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2 Modelos Mentais Para Tomar Decisões Inteligentes

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Modelos mentais são estruturas cognitivas ou representações que ajudam as pessoas a compreender e interpretar o mundo ao seu redor. Eles são atalhos ou versões simplificadas da realidade usadas para processar informações, tomar decisões e resolver problemas.
Aqui estão dois modelos mentais essenciais para a tomada de decisões inteligentes e como usá-los de forma eficaz.
Leia também

Modelos mentais podem ser utilizados no dia a dia para tomada de decisões eficientes, conscientes e bem-informadas
1. Pensamento Probabilístico
Envolve a tomada de decisões com base na probabilidade de diversos resultados, em vez de certezas. Não é sobre pensar em termos absolutos (por exemplo, algo vai ou não vai acontecer). O pensamento probabilístico avalia a chance de diferentes cenários ocorrerem. Isso envolve:
- Avaliar probabilidades: Estimar a probabilidade de vários resultados com base em dados disponíveis ou experiências passadas;
- Considerar múltiplos cenários: Avaliar vários futuros possíveis, em vez de focar em um único resultado esperado;
- Pesar riscos e benefícios: Tomar decisões comparando os ganhos e perdas potenciais de diferentes ações, levando em conta suas probabilidades;
- Evitar o viés da certeza: Reconhecer que poucas coisas são garantidas e aceitar a incerteza como parte do processo de decisão.
Por exemplo, um gerente estima uma chance de 70% de concluir um projeto desafiador no prazo, mas reconhece um risco de 30% de atrasos devido a possíveis problemas. Ao avaliar essas probabilidades, ele opta por prosseguir com o projeto, implementando planos de contingência, como realocação de recursos ou ajustes nos prazos, para mitigar riscos e aumentar a probabilidade de sucesso.
Mesmo após anos estudando probabilidade, muitos têm dificuldades em aplicar o pensamento probabilístico em situações reais, sugere um estudo de 2023 publicado na revista acadêmica International Journal of Studies in Education and Science. O estudo revela que as pessoas frequentemente enfrentam dificuldades para aplicar corretamente esse raciocínio em situações incertas, levando a erros como:
- Excesso de confiança: Muitas vezes as pessoas se baseiam em experiências anteriores sem analisar criticamente todas as possibilidades. Assumem que tinham chances iguais de ganhar ou de fazer a escolha certa, sem considerar as probabilidades reais;
- Tomada de decisão habitual: Muitas decisões são tomadas com base em hábitos ou experiências passadas, em vez de uma avaliação racional das opções disponíveis. Isso leva a escolhas que não consideram as consequências de cada possibilidade;
- Falsa equiprobabilidade: Os participantes do estudo apresentaram uma concepção errônea, porém comum, de que todos os eventos ou resultados aleatórios têm a mesma probabilidade de ocorrer, mesmo quando isso não é verdade;
- Dificuldade em analisar probabilidades: Os participantes tiveram dificuldades em identificar e avaliar todos os resultados possíveis em situações incertas, o que afetou sua capacidade de tomar decisões informadas.
2. Pensamento de Segunda Ordem
O pensamento de segunda ordem é um modelo mental que envolve olhar além dos efeitos imediatos de uma decisão para considerar suas consequências indiretas e a longo prazo. Em vez de apenas perguntar: “o que vai acontecer se eu fizer isso?”, também se pergunta: “e depois disso, o que acontecerá?”
Essa abordagem ajuda a antecipar possíveis efeitos em cadeia, a tomar decisões mais inteligentes e estratégicas que outros podem ignorar e a evitar consequências indesejadas. Isso envolve:
- Avaliar impactos a longo prazo e evitar armadilhas de curto prazo: Analisar como uma decisão afetará resultados e cenários futuros ao longo do tempo e focar na escolha de opções que podem não oferecer recompensas imediatas, mas que podem levar a melhores resultados a longo prazo;
- Reconhecer reações em cadeia: Compreender que uma ação pode desencadear uma sequência de eventos ou resultados interconectados;
- Interações no sistema: Considerar como diferentes elementos dentro de um sistema responderão e interagirão entre si devido a uma decisão.
Ao tomar decisões, escolha opções que não apenas tenham benefícios imediatos (efeitos de primeira ordem), mas que também continuem a proporcionar resultados positivos ao considerar as consequências indiretas e a longo prazo (efeitos de segunda e terceira ordem).
Em outras palavras, uma boa decisão continua sendo benéfica mesmo quando você pensa sobre seus impactos futuros e efeitos em cadeia ao longo do tempo. Por exemplo, contratar funcionários inadequados pode resolver necessidades imediatas de pessoal (efeito de primeira ordem), mas pode levar a problemas significativos a longo prazo.
Contratações ruins muitas vezes resultam em menor produtividade, redução da moral da equipe e aumento da rotatividade, o que prejudica as operações (efeito de segunda ordem). Com o tempo, isso pode danificar a reputação da empresa, dificultando a atração de talentos e aumentando os custos de contratação e treinamento (efeito de terceira ordem). No final, esses problemas acumulados podem prejudicar o crescimento e a rentabilidade da empresa a longo prazo.
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Ao integrar esses modelos mentais em sua tomada de decisões diárias, você não apenas fará escolhas mais inteligentes, mas também desenvolverá uma compreensão mais profunda das complexidades por trás de cada decisão e do que ela implica.
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Antes do UFC Casa Branca, Alex Poatan Resume a Carreira: “Talento Ajuda, Mas Não Sustenta Ninguém”

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Alex Poatan chega a mais um momento decisivo da carreira carregando um enredo que vai além do octógono. Antes de se transformar em um dos nomes mais reconhecidos do UFC, o brasileiro enfrentou a dependência alcoólica ainda jovem, trabalhou desde cedo em uma borracharia no ABC Paulista e interrompeu os estudos após a 8ª série. Foi o esporte que reorganizou esse percurso. A rotina de treinos, a disciplina e o foco competitivo passaram a funcionar como eixo de reconstrução pessoal e profissional – um processo que, como ele próprio resume, teve menos de talento isolado e mais de insistência, trabalho e constância.
O salto esportivo veio primeiro no kickboxing, onde construiu uma trajetória de destaque com dois títulos. Depois, em 2021, iniciou sua caminhada no UFC e passou a acumular vitórias sobre nomes centrais de duas divisões, incluindo Israel Adesanya em duas ocasiões. Em 2024, tornou-se campeão em duas categorias e, no ano passado, recuperou o cinturão. Fora das lutas, Poatan também ampliou sua atuação com o Instituto Poatan, projeto que oferece aulas gratuitas de artes marciais, inglês e informática para crianças e adolescentes.
Agora, o próximo capítulo coloca em jogo mais uma marca histórica. No UFC Casa Branca, marcado para sábado (14), às 21h (horário de Brasília), em Washington, nos Estados Unidos, Poatan enfrenta Ciryl Gane pelo cinturão interino dos pesos-pesados. Se vencer, amplia uma trajetória que já reúne 10 vitórias em 12 lutas no UFC, com oito triunfos pela via rápida. O card do evento ainda terá Ilia Topuria x Justin Gaethje, Sean O’Malley x Aiemann Zahabi, Josh Hokit x Derrick Lewis, Maurício Ruffy x Michael Chandler, Bo Nickal x Kyle Daukaus e Diego Lopes x Steve Garcia.
Em entrevisra exclusiva à Forbes Brasil, Poatan fala sobre as escolhas que moldaram sua carreira, o que aprendeu ao longo da caminhada e a expectativa para uma luta que pode levá-lo a um novo patamar dentro do UFC. Entre disciplina, origem e ambição, a frase que dá título a esta conversa ajuda a resumir sua visão sobre o caminho até aqui: “talento ajuda, mas não sustenta ninguém sozinho”.
Em que momento você entendeu que disciplina podia mudar não só a sua carreira, mas a sua vida inteira?
Quando eu comecei no kickboxing, percebi que tinha potencial, mas também entendi que só talento não ia me levar a lugar nenhum. Eu tinha hábitos que não ajudavam, como a bebida, e vi que precisava mudar esse tipo de coisa se quisesse evoluir de verdade. O esporte foi me mostrando isso. Quanto mais eu me dedicava, mais resultado aparecia. A disciplina começou dentro da academia, mas acabou mudando minha vida e da minha família. Foi assim que eu fui deixando muita coisa para trás e focando no que realmente queria construir.
Hoje, com reconhecimento mundial, como a sua relação com dinheiro mudou ao longo da carreira? O que o Alex de hoje aprendeu sobre valor, estabilidade e escolha?
No começo, o dinheiro era uma necessidade. Eu queria ter uma condição melhor, ajudar minha família e ter mais tranquilidade. Com o tempo, fui aprendendo que dinheiro é importante, mas não muda quem você é. Hoje eu tenho uma vida muito mais confortável e posso fazer escolhas que antes não podia, mas continuo valorizando as mesmas coisas.

Em que momento você percebeu que o “Poatan” e o “Chama” tinham ultrapassado o octógono e se tornado um ativo de imagem e conexão com o público?
O “Chama” foi algo que surgiu, não teve um momento específico em que eu decidi isso. Eu fui falando e acabou ficando. Pra mim é até curioso ver como pegou, porque não foi planejado. Eu vejo que virou uma coisa que as pessoas usam e reconhecem quando me encontram, e isso me deixa feliz. Apesar disso, a fama tem um lado que nem sempre é fácil, porque chama muita atenção o tempo todo, e eu sou mais na minha. Eu não imaginava que seria tão rápido, mas encaro de forma tranquila. Gosto desse carinho do público, respeito tudo isso, e sigo focado no meu trabalho.
Se vencer essa luta, você pode se tornar o primeiro campeão do UFC em três categorias diferentes. O que te move mais neste momento?
Nunca imaginei que viveria isso na vida, e agora se tornou um grande objetivo de vida. Mas ao mesmo tempo, eu me mantenho muito focado no que precisa ser feito. Eu não posso me perder no tamanho da oportunidade. O que me trouxe até aqui foi o trabalho, a disciplina, o dia a dia e a humildade. Então eu valorizo muito tudo isso, mas no fim eu sei que a luta é o que decide tudo. É ali que eu tenho que estar inteiro.
Como você lida com fracasso e pressão sem deixar que isso afete sua confiança e sua tomada de decisão?
Dificuldades fazem parte, mas nunca deixei isso me derrubar. Tento levar mais como aprendizado. Analiso o que errei, volto a treinar e sigo em frente. Não fico preso no passado. Pressão também sempre vai existir, ainda mais no nível em que eu estou. Mas eu aprendi a lidar. Quando eu estou bem preparado, a confiança vem naturalmente.
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Copa do Mundo pode custar US$ 17 Bilhões a empresas com queda de produtividade

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A Copa do Mundo de futebol já está dominando as conversas informais no escritório, mas os empregadores podem ter problemas para manter os funcionários focados durante o torneio, e até mesmo para fazer com que eles compareçam ao trabalho.
Uma pesquisa da UKG, plataforma de inteligência artificial para recursos humanos, estima que a Copa do Mundo, que começa nesta quinta-feira (11) e vai até 19 de julho, pode custar aos empregadores globais cerca de US$ 17 bilhões em perda de produtividade, com 37% dos profissionais planejando ajustar seus horários por causa do torneio.
A pesquisa descobriu que 27% dos colaboradores provavelmente perderão tempo de trabalho chegando atrasados, saindo mais cedo ou faltando completamente, enquanto 11% admitiram que trabalhariam de ressaca e 14% disseram que assistiriam secretamente a partidas e aos melhores momentos durante o expediente.
A UKG entrevistou 8.000 funcionários na Austrália, Canadá, França, Alemanha, México, Holanda, Grã-Bretanha e Estados Unidos para avaliar o impacto da Copa do Mundo nos locais de trabalho.
O torneio deste ano, sediado em conjunto pelos EUA, Canadá e México, contará com 48 nações e 104 jogos.
A Copa do Mundo pode levar a cerca de US$ 11,7 bilhões em custos por perda de produtividade apenas nos EUA, com a Alemanha logo atrás com US$ 1,34 bilhão. “Quando o absenteísmo e o presenteísmo ocorrem em grande escala, o efeito é imediato e caro”, diz Suresh Vittal, diretor de produtos da UKG. “A produtividade cai, a experiência do cliente é prejudicada e o moral da equipe é abalado, já que o restante do time acaba tendo que cobrir as lacunas.”
Os gerentes não estão imunes ao fascínio de um confronto imperdível. A pesquisa revelou que 42% dos gerentes provavelmente planejam tirar um dia de folga e 45% pedirão flexibilidade de última hora.
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Como Virar o Jogo no Trabalho: 3 Lições do Futebol para Líderes
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O que o apito do árbitro em uma partida de futebol e a notificação do seu e-mail corporativo têm em comum? Para a maioria das pessoas, nada. Mas para líderes de alto desempenho, ambos exigem exatamente a mesma coisa: foco absoluto e estratégia.
Em entrevista à Forbes, Ciaran McArdle, CEO da XL Sports World e autor de “The Soccer of Success“, apresentou táticas práticas de gestão inspiradas na dinâmica de um campo de futebol. Após décadas como gerente de instalações esportivas, ele descobriu que os paralelos entre uma partida e as dinâmicas do escritório servem como modelos para a liderança.
A seguir, veja 3 estratégias do futebol para elevar o nível da sua liderança
1. Adapte-se ao perfil de cada membro da equipe
No futebol, um capitão não lidera todos os jogadores da mesma forma. A comunicação precisa ser moldada ao receptor: para fazer uma mensagem chegar ao colega de equipe A, você pode precisar adotar um tom mais enérgico e fazer cobranças incisivas. Já para transmitir a mesma mensagem ao colega B, a melhor tática pode ser chamá-lo em um canto para uma conversa franca e encorajadora.
A liderança inclusiva não tem uma fórmula rígida. Ela exige aprofundar-se na psique de cada indivíduo para entender o que realmente o motiva. Alguns profissionais prosperam com uma abordagem direta e sob alta pressão, enquanto outros precisam de espaço para autodescoberta e reforço positivo constante. Ao adaptar seu estilo à pessoa e à tarefa em questão, você garante que todos os seus “jogadores” se sintam apoiados o suficiente para entregar o melhor desempenho.
2. Defina limites intencionais
Um dos conceitos mais poderosos discutidos por Ciaran é “cruzar a linha branca“. No esporte de alto rendimento, a linha do campo delimita uma mudança total de mentalidade. Do lado de dentro das quatro linhas, é “guerra” — intensidade máxima, cobranças e desafios de alto risco. Mas, no momento em que os jogadores cruzam de volta essa linha após o apito final, voltam a ser amigos e companheiros de clube.
Precisamos estabelecer essas “linhas brancas” na vida corporativa para gerenciar a complexidade e o peso da liderança. O primeiro passo é estabelecer o limite do conflito, criando um ambiente corporativo onde seja seguro debater ideias, fazer perguntas difíceis e desafiar o status quo sem que os atritos profissionais sejam levados para o lado pessoal.
Em seguida, é preciso demarcar o limite do escritório, o que significa cruzar a linha mentalmente ao passar pela porta da empresa ou ao abrir o seu notebook. Por fim, o limite de recuperação nos lembra que o caminho de volta é igualmente vital. Ao encerrar o expediente, desconecte-se de verdade e deixe as demandas para trás a fim de proteger seu bem-estar mental.
3. Normalize ciclos de 90 minutos de trabalho profundo
O ambiente corporativo moderno é um campo minado de distrações — e-mails, mensagens instantâneas e a urgência constante de checar o celular. Para combater isso, Ciaran propõe uma mentalidade de trabalho profundo baseada em blocos de 90 minutos, espelhando a duração exata de uma partida de futebol.
O objetivo é dedicar 90 minutos ininterruptos às suas três principais prioridades — aquelas que geram 90% do seu verdadeiro impacto. Para colocar isso em prática, o modo avião é inegociável. Não se trata apenas de minimizar a aba do e-mail, mas de silenciar notificações e sinalizar claramente que você está temporariamente inacessível. Paralelamente, você deve respeitar o intervalo, dividindo esse tempo em dois “tempos” de 45 minutos, com um curto período de recuperação física e mental entre eles.
Por fim, é imprescindível liderar pelo exemplo. Grandes líderes não apenas praticam o foco absoluto, mas blindam sua equipe para que façam o mesmo. Quando um time protege coletivamente seu tempo, a produtividade atinge níveis impressionantes.
Essa mentalidade esportiva está ancorada na neurociência. Andrew Huberman, pesquisador e professor da Escola de Medicina de Stanford, aponta que o trabalho cognitivo complexo é executado com muito mais qualidade nas primeiras oito horas após acordarmos, quando picos naturais de dopamina e cortisol nos ajudam a superar a “fricção mental”. Para extrair a eficiência máxima do cérebro, Huberman afirma que devemos estruturar nosso esforço justamente nesses “ciclos ultradianos” de 90 minutos, seguidos por uma pausa para que a mente fique ociosa e se reinicie.
*Julie Kratz é colaboradora da Forbes USA. Também é professora universitária, autora de sete livros e fundadora da Next Pivot Point.
*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com
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