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10 séries de TV com mais episódios da história

Redação Informe ES

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A televisão acompanha a vida das pessoas há décadas, e algumas séries se destacam não apenas por seu conteúdo, mas pelo impressionante número de episódios produzidos ao longo dos anos.

Neste artigo, vamos explorar as 10 séries de TV com mais episódios da história, com produções que marcam gerações e que, em muitos casos, ultrapassam a casa dos milhares de episódios.

10 séries de TV com mais episódios de todos os tempos

  • Days of Our Lives – mais de 15.000 episódios
  • General Hospital – mais de 13.600 episódios
  • As The World Turns – mais de 13.000 episódios
  • The Young and the Restless – mais de 13.000 episódios
  • Coronation Street – mais de 11.000 episódios
  • Guiding Light – cerca de 10.500 episódios
  • Emmerdale – cerca de 10.000 episódios
  • All My Children – cerca de 9.700 episódios
  • The Bold and the Beautiful – cerca de 9.600 episódios
  • EastEnders – mais de 7.200 episódios

Days of Our Lives – mais de 15.000 episódios

Days of Our Lives
Days of Our Lives (1965 – presente) / Crédito: NBC (divulgação)

Lançada em 1965, “Days of Our Lives” ultrapassou a impressionante marca de 15.000 episódios, sendo uma das soap operas mais assistidas dos Estados Unidos.

A produção é conhecida por unir dramas familiares a reviravoltas ousadas, incluindo tramas policiais e até histórias com tons sobrenaturais. É uma das séries mais populares do gênero.

General Hospital – mais de 13.600 episódios

General Hospital
General Hospital (1963 – presente) / Crédito: ABC (divulgação)

No ar desde 1963 pela ABC, “General Hospital” é o drama médico mais longevo da televisão. Com mais de 13.600 episódios, a série apresenta tramas que misturam medicina, intrigas familiares, romance e até conspirações de suspense.

Vencedora de dezenas de prêmios Emmy, é um marco da cultura televisiva americana e continua em produção, atraindo novas gerações.

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As The World Turns – mais de 13.000 episódios

As The World Turns
As The World Turns (1956 – 2010) / Crédito: CBS (divulgação)

Transmitida de 1956 a 2010 pela CBS, “As The World Turns” totalizou cerca de 13.000 episódios. A novela focava na vida da família Hughes e dos moradores da fictícia cidade de Oakdale, explorando relacionamentos, dilemas morais e transformações sociais.

Seu fim marcou uma era da TV americana, já que foi um dos maiores sucessos do formato diurno.

The Young and the Restless – mais de 13.000 episódios

The Young and the Restless
The Young and the Restless (1973 – presente) / Crédito: CBS (divulgação)

No ar desde 1973, “The Young and the Restless” é um dos maiores marcos da TV americana, com mais de 13.000 episódios. A produção mistura romance, drama e rivalidades, com destaque para a eterna disputa entre as famílias Newman e Abbott.

Assim como outras soap operas, continua em produção e atrai milhões de espectadores diariamente.

Coronation Street – mais de 11.000 episódios

Coronation Street
Coronation Street (1960 – presente) / Crédito: ITV (divulgação)

No ar desde 1960 pela ITV, no Reino Unido, “Coronation Street” é considerada um fenômeno cultural britânico. Até agosto de 2025, já acumula mais de 11.000 episódios, retratando a vida cotidiana dos moradores da fictícia rua de Weatherfield, em Manchester.

O foco da série está na abordagem de temas reais, focando na vida comunitária ao impacto de transformações sociais na vida das pessoas.

Guiding Light – cerca de 10.500 episódios

Guiding-Light
Guiding Light (1952 – 2009, na TV) / Crédito: CBS (divulgação)

Originalmente lançada como programa de rádio em 1937, Guiding Light migrou para a televisão em 1952, permanecendo no ar até 2009. 

Ao todo, foram mais de 70 anos de história e cerca de 10.500 episódios, tornando-se uma das produções mais duradouras da TV mundial.

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O drama acompanhava diversas gerações da fictícia família Bauer, refletindo as mudanças sociais dos Estados Unidos ao longo das décadas.

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Emmerdale – cerca de 10.000 episódios

Emmerdale
Emmerdale (1972 – presente) / Crédito: ITV (divulgação)

Outra gigante britânica, “Emmerdale” estreou em 1972 e continua no ar até hoje pela ITV. Com aproximadamente 10.000 episódios, a série retrata a vida em uma comunidade rural fictícia no interior da Inglaterra.

Ao longo dos anos, a produção passou de dramas cotidianos a narrativas mais ousadas, incorporando tragédias, crimes e reviravoltas impactantes.

All My Children – cerca de 9.700 episódios

All My Children
All My Children (1970 – 2011) / Crédito: ABC (divulgação)

Exibida entre 1970 e 2011, “All My Children” marcou a televisão americana com cerca de 9.700 episódios

Criada por Agnes Nixon, foi uma das primeiras soap operas a abordar temas sociais relevantes, como racismo, política e direitos civis, dentro de um enredo de drama familiar.

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Mesmo após seu cancelamento, continua sendo lembrada como referência cultural.

The Bold and the Beautiful – cerca de 9.600 episódios

The Bold and the Beautifu
The Bold and the Beautiful (1987 – presente) / Crédito: CBS (divulgação)

Desde 1987, The Bold and the Beautiful (no Brasil, The Bold and the Beautiful: A Bela e os Ricos) já acumula aproximadamente 9.600 episódios.

Transmitida em mais de 100 países, é uma das novelas mais populares do mundo, acompanhando as disputas familiares e empresariais dos Forrester, uma poderosa família do mundo da moda em Los Angeles.

EastEnders – mais de 7.200 episódios

EastEnders
EastEnders (1985 – presente) / Crédito: BBC (divulgação)

No ar desde 1985 pela BBC, “EastEnders” já soma mais de 7.200 episódios. Ambientada no fictício bairro de Walford, em Londres, a série se consolidou como um dos maiores sucessos da TV britânica.

Com enredos que abordam questões sociais, culturais e econômicas, “EastEnders” permanece como um dos programas mais assistidos do Reino Unido.

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Astrônomos descobrem ventos de buraco negro rápidos como forte furacão

Redação Informe ES

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Astrônomos identificaram um quasar distante — ou núcleo ativo de uma galáxia — alimentado por um buraco negro supermassivo que lança ventos em uma velocidade recorde de 30% da velocidade da luz, o equivalente a cerca de 323 milhões km/h. Segundo os pesquisadores, trata-se do vento de buraco negro mais rápido já observado especificamente em comprimentos de onda ultravioleta.

O objeto, chamado J2318, abriga um buraco negro com massa estimada em 1,7 bilhão de vezes a massa do Sol e está localizado a cerca de três bilhões de anos-luz da Terra. Embora essa seja uma massa considerada bastante típica para um buraco negro supermassivo, a velocidade dos ventos observados está longe de ser comum, afirmou Patrick Hall, pesquisador da Universidade de York (Canadá) e integrante da equipe.

“Em termos de velocidade, o vento deste quasar poderia ser chamado de um furacão categoria 79”, disse Lucas Seaton, líder do estudo e pesquisador da Universidade de York, em comunicado. “Cada categoria de furacão é cerca de 20% mais rápida do que a categoria abaixo. Chamar isso de categoria 79 dá uma ideia de quão rápido ele é, mas, é claro, esse vento é diferente de tudo o que existe na Terra.”

A origem desses ventos está no comportamento dos quasares. As galáxias grandes são consideradas lar de um buraco negro supermassivo em seus centros, com massas de milhões ou até bilhões de vezes a do Sol.

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Mas nem todos esses gigantes cósmicos alimentam quasares ou emitem ventos tão potentes. Os quasares surgem quando esses buracos negros centrais são cercados por enormes quantidades de gás e poeira, chamadas de discos de acreção, que os alimentam gradualmente.

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Ilustração artística de um quasar
Representação artística de um quasar: o ponto preto no centro representa o buraco negro supermassivo no núcleo do quasar; a espiral vermelha e amarela que o circunda mostra o disco de gás quente caindo no buraco negro; parte desse gás é ejetada como o vento do quasar, representado em azul claro; o tamanho do disco mostrado é comparável ao tamanho do nosso Sistema Solar – Imagem: NASA/CXC/M. Weiss, Nahks Tr’Ehnl, Nurten Filiz Ak

“Ventos” de buraco negro?

  • Como essas massas colossais geram forças gravitacionais intensas, os discos de acreção também sofrem fortes forças de maré, que produzem atrito e fazem o sistema brilhar intensamente em todo o espectro eletromagnético. Essa radiação também empurra matéria para longe dos discos, sob a forma de intensos “ventos” de buraco negro.
  • “Nos quasares, muitas vezes vemos ventos de gás empurrados para longe do buraco negro pela luz do quasar”, disse Seaton. “O vento em J2318 pode ser visto em comprimentos de onda ultravioleta, com velocidades de até 30% da velocidade da luz. Ventos ainda mais rápidos podem ser vistos em comprimentos de onda de raios X, mas J2318 é o mais rápido já descoberto em comprimentos de onda ultravioleta”;
  • A principal diferença em relação aos ventos terrestres está no fato de que os ventos de buracos negros são impulsionados pela radiação, por partículas de luz chamadas fótons que colidem com os átomos, e não pela pressão do ar.

“Os quasares emitem tantos fótons que esses pequenos impulsos se somam e geram velocidades extremas”, disse Seaton. “O problema é que os fótons também podem remover todos os elétrons dos átomos, tornando-os invisíveis. Como empurrar o gás até as velocidades que vemos enquanto mantemos intactos os íons de carbono e silício que observamos… é um verdadeiro quebra-cabeça!”

Para tentar resolver essa questão, a equipe recorreu a dados observacionais do SDSS-IV Time-Domain Spectroscopic Survey e do SDSS-V Black Hole Mapper, ambos parte do Sloan Digital Sky Survey (SDSS).

Seaton explicou que o sistema funciona como um prisma: “Assim como um arco-íris espalha a luz do Sol em diferentes comprimentos de onda, cores, o SDSS espalha a luz de certas estrelas, galáxias e quasares no que chamamos de seus espectros. A partir desses espectros, com prática, os estudantes aprendem a identificar quasares incomuns.”

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Esses espectros detalhados de J2318 revelaram os ventos em alta velocidade do quasar no ultravioleta. O estudo de ventos de buracos negros como esse é considerado importante para entender como as galáxias evoluem, já que esses ventos são a forma como buracos negros supermassivos trocam energia com suas galáxias hospedeiras. Em especial, essa energia pode expulsar gás e poeira, matéria-prima para a formação de estrelas, sufocando o nascimento estelar nas galáxias.

“Esses fluxos extremos carregam quantidades incríveis de energia que podem afetar as galáxias ao redor. Eles funcionam como uma espécie de elo perdido: o feedback elusivo entre a região central ativa de uma galáxia e o restante da galáxia”, disse Paola Rodríguez Hidalgo, professora associada da Universidade de Washington em Bothell.

“Embora esse processo tenha sido incluído em simulações de formação de galáxias por décadas, ainda há muito trabalho a ser feito para entendê-lo por meio de observações e garantir que as simulações o tratem corretamente.”

A equipe e outros astrônomos devem continuar buscando ventos de buracos negros de alta velocidade na radiação ultravioleta, mas não estão confiantes de que encontrarão algo tão rápido quanto o de J2318.

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“Não será fácil encontrar um outflow ultravioleta mais rápido do que o de J2318, mas estamos continuando essa busca do Universo próximo até os confins mais distantes do Universo que podemos ver”, concluiu Flores.

A pesquisa da equipe foi publicada na quinta-feira (4) no The Astrophysical Journal.

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Brasileiros poderão comprar ações da SpaceX?

Redação Informe ES

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A SpaceX quer entrar na bolsa de valores com uma avaliação de mercado de US$ 1,75 trilhão, com potencial para se tornar o maior IPO (oferta pública inicial) da história. A demanda já supera em duas vezes a quantidade de ações disponíveis para venda.

O entusiasmo ocorre mesmo com a empresa ainda sem previsão de lucro no curto prazo.

Uma das particularidades da operação é a participação expressiva de investidores de varejo. A SpaceX reservou até 30% das ações ofertadas, o equivalente a cerca de US$ 22,5 bilhões, para esse público – uma fatia incomum em grandes IPOs, normalmente concentrados em investidores institucionais.

As ações serão negociadas sob o código SPCX. Para participar da oferta, os investidores precisam possuir conta em corretoras habilitadas e atender aos critérios definidos por cada plataforma. A Fidelity, por exemplo, reduziu recentemente o valor mínimo exigido para participação de US$ 500 mil para US$ 2 mil. Outras corretoras, como Robinhood, SoFi e E*Trade, não exigem investimento mínimo.

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As instituições financeiras também alertam contra a prática conhecida como “flipping”, que consiste na venda das ações logo após o início das negociações. Investidores que se desfizerem dos papéis nas primeiras semanas após o IPO podem perder o direito de participar de futuras ofertas públicas.

Fachada da SpaceX
Demanda por ações da SpaceX já supera oferta – Imagem: Walter Cicchetti/Shutterstock

Investidores do Brasil poderão participar?

As ações serão disponibilizadas para investidores em diversos mercados internacionais, incluindo o Brasil. São eles:

  • Brasil;
  • Argentina;
  • México;
  • Índia;
  • Reino Unido;
  • Austrália;
  • África do Sul;
  • Emirados Árabes Unidos;
  • Coreia do Sul;
  • Integrantes do Espaço Econômico Europeu.

As regras para participação variam conforme a legislação de cada país. Em alguns países europeus, a venda também depende da aprovação do prospecto pelas autoridades competentes.

O que acontece se não houver ações disponíveis?

Quem não conseguir ações no primeiro momento ainda poderá adquirir os papéis quando começarem a ser negociados nas bolsas.

Nesse caso, analistas consultados pela agência Reuters alertam para a possibilidade de forte volatilidade nos primeiros dias. Em ofertas muito disputadas, é comum que as ações registrem altas expressivas logo na estreia, impulsionadas pela procura de investidores que não conseguiram comprar os papéis ao preço inicial.

Outra alternativa para ter ações da SpaceX, mesmo que de forma indireta, é investir em fundos e índices que incluam os papéis da empresa.

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Fachada da Starbase, da Spacex
Analistas alertam para concorrência e valorização expressiva das ações – Imagem: Findaview/Shutterstock

Avaliação elevada da SpaceX aumenta pressão

Apesar do entusiasmo, especialistas destacam que o valor atribuído à SpaceX coloca expectativas extremamente elevadas para os próximos anos. A avaliação da empresa corresponde a cerca de 110 vezes a receita dos últimos 12 meses, o que exige um ritmo acelerado de expansão para justificar o preço pago pelos investidores.

Analistas observam que a companhia atua em um setor que demanda investimentos constantes em infraestrutura, lançamentos de foguetes e expansão de constelações de satélites. Além disso, mudanças regulatórias ou atrasos operacionais podem impactar os resultados financeiros.

A própria SpaceX informou que não espera registrar lucro em um futuro próximo. Por esse motivo, a empresa também não deve cumprir tão cedo os critérios necessários para integrar o índice S&P 500, que exige histórico de lucratividade entre outras condições.

Outro fator apontado por analistas é o aumento da concorrência por capital nos próximos anos. A abertura de capital de empresas ligadas à inteligência artificial, como a Anthropic, e o fim dos períodos de bloqueio de ações de investidores e funcionários da SpaceX podem aumentar a pressão sobre o valor dos papéis após a estreia na bolsa.

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Meta avalia captar bilhões com venda de ações para financiar projetos de IA

Redação Informe ES

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A Meta estuda captar dezenas de bilhões de dólares por meio de uma oferta de ações para reforçar os investimentos em infraestrutura de inteligência artificial (IA). A informação foi publicada nesta sexta-feira (5) pelo Financial Times, que afirma que a companhia busca novas fontes de capital para sustentar a expansão de seus projetos na área.

Segundo o jornal, executivos da empresa vêm discutindo formas consideradas “criativas” de levantar recursos à medida que a dona do Facebook e do Instagram se prepara para ampliar significativamente seus gastos relacionados à IA. As conversas teriam ganhado força após a Alphabet anunciar nesta semana uma captação de US$ 84,75 bilhões por meio de uma oferta ampliada de ações.

Logo da Meta em um smartphone, que está em cima de várias notas de dólares dos Estados Unidos
Meta avalia captar bilhões com oferta de ações para reforçar investimentos em IA – Imagem: mundissima/Shutterstock

Corrida por infraestrutura de IA pressiona investimentos

O movimento ocorre em meio à disputa entre as grandes empresas de tecnologia para construir novos data centers e atender à crescente demanda por aplicações de inteligência artificial. De acordo com o Financial Times, gigantes do setor têm recorrido cada vez mais aos mercados de dívida e de ações para financiar esses projetos, em uma mudança em relação à prática tradicional de utilizar principalmente recursos próprios.

A Meta já havia sinalizado a necessidade de ampliar sua capacidade de financiamento. Em outubro, a companhia protocolou sua maior emissão de títulos de dívida até então, com potencial de alcançar US$ 30 bilhões. Além disso, fechou um acordo de financiamento de US$ 27 bilhões com a Blue Owl Capital.

Em abril, a empresa elevou sua projeção de despesas de capital para 2026, passando a prever investimentos entre US$ 125 bilhões e US$ 145 bilhões ao longo do ano.

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Empresa diz que decisão ainda não foi tomada

Apesar das discussões, o Financial Times informou que a Meta ainda não contratou bancos para conduzir uma eventual oferta de ações. O jornal acrescenta que a empresa pode acabar optando por não realizar a operação.

A publicação afirma ainda que seria prematuro concluir que a companhia já definiu qual caminho seguirá, uma vez que diferentes alternativas de financiamento continuam sendo avaliadas.

Procurada pela Reuters, a Meta não comentou imediatamente o assunto. Posteriormente, um porta-voz da empresa classificou a reportagem como “mera especulação“.

“Temos sido claros ao afirmar que existem enormes oportunidades à frente em IA e continuaremos focados em levantar capital das formas mais flexíveis para apoiar isso”, afirmou o representante da companhia em declaração por e-mail à agência de notícias.

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Ações recuam após divulgação da notícia

A repercussão da possível emissão de ações teve impacto imediato no mercado. Os papéis da Meta registraram queda superior a 5% na sexta-feira após a publicação da reportagem. Em determinado momento do pregão, as ações acumulavam recuo de 6,6%.

O desempenho reflete preocupações de investidores sobre o volume crescente de gastos com inteligência artificial, tema que também tem pressionado outras gigantes do setor. A Alphabet, por exemplo, anunciou recentemente uma ampliação de seus planos de capex e também enfrenta questionamentos sobre o ritmo de expansão dos investimentos.

Segundo os dados citados pela CNBC, enquanto as ações da Alphabet acumulam valorização superior a 115% nos últimos 12 meses, os papéis da Meta registram queda de 13% no mesmo período.

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