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Durma rápido! Confira a técnica militar para relaxar o corpo e ter uma boa noite de sono

A dificuldade para adormecer afeta muitas pessoas, levando à busca por métodos eficazes para alcançar um sono reparador. Uma dessas abordagens é a técnica militar, desenvolvida para auxiliar soldados a dormirem rapidamente em condições adversas. Vamos aprender como os soldados fazem para dormir rápido?
Como dormir rápido de acordo com uma técnica usada por militares

A técnica militar foi criada para ajudar soldados a adormecerem em menos de dois minutos, mesmo em ambientes hostis. Focado em como dormir rápido, o método combina relaxamento muscular progressivo, controle da respiração e visualização mental para induzir o sono rapidamente.
Passo a passo da técnica militar
- Posição confortável: deite-se ou sente-se de maneira relaxada, garantindo que todo o corpo esteja apoiado.
- Relaxamento facial: feche os olhos e respire profundamente. Relaxe todos os músculos do rosto, incluindo testa, olhos, bochechas, mandíbula e língua.
- Solte os ombros: deixe os ombros caírem naturalmente, liberando a tensão. Relaxe os braços, antebraços e mãos, começando pelo lado dominante e depois o outro.
- Respiração controlada: expire lentamente, relaxando o peito. Mantenha uma respiração profunda e ritmada.
- Relaxamento das pernas: relaxe os músculos das coxas, joelhos, panturrilhas e pés, permitindo que a gravidade os acomode.
- Limpeza mental: após relaxar o corpo, esvazie a mente por cerca de 10 segundos. Visualize cenas tranquilas, como estar deitado em uma canoa sob um céu azul ou em um quarto escuro em uma rede confortável.
Embora a técnica tenha sido desenvolvida para militares, muitos civis relatam benefícios ao aplicá-la. No entanto, a eficácia pode variar, e a prática regular é essencial para melhores resultados. Alguns especialistas sugerem que a técnica pode funcionar ao promover o relaxamento físico e mental, elementos cruciais para a indução do sono.
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Há outras técnicas para dormir rápido?

Além da técnica militar, outras abordagens podem auxiliar na indução do sono de forma eficaz.
Respiração diafragmática (técnica 4-7-8)
A respiração diafragmática, também conhecida como técnica 4-7-8, é uma prática que visa reduzir a ansiedade e promover o relaxamento. Consiste em inspirar pelo nariz durante 4 segundos, segurar a respiração por 7 segundos e expirar lentamente pela boca por 8 segundos.
Repetir esse ciclo algumas vezes pode ajudar a diminuir a frequência cardíaca e acalmar o sistema nervoso, facilitando o sono. Embora não haja ampla evidência científica que comprove sua eficácia, muitos indivíduos relatam benefícios ao praticá-la regularmente.
Posição dos pés elevados
Outra técnica envolve deitar-se de costas e elevar as pernas, apoiando os pés em uma superfície elevada, formando um ângulo de aproximadamente 45 graus. Essa posição pode melhorar a circulação sanguínea e promover o relaxamento, auxiliando na indução do sono. No entanto, é importante garantir que a posição seja confortável e não cause desconforto ou tensão muscular.
Higiene do sono e ambiente adequado
Além das técnicas mencionadas, manter uma boa higiene do sono é fundamental. Isso inclui estabelecer uma rotina regular de horários para dormir e acordar, criar um ambiente propício ao sono (escuro, silencioso e com temperatura agradável) e evitar o uso de dispositivos eletrônicos antes de deitar. Práticas como meditação, leitura ou ouvir música suave também podem preparar a mente e o corpo para o descanso.
Com informações de Sleep Foundation.
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Gigantes da música acusam Anthropic de pirataria para treinar IA
A Sony Music e a Warner Music entraram com uma ação judicial conjunta contra a Anthropic. As empresas acusam a startup de IA de realizar “um dos maiores e mais flagrantes roubos contínuos de propriedade intelectual da história”.
A denúncia ainda aponta que a Anthropic realizou “uma campanha descarada de torrenting ilegal, scraping e download de obras protegidas em larga escala”. Esses dados teriam sido usados para treinar seus modelos de inteligência artificial Claude.
Ação pede indenização bilionária
- As duas empresas buscam indenizações de até US$ 150 mil por cada obra infringida, além de US$ 25 mil por cada instância em que a Anthropic teria removido informações de gestão de direitos autorais.
- O valor total pode chegar a bilhões de dólares.
- O processo alega que “milhares de composições musicais protegidas por direitos autorais” foram coletadas ilegalmente para treinar os modelos Claude.
- A Anthropic não se pronunciou oficialmente sobre o caso até o momento.
Histórico de processos contra a Anthropic
Este não é o primeiro processo do setor musical contra a empresa. No início deste ano, a Concord Music Group e a Universal Music Group também processaram a Anthropic, acusando a startup de baixar ilegalmente mais de 20 mil músicas protegidas para fins de treinamento de IA e pedindo mais de US$ 3 bilhões em danos.
Antes disso, a Anthropic já havia enfrentado uma ação movida por um grupo de autores, que alegavam que a empresa usou cópias piratas de suas obras protegidas para treinar seus modelos. Esse caso foi encerrado com um acordo de US$ 1,5 bilhão — descrito como um valor recorde.
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Novo telescópio da NASA tem participação brasileira

A NASA lança, neste domingo (30), às 8h26 (horário de Brasília), o Telescópio Espacial Nancy Grace Roman, observatório de nova geração que terá campo de visão pelo menos 100 vezes maior que o do Hubble.
Durante sua missão primária, prevista para durar cinco anos, o equipamento deverá observar mais de um bilhão de galáxias e ajudar cientistas a investigar a energia escura, exoplanetas, supernovas e outros fenômenos do Universo.
O Brasil terá participação estratégica em uma das etapas mais importantes da missão: o processamento do enorme volume de dados produzido pelo telescópio.
O Laboratório de Computação e Inteligência Artificial (LAB-IA), do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), desenvolve o Arandu, um broker de alertas astronômicos preparado para processar, filtrar e classificar os eventos identificados pelo Roman. O nome Arandu significa “sabedoria” em tupi-guarani.
A tecnologia será utilizada para ajudar pesquisadores a encontrar os fenômenos mais relevantes em meio ao grande fluxo de informações produzido pelo observatório, permitindo que cientistas identifiquem rapidamente eventos que merecem acompanhamento.
Como o Arandu vai ajudar os pesquisadores
- Os brokers de alertas astronômicos são sistemas computacionais que recebem notificações geradas a partir das observações dos telescópios, cruzam essas informações com catálogos e registros anteriores, classificam os eventos e entregam aos astrônomos dados relacionados aos objetos que eles desejam estudar;
- Esse processo será fundamental para transformar a enorme quantidade de informações produzida pelo Roman em descobertas científicas;
- Desenvolvido com participação do LAB-IA no Brasil, o Arandu será especializado na análise de fenômenos que mudam com o tempo, conhecidos como eventos transitórios ou variáveis;
- Entre eles estão explosões estelares, mudanças no brilho de estrelas e outros acontecimentos que exigem identificação rápida para que possam ser acompanhados por pesquisadores e por outros observatórios.
“O Roman produzirá um volume de dados que torna inviável examinar cada detecção manualmente. O Arandu usará inteligência artificial [IA] para organizar e classificar esse fluxo, ajudando os cientistas a encontrar os eventos mais relevantes para suas pesquisas”, afirma Clécio Roque De Bom, cientista e coordenador científico do CBPF e do LAB-IA.
Segundo ele, a participação brasileira coloca o país em etapa importante da astronomia contemporânea. “Essa solução desenvolvida e operada localmente insere a ciência brasileira em etapa decisiva da astronomia contemporânea: a transformação de grandes volumes de dados em conhecimento científico”, acrescenta.
Um “Hubble” com visão muito mais ampla
O Roman terá um espelho principal de 2,4 metros de diâmetro, o mesmo tamanho do espelho do Hubble. Com isso, suas imagens terão sensibilidade e resolução comparáveis às do telescópio espacial lançado em 1990.
A principal diferença estará na área do céu observada de uma só vez. O campo de visão do Roman será pelo menos 100 vezes maior que o do Hubble, permitindo que o novo observatório registre regiões extensas do céu com elevado nível de detalhe.

Durante os cinco anos previstos para sua missão primária, o telescópio poderá medir a luz de mais de um bilhão de galáxias.
Um de seus principais levantamentos deverá cobrir mais de cinco mil graus quadrados, aproximadamente 12% de todo o céu. O estudo combinará imagens e espectroscopia para investigar como o Universo se formou e evoluiu.
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Telescópio poderá revelar mais de 100 mil mundos
O Roman também realizará observações repetidas de regiões próximas ao centro da Via Láctea. Essa estratégia permitirá detectar mudanças no céu em intervalos curtos e produzir um levantamento estatístico dos sistemas planetários da nossa galáxia.
A expectativa da NASA é que a missão revele mais de 100 mil mundos, incluindo exoplanetas e corpos que vagam pelo espaço sem orbitar uma estrela.
O telescópio também observará fenômenos muito mais distantes da Via Láctea. A previsão é que o Roman identifique milhares de supernovas do tipo Ia. Essas explosões estelares podem ser utilizadas como referências para medir distâncias cósmicas.
Os dados obtidos permitirão aos pesquisadores estudar como a expansão do Universo mudou ao longo do tempo e investigar melhor a natureza da energia escura, fenômeno associado à aceleração dessa expansão.
“O diferencial do Roman não está apenas na quantidade de objetos que poderá observar, mas na possibilidade de acompanhar um Universo em transformação”, explica De Bom. “Sistemas, como o Arandu, serão fundamentais para reconhecer essas mudanças no meio de um fluxo contínuo de dados e permitir que a comunidade científica reaja a elas”, acrescenta.
Lançamento será feito por foguete da SpaceX
O Telescópio Espacial Nancy Grace Roman será lançado a bordo de um foguete Falcon Heavy, da SpaceX, a partir do Complexo de Lançamento 39A do Centro Espacial Kennedy, na Flórida (EUA).
A NASA prevê a decolagem para não antes das 8h26 deste domingo (30), no horário de Brasília. O lançamento, porém, está sujeito às condições técnicas e meteorológicas.
Depois do lançamento, o observatório seguirá para uma região localizada a cerca de 1,5 milhão de quilômetros da Terra, nas proximidades do ponto de Lagrange L2, também utilizado pelo Telescópio Espacial James Webb.
Antes de começar as observações científicas, o Roman passará pelas etapas de viagem, posicionamento e comissionamento.
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Meta: o que muda nas redes sociais após acordo firmado pela empresa?

A Meta, dona do Instagram, Facebook e WhatsApp, concordou em pagar quase US$ 17 bilhões, pouco mais de R$ 86 bilhões, a alguns estados dos EUA. O acordo encerra um processo que acusava a empresa de estimular o uso excessivo de redes sociais por crianças e adolescentes.
Mas o que essa decisão representa, na prática, para a big tech e para os usuários? O Olhar Digital News desta quarta-feira (26) recebeu Kenneth Correa, especialista em tecnologias emergentes, para repercutir o assunto.
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