Connect with us

Tecnologia

5 motivos para você adquirir um tablet em 2024

Redação Informe ES

Published

on

Os tablets continuam se destacando como dispositivos tecnológicos essenciais em 2024. Eles combinam mobilidade, potência e versatilidade em um único aparelho, tornando-se uma opção indispensável para quem busca praticidade no dia a dia. Seja para trabalho, estudo ou lazer, os tablets são ferramentas que atendem às necessidades de diversas situações.

Um dos principais motivos para adquirir um tablet é a sua portabilidade. Menor e mais leve que um notebook, ele é perfeito para ser levado a qualquer lugar, garantindo acesso rápido às suas tarefas. Outro ponto que merece destaque é a sua versatilidade, oferecendo funcionalidades que vão desde a leitura de livros digitais até a edição de vídeos e apresentações. E o melhor: em 2024, os modelos disponíveis no mercado estão ainda mais robustos, com recursos avançados e maior autonomia de bateria.

Ao longo desta lista, você descobrirá cinco motivos que tornam o tablet um investimento inteligente neste ano. Confira como ele pode facilitar sua rotina e se adaptar perfeitamente às suas necessidades!

5 motivos para você adquirir um tablet em 2024

  • Portabilidade inigualável para o dia a dia
  • Versatilidade para tarefas pessoais e profissionais
  • Economia em relação a notebooks
  • Ideal para entretenimento e lazer
  • Tecnologia de ponta em 2024

Portabilidade inigualável para o dia a dia

Uma das maiores vantagens de um tablet é a sua portabilidade. Com design compacto e leve, ele se torna uma alternativa prática para quem precisa de mobilidade no dia a dia. Seja para levar em uma reunião de trabalho, usar em uma sala de aula ou até mesmo para entreter-se durante viagens, o tablet se encaixa facilmente na sua rotina.

Diferentemente de notebooks, que podem ser mais pesados e volumosos, os tablets cabem em bolsas pequenas e mochilas sem ocupar muito espaço. Além disso, a ausência de teclado físico em muitos modelos torna o dispositivo ainda mais prático para transporte.

Advertisement

Em 2024, os tablets contam com telas de alta resolução e funcionalidades que otimizam sua experiência em mobilidade. Modelos com conectividade 5G, por exemplo, permitem acesso rápido à internet onde quer que você esteja, garantindo produtividade e diversão sem limitações.

Versatilidade para tarefas pessoais e profissionais

Os tablets são dispositivos versáteis que atendem tanto a demandas profissionais quanto pessoais. Com eles, você pode realizar tarefas simples, como ler e-mails ou navegar na internet, e atividades mais complexas, como criar apresentações e editar documentos.

Muitos modelos vêm acompanhados de acessórios como teclados destacáveis e canetas stylus, que ampliam ainda mais as possibilidades de uso. Por exemplo, com uma stylus, designers e ilustradores podem criar artes digitais com precisão. Já em ambientes corporativos, os tablets são ferramentas ideais para reuniões, apresentações e anotações.

Além disso, diversos aplicativos de produtividade e ferramentas criativas disponíveis nas lojas de aplicativos tornam o tablet uma solução poderosa para quem precisa conciliar trabalho e lazer em um único dispositivo.

Economia em relação a notebooks

Outra vantagem de adquirir um tablet em 2024 é a economia. Em muitos casos, os tablets possuem preços mais acessíveis do que notebooks com configurações semelhantes, sendo uma excelente escolha para quem deseja economizar sem abrir mão de performance.

Além disso, os tablets consomem menos energia, o que significa mais autonomia de bateria. Isso é ideal para quem precisa de um dispositivo que acompanhe longas jornadas de estudo ou trabalho sem depender de tomadas o tempo todo.

Advertisement

Com diversos modelos no mercado, você encontra tablets com configurações e preços variados, atendendo a diferentes orçamentos. É possível adquirir desde modelos básicos para tarefas simples até opções premium, que oferecem alto desempenho por um custo mais baixo do que notebooks equivalentes.

Leia também:

  • Melhores tablets para trabalhar com edição de vídeo e foto
  • 5 motivos para seu próximo celular ser dobrável
  • 5 sites para encontrar papéis de parede para PC, smartphone e tablet

Ideal para entretenimento e lazer

Se você é apaixonado por filmes, séries ou jogos, o tablet é um verdadeiro aliado. Com telas maiores que as de smartphones e qualidade de imagem impressionante, ele oferece uma experiência imersiva de entretenimento.

Assistir a vídeos em plataformas de streaming como Netflix e YouTube se torna muito mais agradável em um tablet. Muitos modelos atuais possuem suporte a HDR e som estéreo, o que melhora ainda mais a qualidade audiovisual.

Para os gamers, os tablets também oferecem suporte a jogos mais robustos, graças a processadores potentes e armazenamento ampliado. Já para os amantes da leitura, ele pode se transformar em um leitor digital, permitindo acesso a e-books, revistas e até mesmo jornais.

Advertisement
menino usando a Roblox em um tablet
(Imagem: Alex Photo Stock / Shutterstock.com)

Tecnologia de ponta em 2024

Os tablets em 2024 estão mais modernos e avançados do que nunca. Eles contam com processadores potentes, telas de altíssima resolução e recursos que tornam o uso ainda mais eficiente.

Alguns modelos incluem tecnologias como reconhecimento facial, sensores biométricos e compatibilidade com redes 5G, oferecendo maior segurança e conectividade. Além disso, as melhorias em software garantem uma experiência mais fluida e intuitiva.

Outro ponto positivo é a compatibilidade dos tablets com dispositivos de smart home e outras tecnologias conectadas, permitindo um controle mais integrado da sua casa inteligente. Para quem busca um dispositivo que acompanhe as tendências tecnológicas, o tablet é a escolha certa.

Tablet ou notebook: qual escolher?

A escolha entre um tablet e um notebook depende das suas necessidades. Se você prioriza portabilidade, versatilidade e tarefas básicas como leitura, anotações e acesso à internet, o tablet é ideal. Por outro lado, para trabalhos que exigem maior capacidade de processamento e softwares específicos, como editores de vídeo ou desenvolvimento de softwares, o notebook pode ser mais indicado.
Lembre-se de que muitos tablets podem ser equipados com acessórios como teclados e mouses, aproximando sua funcionalidade da de um notebook. Avalie o uso que você fará do dispositivo antes de tomar a decisão.

Advertisement
Qual o melhor tablet para estudo?

O melhor tablet para estudo depende do tipo de atividade que você realiza. Para leitura de PDFs, anotações e uso de aplicativos educativos, modelos com telas de 10 a 12 polegadas são ideais. Tablets compatíveis com canetas stylus, como o iPad (com Apple Pencil) ou os dispositivos da linha Samsung Galaxy Tab, são excelentes para quem precisa fazer anotações manuscritas ou desenhar gráficos.
Além disso, considere a duração da bateria e o armazenamento disponível. Modelos com boa autonomia são fundamentais para acompanhar longas horas de aulas ou estudos. Não se esqueça de avaliar a compatibilidade com os aplicativos que você mais utiliza.

Advertisement

Com tantas opções e vantagens, os tablets continuam sendo uma escolha inteligente para quem busca praticidade e desempenho em 2024. Seja para trabalho, estudo ou lazer, certamente há um modelo que se adapta às suas necessidades!

O post 5 motivos para você adquirir um tablet em 2024 apareceu primeiro em Olhar Digital.

Powered by WPeMatico

Advertisement
Continue Reading
Advertisement

Tecnologia

Pastor processa OpenAI após conselho do ChatGPT quase custar sua vida

Redação Informe ES

Published

on

Um pastor entrou com uma ação judicial contra a OpenAI, alegando que o ChatGPT forneceu recomendações médicas “extremamente perigosas”, o que teria atrasado o tratamento de uma embolia pulmonar grave e colocado sua vida em risco. O caso foi revelado pelo The New York Times.

Segundo o processo, Scott Winters procurou o chatbot para relatar sintomas relacionados ao seu estado de saúde. A ação afirma que o ChatGPT respondeu que os sinais descritos por ele “não eram algo perigoso”, o que teria contribuído para o adiamento da busca por atendimento médico.

Ainda de acordo com a acusação, o chatbot também recorreu às crenças religiosas do pastor durante a conversa, afirmando que “Deus não projetou seu corpo para falhar indefinidamente”.

Processo acusa OpenAI de negligência

  • A ação judicial acusa a OpenAI e seu diretor-presidente, Sam Altman, de negligência e de exercer ilegalmente a medicina;
  • Segundo o processo, o chatbot apresentou diagnósticos e planos de tratamento próprios em diversas ocasiões;
  • A acusação afirma ainda que o ChatGPT orientou Winters a ignorar os pedidos de familiares e amigos para procurar atendimento médico;
  • De acordo com a ação, o pastor informou ao chatbot que “as pessoas da minha igreja acham que estou louco por não ir ao hospital”;
  • Em resposta, o ChatGPT teria afirmado que “a maioria das pessoas (incluindo membros bem-intencionados da igreja) simplesmente não entende”.

Meetali Jain, advogada da ação e diretora-executiva da organização Tech Justice Law, afirmou ao Times que o chatbot acaba interferindo na relação entre usuários e as pessoas ao seu redor. “Ele se coloca como uma barreira entre o usuário e sua rede de apoio na vida real”, disse.

Advertisement
Logo do ChatGPT em na tela de um notebook e na tela de um smartphone
Chatbot teria considerado que os sintomas do usuário não eram urgentes, além de questionar a intervenção de sua família e amigos – Imagem: arda savasciogullari/Shutterstock

Leia mais:

  • Como melhorar seu texto no ChatGPT: guia prático do básico ao avançado
  • Aprenda a usar o ChatGPT: 10 dicas valiosas para criar perguntas precisas
  • OpenAI lança o Presence, plataforma para aprimorar o uso de agentes de IA nas empresas

Pedido inclui suspensão do ChatGPT Health

Além de solicitar indenização financeira, Winters pede que a Justiça determine a suspensão do funcionamento do ChatGPT Health até que avaliadores independentes concluam que a plataforma é segura.

Segundo o texto, o ChatGPT Health incentiva usuários a enviarem documentos médicos para que o chatbot participe de discussões relacionadas à saúde.

A ação também solicita que a OpenAI implemente mecanismos de proteção mais rígidos para impedir que o ChatGPT forneça respostas envolvendo diagnósticos médicos específicos e tratamentos.

Embora o chatbot já conte com salvaguardas destinadas a limitar esse tipo de orientação, o processo afirma que elas não funcionaram de forma confiável neste caso.

OpenAI afirma que serviço não substitui atendimento médico

A OpenAI sustenta que os termos de uso do ChatGPT deixam claro que a ferramenta não foi desenvolvida para realizar diagnósticos ou oferecer tratamentos médicos.

Advertisement

Ao mesmo tempo, a empresa incentiva usuários a enviarem seus registros de saúde ao ChatGPT Health para promover discussões com o chatbot.

Segundo o texto, a companhia também destaca com frequência o uso da plataforma para questões relacionadas à saúde. Recentemente, informou que cerca de 230 milhões de pessoas utilizam semanalmente o ChatGPT para consultas sobre esse tema.

Scott Winters sobreviveu ao episódio, porém, segundo o processo, deverá enfrentar “anos de intensa recuperação física e psicológica”.

Outros processos similares

A OpenAI também enfrenta outros processos relacionados ao uso do ChatGPT em questões de saúde.

Advertisement

Um deles é uma ação por morte injusta envolvendo um jovem de 19 anos que morreu por overdose após supostamente seguir um plano de tratamento elaborado pelo chatbot. Segundo a acusação, esse plano incluía orientações sobre o uso de drogas ilícitas. Assim como no caso de Winters, os autores também pedem a suspensão do ChatGPT Health.

A empresa ainda responde a outro processo por morte injusta, no qual o ChatGPT é acusado de ter contribuído para o suicídio de um adolescente.

O post Pastor processa OpenAI após conselho do ChatGPT quase custar sua vida apareceu primeiro em Olhar Digital.

Powered by WPeMatico

Advertisement
Continue Reading

Tecnologia

Terra pode ganhar um anel como o de Saturno — mas ele não será natural

Redação Informe ES

Published

on

Os planos para colocar em órbita mais de um milhão de satélites destinados a data centers espaciais, além de dezenas de milhares de espelhos orbitais, podem transformar permanentemente a aparência do céu noturno.

Segundo pesquisadores ouvidos pelo Space.com, caso esses projetos avancem, a Terra poderá ganhar um brilhante “anel de Saturno” artificial, visível de qualquer ponto do planeta durante horas após o pôr do sol e antes do amanhecer.

A estrutura seria formada por satélites alinhados em uma mesma órbita e apareceria como uma faixa luminosa que atravessaria o céu. De acordo com os especialistas, o brilho desse anel seria superior ao de qualquer estrela ou planeta e poderia até superar o da Lua cheia.

Hugh Lewis, professor de astronáutica da Universidade de Birmingham (Reino Unido), afirmou que a única forma de acomodar o enorme número de constelações de data centers atualmente propostas é empilhá-las em uma órbita específica, localizada ao longo da fronteira entre o dia e a noite.

Advertisement

“Se você olhasse para o céu à noite, eles estariam todos em um único plano, muito próximos uns dos outros, indo na mesma direção”, disse Lewis. “O impacto sobre o céu noturno seria absolutamente catastrófico.”

Corrida por data centers espaciais amplia preocupações

  • Segundo a reportagem, a ideia de um “anel de Saturno” artificial pareceria ficção científica até pouco tempo atrás;
  • No entanto, desde que a corrida pelo desenvolvimento de data centers orbitais ganhou força no ano passado, esse cenário passou a ser considerado uma possibilidade concreta;
  • Diversas empresas já solicitaram à Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos (FCC, na sigla em inglês) autorização para lançar grandes constelações de satélites. Entre elas estão SpaceX, Starcloud, Cowboy Space, Orbital e Blue Origin;
  • Somados, os projetos ultrapassam a marca de um milhão de satélites destinados à operação de data centers no espaço.

A China também entrou nessa disputa e pretende desenvolver sua própria rede de data centers orbitais nos próximos cinco anos. Além disso, a empresa californiana Reflect Orbital planeja lançar 50 mil espelhos espaciais para refletir luz solar em usinas de energia solar na Terra durante a noite.

Em 10 de julho, a companhia recebeu autorização da FCC para operar seu primeiro espelho orbital, um satélite demonstrador de 18 metros por 18 metros denominado Eärendil-1, cujo lançamento está previsto para ocorrer até o fim deste ano.

Satélites precisariam permanecer na mesma órbita

Lewis explicou que tanto os data centers orbitais quanto os espelhos espaciais dependem de iluminação solar contínua para funcionar. Para isso, os equipamentos precisam permanecer em uma órbita que acompanha a linha do terminador — a fronteira entre as regiões iluminadas e escuras da Terra — passando sobre os polos Norte e Sul.

“Os data centers orbitais e a Reflect Orbital dependem daquilo que esses operadores chamam de 24 horas de luz solar no espaço”, afirmou Lewis. “Para ter isso, você precisa estar em uma órbita específica, que segue a linha do amanhecer-anoitecer. Não é como a megaconstelação Starlink, que é distribuída ao redor da Terra.”

Advertisement

Leia mais:

  • Tecnologia da Terra enfrenta poderosa ameaça cósmica
  • Combinação fatal entre o Sol e a Terra pode ameaçar a vida no planeta
  • E se a Terra girasse ao contrário? Descubra como seria a vida no planeta
Saturno
Terra pode ficar parecida com Saturno – Imagem: Sebastian Voltmer/Spaceweather

Simulações indicam céu dominado por satélites

A astrônoma Samantha Lawler, da Universidade de Regina (Canadá), concorda com a avaliação de Lewis. Ela e outros pesquisadores utilizaram modelagem computacional para simular o impacto visual de diversas constelações propostas, incluindo a Starmind, da SpaceX, o Project Sunrise, da Blue Origin, e a constelação Stampede, da Cowboy Space.

Segundo Lawler, as simulações mostram que os satélites visíveis da superfície terrestre não apenas esconderiam parte das estrelas, como também passariam a superá-las em quantidade.

À medida que a Terra gira sob essa órbita, o anel cruzaria o céu duas vezes por dia: entre o fim e o início da noite e novamente pouco antes do amanhecer. “[O anel] passaria por cima no mesmo horário todas as noites”, disse a pesquisadora. “Isso significa que seu efeito seria pior durante o inverno do que no verão.”

Efeitos podem comprometer observações astronômicas

Lawler ressalta que as simulações foram produzidas com base em informações públicas sobre os projetos e que o estudo ainda não passou pelo processo de revisão por pares.

Advertisement

Mesmo assim, ela afirma que a luz espalhada pelo anel permaneceria iluminando o céu por até duas horas após os satélites desaparecerem abaixo do horizonte, de maneira semelhante ao brilho residual do Sol após o pôr do sol.

“Isso tornaria o tempo de nossos telescópios, financiados pelos contribuintes, muito menos eficaz”, afirmou. “Poderíamos fazer muito menos ciência pelo mesmo custo, e muitos casos científicos, incluindo a busca por asteroides perigosos próximos à Terra, ficariam seriamente comprometidos.” Segundo a pesquisadora, não haveria regiões do planeta livres desse fenômeno.

As simulações indicam ainda que algumas constelações, especialmente o Project Sunrise, da Blue Origin, utilizariam uma inclinação orbital diferente, formando um desenho semelhante à letra X sobre o anel principal.

“Se você estivesse perto do equador, veria virtualmente esse formato de X de satélites rastejando, surgindo no céu no início da manhã e após o pôr do sol”, explicou Lawler. “Mais ao norte, você veria isso como duas faixas separadas. Uma faixa surgiria de manhã e a outra apareceria conforme o sol se pusesse.”

Advertisement

Brilho pode superar o de Vênus e afetar telescópios

Os pesquisadores afirmam que a intensidade luminosa do anel dependerá da quantidade efetiva de satélites colocados em órbita. Entretanto, destacam que cada espelho espacial da Reflect Orbital deverá apresentar brilho comparável ao de Vênus, considerado o objeto mais brilhante do céu noturno depois da Lua.

Um estudo anterior do Observatório Europeu do Sul concluiu que uma constelação com 50 mil espelhos espaciais da empresa poderia aumentar em até 300% o brilho do céu noturno, tornando praticamente inutilizáveis alguns dos telescópios mais sofisticados do mundo.

Para o astrônomo e defensor do céu escuro John Barentine, a humanidade já modificou significativamente o ambiente espacial ao redor da Terra.

“A humanidade já alterou fundamentalmente o cosmos a ponto de a Terra ser agora um ‘planeta anelado’ artificial, sufocado por satélites e detritos espaciais”, afirmou ao Space.com. “Mas projetos, como o da Reflect Orbital, transformarão esses anéis, hoje quase invisíveis, em faixas reflexivas brilhantes. Não estamos mais falando apenas de um campo disperso de pontos brilhantes em movimento.”

Advertisement

Segundo Barentine, o resultado seria um fenômeno permanente capaz de alterar profundamente as condições de observação astronômica. “Em vez disso, trata-se de um efeito permanente e artificial de ‘anel de Saturno’ cortando bem no meio das janelas de observação crepuscular mais críticas para a astronomia global.”

O post Terra pode ganhar um anel como o de Saturno — mas ele não será natural apareceu primeiro em Olhar Digital.

Powered by WPeMatico

Advertisement
Continue Reading

Tecnologia

BlackRock usa aquisições de R$ 127,6 bilhões para financiar data center da Meta

Redação Informe ES

Published

on

A BlackRock está estruturando uma emissão de dívida superior a US$ 12 bilhões (R$ 61,2 bilhões) para financiar um novo campus de data centers da Meta, em uma operação que marca a integração prática de duas das maiores aquisições realizadas recentemente pela gestora e amplia sua atuação no financiamento da expansão da inteligência artificial (IA).

Segundo a Bloomberg, a operação representa o resultado de anos de estratégia do CEO Larry Fink para transformar a BlackRock, tradicionalmente conhecida pelos investimentos em mercados públicos, em uma das principais participantes também do mercado de ativos privados.

Operação reúne empresas adquiridas por mais de R$ 122,5 bilhões

A emissão de dívida reúne duas empresas adquiridas pela BlackRock nos últimos anos: a Global Infrastructure Partners (GIP), comprada por US$ 12,5 bilhões (R$ 63,8 bilhões), e a HPS Investment Partners, adquirida por US$ 12 bilhões.

De acordo com pessoas familiarizadas com a operação, a transação também demonstra como a BlackRock pretende combinar as capacidades das duas unidades em futuros negócios.

Advertisement

Historicamente, a GIP concentra suas atividades em investimentos em projetos de infraestrutura, enquanto a HPS desenvolveu experiência em operações de crédito estruturado e financiamentos complexos.

Segundo Larry Fink, as duas divisões já começaram a atuar de forma integrada na originação de novos negócios.

Após a divulgação dos resultados trimestrais da BlackRock na semana passada, o executivo afirmou a analistas que o pipeline conjunto das duas empresas está crescendo.

Segundo Fink, os novos projetos estão sendo desenvolvidos “de maneiras que reforçam nossa convicção na plataforma combinada, particularmente em infraestrutura digital”.

Advertisement

BlackRock terá participação majoritária no empreendimento

  • O acordo firmado com a Meta prevê que fundos administrados pela GIP e pela HPS detenham 80% da participação na Project Sopaipilla Holdings, nome oficial da joint venture criada para desenvolver o projeto;
  • Essa empresa é a responsável pela captação dos recursos por meio da emissão de títulos de dívida;
  • Os 20% restantes da joint venture pertencem à Meta, que será responsável pela construção do campus de data centers e continuará administrando as operações do empreendimento;
  • Segundo pessoas envolvidas nas negociações, além da emissão de dívida, GIP e HPS também possuem participação acionária no projeto;
  • O novo complexo de data centers terá capacidade da ordem de um gigawatt e deverá entrar em operação em 2028;
  • Quando estiver concluído, o empreendimento deverá gerar mais de 300 empregos permanentes no local.

Leia mais:

  • Como adicionar uma conta na Central de Contas da Meta pelo PC ou celular
  • Como criar sua própria inteligência artificial com Meta AI Studio
  • Juiz dos EUA libera demissões na Meta em caso sobre inteligência artificial
Logo da Meta em um smartphone
20% restantes da joint venture pertencem à Meta, que será responsável pela construção do campus de data centers e continuará administrando as operações do empreendimento – Imagem: jackpress/Shutterstock

Venda dos títulos já começou

A comercialização dos mais de US$ 12 bilhões em títulos começou nesta segunda-feira (20), conduzida pelos bancos JPMorgan Chase e Morgan Stanley.

Durante as apresentações aos investidores, a BlackRock será representada pelos diretores Wes Altman, da GIP, e Garrett Cockren, da HPS, segundo pessoas com conhecimento do processo.

Meta repete modelo utilizado em outro projeto

Segundo pessoas familiarizadas com o assunto, a Meta considera a entrada da BlackRock como parceira um importante avanço para o projeto.

A estrutura da operação é semelhante à utilizada anteriormente pela empresa em parceria com a Blue Owl Capital no projeto Hyperion, localizado em uma área rural do Estado estadunidense da Louisiana.

Naquele empreendimento, a Blue Owl também ficou com 80% da joint venture, enquanto a Meta manteve os 20% restantes.

Advertisement

Esse modelo permite que a empresa de tecnologia mantenha a dívida fora de seu balanço patrimonial, ao mesmo tempo em que preserva o controle sobre a administração cotidiana do data center.

Neste mês, a Meta anunciou a expansão do projeto Hyperion além da área inicialmente contemplada pela joint venture.

BlackRock amplia investimentos em inteligência artificial

A operação reforça a estratégia da BlackRock de ampliar seus investimentos em infraestrutura voltada à inteligência artificial e ao setor de data centers. Em outubro, a gestora anunciou um acordo de US$ 40 bilhões (R$ 204,2 bilhões) para adquirir a Aligned Data Centers.

Essa operação, cuja conclusão é esperada para breve, reúne a GIP, a BlackRock, além de parceiros, como Microsoft, Nvidia e a MGX, plataforma de investimentos em tecnologia criada pelo fundo soberano Mubadala Investment Company, de Abu Dhabi (Emirados Árabes Unidos), em conjunto com a empresa de IA G42.

Advertisement

Segundo a Bloomberg, a BlackRock também passa a disputar um mercado cada vez mais competitivo de financiamento da infraestrutura necessária para sustentar o crescimento da IA, segmento no qual concorrentes como Blue Owl Capital e Blackstone vêm liderando algumas das maiores operações de financiamento de data centers.

Nem a BlackRock nem a Meta comentaram oficialmente a operação.

O post BlackRock usa aquisições de R$ 127,6 bilhões para financiar data center da Meta apareceu primeiro em Olhar Digital.

Powered by WPeMatico

Advertisement
Continue Reading

Em Alta

Copyright © 2023 - Todos os Direitos Reservados