Negócios
Grazielle Parenti É a Nova Vice-presidente de Sustentabilidade da Vale

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Grazielle Parenti é a nova vice-presidente de sustentabilidade da Vale, segundo comunicado feito pela empresa nesta quarta-feira (5). Com a nomeação aprovada pelo Conselho de Administração, seu mandato está previsto para começar no dia 7 de julho de 2025.
Formada em administração pela Fundação Getulio Vargas (FGV), ela já passou por importantes empresas da indústria, como DSM, Mondelez e BRF. Grazielle foi head de sustentabilidade e relações institucionais LATAM da Syngenta, multinacional de tecnologia e biotecnologias para agricultura, entre 2022 e 2024.
Mais recentemente, a administradora foi head de alianças da cadeia de valor global no Syngenta Group, gigante de defensivos agrícolas e sementes e proteção de cultivos, com sede na China, além de atuar como Vice-presidente de Sustentabilidade e Assuntos Corporativos da Syngenta no Brasil.
Com 30 anos de experiência em sustentabilidade, Grazielle é vice-presidente da Abag (Associação Brasileira de Agronegócio) e da Câmara de Comércio Suíço-Brasileira. Além disso, é conselheira de administração e líder do comitê de Sustentabilidade e Riscos da Alvoar Lácteos e já fez parte de entidades como ABIA (Associação Brasileira da Indústria de Alimentos) e ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal). Por dois mandatos, ela foi presidente do capítulo brasileiro do BRICS Woman Business Alliance.
Grazielle faz parte do FMA (ForbesMulher Agro), think tank criado pela Forbes Brasil em 2022, do qual participam produtoras rurais e executivas de empresas do setor. Em cargos no setor, ela é vista por seus pares como uma veterana no agronegócio, exercendo atividades várias desde 2011.
O post Grazielle Parenti É a Nova Vice-presidente de Sustentabilidade da Vale apareceu primeiro em Forbes Brasil.
Powered by WPeMatico
Negócios
Banco Canadense Usará Software para Monitorar o Trabalho de Funcionários
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
O Toronto-Dominion Bank informou a alguns funcionários que trabalham em sua equipe de crimes financeiros e gestão de risco que implementaria um software para rastrear o trabalho deles. A medida gerou questionamentos sobre consentimento e privacidade no local de trabalho, no momento em que o banco canadense tenta aumentar a produtividade, de acordo com a gravação de uma chamada da equipe analisada pela Reuters e um documento que o TD compartilhou com os funcionários.
O programa rastreará o tempo que os funcionários gastam em navegadores e em aplicativos internos de bate-papo e reuniões, segundo a gravação.
As empresas estão enfrentando cada vez mais resistência dos funcionários em relação à implementação de softwares de monitoramento de trabalho.
O TD disse em um comunicado à Reuters que a implementação é uma “prática padrão em todo o setor”. “Em várias partes do nosso negócio, usamos soluções automatizadas para melhorar as análises e alocar recursos de forma mais eficaz”, afirmou a empresa. “Isto não é IA e não é específico para nenhum negócio ou assunto; a ferramenta permite que os gestores administrem com mais precisão os fluxos de trabalho, a capacidade da equipe e o desempenho. Os colaboradores são informados sobre onde estão sendo usadas e com qual finalidade.”
O TD afirmou que tem salvaguardas em vigor para proteger a privacidade dos colaboradores.
A ActiveOps, empresa que fornece o software, descreve o WorkiQ em seu site como uma ferramenta de “inteligência de funcionários e bem-estar”. A ActiveOps não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
“A ideia é que ele vai mostrar os pontos críticos, onde gastamos tempo demais. Sabemos que temos muitos pontos críticos em nossos sistemas”, disse Deanna Pacitti, vice-presidente associada de investigações de alto risco do TD, à sua equipe na chamada de quinta-feira.
“Ele é executado em segundo plano e passou por uma revisão de privacidade”, disse Pacitti sobre o WorkiQ, em resposta a perguntas dos funcionários sobre questões de privacidade. A ferramenta não ouvirá conversas se os funcionários estiverem em uma reunião, mas mostrará se o funcionário está ativo, disse ela. Posteriormente, ela esclareceu que estar ativo referia-se ao funcionário estar em uma reunião. Em outro exemplo, Pacitti disse que a ferramenta captará o funcionário trabalhando no Excel, mas não rastreará o que ele está fazendo no aplicativo de planilhas.
Internet durante o almoço?
O TD expandiu sua unidade de crimes financeiros e compliance nos últimos anos, após pagar uma multa recorde por violações de lavagem de dinheiro nos EUA — a maior multa desse tipo já paga por um grande banco no Canadá.
A maioria dos funcionários do TD tem trabalhado em regime híbrido, entre o escritório e casa, desde a pandemia.
Em um documento de Perguntas Frequentes sem data compartilhado com a Reuters, o TD disse aos funcionários que o WorkiQ ajudará os gestores a recuperar a transparência perdida em um ambiente de trabalho remoto. O documento respondia a perguntas como “Posso usar a Internet durante meu horário de almoço?” e “Quanto tempo o funcionário deve justificar durante o dia?”. O TD afirmou no documento que existe uma quantidade aceitável de tempo não justificado e que a empresa está trabalhando para determinar essas expectativas de tempo.
A Reuters não conseguiu determinar quantos funcionários seriam afetados ou se isso aconteceria apenas no Canadá. Uma fonte, que falou sob condição de anonimato devido à sensibilidade do assunto, disse que de 90 a 100 pessoas estavam na chamada, o que a Reuters não pôde confirmar.
Durante a chamada, os funcionários do TD levantaram questões sobre privacidade, sobre o que a ferramenta rastrearia e se ela poderia ser usada para gestão de desempenho. Eles também perguntaram se lhes seria solicitado o consentimento e como os dados seriam usados.
Um funcionário disse que seria mais útil se os recursos gastos para monitorar como os trabalhadores usam o seu tempo pudessem ser usados para aliviar alguns processos manuais.
“Eu concordo totalmente com você. Temos coisas manuais demais”, disse Pacitti. “Estamos gastando tempo demais nesse esforço manual. Eu só posso esperar que isso comprove ainda mais esse ponto.”
O Financial Times noticiou em março que o JPMorgan, o maior banco dos EUA, estava começando a monitorar as horas de seus banqueiros de investimento juniores, dizendo que era para o próprio bem-estar deles. O banco não pôde ser contatado imediatamente no Juneteenth, o feriado americano que marca o fim da escravidão nos EUA.
A Meta está recuando em alguns elementos do seu plano de coletar movimentos de mouse, toques no teclado e outras ações de funcionários para uso como dados de treinamento de IA, de acordo com um memorando interno visto pela Reuters neste mês, após semanas de resistência por parte da equipe.
O post Banco Canadense Usará Software para Monitorar o Trabalho de Funcionários apareceu primeiro em Forbes Brasil.
Powered by WPeMatico
Negócios
CEO do Google Compartilha 3 Conselhos Que o Ajudaram a “Acertar Mais do Que Errar”
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
O Google e sua empresa controladora, Alphabet, estão no centro da revolução da inteligência artificial. Mas Sundar Pichai, o CEO de ambas, não fez menção a como a IA está transformando a força de trabalho em seu discurso na formatura da Universidade de Stanford, líder em pesquisa de IA, na última semana.
“O conselho mais atemporal que aprendi é agnóstico em relação à tecnologia”, disse Sundar, cujo patrimônio líquido de US$ 1,7 bilhão (R$ 8,7 bilhões) lhe garantiu um lugar na lista de Bilionários da Forbes de 2026. “É sobre você, a vida que deseja construir para si mesmo e as escolhas que o ajudam a buscar essa vida.”
Embora o executivo tenha evitado as vaias que outros oradores receberam ao exaltarem a tecnologia em formaturas, seu discurso se desenrolou em um cenário de estudantes saindo em protesto contra as ligações do Google com o governo israelense e seus contratos polêmicos com o governo dos EUA.
Em vez de responder a essas críticas ou oferecer previsões sobre o que a IA pode ou não fazer, Sundar falou à turma de formandos sobre os três princípios que o ajudaram a “acertar em mais momentos do que errar”, enquanto passava de um estudante de pós-graduação da Universidade de Stanford vindo da Índia e com dificuldades financeiras para liderar uma das empresas de tecnologia mais valiosas e influentes do mundo.
3 conselhos de carreira de Sundar Pichai, CEO do Google
1. Escolha o otimismo
Sundar reconheceu que os jovens profissionais de hoje enfrentam muitos desafios, incluindo conflitos globais, ansiedade econômica e uma reestruturação tecnológica. “É fácil olhar para as notícias do dia e pensar que estamos vivendo em tempos desafiadores.”
Mas ele argumentou que cada geração enfrentou sua própria cota de dificuldades e que o mais importante é como você reage a elas. “Não podemos escolher o mundo no qual nos formamos, mas podemos escolher como encaramos as nossas circunstâncias”, disse o CEO da big tech.
Ele compartilhou uma história sobre chegar à Califórnia vindo da Índia e dizer na frente de seu anfitrião que as colinas ao redor de Stanford pareciam marrons, quando seu anfitrião o corrigiu gentilmente e disse: “Preferimos chamá-las de douradas.”
Para ele, essa pequena reformulação tornou-se uma lição sobre ver o lado positivo das coisas. Foi essa perspectiva que mais tarde o ajudou a superar contratempos, incluindo deixar seu programa de doutorado em Stanford e, em vez disso, obter um mestrado porque ele precisava de um emprego o quanto antes.
2. Não fuja da dificuldade
Sundar ingressou no Google em 2004 como gerente de projetos e liderou o desenvolvimento do Google Chrome em seus primeiros anos na empresa. No início, ele disse que muitas pessoas internamente acreditavam que a construção de um navegador exigiria centenas de engenheiros e anos de esforço, mas o executivo e sua equipe tinham apenas 10 pessoas. “O consenso estava certo: ia ser muito difícil. De certa forma, fomos ingênuos, e é bom ser um pouco irracional ao abordar coisas novas.”
Quando foi lançado em 2008, o Chrome teve oito milhões de usuários nas primeiras 24 horas, mas logo depois o crescimento de usuários começou a estagnar e o Google enfrentou críticas dos concorrentes. Embora esse momento pudesse ter sido desmoralizante, ele disse ter aprendido que trabalhar em coisas difíceis ensina muito e “normalmente atrai outras pessoas excelentes e otimistas”.
“Mesmo que você não consiga atingir as metas elevadas que estabeleceu, ainda assim alcançará algo grandioso”, afirmou aos formandos. “Portanto, quando tiver a escolha de trabalhar em algo difícil, diga sim.” Hoje, o Google Chrome é o navegador mais usado no mundo.
3. Faça o que te entusiasma
Sundar incentivou os formandos a prestarem atenção no que os energiza e disse que, para ele, sempre foi a tecnologia. “Quanto mais acesso minha família tinha, melhores as nossas vidas ficavam.”
O CEO acrescentou que seu amor pela tecnologia foi o que o levou a aceitar uma oferta do Google e agarrar a chance de trabalhar em projetos como Chromebooks e Android. “Ver a computação mudar a vida das pessoas como havia mudado a minha foi a coisa mais emocionante do mundo para mim”, disse, ao refletir sobre os momentos diferentes em que via pessoas comuns usando e se beneficiando dos produtos que ele ajudou a construir.
“Ao olhar para o seu próprio caminho, não se concentre naquilo que seus pais querem que você faça, nem naquilo que todos os seus amigos estão fazendo ou no que a sociedade espera de você. Em vez disso, pense nas coisas que o mantém conversando animadamente com seu colega de quarto até tarde da noite e vá fazer essas coisas.”
*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com
O post CEO do Google Compartilha 3 Conselhos Que o Ajudaram a “Acertar Mais do Que Errar” apareceu primeiro em Forbes Brasil.
Powered by WPeMatico
Negócios
Depois de 20 anos de carreira, Maisa olha para o futuro: “meu combustível são os novos desafios”

Maisa conhece a fama desde os três anos de idade. Cresceu diante das câmeras e aos olhos de milhões de espectadores. Aos 24 anos, a “prima” dos brasileiros já acumula duas décadas de carreira e uma trajetória multifacetada: atua como atriz, apresentadora, dubladora, influenciadora e empresária.
À frente da Mudah, agência de marketing de influência que cofundou em 2020, gere talentos e atende clientes como Netflix e O Boticário. Nas telas, retorna aos cinemas nesta semana dando voz à antagonista Lilypad, em “Toy Story 5”.
A todo vapor, ela ainda quer muito mais. “Meu combustível são os novos desafios. Estou sempre aberta para eles”, diz em entrevista ao ForbesTalk, programa de videocast da Forbes Brasil. “Abraço como se fosse a coisa mais importante da minha vida, porque no final das contas, é.”
O início de Maisa na TV
Reconhecida por 96% da população brasileira, segundo uma pesquisa da consultoria Ilumeo Data Science, Maisa relembra sua estreia inusitada na TV. Com apenas três anos, pediu aos pais para conhecer o apresentador Raul Gil.
Durante um teste para o programa, enquanto as outras crianças faziam coreografias ou apresentações ensaiadas, improvisou uma dança e acabou aprovada como assistente de palco. Pouco depois, seu jeito espontâneo e comunicativo chamou a atenção de Silvio Santos, que a levou para o SBT.
Foi na emissora, e como pupila de Silvio, que Maisa passou a infância e o início da adolescência. Nesse período, a base familiar funcionou como uma blindagem. Ao final de cada ano, os pais a chamavam para conversar e sugeriam que ela deixasse a TV para focar exclusivamente nos estudos. A resposta era sempre a mesma. “Era o que eu amava, e é o que me faz feliz até hoje. Eles pararam de perguntar quando eu fiz uns 15 anos, porque viram que eu realmente gostava de fazer isso.”
Trabalhar desde cedo com Silvio Santos foi uma escola de comunicação e liderança. “O Silvio me deu uma aula de como ser um bom patrão. Se um dia eu tiver uma empresa do tamanho da que ele teve, quero ser pelo menos um pouco do que ele foi.”
Da TV ao streaming e à novela
A transição de criança prodígio para artista com autonomia sobre as próprias decisões ocorreu na mesma época em que integrou a lista Forbes Under 30. Com apenas 16 anos, ganhou um programa próprio no SBT e encarou uma rotina de gravações que ocupava até quatro dias de sua semana.
Dois anos depois, decidiu não renovar o contrato com o SBT para protagonizar a série “De Volta aos 15”, na Netflix. A decisão envolvia o risco do cancelamento da obra logo na primeira temporada, mas abriu caminho para novos formatos. “Sabe quando é algo que você mergulha de cabeça? Pensei: se não der certo, pelo menos eu sei que tentei.”
Em 2025, a atriz também marcou presença na TV Globo, de volta às novelas como sua primeira vilã, a Bia, em “Garota do Momento”. “Fiquei sete anos sem fazer novela. Quando anunciaram a personagem, fiquei pensando: ‘Será que eu ainda sei fazer isso?’”, conta. “A síndrome da impostora costuma me pegar no início do trabalho, mas depois que dou o pontapé inicial, fico mais aliviada.”
Além da atuação
Mesmo diante das câmeras, Maisa sempre teve uma veia empreendedora. O plano original era fundar uma agência publicitária aos 30 anos, quando a rotina de filmagens estivesse mais estável. No entanto, os planos foram acelerados quando seu empresário e atual sócio, Guilherme Oliveira, propôs o modelo de negócio. Com apenas 16 anos, acrescentou o título de empresária ao fundar a Mudah.
“Quero que a voz dos criadores seja escutada, que eles sejam valorizados e que façam o trabalho com naturalidade. Nós estamos ali para estruturar e dar as melhores ferramentas.”
Maisa também incorpora a sustentabilidade ao negócio: em parceria com a Associação Copaíba, a Mudah viabiliza o plantio de uma árvore na Mata Atlântica para cada campanha comercial comercializada.
O compromisso com a agenda ESG se estende à atuação como embaixadora do Unicef, contribuindo para a promoção e a defesa dos direitos de crianças e adolescentes.
Com quase 47 milhões de seguidores só no Instagram, Maisa vive e acompanha de perto as transformações da creator economy. Para ela, a capacidade de manter uma conexão duradoura com o público ao longo de duas décadas está baseada na consistência. “Eu me mantive em movimento, não tive um hiato grande na minha carreira”, diz. “Não existe fórmula para viralizar. Acredito em pilares, construção e criação de comunidade.”
Próximos passos de Maisa Silva
Hoje, Maisa dita o próprio ritmo: organiza a agenda para conseguir tirar férias com a família, faz terapia, pratica esportes e procura respeitar os próprios limites. Para o futuro, quer expandir a Mudah e os papéis no audiovisual, sem que o trabalho custe seu bem-estar: “Saúde, em primeiro lugar, é a minha maior meta, e depois felicidade. Se eu tiver esses dois, o céu é o limite.”
Confira a entrevista completa com Maisa no videocast da Forbes Brasil:
O post Depois de 20 Anos de Carreira, Maisa Olha para o Futuro: “Meu Combustível São os Novos Desafios” apareceu primeiro em Forbes Brasil.
Powered by WPeMatico

Geral2 dias agoInverno começa neste domingo no Brasil e terá impacto do El Niño

Cidades2 dias agoNoite de Louvor abre programação dos 136 anos de Cariacica com fé, música e emoção

Geral16 horas agoBlitz flagra 58 condutores dirigindo sob efeito de álcool em Aracruz

Cidades16 horas agoAses reúne prefeito Weverson e secretários para apresentar projetos estruturantes e fortalecer diálogo com o setor produtivo
- Negócios1 dia ago
CEO do Google Compartilha 3 Conselhos Que o Ajudaram a “Acertar Mais do Que Errar”

Tecnologia1 dia agoEstudo encontrou mais de 500 terremotos… em uma região onde eles não deveriam existir
- Tecnologia2 horas ago
Por que as ações da SpaceX estão despencando na Bolsa de Valores?
- Negócios2 horas ago
Banco Canadense Usará Software para Monitorar o Trabalho de Funcionários























