Política
Tyago Hoffmann homenageia Consultores do Tesouro em sessão solene

Com a presença da sociedade civil e autoridades, o deputado Tyago Hoffmann (PSB) promoveu sessão solene, nesta quinta-feira (13), para homenagear o trabalho dos Consultores do Tesouro do Estado.
Importante articulador político com o Governo do Estado, Hoffmann exaltou o trabalho da Secretaria da Fazenda e Secretaria de Economia e Planejamento na manutenção da nota “A” do Espírito Santo na CAPAG.
“Hoje o Estado é modelo em gestão fiscal, com nota “A” na CAPAG desde quando a Secretaria do Tesouro Nacional começou a medir a gestão fiscal dos estados. A Secretaria do Tesouro Nacional muda os procedimentos, muda a forma de apurar, mas o Espírito Santo permanece com nota máxima, muito em função do trabalho que os consultores fazem na Secretaria da Fazenda”, disse.
Em seu discurso, Tyago frisou que o Espírito Santo é o estado que mais faz investimentos no Brasil e um dos poucos que possui dívida negativa, ou seja, quando há mais recursos em caixa do que dívidas a pagar.
“Um estado com o potencial financeiro, organização fiscal e controle de gastos com pessoal e custeio como o Espírito Santo, é um estado que certamente tem capacidade de continuar com a nota “A” em gestão fiscal, sem comprometer seu endividamento e receitas a ponto de dificultar, por exemplo, o pagamento de servidores ou custeio básico”, afirmou.
O evento contou com a presença do Presidente da Associação dos Consultores do Tesouro Nacional, Paulo Torres; o Secretário da Fazenda, Benicio Costa; o Secretário de Economia e Planejamento, Álvaro Duboc; o Contador Geral, Alan Johanson; a Subsecretária de Orçamento, Juliani Nunes Campos; e a Subsecretária de Planejamento e Projetos, Andressa Pavão.
Fonte: Assessoria/Gabinete
Política
Lewandowski entrega carta de demissão do Ministério da Justiça a Lula

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, entregou nesta quinta-feira (8) uma carta com pedido de demissão ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Magistrado aposentado do Supremo Tribunal Federal (STF), ele assumiu a pasta em fevereiro de 2024 e deixará o cargo com quase dois anos de gestão, justificando que questões pessoais e familiares o levaram a tomar a decisão.
A demissão, que era especulada há várias semanas na imprensa, deverá ser publicada na próxima edição do Diário Oficial da União (DOU). Pela manhã, Lewandowski participou de sua última agenda pública ao lado do presidente, no evento que marcou os três anos da trama golpista. Em seu lugar, assumirá de forma interina o secretário-executivo da pasta, Manoel Almeida.
“Tenho a convicção de que exerci as atribuições do cargo com zelo e dignidade, exigindo de mim e de meus colaboradores o melhor desempenho possível em prol de nossos administrados, consideradas as limitações políticas, conjunturais e orçamentárias das circunstâncias pelas quais passamos”, escreveu Lewandowski na carta, em que também agradeceu a Lula pela oportunidade de servir ao país mesmo após ter se aposentado do STF.
Responsável por uma ampla gama de atribuições, o MJSP conta com importantes instituições e órgãos vinculados, como Polícia Federal (PF), Polícia Rodoviária Federal (PRF), Departamento Penitenciário Nacional (Depen), Secretaria Nacional de Política sobre Drogas (Senad), Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon), entre outras.
Balanço
Lewandowski também se dirigiu aos servidores do ministério em outra carta de despedida, em que faz um balanço das ações de sua gestão. O ministro destacou, por exemplo, o “destravamento” das demarcações de terras indígenas, que ficaram paralisadas no país desde 2018.
“Entre 2024 e 2025, assinamos 21 Portarias Declaratórias, garantindo a proteção territorial de diversas comunidades indígenas. O Ministério da Justiça e Segurança Pública assegurou plena segurança jurídica aos processos, o que permitiu a assinatura de cinco decretos de homologação em 2024 e de sete em 2025, todos em estrita conformidade com os marcos legais e constitucionais”, escreveu.
Lewandowski apontou também o programa de implantação das câmeras corporais em agentes policiais, que teve adesão de 11 estados e investimentos de R$ 155,2 milhões em equipamentos. Outro destaque, segundo ele, foi a regulamentação do uso progressivo da força pela polícia, seguida da aquisição e distribuição de armamento de menor potencial ofensivo, que já conta com 21 adesões estaduais.
“Avançamos de forma consistente no controle de armas e munições. Retiramos de circulação 5.600 armas e 298.844 munições e implantamos o novo sistema de gestão e fiscalização de armas de CACs, sob responsabilidade da Polícia Federal, fortalecendo o controle estatal e a rastreabilidade”, afirmou Lewandowski.
Outros programas da pasta, como Celular Seguro, Município Mais Seguro e leilão de bens apreendidos pelo crime organizado foram lembrados pelo ministro. No campo dos direitos de crianças e adolescentes, Lewandowski citou a atualização da política de Classificação Indicativa, com criação da faixa de não recomendado a menores de 6 anos e adequações para o ambiente digital.
Futuro
A saída de Lewandowski deixará para seu sucessor ou sucessora o desafio de fazer avançar uma das principais apostas do governo federal na área, que é a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) da Segurança Pública, que avançou no Congresso Nacional no fim do ano passado, mas que ainda tem um longo caminho até a aprovação final.
Agencia Brasil
Política
Lula sanciona Orçamento com veto a reajuste do Fundo Partidário

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou com 26 vetos o Orçamento de 2026, aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) na quarta-feira (31).
O Orçamento total da União para 2026 é de cerca de R$ 6,5 trilhões. O texto destaca ainda que 28% dos orçamentos fiscal e da seguridade social (OFSS) serão destinado exclusivamente para o pagamento de juros da dívida pública, o que equivale a R$ 1,82 trilhão.
O limite global de despesas para os Três Poderes foi fixado em aproximadamente R$ 2,4 trilhões.
Para 2026, o Orçamento sancionado prevê um superávit primário de R$ R$ 34,26 bilhões, podendo chegar a um superávit de até R$ 68,52 bilhões. Pela legislação do arcabouço fiscal, a meta será cumprida mesmo com resultado zero.
A meta fiscal para 2026, fixada na LDO, permite um déficit primário de até R$ 6,75 bilhões.
Não serão consideradas na meta de déficit primário as despesas de investimento destinadas ao Programa de Aceleração do Crescimento – Novo PAC, limitadas a R$ 5 bilhões.
O texto garante que a revisão anual do valor do salário mínimo definido na lei orçamentária seja compatível com a inflação apurada (variação do Índice de Preços ao Consumidor – INPC) e com a regra de valorização. No caso de 2026, um salário mínimo equivale R$ 1.621, a partir de 1º de janeiro.
A LDO explicita ainda que está vedado o reajuste, em 2026, dos benefícios de auxílio-alimentação ou refeição e assistência pré-escolar em percentual superior à variação acumulada do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desde a última revisão de cada benefício pelos Três Poderes, pelo Ministério Público da União e pela Defensoria Pública da União.
Emendas parlamentares
O texto prevê cerca de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares para deputados e senadores destinarem a obras, programas e projetos em seus estados e municípios. Desse total, cerca de R$ 37,8 bilhões serão destinados a emendas impositivas, de pagamento obrigatório. As emendas individuais, dos deputados e senadores, somam R$ 26,6 bilhões; as de bancada, destinadas às bancadas estaduais, ficaram com R$ 11,2 bilhões.
Vetos
Na quarta-feira, também foi publicado em edição extra do DOU o texto em que o presidente explica juridicamente por que vetou cada um dos 26 trechos do projeto de lei aprovado pelo Congresso Nacional.
Na mensagem presidencial, um dos vetos descritos é do trecho que aumenta o valor do Fundo Partidário, usado pelas legendas para financiar campanhas e custear atividades. No despacho, o presidente justifica que a medida reduziria o montante destinado ao pagamento das demais despesas da Justiça Eleitoral e ultrapassaria o limite previsto em lei para as despesas primárias do governo.
Outro trecho vetado pelo governo permitiria o pagamento de emendas mesmo a projetos sem licença ambiental prévia ou sem projeto de engenharia. O Executivo explica que esses procedimentos são requisitos para o início da execução de projetos e que identificação dos impedimentos de ordem técnica ou legal possibilitaria o remanejamento de recursos para outros projetos viáveis.
O presidente também vetou um trecho que permitia ressuscitar emendas não pagas de 2019 a 2023, os chamados “restos a pagar”. O governo entende que os recursos não liberados entre 2019 e 2023 estariam “em desacordo com o prazo de validade dos restos a pagar não liquidados, estabelecido pelo Decreto nº 93.872, de 23 de dezembro de 1986″.
Sobre as despesas que não poderiam ser contingenciadas, o despacho lista aquelas decorrentes da fiscalização nas agências reguladoras, os custos com defesa agropecuária, programas para inclusão de mulheres na transição energética e despesas com o apoio à educação de pessoas com altas habilidades. Na mensagem, o mandatário defende que essas despesas que não possam ser contingenciadas por “reduzir a flexibilidade e a liberdade dos órgãos na gestão de suas próprias despesas orçamentárias.”
Política
Datafolha: 14% de bolsonaristas se dizem esquerda e 34% petistas, direita; Entenda

Uma pesquisa divulgada pelo instituto Datafolha mostrou que 34% dos eleitores que se dizem petistas se declaram como de direita e centro-direita, enquanto 14% dos que se classificam como bolsonaristas se consideram de esquerda e centro-esquerda.
O espectro político dos petistas se completou com 47% se definindo como esquerda e centro-esquerda, e 9%, centro. Outros 9% não souberam responder. Entre os bolsonaristas, 76% se declararam de direita e centro-direita; 8%, centro; e 2% não souberam responder.
O levantamento foi realizado entre os dias 2 e 4 de dezembro, com base em uma amostra de 2.002 eleitores, em 113 municípios brasileiros. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Os dados foram obtidos por meio do cruzamento das respostas que os entrevistados deram ao serem confrontados com duas perguntas.
Para descobrir o espectro político do brasileiros, o instituto questionou: “em qual posição política você se colocaria, sendo 1 o máximo à esquerda e 7 o máximo à direita?”.
Quem respondeu entre 1 e 2, foi considerado de esquerda; 3, centro-esquerda; 4, centro; 5, centro-direita; e 6 e 7, direita.
A partir disso, a pesquisa mostrou que 35% dos brasileiros se classificam como de direita e 22%, de esquerda. Outros 17% se dizem de centro, 11% de centro-direita e 7% de centro-esquerda, enquanto 8% não souberam responder.

O instituto propôs ainda que os entrevistados se classificassem em uma escada de 1 (bolsonarista) a 5 (petista). Aqueles que responderam 1 ou 2 ficaram no grupo representado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Já os que disseram 4 ou 5 foram classificados como apoiadores do PT. Aqueles que responderam 3 foram identificados como neutros.
Segundo o levantamento, 40% se dizem petistas, enquanto 34% afirmam que são bolsonaristas. Para medir esses dados, os pesquisadores propuseram uma escala de 1 (bolsonarista) a 5 (petista).
Já 18% se colocaram como neutros, 6% disseram não apoiar nenhum dos dois lados e 1% não soube responder.
Fonte: CNN Brasil *Com informações de Leticia Martins, da CNN Brasil
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