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Como Encontrar o Mentor Certo em Cada Fase da Carreira

Redação Informe ES

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A mentoria costuma ser tratada como um “item obrigatório” na carreira, mas essa ideia leva as pessoas a ignorar algo essencial: o tipo de orientação de que você precisa.

O apoio de um mentor no início da trajetória profissional é muito diferente do que será necessário no meio da carreira ou em posições seniores. Sem compreender essa nuance, muitos profissionais acabam frustrados e decepcionados com relações de mentoria que parecem pouco úteis, desalinhadas ou de curta duração.

A necessidade de mentoria pode estar em um dos níveis mais altos já registrados. As estatísticas de engajamento de funcionários divulgadas pela Gallup revelam que apenas 31% dos profissionais concordam fortemente que alguém incentiva seu desenvolvimento no trabalho.

Enquanto isso, uma pesquisa do LinkedIn, baseada em um levantamento da Censuswide, empresa internacional de pesquisa de mercado, realizado em novembro de 2025 com mais de 15 mil profissionais, apontou que quase 80% das pessoas se sentem despreparadas para encontrar um emprego em 2026.

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Essa lacuna evidencia um problema generalizado de mentoria que atravessa países, setores e níveis de carreira.

Veja como encontrar o mentor certo para o momento em que você está agora.

Profissionais em início de carreira precisam de mentores que ensinem como o trabalho realmente funciona

Estudantes, profissionais em início de carreira e pessoas em transição profissional enfrentam um desafio comum: entender que esforço nem sempre gera resultados automaticamente, porque ainda estão aprendendo a dinâmica do ambiente de trabalho.

Nessa fase, o que eles mais precisam é de contexto e capacidade de reconhecer padrões — mais do que aconselhamento estratégico. É fundamental receber feedback sobre normas do ambiente corporativo, estilos de comunicação e expectativas não ditas. É preciso alguém que explique por que as coisas funcionam de determinada maneira, e não apenas o que deve ser feito.

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O mentor mais eficaz nesse estágio não é um executivo distante com um cargo alto. É alguém um ou dois níveis acima, que ainda se lembra de como foi atravessar os primeiros anos de carreira e possui sólido conhecimento da cultura e dos processos internos da organização. Se você está no início da trajetória, busque alguém disposto a explicar o raciocínio por trás das decisões — e não apenas as decisões em si.

Muitos profissionais iniciantes também abordam a mentoria de forma vaga, pedindo a alguém para “ser seu mentor” sem especificar que tipo de orientação procuram. Antes de fazer o convite, esclareça para si mesmo quais pontos você precisa compreender melhor.

Profissionais em meio de carreira precisam de mentores que orientem sobre posicionamento e decisões

No meio da carreira — seja você um gestor, um especialista sênior ou um profissional que sente ter chegado a um platô — suas necessidades mudam drasticamente. Já não é preciso alguém que explique como as coisas funcionam. O que você precisa é de perspectiva para avaliar quais oportunidades valem a pena e como se posicionar para alcançá-las.

Profissionais nessa fase se beneficiam de mentores que ajudem a testar opções, ofereçam feedback franco sobre pontos fortes e lacunas e tragam clareza sobre possíveis trajetórias. Busque pessoas que já tenham passado por transições semelhantes – não necessariamente o mesmo caminho exato que você pretende seguir. Priorize franqueza em vez de incentivo superficial. Agora, os riscos e as decisões são maiores, e você precisa de alguém que diga o que realmente pensa.

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Um erro comum nessa etapa é presumir que um único mentor conseguirá atender a todas as necessidades. Em vez disso, construa seu próprio “conselho consultivo” pessoal. Pessoas diferentes podem oferecer perspectivas diferentes. Um mentor pode apoiar no desenvolvimento de habilidades de liderança, enquanto outro contribui com uma visão de mercado ou do setor. E não limite sua visão sobre quem pode ser mentor: não é obrigatório que a pessoa atue no seu segmento ou tenha seguido o mesmo percurso que você deseja trilhar.

Profissionais seniores precisam de mentores que desafiem seu pensamento

Líderes seniores, executivos e profissionais altamente experientes enfrentam outro tipo de desafio. Nesse nível, raramente se busca aconselhamento tático. O que eles precisam é de interlocutores estratégicos que ajudem a navegar complexidades éticas e políticas, questionem premissas e apoiem as mudanças de identidade que acompanham a transição de executor para líder e, depois, para guardião da organização.

Os mentores mais eficazes nessa fase costumam ser pares ou conselheiros externos à sua empresa. Eles compreendem o peso das decisões em posições de liderança, mas não estão envolvidos na política interna. Fazem perguntas desconfortáveis e contestam seus argumentos, suposições e vieses.

Profissionais seniores também se beneficiam da mentoria reversa, aprendendo com pessoas em início de carreira que trazem novas perspectivas sobre tendências emergentes, tecnologias ou mudanças geracionais nas expectativas em relação ao trabalho. Não presuma que seus mentores precisam ser mais velhos ou mais experientes do que você. Eles precisam, simplesmente, oferecer insights que você ainda não possui.

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Outro erro comum nesse nível é acreditar que você já superou a necessidade de mentoria. A demanda por mentoria não desaparece, ela evolui. Sem esse apoio contínuo, líderes seniores correm o risco de se isolar intelectualmente, recorrer a abordagens ultrapassadas ou deixar de perceber mudanças importantes no cenário mais amplo.

Como fazer a mentoria funcionar para você

Independentemente da fase da carreira, ao abordar um potencial mentor, pedidos específicos funcionam melhor do que abordagens genéricas.

Em vez de perguntar “Você pode ser meu mentor?”, experimente algo como: “Estou trabalhando para melhorar minha presença executiva. Você estaria disposto a me dar um feedback depois da minha próxima apresentação?”

Mentorias de curto prazo, focadas em questões específicas, costumam ser mais eficazes do que acordos indefinidos. Alguém pode orientá-lo durante uma transição pontual (uma promoção, uma mudança de carreira, um projeto desafiador) e, em seguida, a relação naturalmente se encerrar.

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Encontrar o mentor certo depende totalmente do seu momento e da sua intenção. Ao esclarecer que tipo de orientação você precisa e considerando sua fase atual de carreira, a mentoria deixa de parecer algo distante e passa a se tornar um apoio prático, capaz de realmente impulsionar sua trajetória profissional.

*Cynthia Pong, é colaboradora da Forbes USA. Ela é uma coach executiva, autora, palestrante e fundadora e CEO da Embrace Change, que oferece desenvolvimento de liderança.

*Matéria originalmente publicada em Forbes.com

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Negócios

BAT Nomeia Suelma Rosa Como VP de Assuntos Corporativos e Regulatórios para América do Sul

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

A BAT (British American Tobacco) anunciou Suelma Rosa como vice-presidente de assuntos corporativos e regulatórios para a América do Sul.

Na posição, a executiva será responsável pela estratégia regulatória, engajamento com governos e stakeholders, comunicação, reputação e gestão de temas sensíveis. “Não há transformação real sem diálogo, especialmente nos temas mais complexos. A evolução da BAT passa por inovação e novas categorias, mas também pela capacidade de construir confiança”, afirma. “Meu compromisso é contribuir para fortalecer essa agenda, ampliando a escuta e a qualidade da informação à sociedade.”

Antes de ingressar na BAT, Rosa atuava como vice-presidente de assuntos corporativos da PepsiCo para a América Latina e México.

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Com mais de 20 anos de carreira internacional, já ocupou cargos de liderança na Unilever, Dow, UNOPS e The Nature Conservancy e esteve à frente de agendas em mercados da América Latina, Europa, Ásia e África.

A executiva é formada em relações internacionais pela Universidade de Brasília e começou a carreira como coordenadora de relações externas na Vale. Também possui MBA pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e doutorado em ciências políticas pela Universidade de Sorbonne.

O post BAT Nomeia Suelma Rosa Como VP de Assuntos Corporativos e Regulatórios para América do Sul apareceu primeiro em Forbes Brasil.

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20 Universidades dos EUA Que Desbancam a Ivy League na Era da IA

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Em janeiro, a Amazon anunciou o corte de 16 mil vagas corporativas, apenas alguns meses depois de reduzir seu quadro de funcionários em 14 mil pessoas. No mesmo mês, a UPS informou que eliminaria até 30 mil postos de trabalho administrativos este ano. Na semana passada, a Oracle iniciou uma grande rodada de demissões (estima-se até 30 mil), enquanto a gigante de software empresarial investe dezenas de bilhões de dólares em inteligência artificial.

Mesmo antes dos anúncios de demissões em massa começarem a estampar as manchetes, a IA já havia começado a impactar o mercado de trabalho para jovens. Pesquisadores do Laboratório de Economia Digital de Stanford descobriram que o emprego de pessoas entre 22 e 25 anos nas profissões mais vulneráveis ​​à IA, como engenheiros de software e representantes de atendimento ao cliente, havia caído 16% até outubro do ano passado.

Como preparar os jovens para a era da IA

Enquanto a IA transforma o mercado de trabalho e preocupa jovens profissionais, as universidades terão que se adaptar para justificar seus preços e formar profissionais qualificados, capazes de quitar suas dívidas estudantis.

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Mas como? Algumas das primeiras pistas vêm da terceira lista anual da Forbes das Novas Ivies – as 20 melhores instituições americanas (10 privadas e 10 públicas) cujos ex-alunos são muito bem avaliados pelos empregadores. Os destaques foram escolhidos com base em uma pesquisa com mais de 100 executivos C-Level e recrutadores. Este ano, eles foram questionados não apenas sobre a avaliação das escolas, mas também sobre como a IA está impactando a contratação de recém-formados.

Quase 25% desses executivos afirmaram que a IA reduziria a necessidade de recém-formados em posições de entrada, e 60% disseram que a tecnologia mudaria suas necessidades gerais de equipe. “A IA redefiniu completamente a estrutura dos cargos de entrada. Consequentemente, o nível de exigência para novas contratações aumentou, diminuindo nossa necessidade do quadro tradicional de funcionários júnior”, diz um executivo entrevistado.

A corrida das universidades para se adaptar à IA

As 20 universidades da lista da Forbes deste ano estão correndo para preparar seus alunos e adaptar seus currículos de diversas maneiras e em todas as disciplinas.

Em dezembro, a Universidade Purdue (Indiana), uma “Nova Ivy” pública, tornou-se a primeira faculdade dos EUA a anunciar a exigência de “proficiência no uso de IA” para a graduação. “Os talentos mais promissores de hoje estão começando a surgir de instituições que priorizam o rigor intelectual em detrimento do prestígio herdado“, observou um dos entrevistados. “O recém-formado ideal terá uma educação que cultivou traços humanos, incluindo inteligência emocional, adaptabilidade e criatividade, para orquestrar ferramentas de IA em vez de competir com elas.”

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Uma perspectiva semelhante foi oferecida por Magnus Egerstedt, especialista em robótica que, em novembro passado, foi nomeado reitor da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill (listada três vezes no ranking da Forbes). “Ter sucesso [na era da IA] tem mais a ver com as artes liberais do que com as disciplinas tradicionais de alta tecnologia”, afirma Egerstedt. “Estamos nos apoiando na ideia de que você precisa de uma boa base técnica para, em seguida, focar na criatividade, curiosidade e resolução de problemas.”

Pesquisadores de Stanford, em um artigo publicado em novembro, observaram que, embora os jovens profissionais estivessem perdendo espaço em vagas onde a IA atua principalmente automatizando o trabalho, o emprego continuava crescendo em funções onde a IA potencializa a produtividade humana.

Por que o mercado está olhando além da Ivy League

A Forbes lançou a lista das “Novas Ivies” em 2024, em meio ao crescente ceticismo de empregadores sobre se os diplomas da tradicional Ivy League (que inclui Brown, Columbia, Cornell, Dartmouth, Harvard, Penn, Princeton e Yale) ainda são garantia de acesso os melhores talentos. Há uma convicção generalizada de que muitos dos jovens mais inteligentes e dedicados podem ser encontrados em instituições menos conhecidas.

Essa desconfiança em relação à Ivy League persiste: 37% dos entrevistados deste ano disseram estar menos propensos a contratar graduados dessas renomadas instituições do que há cinco anos, e apenas 6% disseram estar mais propensos a fazê-lo.

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No caso das universidades públicas, o cenário se inverte: 42% dos executivos dizem estar mais propensos a contratar seus graduados, enquanto apenas 6% afirmam o contrário. Os formados em faculdades privadas que não fazem parte da Ivy League também se saem melhor nessas avaliações do que aqueles que possuem diplomas dessas instituições de elite.

Confira as 20 universidades públicas e privadas que estão desbancando a Ivy League nos EUA

As Novas Ivies privadas

Carnegie Mellon University

  • Localização: Pittsburgh, Pensilvânia
  • Matrículas na graduação: 7.852
  • Taxa de aceitação: 12%
  • Nota mediana do SAT: 1540
  • Nota mediana do ACT: 35
Getty ImagesCampus da Carnegie Mellon University

Case Western Reserve University

  • Localização: Cleveland, Ohio
  • Matrículas na graduação: 6.354
  • Taxa de aceitação: 37%
  • Nota mediana do SAT: 1510
  • Nota mediana do ACT: 34

Emory University

  • Localização: Atlanta, Geórgia
  • Matrículas na graduação: 7.805
  • Taxa de aceitação: 11%
  • Nota mediana do SAT: 1520
  • Nota mediana do ACT: 34

Georgetown University

  • Localização: Washington, D.C.
  • Matrículas na graduação: 8.537
  • Taxa de aceitação: 13%
  • Nota mediana do SAT: 1490
  • Nota mediana do ACT: 33
Georgetown University
Getty ImagesCampus da Georgetown University

Northwestern University

  • Localização: Evanston, Illinois
  • Matrículas na graduação: 10.421
  • Taxa de aceitação: 8%
  • Nota mediana do SAT: 1540
  • Nota mediana do ACT: 34

University of Notre Dame

  • Localização: Notre Dame, Indiana
  • Matrículas na graduação: 9.157
  • Taxa de aceitação: 11%
  • Nota mediana do SAT: 1520
  • Nota mediana do ACT: 34

Rice University

  • Localização: Houston, Texas
  • Matrículas na graduação: 4.836
  • Taxa de aceitação: 8%
  • Nota mediana do SAT: 1550
  • Nota mediana do ACT: 35

Tufts University

  • Localização: Medford e Somerville, Massachusetts
  • Matrículas na graduação: 7.715
  • Taxa de aceitação: 11%
  • Nota mediana do SAT: 1510
  • Nota mediana do ACT: 34
Campus da Universidade de Tufts
Getty ImagesCampus da Universidade de Tufts

Vanderbilt University

  • Localização: Nashville, Tennessee
  • Matrículas na graduação: 7.285
  • Taxa de aceitação: 6%
  • Nota mediana do SAT: 1540
  • Nota mediana do ACT: 35

Washington University in St. Louis

  • Localização: St. Louis, Missouri
  • Matrículas na graduação: 9.064
  • Taxa de aceitação: 12%
  • Nota mediana do SAT: 1540
  • Nota mediana do ACT: 34
Campus central da Universidade de Washington
Getty ImagesCampus central da Washington University

As Novas Ivies públicas

United States Air Force Academy (Academia da Força Aérea dos Estados Unidos)

  • Localização: Colorado Springs, Colorado
  • Matrículas na graduação: 5.117
  • Taxa de aceitação: 14%
  • Nota mediana do SAT: 1330
  • Nota mediana do ACT: 30
Cadetes na Academia Militar dos EUA
Getty ImagesCadetes na United States Air Force Academy

University of Florida

  • Localização: Gainesville, Flórida
  • Matrículas na graduação: 38.246
  • Taxa de aceitação: 24%
  • Nota mediana do SAT: 1400
  • Nota mediana do ACT: 31

Georgia Institute of Technology

  • Localização: Atlanta, Geórgia
  • Matrículas na graduação: 20.887
  • Taxa de aceitação: 14%
  • Nota mediana do SAT: 1480
  • Nota mediana do ACT: 33

University of Michigan

  • Localização: Ann Arbor, Michigan
  • Matrículas na graduação: 34.962
  • Taxa de aceitação: 16%
  • Nota mediana do SAT: 1460
  • Nota mediana do ACT: 33

University of North Carolina at Chapel Hill

  • Localização: Chapel Hill, Carolina do Norte
  • Matrículas na graduação: 21.906
  • Taxa de aceitação: 15%
  • Nota mediana do SAT: 1480
  • Nota mediana do ACT: 31

Purdue University

  • Localização: West Lafayette, Indiana
  • Matrículas na graduação: 42.745
  • Taxa de aceitação: 50%
  • Nota mediana do SAT: 1350
  • Nota mediana do ACT: 31
Campus da Universidade Purdue
Getty ImagesCampus da Purdue University

University of Texas at Austin

  • Localização: Austin, Texas
  • Matrículas na graduação: 44.663
  • Taxa de aceitação: 27%
  • Nota mediana do SAT: 1390
  • Nota mediana do ACT: 31

University of Virginia

  • Localização: Charlottesville, Virgínia
  • Matrículas na graduação: 19.033
  • Taxa de aceitação: 17%
  • Nota mediana do SAT: 1480
  • Nota mediana do ACT: 33

William & Mary

  • Localização: Williamsburg, Virgínia
  • Matrículas na graduação: 7.465
  • Taxa de aceitação: 34%
  • Nota mediana do SAT: 1470
  • Nota mediana do ACT: 33
Campus da Universidade William e Mary
Getty ImagesCampus da Universidade William e Mary

University of Wisconsin-Madison

  • Localização: Madison, Wisconsin
  • Matrículas na graduação: 39.637
  • Taxa de aceitação: 45%
  • Nota mediana do SAT: 1460
  • Nota mediana do ACT: 31

Metodologia

Para identificar as universidades públicas e privadas do ranking, foram analisadas todas as faculdades dos Estados Unidos que concedem diplomas de quatro anos, com exceção da Ivy League (Brown, Columbia, Cornell, Dartmouth, Harvard, Penn, Princeton e Yale) e das faculdades do grupo “Ivy Plus” (Johns Hopkins, Stanford, MIT, Duke e Universidade de Chicago).

Para serem consideradas para a lista das “Novas Ivies”, as faculdades precisaram atender a três outros critérios:

  1. Tamanho: As escolas privadas devem ter pelo menos 3.000 alunos matriculados, e as faculdades públicas, 4.000 alunos.
  2. Seletividade: Todas as faculdades privadas, exceto uma, tiveram uma taxa de admissão inferior a 15%, e a taxa de admissão das faculdades públicas foi de 50% ou menos.
  3. Notas: Pelo menos metade dos ingressantes deve ter enviado as notas do SAT ou do ACT. Para as Novas Ivies privadas, a pontuação mediana do SAT foi 1530 e a mediana do ACT foi 34. Para as universidades públicas que entraram na lista, a mediana do SAT foi 1460 e a do ACT foi 31. (Todos os números referem-se à turma ingressante de 2024, os dados mais recentes disponíveis do Centro Nacional de Estatísticas da Educação dos EUA).

As universidades foram então incluídas em uma pesquisa com executivos C-level e de recrutamento, que classificaram os graduados de cada faculdade (desde que tivessem experiência profissional com eles) e indicaram como a inteligência artificial afetou seus planos de contratação.

*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com

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Negócios

CLT É a Prioridade dos Jovens no Mercado de Trabalho

Redação Informe ES

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Apesar do barulho das redes sociais, o emprego com carteira assinada continua sendo a prioridade dos brasileiros ao buscar uma vaga. Segundo pesquisa divulgada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), o modelo formal, regido pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), foi apontado como o mais atrativo por mais de um terço dos profissionais que procuraram emprego recentemente.

Entre os jovens, a escolha pelo emprego formal é ainda mais forte, refletindo a busca por segurança no início da carreira.

  • 41,4% dos profissionais de 25 a 34 anos preferem CLT;
  • 38,1% dos jovens de 16 a 24 anos também priorizam o modelo.

Segundo Claudia Perdigão, especialista em políticas e indústria da CNI, o emprego formal traz mais segurança para os jovens, que procuram maior estabilidade no início da carreira profissional.

De acordo com o estudo, o acesso a direitos trabalhistas e à Previdência Social continua sendo um diferencial relevante, mesmo com o avanço de novas formas de trabalho. “Embora novas modalidades de trabalho estejam crescendo, como aquelas vinculadas a plataformas digitais, o trabalhador ainda valoriza o acesso a direitos trabalhistas, estabilidade e proteção social, que continuam, portanto, sendo um diferencial relevante mesmo em contexto de maior flexibilização das relações de trabalho”, diz Perdigão.

Principais números da pesquisa

  • 36,3% preferem emprego com carteira assinada (CLT);
  • 18,7% apontam o trabalho autônomo como melhor opção;
  • 12,3% consideram o emprego informal mais atrativo;
  • 10,3% têm interesse em trabalho por plataformas digitais;
  • 9,3% preferem abrir o próprio negócio;
  • 6,6% optam por atuar como pessoa jurídica (PJ);
  • 20% não encontraram oportunidades atrativas.

Renda complementar

O trabalho por meio de plataformas digitais, como motorista ou entregador de empresas de aplicativo, é visto majoritariamente como complemento de renda.

Segundo o levantamento, apenas 30% consideram essa atividade como principal fonte de sustento.

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Alta satisfação

A pesquisa também aponta elevado nível de satisfação no mercado de trabalho, o que ajuda a explicar a baixa busca por novas oportunidades.

  • 95% estão satisfeitos com o emprego atual;
  • 70% se dizem muito satisfeitos;
  • 4,6% estão insatisfeitos;
  • 1,6% muito insatisfeitos.

A mobilidade no mercado é limitada:

  • 20% buscaram outro emprego recentemente;
  • 35% dos jovens (16 a 24 anos) procuraram nova vaga;
  • 6% dos profissionais com mais de 60 anos fizeram o mesmo.

O tempo no emprego também influencia:

  • 36,7% com menos de um ano no trabalho buscaram nova vaga;
  • 9% com mais de cinco anos na mesma função fizeram o mesmo.

Realizado pelo Instituto Nexus, em parceria com a CNI, o levantamento ouviu 2.008 pessoas com 16 anos ou mais em todo o país. A pesquisa foi realizada de 10 a 15 de outubro de 2025, mas só foi divulgada agora.

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