de dezembro de 2025.
Veja mais detalhes no Repórter Brasil, da TV Brasil:
Depoimento
Em fevereiro, Ramagem prestou depoimento, por videoconferência, ao STF na ação penal da trama golpista que estava suspensa e voltou a tramitar após ele perder o mandato.
Ramagem foi diretor-geral da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) durante o governo de Jair Bolsonaro (2019-2022) e perdeu o mandato parlamentar em dezembro de 2025, por ato da Mesa Câmara em razão de condenação no Supremo Tribunal Federal.
Alexandre Ramagem era delegado de carreira da Polícia Federal, e foi demitido após a condenação.
* Com TV Brasil e Rádio Nacional
Internacional
Papa Leão XIV responde a Trump: “Não tenho medo do presidente dos EUA”

Durante o voo de ida para Argel, primeira etapa da viagem à África, o papa Leão XIV disse que não tem medo do presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump. “Continuarei falando com voz forte sobre a mensagem do Evangelho, pela qual a Igreja trabalha. Não somos políticos, não olhamos para a política externa com a mesma perspectiva. Mas acreditamos na mensagem do Evangelho como construtores de paz”. 
Leão XIV respondeu às críticas de Trump, feitas na rede Truth Social, de que o papa é fraco em política externa e deve deixar de agradar a esquerda radical.
“Não quero um papa que ache que está bem o Irã ter arma nuclear. Não quero um papa que considere terrível que os Estados Unidos tenham atacado a Venezuela. E não quero um papa que critique o presidente dos Estados Unidos quando estou fazendo exatamente aquilo para que fui eleito”, declarou.” Trump sugeriu que Leão XIV foi eleito porque era estadunidense, pensaram que seria a melhor forma de lidar com o republicano, e pediu que ele seja grato.
Leão XIV diz que não vê seu papel como o de um político e que não quer entrar em debate com o presidente dos EUA. “A minha mensagem é o Evangelho e continuo a falar com força contra a guerra”
Durante a viagem, o papa cumprimentou os cerca de 70 jornalistas que o acompanham: “É uma viagem especial, a primeira que eu queria fazer. Uma oportunidade muito importante para promover a reconciliação e o respeito pelos povos”. Ele visitará até a próxima quinta-feira (23) a Argélia, Camarões, Angola e Guiné Equatorial.
Falar com força contra a guerra
Segundo Leão XIV, a mensagem do Evangelho não deve ser deturpada como alguns estão fazendo. “Eu continuo a falar com força contra a guerra, buscando promover a paz, promovendo o diálogo e o multilateralismo com os Estados para encontrar soluções aos problemas. Muitas pessoas estão sofrendo hoje, muitos inocentes foram mortos e acredito que alguém deve se levantar e dizer que há um caminho melhor”.
Ele diz que sua mensagem é para todos os líderes do mundo, não apenas para Trump: “Tentemos acabar com as guerras e promover a paz e a reconciliação”.
Agencia Brasil
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