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Esporte

Flamengo goleia Maricá e confirma título da Taça Guanabara de 2025

Redação Informe ES

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Em duelo que teve a transmissão da Rádio Nacional, o Flamengo confirmou o favoritismo e assegurou o título da Taça Guanabara – primeiro turno do Campeonato Carioca – neste sábado (22), ao golear o Maricá, no Maracanã, por 5 a 0. A equipe, que precisava apenas obter o mesmo resultado que o Volta Redonda (que iniciou a 11ª e última rodada empatado com o Rubro-Negro, com 20 pontos) para garantir o troféu, viu o adversário ser derrotado pelo Boavista por 2 a 0.

No outro jogo do sábado, o Sampaio Corrêa passou pela Portuguesa por 3 a 1 e se manteve com chances de chegar às semifinais. O Flamengo, dono da melhor campanha, terá a vantagem de jogar por dois empates na próxima fase para avançar à final. No entanto, ainda não conhece seu adversário.

Diante do Maricá (que está garantido na primeira divisão do Cariocão em 2026), o Flamengo se mostrou dominante desde o começo. Gerson abriu o placar aos 17 minutos e, ainda na primeira etapa, Léo Ortiz ampliou a vantagem aos 26.

No segundo tempo, Arrascaeta, Luiz Araújo e Matheus Gonçalves marcaram para o clube da Gávea, assegurando a fácil vitória.

É a 25ª vez que o Flamengo conquista a Taça Guanabara. O clube é o maior campeão do estado, com 38 títulos cariocas.

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Na semifinal, Flamengo e Volta Redonda (segundo colocado) ainda aguardam pelos seus adversários, que serão definidos após os três jogos deste domingo (23). Madureira, Vasco, Fluminense, Botafogo e Nova Iguaçu (além do Sampaio Corrêa, que já jogou) entram em campo para brigar pelas outras duas vagas.

Atlético e América decidirão o Campeonato Mineiro

O sábado também foi de definição no Campeonato Mineiro. Atlético e América passaram por Tombense e Cruzeiro, respectivamente, e farão a final da edição de 2025.

O duelo entre América e Cruzeiro no estádio Independência foi movimentado. O Coelho abriu o placar com Marlon, no primeiro tempo e pouco depois Lucas Romero empatou para a Raposa.

Na reta final do duelo, Cássio defendeu um pênalti e evitou a eliminação do Cruzeiro no tempo normal. O 1 a 1 foi uma repetição do placar do jogo de ida.

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No entanto, na disputa por pênaltis, a vitória não escapou das mãos do América. Marlon e William desperdiçaram suas cobranças e o Coelho venceu por 4 a 2.

Na outra semifinal, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas, o Atlético confirmou o status de favorito e voltou a bater o Tombense por 2 a 0, mesmo placar do jogo de ida. Rony e Roger Carvalho (contra) foram os autores dos gols.

O Galo atingiu sua 19ª final consecutiva no Estadual e tenta chegar a seis conquistas seguidas em Minas Gerais.

Agencia Brasil

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Esporte

Inglaterra leva 3ª lugar e Mbappé vira maior artilheiro das Copas

Redação Informe ES

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O penúltimo jogo da Copa do Mundo foi daqueles inacreditáveis. Dez gols – um deles histórico e inúmeras oportunidades. Uma goleada que virou pandemônio.

O duelo em Miami (Estados Unidos) proporcionou entretenimento, principalmente na etapa final. A Inglaterra levou a melhor, venceu a França por 6 a 4 e garantiu lugar no pódio, naquela que foi a disputa de terceiro lugar com mais gols na história dos Mundiais, superando o triunfo francês sobre a Alemanha na Copa de 1958, na Suécia. 

Talvez o maior ganhador do dia, ao menos no individual, esteja do lado francês. O atacante Kylian Mbappé se isolou na artilharia desta Copa, com dez gols, e ultrapassou Lionel Messi como maior goleador da história do evento.

Com as duas bolas na rede deste sábado (18), ele chegou a 22 – uma a mais que o argentino – em três participações no mundial. Messi terá a final de domingo (19), contra a Espanha, em Nova Jersey (Estados Unidos), a partir das 16h (horário de Brasília), para tentar reassumir o posto.

Os ingleses tomaram um susto enorme. Abriram 4 a 0 no primeiro tempo, criando a expectativa de pelo menos repetirem a maior goleada dos confrontos de terceiro lugar, que foi o triunfo da Suécia sobre a Bulgária em 1994, também nos Estados Unidos. A etapa final, porém, teve incríveis seis gols e um quase empate francês, que deixou o torcedor em Miami de pé.

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No fim, o 6 a 4 superou os nove gols do 6 a 3 aplicado justamente pela França em cima da Alemanha na Copa de 1958.

Mudou tudo

A disputa do terceiro lugar costuma ser uma partida com mais cara de amistoso do que propriamente uma decisão. Não à toa, as duas seleções foram a campo bem modificadas em relação às semifinais, ambas com sete mudanças na equipe.

Na França, a única alteração por questões físicas foi na zaga, com Maxence Lacroix no lugar do contundido Willian Saliba. Dos titulares na derrota para a Espanha, o técnico Didier Deschamps mandou a campo apenas o goleiro Mike Maignan, o volante Adrien Rabiot, o meia Michael Olise e Mbappé, na briga pela artilharia.

Do lado inglês, o zagueiro Marc Guehi, o lateral-direito Djed Spence, o volante Declan Rice e o meia Morgan Rogers foram os únicos titulares mantidos por Thomas Tuchel na comparação com a formação que perdeu da Argentina. O zagueiro Jarell Quansah, que cumpriu a suspensão de dois jogos pela expulsão contra o México, nas oitavas de final, retornou ao time, no lugar de John Stones.

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Passeio inglês

Se a ideia era dar oportunidade a quem não teve tantos minutos na Copa, a Inglaterra claramente aproveitou melhor a proposta e não teve dificuldade para construir a goleada ainda no primeiro tempo. Demonstrando muito mais interesse pelo jogo que a França, os ingleses fizeram o primeiro aos dois minutos. O atacante Desiré Doué errou passe fácil pelo meio, Rice conduziu a bola sem ser ameaçado e chutou da entra da área, no canto esquerdo de Maignan.

Os Bleus (apelido da seleção francesa) sinalizaram uma reação aos dez minutos, em finalização do meia Rayan Cherki, na sobra de um desarme de Guehi em Mbappé, mas Dean Henderson, substituto de Jordan Pickford, defendeu. A resposta veio no lance seguinte, em gol do atacante Bukayo Saka, anulado por impedimento.

A superioridade inglesa se confirmou aos 17 minutos. Depois de cobrança de escanteio de Rice pela esquerda, Ezri Konsa, de cabeça, acertou outra vez o canto esquerdo do goleiro francês. A bola ainda triscou na trave antes de balançar as redes.

Mbappé até tentava alguma coisa do lado da França, mas foi a Inglaterra que marcou de novo. Dois minutos depois, Marcus Rashford foi lançado em contra-ataque pela esquerda. O atacante invadiu a área com liberdade e chutou em cima de Maignan. O rebote ficou com Saka, mas a batida explodiu em Lacroix. Na sobra, Rashford conseguiu tirar do goleiro dos Bleus e rolar para Saka, enfim, mandar para o gol.

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E o camisa 7 inglês balançaria as redes mais uma vez. Aos 45, Saka recebeu do meia Eberechi Eze às costas da zaga e chutou no canto esquerdo de Maignan, transformando o placar em goleada.

Para a história

O atropelo fez com que Deschamps voltasse do intervalo com quatro alterações. Uma delas foi a entrada de Dayot Upamecano no lugar de Ibrahima Konate. E foi a partir de um desarme do zagueiro, na intermediária ofensiva, logo aos dois minutos, que Olise aproveitou e lançou Mbappé nas costas de Konsa. O camisa 10 chutou cruzado para recolocar a França no jogo.

Coube a outra novidade francesa para o segundo tempo diminuir mais um pouco a diferença no placar. Seis minutos depois, Mbappé lançou o atacante Bradley Barcola, que surpreendeu a marcação de Quansah e finalizou para vencer Henderson.

Em choque, a Inglaterra se viu acuada em meio à pressão dos Bleus. Olise, Upamecano e o atacante Ousmané Dembélé, outro titular que entrou na volta do intervalo, tiveram chances. E foi Dembélé que iniciou a jogada do terceiro. Aos 20 minutos, ele avançou pela esquerda e tocou para Olise, que deixou a bola passar e chegar em Mbappé. O camisa 10 tabelou com o companheiro e mandou para as redes. Gol dez nesta Copa e 22 na história dos Mundiais.

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Aos 29, Olise pecou na finalização dentro da área, após jogada do lateral Malo Gusto pela esquerda. Aos 36, ele voltou a desperdiçar grande chance, desta vez por exagerar no lance individual depois de boa trama com Dembélé e Mbappé. Isso porque, um minuto antes, foi o meia Jude Bellingham, que tinha acabado de entrar, que exagerou no preciosismo ao demorar a chutar e finalizar em cima de Maignan.

Como se fosse uma punição a Olise pelas oportunidades perdidas, aos 39 minutos, Spence foi derrubado por Gusto na área. Saka cobrou a penalidade e marcou o terceiro dele na partida.

Alívio inglês? Que nada. Aos 50, Dembélé recebeu de Upamecano pela esquerda, invadiu a área, levou para a perna esquerda e fez o quarto da França. O pandemônio estava reinstalado para os dois minutos finais dos acréscimos. Até que, no último lance, Bellingham resolveu a vida da Inglaterra com um golaço. O meia driblou Lacroix, enganou Upamecano e chutou entre as pernas do zagueiro para definir o jogo em Miami.

Agencia Brasil

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Esporte

Argentina vence Inglaterra de virada e está na final da Copa do Mundo!

Redação Informe ES

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Em uma semifinal emocionante, a Argentina buscou uma virada histórica sobre a Inglaterra e venceu por 2 a 1 na prorrogação. Anthony Gordon abriu o placar para os ingleses aos 55 minutos, mas Enzo Fernández empatou aos 85′, e Lautaro Martínez marcou o gol da classificação aos 90+2 da prorrogação, garantindo a Albiceleste na grande decisão.

Agora, a Argentina enfrenta a Espanha na final da Copa do Mundo de 2026, em um duelo que promete parar o planeta. 🌎⚽🔥

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Espanha vence a França e avança à final da Copa do Mundo

Redação Informe ES

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Assim como a Queda da Bastilha, em 14 de julho de 1789, simbolizou o colapso de uma fortaleza que parecia intransponível e marcou o início do declínio do poder absoluto na França, a seleção espanhola derrubou, justamente em 14 de julho, a resistência francesa em Dallas. Diante do superataque da Copa do Mundo, a Espanha cercou, pressionou e encontrou as brechas para vencer por 2 a 0, com gols de Mikel Oyarzabal e Pedro Porro, garantindo vaga na final da Copa do Mundo.

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