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Negócios

Por Que e Como Colocar Soft Skills no Currículo

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

 

 

Soft skills são um ativo indispensável para o crescimento da sua carreira. Elas são habilidades comportamentais que valem para vários setores, ajudam a fazer uma transição de carreira e são fundamentais para garantir estabilidade e progresso no ambiente corporativo. Em um mercado em que as competências técnicas já não são suficientes, essas habilidades ajudam a fortalecer a empregabilidade e s abrir portas para novas oportunidades.

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As soft skills são essencialmente competências de vida, pois você pode precisar delas em qualquer situação, desde interações e relacionamentos diários até a gestão de responsabilidades pessoais, mesmo fora do ambiente de trabalho.

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soft skills
Getty Images

Inteligência emocional e resolução de conflitos são duas das soft skills mais procuradas pelo mercado de trabalho

De acordo com uma pesquisa do Fórum Econômico Mundial de 2023, que analisou as competências mais requisitadas para os próximos anos, sete soft skills se destacam por sua crescente presença nas descrições de trabalho ou por serem mais demandadas pelos empregadores.

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Veja quais são essas habilidades:
  • Resolução de conflitos;
  • Gestão de stakeholders;
  • Adaptabilidade;
  • Pensamento criativo;
  • Liderança;
  • Resolução de problemas;
  • Inteligência emocional.

Por que as soft skills são tão necessárias?

No mercado, é comum dizer que os profissionais são contratados por suas competências técnicas, mas demitidos pelas habilidades socioemocionais (ou pela falta delas). De fato, as soft skills podem fazer diferença no momento de conseguir uma vaga ou manter um trabalho. Segundo uma pesquisa da Intelligent.com, plataforma focada em ajudar jovens profissionais a navegar no mundo corporativo, 6 em cada 10 empregadores demitiram membros da geração Z no ano passado devido à falta de soft skills e etiqueta no ambiente de trabalho. Entre os recrutadores, 90% acreditam que os profissionais mais jovens deveriam passar por treinamento para aprimorar suas habilidades socioemocionais.

Para eles, as competências que mais fazem falta nos profissionais da Gen Z incluem responsabilidade, comunicação e organização. Por isso, é importante que recém-formados não apenas incluam essas soft skills em seus currículos para futuros empregos, mas também trabalhem para garantir que elas sejam desenvolvidas e demonstradas na prática.

Quais soft skills incluir no currículo?

Há uma maneira fácil de identificar quais soft skills são essenciais para incluir no seu currículo. Tudo o que você precisa fazer é revisar a descrição da vaga desejada e, especialmente, a seção de especificação do candidato ideal, para ver quais competências o empregador exige além das habilidades técnicas.

Por exemplo, em um modelo de anúncio de emprego do Indeed para a função de analista de inteligência de negócios júnior, as seguintes habilidades foram listadas como imprescindíveis:

  • Pensamento crítico com habilidades de modelagem analítica e técnica;
  • Habilidades de comunicação e redação;
  • Atenção aos detalhes e acompanhamento;
  • Habilidades de organização e gerenciamento de projetos;
  • Capacidade de se comunicar efetivamente com clientes e equipe interna;
  • Gerenciamento básico de dados;
  • Familiaridade e sólido conhecimento prático com Google Docs, Microsoft Excel, sistemas CRM e Microsoft;
  • PowerPoint, entre outros softwares necessários.

Você pode colocar essas informações em um gerador de nuvem de palavras para extrair os principais temas ou perguntar ao ChatGPT quais são as principais soft skills para essa posição.

Com uma rápida análise dos tópicos, também é possível identificar facilmente que algumas das principais soft skills necessárias para essa função são comunicação, pensamento crítico, colaboração e automotivação para trabalhar por iniciativa própria.

Como colocar habilidades no currículo

Para colocar as soft skills no seu currículo, você pode listá-las na sua síntese profissional e também na seção de destaques de habilidades, que deve ficar no topo, antes do histórico profissional.

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Também é possível levar isso um passo adiante e elaborar como você demonstrou essas habilidades em cada função (o que é importante de destacar na entrevista, por exemplo). Por exemplo, na seção de experiência de trabalho, ao mencionar seu último cargo como estagiário, você poderia incluir como colaborou com equipes internas e mencionar os resultados positivos ou o impacto do seu trabalho como resultado dessa colaboração, quantificados sempre que possível (porque números falam mais alto quando se trata de apresentar suas habilidades e conquistas anteriores).

Se você fez algum curso para desenvolver suas soft skills, não deixe de incluir isso em seu currículo, já que demonstrar seu compromisso com o aprendizado contínuo pode impressionar os recrutadores.

A seção de interesses ou hobbies do seu currículo também pode destacar suas habilidades socioemocionais. Por exemplo, você é presidente de alguma organização? Coordena ou faz trabalho voluntário? Isso demonstra que você é habilidoso em comunicação, construir relacionamentos e trabalhar em equipe.

Independentemente das suas soft skills, encontre maneiras criativas de mostrá-las no seu currículo e garanta que elas sejam realmente relevantes para a função à qual você está se candidatando.

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*Rachel Wells é fundadora e CEO da Rachel Wells Coaching, uma empresa dedicada a desbloquear o potencial de carreira e liderança para a GenZ e os millenials.

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CMO da Diageo Quer Ajudar os Brasileiros a Beber Melhor, Não Mais

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Em uma década na Diageo, liderando o marketing de marcas icônicas como Tanqueray e Johnnie Walker, Guilherme Martins diz que seu trabalho não é estimular o aumento do consumo de álcool. “Queremos ajudar os brasileiros a beber melhor, não necessariamente mais”, afirma o executivo.

Martins compartilhou os bastidores da construção de marcas que atravessam gerações e deixou conselhos para os jovens na abertura da nova temporada do videocast Under 30 – A Jornada, apresentado por Johnnie Walker. “É uma das nossas marcas mais icônicas, há 25 anos com o slogan Keep Walking. Fala de progresso, movimento, de pessoas que desafiaram o status quo e foram autênticas para criar suas próprias histórias. O Under 30 é sobre isso.”

Há dois anos e meio como CMO da Diageo no Brasil, o executivo é o grande responsável por contar essas histórias. Este ano, trouxe a Sarah Jessica Parker para curtir o Carnaval junto com Tanqueray. É um dos exemplos de como o país tem apelo e relevância globalmente. “O Brasil tem um lugar importante na Diageo internacional. Muitas campanhas globais acabam saindo daqui ou vindo para cá em primeira mão.”

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O novo marketing

Antes de assumir a posição atual, Martins foi para o México liderar o portfólio de tequila e o lançamento da marca Casamigos, cofundada por George Clooney, em 90 países ao longo de um ano. “Essa experiência me trouxe muito conhecimento sobre diferentes culturas e equipes, além de me tornar um profissional mais curioso e sempre aberto ao novo.”

“Precisamos ter a humildade de entender que o marketing contemporâneo tem que ser do consumidor para dentro.”
Guilherme Martins, CMO da Diageo

No retorno ao Brasil, assumiu o marketing para todas as marcas da fabricante de bebidas. Cada uma, um universo à parte: Tanqueray se aproxima da moda; Johnnie Walker, da música; Old Parr, do sertanejo. “Quando entendemos o território cultural de cada uma das marcas, a criação fica mais fértil e damos protagonismo para o consumidor e para o território.”

Seu principal desafio foi interpretar as mudanças no comportamento dos consumidores e entender como os brasileiros passaram a se relacionar com as bebidas alcoólicas. “Era entender como a nova geração de jovens adultos se relaciona com o álcool. Eles buscam mais experiências e menos consumo em excesso, o que está alinhado à nossa estratégia”, diz.

De olho nos jovens Under30, dentro e fora da companhia, o executivo deixa um conselho: “Não tente agradar todo mundo. Pessoas que criam histórias memoráveis serão amadas por alguns e criticadas por outros. É preciso autenticidade para não se perder em um mar de iguais num momento em que o mercado precisa de pessoas diferentes.”

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Acionistas da Vale elegem Ollie como novo presidente do Conselho de Administração

Redação Informe ES

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Os acionistas da Vale elegeram nesta quarta-feira (22) o conselheiro da mineradora Manuel Lino Silva de Sousa Oliveira, conhecido como Ollie, para a presidência do conselho de administração, em um movimento apoiado pela principal acionista, a Previ, após semanas de tensões relacionadas à governança corporativa.

Ollie, que já atuava como conselheiro da Vale desde 2021 e como lead independent director (LID) desde 2023, foi eleito presidente em assembleia extraordinária com quase 2 bilhões de votos favoráveis, após a Previ ter solicitado, em junho, a destituição do então chairman, Daniel Stieler, e manifestado apoio à sua candidatura.

Cerca de 105 mil votantes foram contrários à candidatura de Ollie e aproximadamente 1,4 bilhão se abstiveram.

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Em nota à imprensa após a eleição, Ollie reafirmou o compromisso “inabalável” do conselho da Vale com o planejamento estratégico de longo prazo, assegurando a disciplina na alocação de capital e a retomada sustentável e consistente do protagonismo global da Vale.

“Para a plena execução dessa agenda, o Conselho continuará atuando em permanente convergência e sinergia com o Comitê Executivo”, afirmou o novo chairman.

O conselheiro Marcelo Gasparino também concorreu ao cargo de presidente do conselho, obtendo cerca de 1 bilhão de votos de aprovação, 1,19 bilhão de rejeição e 1,25 bilhão de abstenção.

Stieler, que ocupava a presidência do conselho da Vale desde 2023 e era membro do colegiado desde 2021, renunciou aos cargos de conselheiro e de presidente do conselho da Vale no início do mês, antes que a assembleia votasse nesta quarta-feira o pedido de sua destituição.

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A eleição ocorreu após o conselho ter recomendado, por maioria, que os acionistas rejeitassem a proposta da Previ de destituir Stieler, em uma reunião presidida por ele próprio. Posteriormente, o conselheiro da mineradora indicado pela Previ, Marcio Chiumento, afirmou que essa reunião ocorreu em “clara situação de conflito de interesses”.

Nesta quarta-feira, alguns acionistas pediram a palavra na assembleia para fazer questionamentos relacionados a matérias publicadas nas últimas semanas sobre a empresa. Entre elas, uma reportagem do colunista de O Globo Lauro Jardim publicou um trecho de fala de Gasparino no conselho, no qual ele afirmou que Stieler teria informado o colegiado sobre pressões externas na empresa.

A Previ, que detém aproximadamente 7% da Vale e administra os planos de aposentadoria dos funcionários do Banco do Brasil, argumentava que Ollie ajudaria a fortalecer a governança de uma das maiores produtoras de minério de ferro do mundo.

O executivo tem mais de 45 anos de experiência em finanças corporativas e estratégia, principalmente no setor de mineração, em empresas como Anglo American e De Beers.

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Ainda durante a assembleia desta quarta-feira, os acionistas elegeram Ieda Gomes Yell como membro do conselho, para a cadeira deixada por Stieler. 

As ações da Vale subiam cerca de 3% após a assembleia de acionistas, superando o desempenho do principal índice da bolsa paulista B3, o Ibovespa, e eram impulsionadas também pelos números de produção de minério de ferro da companhia no segundo trimestre publicados na noite de terça-feira.

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Negócios

Sicredi ultrapassa os R$ 70 bilhões em carteira de consórcios

Redação Informe ES

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Com R$ 71,1bilhões em créditos ativos registrados até junho de 2026, aumento de 27,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior, a operação de consórcios do Sicredi apresenta uma consistente expansão.  Um dos fatores que têm colaborado para esse crescimento é a evolução dos tíquetes médios dos créditos em consórcios. Nos últimos cincos anos, o aumento foi de 52%, com a média passando de R$ 79,8 mil no primeiro trimestre de 2022, para R$ 121,4 mil no mesmo período de 2026.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), o tíquete médio de mercado registrou uma valorização nominal de 50,1% nos meses de janeiro compreendidos no último quinquênio. Quando descontada a inflação acumulada do período (IPCA de 21,4%), o setor ainda entrega um ganho real de 23,6%, considerando a evolução de R$ 60,3 mil, em janeiro de 2022, para R$ 90,5 mil no mesmo mês de 2026.

No comparativo anual mais recente, o valor de janeiro deste ano representou uma alta de 9,5% frente aos R$ 82,6 mil registrados em 2025, confirmando que o interesse do brasileiro por cotas de maior valor permanece em ascensão e compatível com a capacidade financeira dos consorciados.

“Esse aumento indica que o consórcio se consolidou como uma ferramenta estratégica, não só para aquisições de menor valor, como também de planejamento para aumento de patrimônio. Com isso e ainda considerando todas as vantagens da solução como, por exemplo, a não incidência de juros, tem atraído cada vez mais adeptos, incluindo o público de maior poder aquisitivo”, destaca Thiago Rossoni, diretor executivo de Produtos e Serviços.

Dentro do Sicredi, o destaque fica para o segmento de Pessoa Física, cujo tíquete médio apresentou um salto de 63% nos últimos quatro anos, superando a média geral da instituição. Destaque para o público considerado alta renda que, em março, registrou um tíquete médio de R$ 149,5 mil. Entre as finalidades dos consórcios, automóveis teve o maior crescimento percentual, registrando alta de 48% entre 2022 e 2026. Já os tíquetes para imóveis subiram 40% no período.

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Atualmente, a maior média de valores para aquisições via consórcios é da categoria pesados que engloba caminhões e tratores, por exemplo. As aquisições relacionadas a veículos elétricos por meio de consórcios também têm se destacado. Nos últimos nove meses, o Sicredi já concedeu mais de R$ 124 milhões em cartas de crédito para carros e carregadores elétricos.

“A versatilidade do consórcio permite que as cotas de pesados também possam ser usadas para veículos de maior valor”, explica Rossoni.

Sobre o Sicredi

O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.

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