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Psicologia do Dinheiro: como ela influencia suas metas e decisões

A psicologia do dinheiro é uma ferramenta poderosa que pode desbloquear seus sonhos, desejos e metas financeiras. Ao entender as emoções que o dinheiro desperta em você, você pode ganhar maior controle sobre suas finanças e até mesmo transformar sua vida.
Compreendendo a Psicologia do Dinheiro
A psicologia do dinheiro é um estudo que se concentra no comportamento de consumo e nos vieses cognitivos que influenciam a forma como cada pessoa se relaciona com os recursos disponíveis. Este campo de estudo revela que o sucesso financeiro tem mais a ver com comportamentos do que propriamente com conhecimentos de matemática, contabilidade ou investimentos.
A Importância da Psicologia do Dinheiro
Sempre repito aos meus alunos que conhecimento é poder. E quando falo em conhecimento, não estou me referindo apenas ao conhecimento prático sobre mercado financeiro, mas muito além disso.
A verdade é que autoconhecimento é poder. Se você não tiver consciência de quais pontos fortes, fracos, percepções e tendências traz para a mesa, pode ser bem mais difícil alcançar objetivos financeiros.
Como a Psicologia Afeta suas Finanças
Existem algumas premissas básicas que facilitam muito o caminho de quem deseja ter sucesso com finanças pessoais, como: gastar menos do que ganha, investir de forma contínua, ter reserva de emergência, escolher investimentos compatíveis com as metas, etc.
Ocorre, porém, que a relação com o dinheiro é complexa, pois envolve camadas de sonhos, frustrações, esperanças, traumas, desejos e histórias de vida. Toda essa combinação de experiências influencia no nosso perfil e comportamento financeiro.

Gastador X Economizador
Todos sabemos que o gastador é aquele que ao se ver com dinheiro nas mãos, rapidamente encontra motivos para esbanjar, enquanto o economizador é aquele que se sente mais feliz e tranquilo tendo dinheiro guardado, e para isso, não se importa de até mesmo abrir mão de realizar desejos materiais.
Nenhum dos extremos é bom. Tanto quem gasta tudo o que ganha, como quem guarda tudo o que ganha são pessoas que nunca estarão satisfeitas, pois lhes falta um porquê maior, e o que fazem nunca lhes parecerá suficiente.
Quando você encontra verdadeiramente o seu porquê gastar, e porquê poupar, passa a agir de forma mais equilibrada e eficiente, aprendendo a planejar ambas as coisas.
Nerd X Espírito Livre
Certamente você já leu por aí que, em se tratando de grana, existem dois tipos de pessoa: uma toda certinha e outra “vida louca”, e normalmente, elas formam um casal.
Brincadeiras à parte, o fato é que temos os organizadíssimos, que planilham absolutamente todos os seus ganhos e gastos, e medem seu sucesso através de números, e do outro lado, temos o time do “só se vive uma vez”.
Esses últimos normalmente têm pavor só de ouvir a expressão orçamento, e sua palavra de ordem quando o assunto é dinheiro, passa quase que somente por compras e entretenimento.
Qual dos dois está certo? Acho que nenhum, pois quem controla tudo obstinadamente, se priva de algumas experiências que valem mais do que dinheiro e dão sentido à vida.
Entretanto, quem não controla nada, não está se preparando para o futuro e, a menos que seja herdeiro de uma grande fortuna, tende a enfrentar grandes dificuldades na vida.
Por isso é importante refletir quais são os comportamentos que predominam quando você se vê com dinheiro, independente dos valores financeiros envolvidos.
Saber para onde está indo o dinheiro é fundamental para garantir qualidade de vida e um futuro sem perrengues, mas não vai adiantar tornar-se um anotador de gastos. É necessário ter um planejamento claro, com metas precificadas e com prazo para realização.
Ao fazer um planejamento, vai ficar mais fácil inclusive se permitir alguns luxos e extravagâncias ao longo da jornada.
Segurança X Status
Antes de uma decisão de compra você costuma se perguntar o real motivo de estar desejando tanto alguma coisa? E quando você desiste de gastar com algo que queria, você reflete sobre o que o levou a abrir mão de um sonho imediato e guardar o dinheiro?
Aconselho fortemente que você crie o hábito de refletir sobre essas coisas, pois aprender a identificar o que o motiva quanto você gasta ou economiza é o instrumento chave para começar a usar a psicologia do dinheiro a seu favor.
Se você é do tipo que valoriza a segurança, certamente se preocupa em assegurar estar preparado para uma perda de emprego, uma emergência médica ou até mesmo uma queda na renda. Mas, é importante se conhecer e aprender a distinguir necessidade de segurança de medo.
A necessidade de segurança te impulsiona a se organizar, enquanto o medo te paralisa e impede de agir com generosidade consigo e com os outros, faz com que você procrastine decisões financeiras importantes para a qualidade de vida, e pode até mesmo torná-lo sovina.
Se ao contrário disso, você é do tipo que se preocupa com status, o dinheiro pode ser uma armadilha que te escraviza em função de aparências. Por isso, é urgente que você busque compreender porque a opinião dos outros é tão importante na sua vida. Que inseguranças e fragilidades você carrega, que te fazem sentir necessidade de reconhecimento e aprovação quanto ao seu estilo de vida?
Como a psicologia do dinheiro afeta suas decisões
O dinheiro é uma lupa e, ao contrário do que muita gente acredita, ele não te torna alguém melhor ou pior, ele apenas revela o que predomina em sua mente.
Uma pessoa gentil, empática e generosa, o será ainda mais se tiver dinheiro. Alguém arrogante, egocêntrico e egoísta com dinheiro, vai sê-lo de forma ainda mais rude.
O dinheiro é simplesmente uma ferramenta e você decide o que fazer com ele, assim como decide quem manda: você ou ele.
Tomamos milhares de decisões cotidianas, e a maioria delas, mesmo que inconscientemente, são influenciadas pela psicologia do dinheiro. Nenhum dos perfis que mencionei neste artigo são 100% bons ou ruins. O que irá potencializar os aspectos positivos ou negativos de cada um deles, é o quanto você se conhece e tem domínio sobre suas emoções.
Saber que sua psicologia tende para um determinado comportamento é o primeiro passo para aprender a controlar isso.
Lembre-se que o dinheiro não te define como pessoa, mas a forma como você lida com ele, sim.
Entender a psicologia do dinheiro para prosperar
Entender como sua psique lida com as emoções que o dinheiro provoca é um trabalho e tanto, mas eu sei que você pode fazê-lo.
Dentre os mais de 40 mil alunos que passaram pelos meus cursos de finanças, tive a oportunidade de ver pessoas das mais variadas origens e níveis de renda realizarem mudanças estruturais em sua mentalidade financeira, que foram benéficas para si e para suas famílias.
Auto observação é trabalho para a vida toda, mas, aos poucos, a prática vai tornando tudo mais fácil, e você começa a compreender porque tem medos, sonhos e determinados comportamentos financeiros recorrentes.
Saber porque você toma decisões de determinada forma irá turbinar seu progresso financeiro. Depois disso, o restante é pura técnica e você aprende em poucos meses.
Sendo assim, não adie mais. Aprender como investir é muito importante, mas para funcionar para o resto da vida, você precisa começar entendendo o porquê está fazendo isso.
Colaborou* Forbes
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Google Cloud Nomeia Milena Leal Como Country Manager no Brasil

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
O Google Cloud anunciou Milena Leal como nova country manager para o Brasil nesta terça-feira (6). A executiva passa a se reportar diretamente a Eduardo López, presidente da companhia para a América Latina.
No Google Cloud desde 2020, Leal ingressou como diretora de negócios, com a missão de estruturar o plano de go-to-market no mercado brasileiro. Depois, assumiu a área de contas estratégicas no país.
Formada em direito pela Universidade Paulista, a executiva soma passagens por empresas como SAP e Oracle ao longo de mais de três décadas de carreira no setor de tecnologia. “Assumir este novo desafio é motivo de muito orgulho para mim, com a certeza de que ainda temos muito a fazer para que a tecnologia possa contribuir com novas formas de fazer negócios e abrir portas para mais pessoas ingressarem no mercado de trabalho”, afirma.
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Trabalho Remoto: 4 Indícios de Que Esse Modelo Combina com Você
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
O trabalho remoto, hoje, já não é mais visto como o sonho utópico de qualquer trabalhador, como costumava ser retratado. Tornou-se o tema mais emocionalmente carregado do ambiente corporativo desde os escritórios abertos. Desde que a pandemia de COVID-19 nos apresentou, ainda que temporariamente, à realidade do trabalho em casa, esse modelo passou a ser visto, no mínimo, como polarizador. Um grupo jura que o trabalho remoto destrói a cultura, a produtividade e a sanidade. O outro insiste que o “escritório” é uma relíquia ultrapassada e que quem quer voltar só sente falta dos lanches grátis.
A verdade, como quase sempre, está em algum ponto intermediário. O trabalho remoto funciona muito bem para algumas pessoas — e os dados confirmam isso. Embora não seja ideal para indivíduos que precisam de alta estimulação externa ou de uma estrutura rígida, ele é extremamente favorável para quem prospera em ambientes com autonomia e poucas distrações.
1. O trabalho remoto satisfaz sua necessidade de controle
Algumas pessoas simplesmente rendem mais quando têm autonomia. Normalmente, não precisam de discursos motivacionais, vigilância constante ou alguém ditando o ritmo. O que elas realmente precisam é de espaço e de poder decidir como estruturar o próprio dia de trabalho.
Algumas pessoas fazem seu melhor trabalho quando têm controle sobre a própria agenda, ambiente e fluxo de tarefas. Um estudo em formato de diário, realizado em 2025 com 85 servidores públicos, totalizando 605 avaliações diárias ao longo de duas semanas, confirma isso.
Os autores constataram que os dias de trabalho remoto estiveram consistentemente associados a maiores sentimentos de autonomia e competência, o que se traduziu em maior bem-estar. Embora o trabalho remoto tenha reduzido a sensação de “relacionamento” (ou seja, proximidade com colegas), essa queda não comprometeu de forma significativa o bem-estar nem a satisfação no trabalho.
Dependendo da personalidade e das necessidades psicológicas e profissionais de cada um, é possível extrair os seguintes “benefícios” do trabalho remoto:
● Controle sobre a rotina diária
● Capacidade de gerenciar estímulos sensoriais (ruído, iluminação, temperatura etc.)
● Menos checagens desnecessárias
● Mais tempo ininterrupto de “fluxo”
Assim, se a supervisão excessiva drena sua energia ou se você pensa melhor na solidão, o trabalho remoto oferece ao seu cérebro as condições necessárias para funcionar em plena capacidade.
2. O trabalho remoto permite foco profundo para quem se distrai facilmente
O escritório aberto moderno foi vendido como um espaço de colaboração e criatividade, mas, na prática, muitas vezes destrói a concentração. Para tarefas que exigem pensamento profundo, precisão ou foco sustentado, o burburinho constante, as interrupções aleatórias e o ruído ambiente podem ser extremamente prejudiciais.
Um estudo em formato de diário publicado em 2024 no Journal of Business and Psychology, comparando o desempenho em dias de trabalho em casa e no escritório, descobriu que, em média, o trabalho remoto esteve associado a um melhor desempenho profissional.
Para pessoas que têm dificuldade de concentração em ambientes barulhentos ou socialmente intensos, o trabalho remoto não apenas parece mais fácil, ele de fato aumenta a clareza cognitiva e a produtividade. A possibilidade de personalizar o ambiente e a agenda, concentrar tarefas profundas nos momentos de maior energia e evitar o “teatro do escritório” frequentemente gera picos de produtividade que simplesmente não são possíveis em um escritório tradicional.
3. O trabalho remoto melhora a saúde mental
O mesmo estudo de 2025 citado anteriormente, baseado na teoria da autodeterminação, constatou que o trabalho em casa satisfaz repetidamente necessidades psicológicas básicas como:
● Autonomia (sentir-se no controle)
● Competência (sentir-se eficaz e capaz)
Isso se traduziu em maior bem-estar geral e até em comportamentos mais colaborativos em relação aos colegas. Para muitos, o escritório é uma fonte de comparação social, superestimulação e pressão para “representar um papel”. Os dias de trabalho remoto eliminam esses estressores crônicos e ajudam a restaurar recursos psicológicos que se esgotam rapidamente.
Alguns grupos se beneficiam muito mais do trabalho remoto do que outros, como:
● Pessoas altamente sensíveis (HSPs)
● Trabalhadores neurodivergentes
● Pessoas com condições de saúde crônicas
● Cuidadores ou pais
● Introvertidos
Quando o seu sistema nervoso funciona de forma diferente da “norma do escritório”, o trabalho remoto oferece um ambiente mais calmo e acolhedor.
4. O trabalho remoto protege o equilíbrio entre vida pessoal e profissional
Exigências inegociáveis do trabalho presencial, como o deslocamento diário, podem prejudicar o equilíbrio entre vida pessoal e trabalho. O tempo gasto no trajeto costuma ser tratado como “parte do trabalho”, mas seus custos psicológicos mostram que ele é muito mais do que isso. O tempo, a energia e a carga mental envolvidos, duas vezes por dia, podem desgastar qualquer pessoa, especialmente quem tem um perfil mais adequado ao trabalho remoto.
Uma grande pesquisa global com trabalhadores de 27 países revelou que o trabalho remoto economiza, em média, 72 minutos por dia ao eliminar o deslocamento. Curiosamente, esse tempo “recuperado” não desaparece: cerca de 40% é redirecionado para o trabalho, 34% para lazer e 11% para cuidados pessoais ou familiares. Ao longo de semanas e meses, esses 72 minutos fazem uma grande diferença.
Para quem busca melhor equilíbrio entre vida pessoal e profissional, esse tempo pode ser transformador, abrindo espaço para mais sono, refeições adequadas, pausas ao longo do dia, exercícios e hobbies. Nesse sentido, o trabalho remoto não muda apenas a forma como você organiza suas tarefas; ele pode transformar a maneira como você vive. Para cuidadores ou pessoas com fadiga crônica, essa flexibilidade é especialmente poderosa.
A chave para saber se o trabalho remoto é ideal para você
O debate “remoto versus escritório” é menos sobre quem está certo e mais sobre encontrar o encaixe entre a pessoa e o ambiente. O trabalho remoto é apenas um entre vários contextos possíveis — e, para milhões de pessoas, é aquele em que elas realmente prosperam.
O mais importante é lembrar que preferir o trabalho remoto não significa ser “preguiçoso”, “desmotivado” ou “antissocial”. Muitas vezes, significa apenas que você funciona melhor com autonomia, foco e produtividade autodirigida.
Se o trabalho remoto já pareceu um prazer culposo ou algo que você precisava justificar, vale reforçar para si mesmo que, como muitas outras pessoas, você floresce justamente porque esse modelo oferece o silêncio, a flexibilidade e a independência que combinam com você. Não se trata de rejeitar a vida no escritório, mas de escolher a estrutura que melhor se alinha à sua forma de funcionar.
E, se você ainda tem dúvidas sobre ser alguém mais solitário do trabalho remoto ou mais social do trabalho presencial, aqui vai um checklist útil. O trabalho remoto tende a ser ideal para você se:
● Você gosta de trabalhar de forma independente
● Fica sobrecarregado em ambientes caóticos
● É automotivado e sabe estruturar seu dia
● Não depende de pressão externa para manter o foco
● Valoriza flexibilidade e liberdade pessoal
● Pensa melhor em ambientes silenciosos e controlados
● Política e dinâmicas de escritório o esgotam
● Tomar decisões importantes, como escolher o ambiente de trabalho, exige pensamento profundo e analítico.
*Mark Travers é colaborador da Forbes USA. Ele é um psicólogo americano formado pela Cornell University e pela University of Colorado em Boulder.
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7 Mitos Que te Impedem de Alcançar o Sucesso

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Se você procurar a definição de sucesso na internet, encontrará milhões de resultados. Para alguns, pode ser definido como acumular riqueza; para outros, evoca a ideia de ajudar pessoas ou impactar positivamente o mundo. Embora cada um tenha sua própria interpretação, em um nível mais amplo, sucesso se refere a alcançar um resultado desejado.
Definir o que é sucesso é algo poderoso. Mas, se você estiver operando sob equívocos comuns, essa ideia pode acabar impedindo seu avanço profissional. Para aumentar as chances de realizar seus objetivos, confira sete mitos comuns sobre sucesso — e como superá-los.
7 mitos sobre o sucesso
1. Sucesso significa trabalhar sem parar
Acreditar que é preciso trabalhar 80 horas por semana para ser bem-sucedido é um mito comum. Para se tornar um profissional de alto desempenho, o ideal é trabalhar de forma mais inteligente — e não por mais horas. As pessoas mais produtivas do mundo têm o hábito de fazer pausas e até cochilos quando necessário. Para muitos, isso pode parecer preguiça. No entanto, programar momentos diários de descanso traz benefícios comprovados pela ciência.
Em um estudo publicado pelo NIH (National Institutes of Health), agência de pesquisa biomédica dos Estados Unidos, pesquisadores descobriram que pequenas pausas ajudam no aprendizado de novas habilidades. “Nossos resultados sustentam a ideia de que o descanso em estado de vigília desempenha um papel tão importante quanto a prática no aprendizado de uma nova habilidade. Parece ser o período em que nossos cérebros comprimem e consolidam memórias do que acabamos de praticar”, afirma Leonardo G. Cohen, médico e pesquisador sênior do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame do NIH.
2. Sucesso é um destino
Se você já disse frases como “vou ser feliz quando eu…”, provavelmente encara o sucesso como um destino. O complemento pode ser “comprar um carro novo”, “conseguir um novo emprego” ou “ganhar meu primeiro milhão”. Na realidade, o sucesso é uma jornada em constante evolução. Alguns chegam a defini-lo como um estilo de vida.
Quando você vê o sucesso como a capacidade de viver o momento presente, pode ser feliz independentemente da fase da vida em que esteja. A chave é se desvincular do resultado final e aprender a apreciar o processo.
3. Fracassar faz de você um fracasso
Não é o fato de fracassar que importa, mas sim como você lida com isso. Em muitos casos, o fracasso é um degrau rumo ao sucesso — especialmente quando você aprende com os erros. Para ressignificar o fracasso, encare-o como uma experiência de aprendizado. Ao tratá-lo como um momento educativo, você adota uma mentalidade de crescimento. Assim, passa a ter a chance de refinar sua estratégia, se recuperar dos desafios e continuar evoluindo.
4. Pessoas bem-sucedidas não sentem medo
Muita gente acredita que, para ter sucesso, é preciso ser destemido. Isso não poderia estar mais longe da verdade. A chave do sucesso é saber administrar o medo para que ele não atrapalhe seus objetivos. O medo pode ser paralisante, mas, quando bem gerenciado, pode impulsionar o sucesso.
Pessoas bem-sucedidas geralmente lidam com o medo reconhecendo sua existência e agindo apesar dele. O medo é uma emoção humana normal. Ao aceitá-lo, em vez de evitá-lo, você aprende a reformular pensamentos negativos e a focar nos benefícios potenciais de suas ações.
5. Pessoas bem-sucedidas nunca desistem
Embora o sucesso dependa de perseverança, a chamada “garra” existe em um espectro. Em excesso, ela pode ser prejudicial e impedir que você reconheça quando é hora de seguir em frente. É o que aponta a autora e psicóloga clínica Melanie McNally.
Em sua pesquisa, McNally identificou o lado negativo da inflexibilidade. Se você está tão focado em um objetivo por causa do tempo e do esforço investidos que ignora uma oportunidade melhor, pode estar sendo “persistente demais”. Com isso, continua no mesmo caminho, sente-se desmotivado e pode acabar tendo um burnout. Às vezes, ter sucesso significa reconhecer que é hora de deixar um objetivo para trás e buscar um novo desafio. Ao se dar tempo e espaço, você se abre para novas experiências.
6. Pessoas bem-sucedidas focam em suas fraquezas
Ao contrário do que muitos acreditam, para alcançar bons resultados você deve focar em seus pontos fortes — e não em suas fraquezas. Se você se concentrar apenas no que faz mal, nunca atingirá seu potencial. Mas, se construir sua carreira com base em seus pontos fortes, terá mais chances de sucesso.
Pontos fortes não são apenas coisas em que você é bom, mas aquilo em que você se destaca e gosta de fazer. Pergunte a si mesmo:
- Você gosta de fazer isso?
- Isso te dá energia?
- Você perde a noção do tempo enquanto faz?
Se a resposta for “sim” para todas, trata-se de uma força única que vale a pena desenvolver. Para crescer pessoal e profissionalmente, invista no que você faz bem de forma natural.
7. Autoestima é um pré-requisito para o sucesso
Embora pareça contraditório, a baixa autoestima pode ser um forte motor para o desejo de sucesso. Uma das razões é que essas pessoas acreditam que seu valor está ligado às conquistas. Elas não se sentem bem consigo mesmas se não estiverem trabalhando duro ou realizando algo. Por isso, frequentemente precisam de provas constantes ou reconhecimento para se sentirem valorizadas.
Alguns dos autores, artistas e líderes mais famosos da história lidaram com a autossabotagem e a dúvida. Michelangelo, por exemplo, duvidou de sua capacidade de pintar a Capela Sistina porque se considerava, acima de tudo, um escultor. Apesar disso, ele acabou alcançando seu objetivo.
Independentemente da sua definição, o sucesso exige consistência, resiliência e determinação. Nunca é tarde para perseguir seus sonhos. Apenas lembre-se: antes de tudo, você precisa se permitir imaginar seu grande objetivo. Depois disso, pode se motivar para buscá-lo.
*Caroline Castrillon é colaboradora da Forbes USA. Ela é mentora de liderança corporativa e ajuda mulheres a lidar com mudanças em suas carreiras.
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