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10 filmes e séries que completam 10 anos em 2025

Redação Informe ES

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Nos últimos dez anos, o universo do entretenimento foi marcado por diversos filmes e séries que deixaram um legado significativo na cultura popular. São produções que quebraram paradigmas e redefiniram gêneros. A última década realmente trouxe à tona histórias memoráveis.

Este período não apenas revelou talentos e impulsionou grandes carreiras, mas também consolidou plataformas de streaming como potências da indústria audiovisual. Através dessas obras, novos públicos foram conquistados e narrativas inovadoras passaram a dominar as telas.

10 filmes e séries que completam 10 anos em 2025

O impacto dessas produções vai além do entretenimento; elas ajudaram a moldar conversas sociais, influenciaram debates culturais e abriram espaço para maior diversidade na representação. Alguns títulos trouxeram reflexões profundas sobre questões universais, enquanto outros entregaram aventuras e histórias que marcaram géneros como ficção científica, drama e muita comédia.

Pensando nisso, o Olhar Digital elaborou uma lista com dez títulos memoráveis que, mesmo uma década após seus lançamentos, permanecem em alta. Portanto, prepare-se para relembrar ou conhecer melhor essas produções que seguem conquistando públicos ao redor do mundo.

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1. A Incrível História de Adaline

Este drama romântico surpreendeu críticos e espectadores com sua abordagem única sobre a imortalidade. Blake Lively, em um de seus papéis mais marcantes, interpretou Adaline com uma mistura de fragilidade e força que conquistou o público.

A produção chamou atenção também pela cinematografia elegante e pela trilha sonora envolvente, que complementam a atmosfera nostálgica da narrativa. O filme ainda destaca temas como solidão, sacrífícios e a complexidade dos laços humanos.

Sinopse: Adaline Bowman (Blake Lively) nasceu no início do século XX e viveu uma vida comum até sofrer um acidente que alterou o rumo de sua existência: ela parou de envelhecer. Agora, com a aparência permanente de 29 anos, Adaline vive de maneira discreta, evitando, portanto, criar vínculos para proteger seu segredo. Porém, tudo muda quando ela conhece Ellis Jones (Michiel Huisman), um filantropo carismático que desafia suas convicções e a faz repensar os riscos e as recompensas do amor.

Onde assistir: Prime Vídeo

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2. Scream Queens

Scream Queens
Divulgação/Disney+

Criada por Ryan Murphy, a mesma mente por trás de “American Horror Story”, “Scream Queens” combina humor ácido e elementos de horror em um formato inovador. A série é uma sátira ao universo das irmandades universitárias e dos clichês de filmes slasher.

Além disso, com um elenco estelar, incluindo Emma Roberts, Jamie Lee Curtis e Lea Michele, a produção conquistou um público fiel e se destacou pelo figurino extravagante e diálogos memoráveis, além de revelar reviravoltas inesperadas.

Sinopse: Em 1995, um crime misterioso abala a irmandade Kappa Kappa Tau, na Wallace University, e permanece sem solução. Anos depois, Chanel Oberlin (Emma Roberts), a presidente atual da irmandade, enfrenta uma crise quando a reitora Cathy Munsh (Jamie Lee Curtis) decreta que qualquer garota pode se juntar ao grupo. Assim, em meio ao caos, um serial killer mascarado conhecido como Demônio Vermelho inicia uma onda de assassinatos no campus, transformando a convivência entre as integrantes da irmandade em uma batalha pela sobrevivência.

Onde assistir: Disney+

3. Que Horas Ela Volta?

Este premiado drama brasileiro dirigido por Anna Muylaert trouxe à tona discussões importantes sobre desigualdade social e relações familiares. Regina Casé, em uma atuação impecável, deu vida à personagem Val, conquistando prêmios internacionais e aclamação da crítica. O filme foi selecionado como representante do Brasil para concorrer ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, solidificando sua relevância no cenário cinematográfico global.

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Sinopse: Val (Regina Casé) é uma empregada doméstica que deixou sua filha Jéssica no interior de Pernambuco para trabalhar em São Paulo. Treze anos depois, Jéssica decide visitar a mãe enquanto se prepara para o vestibular. Então, hospedada na casa dos patrões de Val, sua presença abala as regras implícitas da casa e expõe as dinâmicas de poder que regem essas relações. Entre tensões e reflexões, o filme explora a luta por dignidade e os laços que conectam gerações.

Onde assistir: Netflix

4. O Hipnotizador

O Hipnotizador

Esta série latino-americana é baseada na HQ homônima e se destaca por sua narrativa intrigante. Com produção bilíngue (espanhol e português), “O Hipnotizador” cativou audiências com sua estética única e performances intensas, especialmente a de Leonardo Sbaraglia no papel principal. O enredo explora temas de redenção, mistério e a mente humana, trazendo uma abordagem original ao gênero.

Sinopse: Arenas (Leonardo Sbaraglia) é um hipnotizador que sofre de insônia crônica devido a um trauma do passado. Ele usa suas habilidades para ajudar pessoas a enfrentarem seus próprios demônios, enquanto tenta resolver o mistério de sua própria vida. Em um mundo de sombras e segredos, Arenas mergulha fundo nas mentes das pessoas, mas descobre que algumas memórias deveriam permanecer enterradas.

Onde assistir: Max

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5. Divertida mente

Esta animação da Pixar foi aclamada por sua abordagem sensível e criativa sobre as emoções humanas. Ganhadora do Oscar de Melhor Animação, “Divertida mente” equilibra humor e emoção, proporcionando uma experiência única para todas as idades. Assim, com elenco de vozes talentoso e uma narrativa inovadora, o filme explorou temas como crescimento, mudança e aceitação.

Sinopse: Na mente da jovem Riley, cinco emoções – Alegria, Tristeza, Raiva, Medo e Nojinho – controlam suas reações ao mundo. Quando Riley se muda para uma nova cidade, a confusão interna gera um caos emocional. Alegria e Tristeza embarcam em uma jornada para restaurar o equilíbrio, enquanto Riley aprende a valorizar todas as suas emoções, mesmo as mais difíceis.

Onde assistir: Disney+

6. Sense8 (Netflix)

Sense8

Criada pelas irmãs Wachowski e J. Michael Straczynski, “Sense8” tornou-se um marco pela diversidade de seus personagens e pela representação global. Filmada em várias partes do mundo, a série abordou temas como identidade, conexão humana e liberdade. Apesar de seu cancelamento precoce, “Sense8” conquistou uma base de fãs apaixonados, que lutaram por um final digno para a série.

Sinopse: Oito desconhecidos de diferentes partes do mundo descobrem que estão mental e emocionalmente conectados. Enquanto exploram suas habilidades compartilhadas, eles enfrentam uma organização secreta que busca capturá-los. Assim, unidos por um vínculo inexplicável, eles aprendem a confiar uns nos outros para sobreviver e proteger seus entes queridos.

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Onde assistir: Netflix

7. Jogos Vorazes: A Esperança – O Final

Concluindo a épica saga baseada nos livros de Suzanne Collins, este filme trouxe uma despedida emocional e impactante para os fãs. Jennifer Lawrence entregou uma performance poderosa como Katniss Everdeen, enquanto os efeitos visuais e a narrativa tensa garantiram um final memorável. A trilha sonora, incluindo a icônica “The Hanging Tree”, também deixou sua marca.

Sinopse: Katniss Everdeen (Jennifer Lawrence) lidera a rebelião contra a opressora Capital em uma batalha final pela liberdade. Com aliados leais ao seu lado, ela enfrenta desafios inimagináveis, enquanto tenta proteger aqueles que ama e encontrar um futuro melhor para todos os distritos.

Onde assistir: Prime Video

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8. Vis a Vis

Vis a Vis

Esta série espanhola cativou o público com sua narrativa intensa e reviravoltas emocionantes. Muitas vezes comparada a “Orange Is the New Black”, “Vis a Vis” destacou-se por seu tom mais sombrio e dramático. As performances de Najwa Nimri e Maggie Civantos foram amplamente elogiadas, tornando a série um sucesso internacional.

Sinopse: Macarena Ferreiro (Maggie Civantos) é uma jovem ingênua que acaba na prisão após ser enganada por seu chefe. Enquanto luta para sobreviver no ambiente hostil da penitenciária, ela descobre forças e habilidades que nunca imaginou possuir. Em meio a alianças perigosas e traições, Macarena busca justiça e redenção.

Onde assistir: Netflix

9. Mad Max: Estrada da Fúria

Esta obra-prima do diretor George Miller redefiniu o gênero de ação com suas cenas de perseguição alucinantes e narrativa visual impressionante. Vencedor de seis Oscars, “Mad Max: Estrada da Fúria” destacou-se por seus efeitos práticos, design de produção e a atuação icônica de Charlize Theron como Furiosa.

Sinopse: Em um futuro pós-apocalíptico, Max Rockatansky (Tom Hardy) une forças com Furiosa (Charlize Theron) para fugir de Immortan Joe e seu exército. Em uma corrida de tirar o fôlego pelo deserto, eles enfrentam desafios mortais enquanto lutam por sua sobrevivência.

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Onde assistir: Max

10. Narcos

Narcos

Homem olhando diretamente para a câmera. Tom esbranquiçado fazendo referência as drogas
Netflix/Divulgação

Baseada em eventos reais, “Narcos” foi aclamada por seu retrato do narcotráfico na América Latina. Com atuações marcantes de Wagner Moura como Pablo Escobar, a série combinou drama e ação, enquanto explorava as complexas dinâmicas de poder e corrupção. “Narcos” também abriu caminho para produções internacionais ganharem destaque global.

Sinopse: A ascensão e queda de Pablo Escobar (Wagner Moura), o notório chefão do Cartel de Medellín, é narrada através das perspectivas dos agentes da DEA e do próprio Escobar. Dessa forma, entre violência, intrigas políticas e batalhas de poder, a série oferece um olhar fascinante sobre um dos períodos mais sombrios da história recente.

Onde assistir: Netflix

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BlackRock usa aquisições de R$ 127,6 bilhões para financiar data center da Meta

Redação Informe ES

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A BlackRock está estruturando uma emissão de dívida superior a US$ 12 bilhões (R$ 61,2 bilhões) para financiar um novo campus de data centers da Meta, em uma operação que marca a integração prática de duas das maiores aquisições realizadas recentemente pela gestora e amplia sua atuação no financiamento da expansão da inteligência artificial (IA).

Segundo a Bloomberg, a operação representa o resultado de anos de estratégia do CEO Larry Fink para transformar a BlackRock, tradicionalmente conhecida pelos investimentos em mercados públicos, em uma das principais participantes também do mercado de ativos privados.

Operação reúne empresas adquiridas por mais de R$ 122,5 bilhões

A emissão de dívida reúne duas empresas adquiridas pela BlackRock nos últimos anos: a Global Infrastructure Partners (GIP), comprada por US$ 12,5 bilhões (R$ 63,8 bilhões), e a HPS Investment Partners, adquirida por US$ 12 bilhões.

De acordo com pessoas familiarizadas com a operação, a transação também demonstra como a BlackRock pretende combinar as capacidades das duas unidades em futuros negócios.

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Historicamente, a GIP concentra suas atividades em investimentos em projetos de infraestrutura, enquanto a HPS desenvolveu experiência em operações de crédito estruturado e financiamentos complexos.

Segundo Larry Fink, as duas divisões já começaram a atuar de forma integrada na originação de novos negócios.

Após a divulgação dos resultados trimestrais da BlackRock na semana passada, o executivo afirmou a analistas que o pipeline conjunto das duas empresas está crescendo.

Segundo Fink, os novos projetos estão sendo desenvolvidos “de maneiras que reforçam nossa convicção na plataforma combinada, particularmente em infraestrutura digital”.

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BlackRock terá participação majoritária no empreendimento

  • O acordo firmado com a Meta prevê que fundos administrados pela GIP e pela HPS detenham 80% da participação na Project Sopaipilla Holdings, nome oficial da joint venture criada para desenvolver o projeto;
  • Essa empresa é a responsável pela captação dos recursos por meio da emissão de títulos de dívida;
  • Os 20% restantes da joint venture pertencem à Meta, que será responsável pela construção do campus de data centers e continuará administrando as operações do empreendimento;
  • Segundo pessoas envolvidas nas negociações, além da emissão de dívida, GIP e HPS também possuem participação acionária no projeto;
  • O novo complexo de data centers terá capacidade da ordem de um gigawatt e deverá entrar em operação em 2028;
  • Quando estiver concluído, o empreendimento deverá gerar mais de 300 empregos permanentes no local.

Leia mais:

  • Como adicionar uma conta na Central de Contas da Meta pelo PC ou celular
  • Como criar sua própria inteligência artificial com Meta AI Studio
  • Juiz dos EUA libera demissões na Meta em caso sobre inteligência artificial
Logo da Meta em um smartphone
20% restantes da joint venture pertencem à Meta, que será responsável pela construção do campus de data centers e continuará administrando as operações do empreendimento – Imagem: jackpress/Shutterstock

Venda dos títulos já começou

A comercialização dos mais de US$ 12 bilhões em títulos começou nesta segunda-feira (20), conduzida pelos bancos JPMorgan Chase e Morgan Stanley.

Durante as apresentações aos investidores, a BlackRock será representada pelos diretores Wes Altman, da GIP, e Garrett Cockren, da HPS, segundo pessoas com conhecimento do processo.

Meta repete modelo utilizado em outro projeto

Segundo pessoas familiarizadas com o assunto, a Meta considera a entrada da BlackRock como parceira um importante avanço para o projeto.

A estrutura da operação é semelhante à utilizada anteriormente pela empresa em parceria com a Blue Owl Capital no projeto Hyperion, localizado em uma área rural do Estado estadunidense da Louisiana.

Naquele empreendimento, a Blue Owl também ficou com 80% da joint venture, enquanto a Meta manteve os 20% restantes.

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Esse modelo permite que a empresa de tecnologia mantenha a dívida fora de seu balanço patrimonial, ao mesmo tempo em que preserva o controle sobre a administração cotidiana do data center.

Neste mês, a Meta anunciou a expansão do projeto Hyperion além da área inicialmente contemplada pela joint venture.

BlackRock amplia investimentos em inteligência artificial

A operação reforça a estratégia da BlackRock de ampliar seus investimentos em infraestrutura voltada à inteligência artificial e ao setor de data centers. Em outubro, a gestora anunciou um acordo de US$ 40 bilhões (R$ 204,2 bilhões) para adquirir a Aligned Data Centers.

Essa operação, cuja conclusão é esperada para breve, reúne a GIP, a BlackRock, além de parceiros, como Microsoft, Nvidia e a MGX, plataforma de investimentos em tecnologia criada pelo fundo soberano Mubadala Investment Company, de Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), em conjunto com a empresa de IA G42.

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Segundo a Bloomberg, a BlackRock também passa a disputar um mercado cada vez mais competitivo de financiamento da infraestrutura necessária para sustentar o crescimento da IA, segmento no qual concorrentes como Blue Owl Capital e Blackstone vêm liderando algumas das maiores operações de financiamento de data centers.

Nem a BlackRock nem a Meta comentaram oficialmente a operação.

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Tecnologia

Adeus aos discos? Indústria de games muda de rumo

Redação Informe ES

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A indústria de games pode estar entrando em uma nova fase, com menos discos e mais downloads. Segundo a The Verge, decisões envolvendo Grand Theft Auto VI e o PlayStation reforçam a tendência de uma migração cada vez maior para o formato digital.

A mudança promete trazer mais praticidade, mas também levanta dúvidas sobre acesso, revenda e preservação dos jogos. Para muitos jogadores, a discussão vai além da nostalgia: envolve a própria ideia de propriedade dos títulos.

Fim da mídia física
Discos de jogos podem virar raridade: grandes empresas avaliam um futuro quase totalmente digital. – Imagem gerada por inteligência artificial/ ChatGPT-Olhar Digital

O avanço silencioso dos jogos digitais

Durante décadas, comprar um jogo significava ir a uma loja, escolher uma caixa e voltar para casa com um produto físico que podia ser guardado, emprestado ou vendido depois.

Esse modelo começou a perder espaço com o crescimento das lojas digitais. Atualmente, consoles como PlayStation 5 e Xbox Series oferecem versões sem leitor de disco, enquanto no computador plataformas digitais como a Steam já dominam o mercado há anos.

A mudança já aparece nos números da indústria. A Capcom informou que 93% das vendas de seus jogos foram digitais no último ano fiscal e espera que esse índice chegue a 95,4%.

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Para os consumidores, a compra digital tem vantagens claras: não ocupa espaço, permite acesso imediato e facilita a instalação de jogos. Por outro lado, alguns jogadores alertam para problemas relacionados à dependência de contas, servidores e lojas virtuais.

Aplicativos de games em um celular
Discos de jogos podem virar raridade: grandes empresas avaliam um futuro quase totalmente digital. – Imagem: Robert Way/iStock

GTA VI coloca futuro dos discos em debate

O debate ganhou força após a Rockstar Games divulgar detalhes de Grand Theft Auto VI. O jogo, previsto para chegar ao PlayStation 5 e Xbox Series X/S, terá preço inicial de US$ 79,99 (cerca de R$ 440) na edição básica e US$ 99,99 (aproximadamente R$ 550) na versão Ultimate.

O ponto que chamou atenção foi a versão física. A caixa do jogo não terá um disco, mas um código para download do título.

A decisão é considerada um marco porque GTA VI deve ser um dos maiores lançamentos da indústria. Para parte dos jogadores, o formato limita práticas comuns no mercado físico, como emprestar um jogo para amigos ou revendê-lo após finalizar a experiência.

Poucos dias depois, a Sony anunciou que deixará de produzir discos físicos para novos jogos de PlayStation a partir de 2028. A empresa afirmou que a decisão acompanha a preferência crescente dos consumidores pelo formato digital.

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Os números apresentados pela própria Sony reforçam essa estratégia: no quarto trimestre do ano fiscal de 2025, 85% das vendas de jogos completos para PS4 e PS5 foram feitas por download.

DVDs PlayStation
Museus e especialistas alertam que preservar jogos digitais será um desafio para as próximas gerações. – Imagem: Mehaniq/Shutterstock

Preservação dos games vira preocupação

A mudança também preocupa grupos dedicados à preservação da história dos videogames. Sem versões físicas, manter jogos acessíveis no futuro pode se tornar um desafio ainda maior.

Entre os principais pontos levantados estão:

  • dificuldade para preservar jogos que dependem de servidores;
  • risco de perda de acesso por mudanças em lojas digitais;
  • redução da possibilidade de revenda e empréstimo;
  • desafios para museus e arquivos manterem títulos modernos.

Isso é uma notícia infeliz para aqueles que ainda preferem comprar jogos em mídia física e representa um golpe significativo aos direitos dos consumidores, ao mercado de revenda e aos criadores que dependem do mercado físico.

Frank Cifaldi, diretor executivo da Video Game History Foundation, ao The Verge.

Para ele, guardar discos em prateleiras não será mais uma solução definitiva para preservar novos jogos.

O que pode acontecer daqui para frente

O futuro dos discos ainda não está totalmente definido. A Microsoft avalia os próximos passos para o Xbox, enquanto a Nintendo mantém uma relação mais forte com mídias físicas, apesar do crescimento das vendas digitais.

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Leia mais:

  • O fim da mídia física, mas não só no PlayStation
  • GOG reage ao fim da mídia física no PlayStation e reforça defesa da propriedade digital
  • Revolta contra fim da mídia física cresce e Sony enfrenta crise nas redes sociais

No entanto, a direção da indústria parece clara: os downloads devem ocupar um espaço cada vez maior nos próximos anos.

A discussão agora é como equilibrar a praticidade do digital com a necessidade de garantir que os jogos comprados hoje continuem acessíveis no futuro. Para muitos jogadores, o fim dos discos representa não apenas uma mudança de formato, mas uma transformação na maneira como os games são consumidos e preservados.

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Tecnologia

Brasil é o 3º país mais atacado por ransomware; especialistas explicam o motivo

Redação Informe ES

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O Brasil registrou, em junho, o terceiro maior número de ataques de ransomware do mundo, segundo dados da plataforma Ransomware.live, iniciativa criada por Julien Mousqueton, CISO da Cohesity, empresa especializada em segurança de dados com inteligência artificial (IA).

Foram contabilizados 23 casos no país durante o mês, colocando o Brasil atrás apenas dos Estados Unidos e da Alemanha. É a primeira vez que o país aparece entre os dez mais afetados desde o início da divulgação dos dados da plataforma, em janeiro.

O Ransomware.live acompanha continuamente sites de vazamento mantidos por grupos de ransomware para identificar e registrar novas vítimas.

Os ataques de ransomware consistem no uso de softwares maliciosos capazes de bloquear o acesso de usuários ou organizações aos seus sistemas. Em seguida, os criminosos exigem o pagamento de um resgate para restaurar o acesso, normalmente sob ameaça de vazar ou excluir permanentemente os dados.

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Brasil fica atrás apenas de Estados Unidos e Alemanha

Segundo o levantamento, os Estados Unidos lideraram o ranking de junho, com 199 casos, seguidos pela Alemanha, com 49.

O Brasil aparece na terceira posição, com 23 ataques, à frente do Reino Unido, que registrou 21 ocorrências. Índia e Canadá aparecem empatados, com 20 casos cada.

Completam a lista dos dez países mais afetados:

  • França: 15 casos;
  • Itália: 15;
  • México: 14;
  • Tailândia: 13.

Para Gustavo Leite, vice-presidente da Cohesity para a América Latina, a presença de Brasil, Índia e Tailândia entre os principais alvos pode refletir uma mudança na estratégia dos grupos criminosos.

“A emergência do Brasil, Índia e Tailândia como alvos recém-identificados pode ser reflexo de uma estratégia deliberada de focar em jurisdições com menor maturidade na resposta a incidentes e na coordenação com forças de segurança”, avalia.

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brasil ransomware
Brasil aparece na terceira posição, com 23 ataques – Imagem: BreizhAtao/Shutterstock

Leia mais:

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Total de vítimas caiu em junho, mas continua elevado

O levantamento aponta que foram registradas 708 vítimas de ransomware em junho no mundo.

Embora o número represente uma redução de 10,5% em relação às 791 vítimas contabilizadas em maio, a Cohesity destaca que o volume permanece elevado quando comparado aos últimos 12 meses.

“Apesar dessa diminuição mensal, o volume permanece historicamente elevado quando comparado aos 12 meses anteriores, deixando claro o quão intenso e consistente é o atual cenário de ameaças”, afirma Leite.

Nos últimos 12 meses, o número de vítimas registradas pelo Ransomware.live foi:

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  • Julho de 2025: 547;
  • Agosto de 2025: 530;
  • Setembro de 2025: 598;
  • Outubro de 2025: 839;
  • Novembro de 2025: 717;
  • Dezembro de 2025: 882;
  • Janeiro: 702;
  • Fevereiro: 784;
  • Março: 844;
  • Abril: 870;
  • Maio: 791;
  • Junho: 708.

Mercado B2B segue como principal alvo

Entre os setores econômicos, o mercado B2B permaneceu como o mais afetado pelos ataques de ransomware em junho, somando 123 vítimas, uma queda de 23,1% em relação às 160 registradas em maio.

Na sequência aparecem:

  • Manufatura: 83 vítimas (queda de 19,4%);
  • Tecnologia: 56 (queda de 21,1%);
  • Serviços ao consumidor: 53 (alta de 1,9%);
  • Saúde: 52 (queda de 23,5%);
  • Agricultura e produção de alimentos: 36 (queda de 7,7%);
  • Construção: 27 (queda de 15,6%);
  • Transporte e logística: 26 (queda de 25,7%);
  • Serviços financeiros: 25 (queda de 26,5%);
  • Educação: 24 (queda de 14,3%).

Entre todos os segmentos analisados, serviços ao consumidor foi o único que apresentou crescimento em relação ao mês anterior, passando de 52 para 53 vítimas, um aumento de 1,9%.

Dados são divulgados mensalmente

Os números do Ransomware.live são publicados todos os meses pela Cohesity. Segundo a empresa, seus serviços são utilizados por clientes em mais de 140 países, incluindo 70% das empresas que integram a lista Fortune Global 500.

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