Política
Governador respalda indicação de Vidigal e sinaliza apoio a Weverson Meireles à prefeitura da Serra

“Os projetos que você tem é o projeto que eu tenho” disse, Renato Casagrande sobre à indicação de Vidigal a sua sucessão na prefeitura da Serra
O encontro ocorrido no último sábado(20), que oficializou a entrega do Sistema Viário Norte Sul, no bairro Jardim Limoeiro, considerada uma das maiores obras de mobilidade urbana já feita por um município, contou com a presença de autoridades municipais e estaduais, dentre elas, do governado Renato Casagrande (PSB).
Ao todo, foram R$ 100 milhões de investimento. Desse valor total, o Governo do Estado aplicou R$ 30 milhões, que vieram por meio do “Fundo Cidades”, e os outros R$ 70 milhões foram aplicados com recursos próprios da administração municipal.

Ao saudar o prefeito Sérgio Vidigal (PDT), Casagrande expressou seu apoio incondicional à indicação do prefeito pedetista na pré-candidatura de Weverson Meireles(PDT) à prefeitura da Serra, nas eleições de 6 de outubro.
” ..alegria de estar aqui com o prefeito Sérgio Vidigal, nosso querido amigo e parceiro. Obrigado, Sérgio, pelo seu carinho, pelas suas palavras. E está aqui o Werverson que você me emprestou. Foi meu secretário de turismo, excelente secretário de turismo. Puxou ele de volta pra ser chefe de gabinete, para coordenar os trabalhos na prefeitura, e tem projetos pra ele. E quero dizer que os projetos que você tem é o projeto que eu tenho, tá certo? Então, nós estamos juntos nesse trabalho que está sendo desenvolvido aqui na Serra.”
Ainda em discurso, o governador disse que a Serra é o maior município do estado do Espírito Santo, e continuou:
“A Serra é o maior município desse estado. Nós não estamos falando de qualquer coisa, não. Portanto, Weverson, conte conosco!” pontuou, Renato Casagrande.
Escolha de Weverson ganha força
O meio político da Serra que andou especulando a possibilidade do prefeito Sergio Vidigal (PDT) voltar atrás na decisão na indicação do Weverson para sucedê-lo parece que, aos poucos, vai se convencendo que essa possibilidade está cada vez mais distante, é claro que na política quase tudo é possível, mas essa possibilidade está se tornou cada vez mais remota a cada dia que passa.
Além do prefeito reforçar que a decisão é irreversível e que o nome escolhido por ele é o de Weverson Meireles, o pré-candidato agora tem mais um aliado: o governador Renato Casagrande.

O jovem de 33 anos que ganhou destaque no grupo de Vidigal é bem avaliado e querido, também, pelo Palácio Anchieta, pelo trabalho realizado a frente da Secretaria de Estado de Turismo.
O que isso significa para a cidade?
Partindo do ponto em que Estado e Prefeitura comungam de um bom relacionamento, e as parcerias estão aí para todos verem, uma vez eleito prefeito, Weverson teria as credenciais consolidadas para continuar recebendo os incentivos e apoio necessário do governo do estado para o desenvolvimento serrano seguir a todo vapor, digamos – não haveria perca de tempo – por já haver um entrosamento de anos entre os gestores, o que vislumbra ser bom para a cidade, ao ponto que se for eleito outro prefeito, esse relacionamento terá que ser construído o que poderia demandar tempo por questões de alinhamento político/partidário e articulações que envolveria relacionamento, o que não nasce da noite para o dia.
Em outras palavras, os trabalhos seriam continuados sem que a Serra fosse “freada” no que tange ao planejamento e os trabalhos em andamento.
Eleições 2026
Ricardo é confirmado à reeleição destacando “Pacto com o Futuro” com forte participação popular

Em Convenção Estadual realizada nesta quarta-feira (5), o Movimento Democrático Brasileiro (MDB) oficializou a candidatura do governador Ricardo Ferraço à reeleição ao Governo do Espírito Santo nas eleições de outubro. Realizado na Matrix Music Hall, em Cariacica, o evento reuniu lideranças políticas, militantes e apoiadores na maior convenção do Estado.
Durante seu pronunciamento, Ricardo evitou o tom de polarização ideológica, defendeu a manutenção da estabilidade econômica aliada ao avanço social e apresentou o conceito de um “Pacto com o Futuro”. O governador destacou resultados alcançados pelo Espírito Santo nos últimos anos e afirmou que o Estado se tornou uma referência positiva para o Brasil em áreas como educação, saúde, segurança e infraestrutura.
Em seu discurso, Ricardo enfatizou que o equilíbrio fiscal não deve ser visto como um fim em si mesmo, mas como instrumento para garantir investimentos públicos e a melhoria dos serviços oferecidos à população.
“Responsabilidade fiscal existe para garantir escolas melhores, hospitais mais eficientes, estradas mais seguras, mais oportunidades para jovens e trabalhadores e mais qualidade de vida para as famílias”, afirmou o governador.

Ricardo também destacou resultados do Espírito Santo em diferentes áreas, citando a redução dos índices de criminalidade, os avanços na educação e o desempenho do Estado em indicadores nacionais.
“Podemos afirmar, sem medo de errar, que somos referência para o Brasil. Vem aí um novo ciclo de desenvolvimento para o Espírito Santo. Nós somos 100% capixabas e teremos o Espírito Santo em primeiro lugar”, disse.
O governador também dedicou parte central de seu discurso às mulheres capixabas, assumindo o compromisso de ampliar a presença feminina em cargos de liderança no primeiro escalão do Executivo e de fortalecer mecanismos de proteção, autonomia e geração de oportunidades econômicas.
Em contraposição ao cenário de acirramento político nacional, o candidato do MDB defendeu a união regional e o pragmatismo na administração pública. Segundo Ricardo, a relação do Governo do Estado com os municípios tem sido conduzida de forma institucional, sem distinção de bandeiras partidárias.
“A chave do futuro não pertence à direita, nem à esquerda. Pertence às nossas crianças, aos nossos jovens e às famílias”, declarou.
Ricardo conta com o apoio declarado de 75 dos 78 municípios do Estado e, durante a convenção, recebeu representantes de municípios de todas as regiões capixabas.
Com a homologação da candidatura na convenção partidária, o MDB inicia agora a etapa de registro da candidatura junto à Justiça Eleitoral e a organização das alianças majoritárias e proporcionais para as eleições de outubro.
Fotos: MDB/ES
Eleições 2026
Guerino deixa o PSD, que fica neutro na disputa do governo do ES e garante vaga a Meneguelli ao senado

A convenção estadual do PSD, realizada nesta quarta-feira(5), definiu os rumos do partido para as eleições de 2026 no Espírito Santo. A principal decisão foi a adoção da neutralidade na disputa pelo Governo do Estado, enquanto a legenda confirmou a pré-candidatura do ex-prefeito de Colatina, Sérgio Meneghelli, ao Senado Federal.
A definição encerra um período de especulações e garante a Meneghelli a vaga que vinha sendo construída nos bastidores da sigla nos últimos meses.
A decisão, no entanto, também provocou uma baixa no partido. O ex-prefeito de Linhares, Guerino Zanon, confirmou sua saída do PSD após a convenção. Em manifestação pública, ele agradeceu à legenda pela confiança, mas afirmou que os entendimentos políticos construídos anteriormente não foram concretizados, motivo pelo qual decidiu deixar a sigla.
Com a saída, Guerino passa a apoiar de forma independente a pré-candidatura do ex-prefeito de Vitória, Lorenzo Pazolini, ao Governo do Espírito Santo.
Nos bastidores da política capixaba, havia a expectativa de que o PSD pudesse compor a chapa de Pazolini, inclusive indicando o candidato a vice-governador. Entre os nomes mais comentados estavam a possibilidade do próprio Guerino Zanon e a primeira-dama de Colatina, Lívia Vasconcelos, esposa do prefeito Renzo Vasconcelos.
Com a neutralidade oficializada pelo PSD, o cenário eleitoral sofre uma nova reconfiguração. Enquanto Sérgio Meneghelli concentra esforços na corrida ao Senado, as articulações em torno da composição da chapa de Lorenzo Pazolini continuam movimentando os bastidores, especialmente diante da indefinição sobre quem ocupará a vaga de vice-governador.
A decisão da convenção reforça que as alianças para a disputa estadual seguem em construção e que novos desdobramentos ainda devem marcar o cenário político capixaba nas próximas semanas.
Da Redação – InformeES
Política
Brasil repudia revogação de visto de embaixadora nos EUA

O governo brasileiro repudiou a revogação do visto da embaixadora nos Estados Unidos, Maria Luiza Ribeiro Viotti, anunciada nesta terça-feira (4). O país norte-americano justificou a medida pela demora do Brasil na resposta à concessão de aprovação diplomática do indicado do governo Trump a assumir a embaixada dos EUA no Brasil.
O governo brasileiro rebateu as alegações, afirmando serem falsas.
“O Governo brasileiro repudia a decisão anunciada hoje pelo Departamento de Estado dos EUA de alterar o visto da embaixadora do Brasil em Washington. As duas justificativas apresentadas são falsas”.
Em nota divulgada pela Secretaria de Comunicação da Presidência da República, o governo afirmou que os EUA feriram a Convenção de Viena sobre Relações Diplomáticas quando divulgaram o nome do seu indicado para assumir a embaixada no Brasil. Segundo o governo, o nome só poderia ser tornado público após a concessão da anuência do país anfitrião.
O pedido norte-americano, acrescenta a nota, ainda está em análise.
“Não há regra na Convenção de Viena estipulando prazo para a concessão do agrément”, destacou.
“Medidas hostis”
O governo do Brasil também citou a negativa dada a dois funcionários do governo dos Estados Unidos, e justificou a medida dizendo que a presença de ambos no país teria como objetivo colocar em dúvida o sistema eleitoral brasileiro.
“Fica óbvio também o interesse descabido de interferir na próxima eleição para presidente”.
A nota afirma que o episódio de hoje faz parte de uma “escalada deliberada de medidas hostis” contra o Brasil.
“A decisão de hoje não é um fato isolado. Faz parte de uma escalada deliberada de medidas hostis ao Brasil, motivadas por razões ideológicas incompatíveis com uma parceria bilateral que sempre foi pautada pelo respeito mútuo”.
O Palácio do Planalto lembrou que autoridades brasileiras, como funcionários do governo e ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), ainda estão sob sanções da Lei Magnitsky, impostas pelo governo norte-americano em retaliação à condenação de Jair Bolsonaro por golpe de Estado. E ressaltou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem feito esforços pelo entendimento entre os dois países.
“O governo brasileiro não poupou esforços para resolver essas diferenças. O próprio presidente Lula, em sua visita a Washington em maio último, entre outros assuntos, solicitou ao presidente Trump o levantamento das sanções individuais”.
Agencia Brasil
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