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Veja como ‘consertar’ as recomendações de vídeos no YouTube

Redação Informe ES

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Você já abriu o YouTube esperando encontrar conteúdos interessantes e se deparou com uma página inicial cheia de recomendações e anúncios que não tinham nada a ver com você? Esta é uma queixa comum, mas saiba que, com as dicas certas, você não precisa conviver com um feed com vídeos desinteressantes.

Existem várias dicas práticas para ‘consertar’ e assumir o controle das recomendações do YouTube. Se o seu objetivo é refinar o algoritmo para que ele mostre apenas o que realmente importa, prepare-se para descobrir como transformar sua experiência na plataforma. Com as ações certas, é possível ensinar ao sistema quais vídeos você quer ver e, mais importante, quais quer ignorar.

7 dicas para aprimorar a recomendação de vídeos no seu perfil do YouTube

Limpe seu histórico de pesquisas e assistidos

Captura de tela de como gerenciar histórico no YouTube
Veja como fazer para gerenciar o histórico do YouTube (Imagem: Captura de tela Reprodução: Renata Mendes / Olhar Digital)

A base de todo o sistema de recomendações do YouTube é o seu histórico. O algoritmo aprende com tudo o que você assiste e pesquisa, mas nem sempre isso é bom. Um vídeo assistido por engano ou uma pesquisa aleatória pode poluir seu feed por semanas.

A solução é fazer uma limpeza periódica. Acesse “Histórico do YouTube” no menu lateral (ou através do seu perfil no app), clique em “Gerenciar todo o histórico” e delete os itens indesejados. Para um reset mais drástico, você pode até pausar o salvamento do histórico. Esta é uma das dicas mais eficazes para um novo começo.

Use a ferramenta “não tenho interesse”

Captura de tela do YouTube mostrando funcionalidades que são dicas para melhorar as recomendações do YouTube
Se um vídeo recomendado não te interessar, é só marcá-lo na opção “Não tenho interesse” como mostra a imagem (Imagem: Captura de tela Reprodução: Renata Mendes / Olhar Digital)

Esta é uma função simples, mas extremamente poderosa. Ao se deparar com uma recomendação de um canal ou tema que não lhe agrada, clique nos três pontos ao lado do vídeo e selecione “Não tenho interesse”.

O YouTube perguntará o motivo e você pode informar que não gosta do canal específico ou que não está interessado no vídeo. Fazer isso consistentemente “ensina” ao algoritmo os seus gostos de forma muito clara e é uma das melhores maneiras de consertar seu feed rapidamente.

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Remova canais das suas recomendações

Imagem mostra jovem asiática assistindo a vídeos com um smartphone
Ensine o algoritmo a não te sugerir o que você não quer ver, não aceite todos os vídeos que o YouTube te recomenda (Imagem: metamorworks / Shutterstock)

Para aqueles canais que insistem em aparecer, mesmo depois de você usar a opção anterior, há uma solução mais definitiva. Clique nos três pontos ao lado do vídeo recomendado e selecione “Não recomendar canal”.

Isso remove imediatamente todas as sugestões futuras daquele criador de conteúdo da sua página inicial. É uma ferramenta cirúrgica para eliminar fontes específicas de recomendações ruins sem afetar o resto da sua conta.

Leia mais:

  • 8 curiosidades sobre o YouTube que provavelmente você não sabe
  • Qual a diferença do YouTube Premium para o Lite?
  • Existe um YouTube que você não consegue ver – e nem sabe que existe

Ajuste suas notificações e inscrições

Imagem ilustrativa de logo de inscreva-se, curta e compartilhe no YouTube
Gerencie suas inscrições e o sino de notificações, cancelar o ‘subscribe’ de canais que não são mais relevantes é uma das dicas mais eficazes para consertar seu feed (Imagem: Megawe_Std)

Muitas vezes, o problema não está apenas nas recomendações, mas no excesso de conteúdo dos canais aos quais você está inscrito. Reveja sua lista de inscrições e pergunte-se: “Eu ainda tenho interesse nas notificações e vídeos deste canal?”.

Cancele as inscrições daqueles que não são mais relevantes. Além disso, para os que você mantém, gerencie as configurações de notificação para receber alertas apenas dos favoritos, mantendo o feed mais limpo.

Explore a guia “Explorar” em vez de só o feed principal

Tela de celular mostra aba Explorar no YouTube)
Fuja da “bolha” com a guia Explorar (destacada na parte inferior) que mostra conteúdos em alta e tendências gerais, ajudando você a diversificar suas recomendações do YouTube (Imagem: Captura de tela / Olhar Digital)

O feed principal do YouTube é altamente personalizado, mas pode se tornar uma “bolha”. A guia “Explorar”, por outro lado, é baseada em tendências gerais e conteúdos populares em diversas categorias, sem a influência direta do seu histórico.

Usar essa aba para descobrir novos tópicos pode ser uma forma mais saudável de diversificar seus interesses. Essa é uma das dicas que vai te ajudar, porque depois de assistir a algo novo de lá, o algoritmo do YouTube começará a sugerir conteúdos similares no seu feed principal, enriquecendo suas recomendações.

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Crie um novo perfil (conta) para interesses diferentes

Crie um perfil totalmente separado usando a opção “Adicionar conta” (indicada pela seta). esta dica é a mais eficaz para evitar que um tipo de vídeo contamine o histórico e as recomendações do outro (Imagem: Captura de tela Reprodução: Renata Mendes / Olhar Digital)

Se você usa o YouTube para trabalho e lazer, ou tem interesses muito diversos (como maratonar gameplays e, ao mesmo tempo, estudar para concursos), a solução mais radical é criar um perfil de acesso totalmente separado.

Clique no seu avatar no desktop e use a opção “Adicionar conta” para fazer login com um e-mail diferente (ou criar um novo). Isso garante que você tenha um feed dedicado a um assunto específico, sem que o histórico de uma área contamine as recomendações da outra. É a forma mais eficaz de isolar seus gostos.

Interaja ativamente com o conteúdo que você gosta

Imagem mostra um das dicas para melhorar as recomendações do YouTube
A melhor forma de moldar suas recomendações do YouTube é interagir ativamente, dê like, comente e salve em playlists os vídeos que você realmente gostou (Imagem: Juan Alejandro Bernal / Shutterstock.com)

Por fim, a maneira mais proativa de moldar o algoritmo é através da interação positiva. Sempre que encontrar um vídeo que você gostou, dê like, salve-o em uma playlist, comente e compartilhe. Esses sinais são dicas extremamente fortes para o sistema de recomendações do YouTube.

Eles indicam não apenas que você assistiu, mas que aprovou ativamente o conteúdo, tornando muito mais provável que o algoritmo sugira vídeos similares no futuro.

Consertar as recomendações de vídeos no YouTube não é um processo mágico, mas sim um trabalho de jardinagem digital. Requer podar o que não serve (limpando o histórico e removendo canais) e regar o que você quer que cresça (interagindo com o conteúdo de seu interesse).

Ao aplicar essas dicas regularmente, você deixa de ser um espectador passivo e se torna o curador do seu próprio universo de conteúdo. O algoritmo é uma ferramenta poderosa e, com um pouco de paciência e essas ações estratégicas, você pode transformá-la em sua maior aliada para descobrir os melhores vídeos na plataforma.

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LOUD vence NRG em série de cinco mapas, vai à final do VCT Americas e garante vaga no Champions

Redação Informe ES

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A LOUD está na grande final do VCT Americas. Neste sábado (5), a equipe brasileira derrotou a NRG por 3 a 2 em uma série melhor de cinco e, além de avançar à decisão, garantiu sua classificação para o Champions Shanghai.

Agora, a LOUD volta ao servidor neste domingo (6), às 14h, quando enfrenta a 100 Thieves em uma série melhor de cinco pelo título do VCT Americas. A equipe norte-americana chegou à decisão após vencer a NRG por 2 a 0 na fase anterior.

Para a LOUD, a classificação internacional também encerra um período de ausência: segundo Luque, será a primeira participação da organização no Champions em três anos.

LOUD mantém a calma para fechar série em cinco mapas

Imagem: TheSpike.gg/ Reprodução

O confronto contra a NRG chegou ao quinto mapa e teve o controle emocional como um dos principais temas após a partida. Erde contou que a equipe conseguiu fazer um reset mental antes do mapa decisivo e entrar mais tranquila para buscar a vitória.

Do outro lado, a NRG reconheceu a capacidade de adaptação da adversária. Bonkar destacou especialmente a mudança de desempenho da LOUD na Lotus em relação aos treinamentos entre as equipes.

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“Da última vez que jogamos contra eles, nós acabamos com eles. Desta vez, eles acabaram conosco”, afirmou Bonkar.

Apesar da eliminação, a temporada da NRG ainda não terminou. A equipe já está classificada para o Champions Shanghai, e Ethan afirmou que o resultado em São Paulo não representa uma crise semelhante a outros momentos difíceis vividos pelo time. Para ele, foram apenas “alguns dias ruins”.

LOUD volta ao Champions

Imagem: Engage XP/ Reprodução

Além da vaga na final, a vitória confirmou a LOUD entre os representantes das Américas no próximo Champions. Romanilli, único argentino classificado para o torneio, destacou o peso pessoal da conquista e lembrou que mantém uma bandeira de seu país no quarto em Los Angeles.

“Hoje eu subi um degrau muito grande. Quero mais. Quero ganhar amanhã”, afirmou Romanilli.

Darker também celebrou a classificação como o único colombiano no Champions e dedicou a conquista a Davis, ex-jogador já falecido.

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“Um campeão não nasce campeão, ele é feito”, disse.

Para Tecazinho, que disputa sua primeira temporada nos palcos do Tier 1, a campanha também representa uma experiência inédita. O jogador classificou o momento como “incrível” e destacou tanto a química entre os companheiros quanto o apoio recebido em São Paulo.

A força da torcida voltou a ser mencionada por Luxo. Questionado sobre quanto da energia da equipe vinha dos próprios jogadores e quanto vinha das arquibancadas, ele resumiu: “50/50, a gente e a torcida.”

LOUD e 100 Thieves decidem o VCT Americas

A LOUD terá pouco tempo para comemorar. A grande final contra a 100 Thieves acontece neste domingo (06), às 14h, novamente em uma melhor de cinco.

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As duas equipes chegam à decisão também com suas vagas no Champions garantidas. Para os brasileiros, porém, o domingo representa a oportunidade de transformar a recuperação durante os playoffs em título diante da própria torcida.

Depois de eliminar G2 e NRG em sequência, a LOUD agora está a uma série de terminar sua passagem por São Paulo como campeã das Américas.

A final poderá, também, ser acompanhada nas redes oficiais da VCT Americas. 

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Anthropic muda política de dados após pressão de clientes empresariais

Redação Informe ES

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A Anthropic anunciou, nesta terça-feira (1), que vai mudar uma controversa política de retenção de dados para clientes empresariais após receber “muitos comentários” de usuários. Em seu lugar, a empresa pretende implementar uma nova solução chamada Enterprise Frontier Safeguards.

A política de retenção existente foi apresentada em junho, junto com o lançamento do Claude Fable 5 e do Mythos 5, dois dos modelos de inteligência artificial (IA) mais avançados da companhia. Na época, a Anthropic informou que exigiria a retenção de todo o tráfego desses modelos por 30 dias como forma de ajudar a combater usos indevidos e ataques cibernéticos “complexos e novos”.

A empresa havia se comprometido a não utilizar os dados para nenhuma finalidade que não estivesse relacionada à segurança, incluindo o treinamento de modelos. Ainda assim, muitos clientes empresariais demonstraram preocupação com a medida.

Segundo Kate Jensen, chefe da Anthropic para as Américas, a companhia passou centenas de horas trabalhando com clientes para desenvolver uma alternativa.

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Nova solução dá mais controle às empresas

  • Com o lançamento do Enterprise Frontier Safeguards, as empresas poderão controlar como seus dados são analisados, armazenados e gerenciados. A solução também permitirá realizar monitoramento automatizado de segurança sem a necessidade de revisão humana por parte da Anthropic;
  • A empresa afirmou que não cobrará pelo recurso e que os controles funcionarão tanto para clientes que acessam diretamente as tecnologias da Anthropic quanto para aqueles que utilizam os modelos por meio de provedores de nuvem;
  • “Podemos fazer a análise de que realmente precisamos para ajudar todos a se sentirem confiantes, mas isso fica nos sistemas e nos dados deles, para que não precisem comprometer sua própria postura de privacidade”, disse Jensen em entrevista à CNBC;
  • A política de retenção de dados anunciada em junho continuará valendo para assinantes que não são clientes empresariais e utilizam os modelos da linha Mythos.
Logo da Anthropic acima; à frente, dizeres "IPO" na tela de um smartphone na horizontal
IPO da empresa pode ocorrer muito em breve – Imagem: RixAiArt/Shutterstock

Leia mais:

  • Claude.AI: como usar inteligência artificial
  • Claude IA: 4 coisas que o chatbot pode fazer que o ChatGPT não consegue
  • Anthropic cria nova barreira após Claude acessar sistemas na internet

Empresas são fundamentais para a Anthropic

Fundada em 2021, a Anthropic obtém a maior parte de sua receita com a venda de produtos e serviços para empresas. O mercado corporativo é considerado especialmente importante para a companhia enquanto ela se prepara para uma possível oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês).

A Anthropic também disputa espaço com concorrentes, como a OpenAI, que apresentou, no início deste mês, sua própria solução de retenção zero de dados para modelos avançados.

Na semana passada, o CEO da Anthropic, Dario Amodei, havia antecipado o Enterprise Frontier Safeguards durante uma entrevista à CNBC sobre a expansão da parceria da companhia com a Salesforce.

Amodei afirmou que a solução ajuda a garantir que os dados dos clientes da Salesforce permaneçam privados e que os modelos da Anthropic “não saiam do controle”. Segundo ele, a empresa dedicou uma “enorme quantidade de esforço” ao gerenciamento das permissões da integração entre as duas companhias.

Jensen afirmou estar “muito confiante” de que a Anthropic verá uma aceleração na adoção de seus produtos após o anúncio, especialmente em tarefas que envolvem os dados mais sensíveis dos clientes.

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A empresa também anunciou nesta terça-feira seus dois novos modelos, Claude Fable 5.1 e Mythos 5.1, que, segundo a Anthropic, apresentam melhorias em programação, trabalho de conhecimento e pesquisa.

O Enterprise Frontier Safeguards será disponibilizado em fases, e a Anthropic pretende ampliar sua disponibilidade ao longo do outono no hemisfério Norte.

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Copos de papel descartáveis também liberam plástico quando entram em contato com calor

Redação Informe ES

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Copos de papel descartáveis usados para café, chá e outras bebidas quentes podem liberar milhões de partículas de plástico. É o que aponta um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de Queensland (UQ), na Austrália, com recipientes revestidos por polietileno (PE) ou ácido polilático (PLA).

Os dois tipos de revestimento liberaram partículas quando entraram em contato com água quente. Nos experimentos, porém, os copos com PLA, considerado biodegradável, apresentaram uma liberação de partículas aproximadamente 12 vezes maior em massa total do que aqueles revestidos com PE.

Microplásticos contaminação
Um simples café quente pode entrar em contato com partículas liberadas pelo revestimento interno do copo descartável. Imagem: Svetlozar Hristov/iStock

O papel esconde uma camada plástica

Para entender a liberação de partículas, os pesquisadores analisaram dois tipos de copos descartáveis: aqueles revestidos internamente com polietileno (PE) e os que usam ácido polilático (PLA), uma alternativa biodegradável ao plástico convencional.

Embora sejam chamados de copos de papel, esses recipientes normalmente recebem uma fina camada de material plástico na parte interna. O objetivo é evitar que a bebida atravesse o papel e, ao mesmo tempo, ajudar o copo a manter sua estrutura quando entra em contato com líquidos.

É justamente essa camada que entrou no foco do estudo. Quando os copos foram expostos à água quente, tanto o PE quanto o PLA liberaram partículas plásticas. A diferença apareceu na quantidade liberada por cada material.

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Um copo feito principalmente de papel não significa que o copo seja livre de plástico, porque muitos contêm um fino revestimento plástico que proporciona resistência à água e integridade estrutural.

Dr. Elvis Okoffo, pesquisador da Queensland Alliance for Environmental Health Sciences (QAEHS), da Universidade de Queensland, em nota.

PLA liberou mais partículas

A diferença entre os materiais apareceu nas medições. Os pesquisadores encontraram aproximadamente 4,3 milhões de nanopartículas por mililitro nos copos com PLA. Nos recipientes revestidos com PE, foram cerca de 2,7 milhões de partículas por mililitro.

As nanopartículas são extremamente pequenas: têm espessura equivalente a cerca de um milésimo da de um fio de cabelo humano.

Os principais resultados do experimento foram:

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  • Os revestimentos de PE liberaram partículas plásticas na presença de água quente.
  • O mesmo ocorreu com os copos revestidos de PLA.
  • A massa total de partículas liberada pelo PLA foi aproximadamente 12 vezes maior.
  • Copos de PLA apresentaram cerca de 4,3 milhões de nanopartículas por mililitro.
  • Nos copos de PE, foram registradas aproximadamente 2,7 milhões de partículas por mililitro.
Os efeitos das partículas plásticas sobre a saúde humana ainda não estão claros, segundo os pesquisadores. Imagem: Deemerwha studio/Shutterstock

O impacto na saúde ainda é incerto

Os pesquisadores não afirmam que o consumo de bebidas em copos descartáveis cause problemas de saúde. O que acontece com essas partículas depois que chegam ao organismo ainda não está claro.

“Isso não significa necessariamente que as pessoas devam parar de usar copos de papel, ou que o PLA seja inerentemente inseguro”, disse Okoffo.

Leia mais:

  • Microplásticos no dia a dia: onde eles estão sem você notar
  • Cinco perguntas sobre microplásticos que você precisa fazer
  • Plástico “vivo” usa bactérias para se autodestruir sob comando

Para o pesquisador, os materiais usados em produtos que entram em contato com alimentos precisam ser avaliados também pela quantidade de partículas que podem liberar durante o uso cotidiano.

A equipe defende que consumidores recebam informações sobre os materiais presentes nos revestimentos e que órgãos reguladores considerem testes de liberação de micro e nanoplásticos na avaliação de segurança de produtos destinados a bebidas quentes.

“Os formuladores de políticas e reguladores poderiam considerar se os testes de liberação de micro e nanoplásticos deveriam fazer parte da avaliação de segurança dos materiais que entram em contato com alimentos, especialmente produtos desenvolvidos para bebidas quentes”, afirmou.

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