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12 Lições de um Mentalista Para Ler Pessoas e Alavancar Sua Carreira

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Talvez você já tenha visto o mentalista vencedor do Emmy, Oz Pearlman, em programas da TV americana como “America’s Got Talent” ou “60 Minutes”, impressionando o público com sua habilidade de “ler mentes”. No seu TED Talk, ele afirma que, mais do que isso, sua capacidade é de ler as pessoas. Segundo Pearlman, é possível impulsionar sua carreira usando algumas das técnicas desenvolvidas por ele para agir sob pressão, liderar e se comunicar. “O trabalho de um mentalista é entender como as pessoas pensam, sentem e tomam decisões”, afirma. “E esse é o mesmo trabalho que você faz todos os dias nos negócios, seja apresentando uma proposta, liderando uma equipe ou participando de uma entrevista.”
Como avançar na carreira lendo as pessoas
“As pessoas acham que ler mentes é impossível”, diz o mentalista. “Mas todo grande líder, negociador e comunicador faz isso, não por mágica, mas por consciência. Quando você entende as pessoas profundamente, para de reagir e começa a liderar.”
Segundo Pearlman, o mentalismo é sobre consciência – de si mesmo, dos outros e da energia de um ambiente. Ele explica como os mesmos hábitos que o tornam eficaz no palco podem ajudar qualquer profissional a aprimorar o foco, fortalecer a confiança e se comunicar com clareza. “Quando você domina isso, é capaz de entrar em qualquer situação, seja uma negociação, uma apresentação, uma performance, e saber exatamente como se conectar, influenciar e liderar.”
Essa é, inclusive, a base de seu novo livro, “Read Your Mind: Proven Habits for Success from the World’s Greatest Mentalist” (em português, Leia Sua Mente: Hábitos Comprovados de Sucesso do Maior Mentalista do Mundo).
Oz Pearlman compartilha 12 dicas para aplicar no dia a dia e avançar na carreira.
1. Aprimore sua capacidade de observação
A observação é a “sua vantagem oculta”. É também uma técnica usada por treinadores como Jon Gordon, consultor de times campeões da NFL e da NBA, para preparar jogadores para temporadas desafiadoras. “Assim que a dúvida surgir, perceba e anote, no papel ou no celular”, orienta Gordon. “Depois, ao lado dessas dúvidas, escreva palavras de encorajamento que você diria a alguém nessas mesmas condições. Isso é autodiálogo. Eu ensino as pessoas a falarem consigo mesmas em vez de apenas ouvirem a própria voz interna. Essas dúvidas não são você falando. Não ouça. Fale com você mesmo com incentivo.”
Pearlman recomenda prestar atenção ao que os outros ignoram – o tom de voz, a hesitação antes de um “sim”, a energia de uma sala. “Quando você consegue ‘ler o ambiente’, consegue também influenciar o resultado.”
2. Acredite para conquistar
“A primeira mente que você precisa ler é a sua”, afirma Pearlman. “Se você não acredita que merece o sucesso, suas ações sempre vão te limitar. Mas, quando realmente espera que as coisas deem certo, começa a agir como se já tivessem dado, e é isso que as pessoas percebem.”
3. Faça o medo da rejeição desaparecer
Segundo o mentalista, a resiliência é a moeda mais valiosa na carreira. “A rejeição nunca é pessoal, é preparação”, diz. “Cada ‘não’ te dá informações para o próximo ‘sim’. As pessoas que mais vencem são aquelas dispostas a ouvir mais ‘nãos’ ao longo do caminho.”
Ele lembra uma frase do lendário jogador de beisebol Babe Ruth: “Cada strike me aproxima do meu próximo home run.”
4. Foque nos outros
A empatia constrói influência mais rápido que a especialização, afirma Pearlman. “Todo mundo tenta ser interessante. O verdadeiro poder vem de ser interessado”, diz. “Quando você foca no que importa para o outro – ps objetivos, medos e pressões – cria conexão e influência de forma natural.”
5. Esqueça o amanhã, comece hoje
“O impulso começa no momento em que você age”, afirma. “A ação sempre vence a intenção. Não espere estar pronto: envie o e-mail, apresente a ideia, faça a ligação. Quando você se movimenta, o impulso toma conta, e isso gera confiança.”
6. Prepare o terreno a seu favor
A preparação é o maior impulsionador da confiança. “Antes de cada apresentação, eu ensaio todos os cenários possíveis – o que acontece se o truque falhar, se o público não reagir, se faltar luz”, conta. “Você pode fazer o mesmo antes de uma negociação ou apresentação. Quando já visualizou as partes difíceis, nada te abala.”
7. Não seja seu pior inimigo
“O diálogo interno define seus resultados externos”, diz Pearlman. “Sua voz interior pode ser cruel. Você nunca vai ter um desempenho melhor do que a história que conta a si mesmo. Antes de entrar em uma reunião, ouça o que está dizendo para si mesmo e reescreva o roteiro. A confiança começa nessa conversa interna.”
8. Peça ajuda
“Todo grande desempenho tem uma equipe por trás”, diz. “Tenho mentores, colaboradores e pessoas com quem troco ideias, e não tenho vergonha de pedir ajuda. As pessoas mais inteligentes na sala são aquelas que sabem quando fazer perguntas.”
9. Transforme fraquezas em forças
Para Pearlman, curiosidade é força, não fraqueza, e a autoconsciência transforma falhas em combustível. “Eu achava que minha necessidade de controle era um defeito”, confessa. “Mas essa obsessão me tornou disciplinado. Qualquer que seja o seu ‘defeito’, encontre a força dentro dele. A consciência transforma limitação em vantagem.”
10. Faça da memória seu superpoder
“Lembrar de detalhes cria lealdade instantânea”, afirma. “Lembre-se dos nomes das pessoas, do que elas gostam, das histórias que te contam. Isso não é só simpatia, é liderança. Quando alguém se sente lembrado, se sente valorizado, e isso gera confiança.”
11. Desarme com charme
Pearlman destaca que a autenticidade é a forma mais persuasiva de carisma. “Seja caloroso. Seja curioso. Seja humano”, aconselha. “Você não conquista as pessoas com performance, mas fazendo com que se sintam à vontade. Quando você as desarma com um charme genuíno, a influência vem naturalmente.”
12. Amarre tudo com uma boa história
“As pessoas se lembram de você por causa das histórias”, explica. “Fatos informam, mas histórias convencem. Quando você conecta emoção e lógica, não precisa convencer ninguém: elas mesmas se convencem. Seja liderando uma equipe ou apresentando uma ideia, conte uma história que faça as pessoas sentirem.”
O poder do mentalismo na carreira
Dominar sua própria mente é a base para dominar sua carreira. Quanto mais você entende seus próprios pensamentos e emoções, melhor consegue navegar pelos dos outros.
“Seja no palco, em uma sala de reuniões ou construindo sua trajetória, o segredo é o mesmo: Leia a si mesmo primeiro. Depois, leia os outros. E então responda com empatia e intenção. Isso não é mágica, é domínio da mente humana.”
Para Pearlman, o sucesso não está no controle, mas na conexão. E a maior vantagem profissional, segundo ele, é aprender a ver o mundo não pelos próprios olhos, mas pelos olhos dos outros. “É aí que você realmente começa a vencer e a avançar na carreira.”
Assista ao TED Talk de Oz Pearlman, A Arte de Ler Mentes
*Bryan Robinson é colaborador da Forbes USA. Ele é autor de 40 livros de não-ficção traduzidos para 15 idiomas. Também é professor emérito da Universidade da Carolina do Norte, onde conduziu os primeiros estudos sobre filhos de workaholics e os efeitos do trabalho no casamento.
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Embraer Diz Que CEO Acumulará Cargo de VP Financeiro após Renúncia de CFO

A Embraer disse nesta segunda-feira (06) que o presidente-executivo da companhia, Francisco Gomes Neto, acumulará interinamente o cargo de vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores, após renúncia de Antonio Carlos Garcia.
De acordo com a fabricante de aviões, Garcia renunciou “por decisão pessoal, para se dedicar a novos projetos profissionais”.
O conselho de administração elegeu Gomes Neto com “o objetivo de assegurar uma transição ordenada e a continuidade dos negócios”, conforme o fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
O executivo, acrescentou a companhia, acumulará os cargos até que o colegiado eleja o novo vice-presidente Financeiro e de Relações com Investidores.
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3 hábitos “preguiçosos” que, na verdade, revelam inteligência, segundo psicólogo
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
A maioria de nós tem uma imagem mental bastante rígida de como é uma pessoa “inteligente”. Alguém impecável, sempre organizado, ágil nas respostas e com tudo sob controle. O tipo de pessoa que codifica a agenda por cores, responde e-mails imediatamente e parece render bem sob qualquer pressão. Essa imagem pode até ser atraente — e bastante popular –, mas está longe de ser precisa.
Além de irreal, essa visão de inteligência é totalmente insustentável. O cérebro humano não funciona como uma máquina que opera em capacidade máxima o tempo todo. Na prática, pessoas realmente inteligentes entendem que seus recursos mentais, físicos e emocionais são limitados. Para manter um bom desempenho no longo prazo, sabem que precisam preservar esses recursos com cuidado.
De fora, porém, esse comportamento pode parecer estranho — e, às vezes, até preguiça. A seguir, três hábitos “preguiçosos” que, na verdade, são respaldados por pesquisas sobre inteligência.
Evitar trabalho desnecessário
À primeira vista, isso parece contraditório. Como alguém inteligente poderia evitar o trabalho duro? Não seria justamente o oposto? Mas, olhando mais de perto, fica claro que não se trata de falta de esforço — e sim de evitar esforço desnecessário.
Atalhos, automação de tarefas ou a escolha do caminho mais simples muitas vezes são vistos como “fazer corpo mole”. Na prática, podem refletir algo mais sofisticado: eficiência.
Uma revisão clássica publicada em 2009 na revista científica Neuroscience & Biobehavioral Reviews explorou a chamada hipótese da eficiência neural. A teoria sugere que pessoas com maior inteligência tendem a apresentar menor ativação cerebral ao executar tarefas cognitivas. À primeira vista, isso pode ser confundido com desinteresse, mas, na realidade, indica que o cérebro está trabalhando de forma mais eficiente.
Pessoas inteligentes chegam ao mesmo resultado que as demais — só que usando menos recursos. Imagine dois profissionais resolvendo o mesmo problema. Um passa por todas as etapas possíveis, revisando cada detalhe. O outro identifica um padrão, elimina etapas redundantes e chega à solução na metade do tempo.
Para quem observa de fora, pode parecer que o segundo está se esforçando menos. Mas, na prática, ele apenas encontrou o caminho mais eficiente. É por isso que pessoas consideradas “preguiçosas” frequentemente são as que criam sistemas melhores. Automatizam tarefas repetitivas, questionam processos ineficientes e buscam ganhos de escala. O que parece preguiça, muitas vezes, é pensamento estratégico voltado a resultados — e não ao esforço pelo esforço.
Dormir (ou cochilar) bastante
Poucos comportamentos são tão associados à preguiça quanto dormir até mais tarde ou tirar cochilos ao longo do dia. Mas a neurociência conta outra história.
Um estudo de 2015 publicado na Scientific Reports investigou a relação entre inteligência fluida e padrões de sono — em especial, os chamados “fusos do sono” durante cochilos à tarde. Esses fusos são picos de atividade cerebral que ocorrem em determinadas fases do sono e estão ligados à consolidação da memória e ao aprendizado.
Os pesquisadores encontraram uma associação positiva entre a inteligência fluida e a duração desses fusos. Em termos simples: pessoas com maior inteligência apresentaram padrões de sono relacionados a um processamento cognitivo mais eficiente — inclusive durante cochilos.
Isso contraria a ideia cultural do “gênio incansável” que vira noites trabalhando em busca de produtividade. Na prática, profissionais de alto desempenho fazem o oposto: protegem o sono de forma rigorosa — e com razão.
Dormir está longe de ser tempo “perdido”. É um processo ativo e essencial para funções como memória, regulação emocional, criatividade e raciocínio complexo. Quando você está privado de sono, o cérebro simplesmente não funciona em plena capacidade: a atenção cai, as decisões pioram e o controle emocional fica mais difícil.
Por isso, quando alguém dorme mais cedo, acorda mais tarde ou tira cochilos com frequência, não é necessariamente sinal de indulgência. Para pessoas inteligentes, esse comportamento é um investimento consciente no próprio desempenho cognitivo.
Deixar certas coisas passarem
Costumamos admirar quem está sempre reagindo: quem rebate, argumenta e tem uma resposta pronta para qualquer situação. Em contraste, alguém que releva, evita conflito ou diz “não me importo” pode parecer desinteressado ou apático.
Mas essa interpretação ignora um ponto importante: muitas vezes, escolher não reagir é um sinal de inteligência emocional — e não de indiferença.
Pesquisas recentes, incluindo um estudo de 2025 publicado na Frontiers in Public Health, indicam que pessoas com maior inteligência emocional lidam melhor com o estresse e conseguem regular suas emoções com mais eficiência. Um dos mecanismos por trás disso é o chamado “distanciamento psicológico” — a capacidade de se desligar mentalmente de fatores estressantes, especialmente fora do trabalho. Essa habilidade está associada a melhor saúde mental e bem-estar.
Pense em dois colegas que recebem uma crítica leve do gestor. Um passa o resto do dia remoendo a situação, revisitando o episódio e até elaborando respostas defensivas. O outro reconhece o comentário, extrai o que faz sentido e segue em frente.
Para quem observa de fora, o segundo pode parecer passivo ou desinteressado. Mas, na prática, ele tomou uma decisão estratégica: não gastar tempo e energia emocional com algo que não vale a pena.
Essa é a lógica de escolher as próprias batalhas. Nem toda frustração merece resposta. Nem todo problema exige solução imediata. Deixar certas coisas passarem, nesse contexto, é uma forma de priorizar. E, para pessoas inteligentes, isso é essencial para preservar energia mental para o que realmente importa.
Matéria originalmente publicada em Forbes.com
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De Lisboa a Miami: 8 Cidades Que Dominam a Rota dos Nômades Digitais

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
A creator economy e o movimento dos nômades digitais deixaram de ser tendências separadas — eles estão convergindo. Pesquisas recentes já começam a refletir essa sobreposição, apontando para uma conexão crescente entre trabalho independente de localização, trabalho remoto, empreendedorismo digital, negócios online e fluxos de renda baseados em conteúdo.
O que está surgindo é uma nova categoria de profissional: os empreendedores digitais, pessoas que constroem fontes de renda que são ao mesmo tempo flexíveis em termos de localização e nativas do ambiente digital.
Criadores precisam de mais do que audiência para gerar receita. Eles dependem de acesso a colaboradores, parcerias com marcas e canais de distribuição.
Nômades digitais estão tomando decisões semelhantes, priorizando ambientes que favorecem produtividade, conexões e sustentabilidade no longo prazo. Como resultado, ambos os grupos estão tomando decisões cada vez mais parecidas sobre onde viver.
Essa convergência está se acelerando. Só nos Estados Unidos, mais de 18 milhões de profissionais já se identificam como nômades digitais — um aumento de 131% desde 2019. Globalmente, esse número deve chegar a 45 milhões em 2026, com projeções que ultrapassam 60 milhões até 2030.
Ao mesmo tempo, o comportamento está mudando. Em vez de se deslocarem constantemente, muitos estão permanecendo mais tempo em um único lugar, construindo rotinas, relações e fontes de renda — movimento que passou a ser conhecido como “slowmading”. Essa mudança reflete uma realidade simples: embora o trabalho seja remoto, as oportunidades não estão distribuídas de forma uniforme.
Cada vez mais, criadores e nômades digitais estão se concentrando nas mesmas cidades — lugares que oferecem mais do que conectividade. Surge um padrão claro: as cidades que atraem empreendedores digitais compartilham um conjunto de condições, que vão de infraestrutura e comunidade até proximidade com oportunidades, tornando mais sustentável construir e gerar renda.
Os destinos favoritos de criadores e nômades digitais em 2026 (e o que eles têm em comum)
As cidades que hoje atraem criadores e nômades digitais não são aleatórias; elas compartilham características que favorecem a forma como as pessoas constroem, se conectam e ganham dinheiro.
No nível mais básico, isso inclui infraestrutura confiável: internet de alta velocidade, espaços de coworking e moradias pensadas para estadias mais longas. Mas, além da logística, os hubs mais fortes oferecem proximidade com oportunidades.
Nessas cidades, criadores estão mais próximos de marcas, colaboradores, redes de mídia e eventos que impulsionam visibilidade e receita. Ecossistemas integrados (de comunidades de criadores a programações culturais ao longo do ano) facilitam conectar, criar e monetizar em escala.
Para nômades digitais, esses mesmos fatores estão moldando a escolha de onde viver, com uma mudança do foco na flexibilidade pura para ambientes que apoiam tanto a produtividade quanto o crescimento.
Aqui estão oito cidades onde essas condições estão se alinhando:
Lisboa, Portugal: a capital europeia dos nômades digitais
Lisboa se consolidou como um dos principais hubs para nômades digitais e criadores, impulsionada em parte pelo visto D8 de Portugal e por um fluxo constante de trabalhadores remotos. O país figura consistentemente entre os destinos mais populares do mundo para nômades, com Lisboa no centro desse crescimento.
O diferencial da cidade está na infraestrutura. Lisboa oferece uma rede densa de espaços de coworking, comunidades de coliving e eventos ao longo de todo o ano, facilitando a integração tanto social quanto profissional. Para muitos, Lisboa não é apenas uma parada; é uma base.
Medellín, Colômbia: um dos hubs que mais crescem na América Latina

Medellín surgiu rapidamente como um dos destinos que mais crescem para nômades digitais e criadores, impulsionada pelo aumento de trabalhadores remotos internacionais e pelo visto de nômade digital de dois anos da Colômbia.
Antes negligenciada, a cidade agora aparece com frequência entre os principais hubs globais para trabalho independente de localização. Bairros como El Poblado e Laureles evoluíram para ecossistemas completos, com coworkings, cafés e comunidades criativas que facilitam conexões e colaborações.
Para criadores e nômades digitais, Medellín oferece dinamismo sem as dificuldades de mercados já saturados.
Chiang Mai, Tailândia: o hub original que continua relevante
Chiang Mai é considerado um dos hubs originais de nômades digitais, atraindo trabalhadores remotos e criadores há mais de uma década. A Tailândia continua entre os destinos mais populares globalmente, com Chiang Mai no centro desse ecossistema.
O que mantém sua relevância é a eficiência. A cidade concentra uma grande oferta de coworkings, cafés e opções de longa estadia, facilitando a criação de rotina e a produtividade. Para criadores e nômades digitais, Chiang Mai oferece algo simples, mas poderoso: um lugar para focar e manter consistência.
Da Nang, Vietnã: um hub costeiro em rápida expansão

Da Nang está emergindo rapidamente como um dos destinos que mais crescem no Sudeste Asiático para nômades digitais e criadores, atraindo profissionais que buscam equilíbrio entre produtividade e estilo de vida.
Internet confiável, crescimento no número de coworkings e uma forte cultura de cafés se combinam com a vida à beira-mar e um custo de entrada mais baixo do que em muitas cidades globais. Para criadores e nômades digitais, Da Nang oferece acesso antecipado a um ecossistema em crescimento.
Cidade do Cabo, África do Sul: onde estilo de vida e trabalho se encontram
Cidade do Cabo se tornou um destino de destaque para nômades digitais e criadores, combinando beleza natural com uma infraestrutura crescente para trabalho remoto. A cidade continua atraindo talentos internacionais, especialmente em bairros como Sea Point e Gardens.
Com acesso a praias, montanhas e uma cena cultural vibrante, oferece um estilo de vida que vai além do trabalho — sem abrir mão da conectividade.
Para criadores e nômades digitais, representa um hub onde trabalho e vida estão mais integrados.
Austin, Texas: um polo criativo onde tecnologia e capital se encontram
Austin se tornou um dos principais hubs dos Estados Unidos para criadores e nômades digitais, impulsionada pela proximidade com empresas de tecnologia, capital de risco e uma base crescente de profissionais independentes.
O momento atual torna a cidade especialmente atrativa. Após anos de crescimento acelerado, o mercado imobiliário começou a esfriar, criando um ponto de entrada mais acessível para quem quer se estabelecer.
Combinado a uma forte cultura de coworking e eventos durante todo o ano, Austin oferece acesso direto a capital e comunidade.
Miami, Flórida: onde riqueza, estilo de vida e economia dos criadores convergem

Miami emergiu como um hub para criadores que atuam na interseção entre finanças, empreendedorismo e lifestyle. A cidade tem recebido um fluxo constante de fundadores, investidores e empreendedores digitais, consolidando-se como um dos centros de negócios que mais crescem nos Estados Unidos.
Impulsionada por vantagens fiscais e pela chegada de indivíduos de alta renda, Miami se tornou um polo global de capital e negócios. Segundo o relatório Wealth Report, da Knight Frank, a região segue entre os principais mercados de crescimento no segmento de luxo.
Para criadores, essa proximidade se traduz em oportunidade — onde o conteúdo se torna porta de entrada para parcerias, investimentos e negócios no mundo real. Aqui, a economia dos criadores não se resume à visibilidade, e sim ao acesso.
Asheville, Carolina do Norte: um hub criativo baseado em comunidade e qualidade de vida
Asheville vem se destacando discretamente como destino para criadores e nômades digitais que buscam um ambiente mais estável e orientado à comunidade. Conhecida por sua cena artística e proximidade com a natureza, a cidade atrai criadores independentes que querem construir fora dos grandes centros urbanos.
Uma rede crescente de coworkings e comunidades criativas oferece a infraestrutura necessária para manter a produtividade, sem o ritmo acelerado das grandes cidades. Para quem prioriza foco, estilo de vida e comunidade, Asheville apresenta um modelo alternativo.
*Meggen Harris é colaboradora da Forbes USA. Ela é uma jornalista com quase uma década de experiência cobrindo histórias de empreendedores de sucesso e marcas inovadoras, além de temas como lifestyle, com foco especial em beleza, moda, viagens e bem-estar.
*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com
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