Esporte
Onze atletas vão representar o Espírito Santo na Olimpíada de Paris 2024

A cerimônia de abertura da Olimpíada de Paris será realizada nesta sexta-feira (26) e onze atletas capixabas vão representar o Espírito Santo no maior evento multiesportivo do mundo. Os esportistas participam em sete modalidades: atletismo, basquete, handebol, handebol de areia, ginástica rítmica, taekwondo e vôlei de praia.
A Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport) já deixou sua marca na trajetória de vários dos convocados, seja por meio dos programas voltados ao alto rendimento, como o Bolsa Atleta e o Voe Atleta, ou de iniciação, como o Campeões de Futuro e os Jogos Escolares, ou até mesmo com homenagem na Calçada da Fama da Sesport.
Com os 11 passaportes carimbados para a capital francesa, o Espírito Santo supera a marca da última edição dos Jogos Olímpicos. Em 2021, em Tóquio, o Estado esteve presente com nove participantes, inclusive nomes que se repetem nesta edição de 2024. Conheça um pouco da história de cada um:
ATLETISMO
Paulo André Camilo – Nascido em Santo André, São Paulo, mas morador de Vila Velha desde os dois anos de idade, Paulo André Camilo, ou P.A. como também é chamado, ganhou fama nacional com a participação no programa Big Brother Brasil, da TV Globo. Disputou sua primeira edição dos Jogos em Tóquio, em 2021, mas não subiu ao pódio. Começou a despontar na modalidade na disputa dos Jogos Escolares do Espírito Santo (JEES), promovidos pela Sesport. Hoje, detém a terceira melhor marca da história do atletismo do Brasil na prova dos 100 metros, uma das que vai disputar em Paris, juntamente com o revezamento 4×100. Por todos esses feitos, é um dos homenageados da Calçada da Fama da Sesport e utiliza a academia do Centro de Treinamento Jayme Navarro de Carvalho, na sede da Secretaria.
BASQUETE
Didi Louzada – Aos 25 anos e revelado por um projeto social de Cachoeiro de Itapemirim, Didi Louzada disputou a atual temporada do Novo Basquete Brasil (NBB) pelo Flamengo, finalizando a competição com o vice-campeonato. Teve passagem pelos Estados Unidos, entre 2021 e 2023, quando chegou até a maior liga do mundo, a NBA. Assim como Paulo André Camilo, Didi Louzada é mais um atleta revelado nos Jogos Escolares do Espírito Santo (JEES).
GINÁSTICA RÍTMICA
Déborah Medrado – Natural da Serra, Déborah Medrado faz parte da seleção brasileira de conjunto, que vem tendo um bom desempenho nas recentes etapas de mundias da modalidade, desde o ano passado. A capixaba também esteve em Tóquio, em 2021, e vai para a sua segunda participação olímpica. Já representou o Estado em edições nacionais dos Jogos Escolares e é contemplada pelo programa Bolsa Atleta. Ao longo da carreira, realizou treinos no Centro de Treinamento Jayme Navarro de Carvalho, na sede da Sesport.
Sofia Madeira – Assim como Déborah Medrado, a atleta Sofia Madeira integra a seleção brasileira de conjunto da ginástica rítmica e também é contemplada pelo Bolsa Atleta. Porém, ela vai para sua primeira Olimpíada. Moradora de Vila Velha, Sofia Madeira passou ainda pelo projeto Campeões de Futuro, da Sesport, e participou dos Jogos Escolares. Também realizou treinos durante a juventude no Centro de Treinamento Jayme Navarro de Carvalho, antes de chegar à seleção. Entre os recentes feitos com a seleção, ao lado da colega capixaba, alcançou com o Brasil a maior nota da história do conjunto em uma competição internacional (71.500), na Copa do Mundo de Milão, no mês passado, garantindo a medalha de prata.
HANDEBOL
Ana Claudia Bolzan – Natural de Mantenópolis, a jogadora de 28 anos é ponta do time de handebol feminino do Benfica, de Portugal. Ela começou a se destacar na modalidade atuando pelo Colégio Castro Alves, de Cariacica, sendo campeã dos Jogos Escolares do Espírito Santo, entre 2010 e 2013, e participando e conquistando etapas nacionais e internacionais. Após várias passagens pela seleção brasileira, Ana Claudia Bolzan foi convocada para disputar sua primeira Olimpíada.
HANDEBOL DE PRAIA
Patrícia Scheppa – Natural de Santa Teresa, Patrícia Scheppa foi convocada para disputar o handebol de praia em Paris. A modalidade será realizada apenas como exibição nos Jogos, portanto sem possibilidades de conquista de medalhas. No entanto, ela briga para poder entrar no programa olímpico em futuras edições. A capixaba Patrícia Scheppa já foi eleita duas vezes a melhor jogadora do mundo.
TAEKWONDO
Mikaela Oliveira – Moradora da Serra, a lutadora Mikaela Oliveira, de 21 anos, foi convocada para substituir a medalhista olímpica juvenil Sandy Macedo, que sofreu uma lesão. A capixaba vai participar das lutas por exibição na categoria por equipes mista, que não vão contar os resultados para o quadro de medalhas. Mikaela Oliveira é contemplada pelo programa Voe Atleta, da Sesport.
Pedro Arthur Alves – Nascido na Serra, mais especificamente em Jacaraípe, o lutador de taekwondo conquistou a vaga no fim do ano passado para a Olimpíada também na categoria por equipes mista, que será uma competição de demonstração. A seleção brasileira faturou o bronze na Copa do Mundo da China, em dezembro do ano passado, feito que valeu a vaga olímpica. Pedro Arthur Alves é contemplado pelo Bolsa Atleta.
VÔLEI DE PRAIA
André Stein – Ao lado do parceiro paraibano George, o capixaba André Stein, cria do projeto Vôlei Vida, de Vila Velha, conquistou a vaga para disputar a primeira Olimpíada. A dupla liderou o ranking olímpico e garantiu o passaporte para Paris em maio. Stein é tetracampeão brasileiro e já conquistou títulos de campeão do mundo e do circuito mundial. Foi contemplado pelo Bolsa Atleta em anos anteriores, até se mudar para a Paraíba, onde treina atualmente.
Evandro e Arthur Lanci – Carioca e paranaense, respectivamente, eles moram e treinam em Vila Velha. A dupla foi formada e se mudou para o Estado no início de 2023, visando a aproveitar a boa estrutura das areias capixabas para a preparação do ciclo olímpico, e garantiu a vaga como os segundos do ranking, atrás de André Stein e George. Evandro já disputou as Olimpíadas do Rio e de Tóquio, já Arthur Lanci vai fazer sua primeira participação nos Jogos.
Informação à Imprensa:
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Esporte
Fifa lança ranking para o Mundial de Clubes de 2029

A Fifa lançou oficialmente o ranking que vai definir parte das vagas para o Mundial de Clubes de 2029, e o primeiro retrato da disputa coloca o Palmeiras na liderança da América do Sul. O sistema organiza a corrida global ao longo do ciclo 2025-2028, somando pontos por resultados e avanço nas competições continentais, criando uma tabela contínua dentro de cada confederação e dando transparência a um processo que antes era pouco visível.
Além dos clubes já classificados como campeões continentais, como o Flamengo na Libertadores e o Paris Saint-Germain na Europa, o ranking a define as vagas restantes. Entre os times ainda sem lugar assegurado, os líderes por continente neste momento são o Al Hilal-ASA na Ásia, o Mamelodi Sundowns-AFS na África, o Tigres-MEX na CONCACAF e o Arsenal-ING na Europa, indicando como a disputa se desenha fora dos campeões.
O top-5 do ranking tem o Palmeiras com 53 pontos na liderança, seguido pelo Flamengo, já garantido, com 51, LDU, do Equador, com 44, e os argentinos Racing e Estudiantes empatados com 35. A sequência mostra ainda a força e a profundidade dos clubes brasileiros: o São Paulo aparece em sexto, o Botafogo é o décimo colocado e o Internacional surge em 15º. Mais atrás, o Fortaleza é o 18º, o Bahia o 24º e o Corinthians o 26º, formando um bloco amplo de clubes ainda vivos na disputa por vagas.
A lógica do ranking é direta: três pontos por vitória, um por empate e bônus por avanço de fase nas principais competições continentais. A exceção é a Champions League, que ganhou um ajuste específico por conta do novo formato, garantindo equilíbrio entre equipes que jogam mais partidas nos playoffs e aquelas que avançam diretamente às fases eliminatórias.
Com isso, a Fifa transforma a classificação para o Mundial em uma corrida de longo prazo, em que regularidade pesa tanto quanto conquistas pontuais. Para a América do Sul, que terá seis vagas no torneio, o cenário indica desde já uma disputa menos episódica e mais estratégica. O Palmeiras larga na frente, o Flamengo aparece colado, e, atrás deles, um grupo numeroso de brasileiros mantém o país no centro da briga por presença no principal torneio de clubes do calendário global.
Tudo pode mudar rapidamente ao longo do ciclo. Se dois clubes brasileiros garantirem vaga via títulos da Copa Libertadores, o país atinge o limite de representantes por nação — a menos que novas conquistas de novos clubes na própria competição abram exceção à regra. Nesse cenário, o ranking passa a funcionar mais como disputa interna por posição do que como porta adicional de entrada. Há ainda um fator político-esportivo no horizonte: o Brasil articula a candidatura para sediar o torneio em 2029, o que, se confirmado pela Fifa, garantiria automaticamente mais uma vaga ao país e alteraria de forma direta o desenho da participação brasileira. Em 2025, classificaram Palmeiras, Flamengo, Fluminense e Botafogo, os campeões da Libertadores, além de River e Boca, pelo ranking.
*Colaborou O Globo
Esporte
Baixo Guandu recebe o Campeonato Brasileiro de Asa Delta após uma década

Depois de dez anos, o Espírito Santo volta a ser palco do Campeonato Brasileiro de Asa Delta (CBAD). A competição, que celebra 50 anos de história, tem início na próxima terça-feira (28) na Rampa do Monjolo, em Baixo Guandu, município reconhecido como a Capital Estadual do Voo Livre.
A competição conta com apoio da Secretaria de Esportes e Lazer (Sesport) e segue até o dia 09 de maio. Considerada uma das melhores áreas de decolagem do mundo para a prática do voo livre, a Rampa do Monjolo passou por uma série de melhorias em sua infraestrutura para receber eventos de projeção nacional e internacional.
Uma realização da Associação de Voo Livre de Baixo Guandu (AVLBG), o evento vai reunir até 75 pilotos brasileiros e estrangeiros em uma disputa que promete proporcionar uma experiência única para público e competidores, em função da geografia privilegiada da cidade, ideal para a prática de esportes de aventura. Serão dez dias de provas, incluindo um dia de descanso a ser definido pela comissão organizadora do evento.
A etapa será válida para a nível FAI 2, somando pontos para o ranking internacional e oferecendo uma oportunidade para os pilotos que almejam competir no circuito mundial. As inscrições para os pilotos podem ser feitas até 29 de abril, mediante o pagamento de uma taxa de R$ 2.160,00, no site da Confederação Brasileira de Voo Livre.
Situada a cerca de 100 metros acima do nível do mar, a cidade de Baixo Guandu já foi palco de grandes competições internacionais, como a Super Final da PWC, o Campeonato Panamericano e as etapas anteriores do Campeonato Brasileiro de Parapente (CBP).
A Associação de Voo Livre de Baixo Guandu destaca que a Rampa do Monjolo conta com estrutura consolidada e reconhecida entre as melhores do mundo para a prática do voo livre, conforme observa o presidente Raney de Freitas.
“O local oferece restaurante amplo e modernizado, acesso facilitado com trechos totalmente revitalizados, além de estacionamento estruturado com maior capacidade e segurança, garantindo conforto e uma experiência de alto nível para atletas, visitantes e amantes do esporte”, afirma Raney de Freitas.
Os pilotos irão desfrutar de cenários deslumbrantes, que incluem voos sobre vales rochosos, planícies abertas (flats) e o Rio Doce, o que trará um dinamismo especial às provas, exigindo habilidades e estratégias em cada tomada de decisão. A média das provas realizadas fica entre 60 e 100 km, dependendo das condições do dia, garantindo desafios técnicos e voos emocionantes.
O local permite decolagens simultâneas de cerca de quatro asas delta, otimizando o fluxo durante as competições. Além disso, oferece infraestrutura com comida, bebida, banheiros, tendas e áreas sombreadas, garantindo conforto para os competidores enquanto preparam seus equipamentos.
“O Monjolo está para o voo livre assim como o Maracanã está para o futebol, e sempre com o foco na valorização do piloto, que é o principal artista do evento”, compara Raney.
Serviço:
Campeonato Brasileiro de Asa Delta 2026 – Baixo Guandu (ES) – Edição Especial de 50 anos Data: 28 de abril a 09 de maio
Local: Rampa de voo livre do Monjolo, na zona rural de Baixo Guandu, município localizado no noroeste capixaba, a cerca de 180 quilômetros de distância da capital Vitória.
Abertura da janela de voo: 11h
Inscrição para pilotos: https://eventos.cbvl.esp.br/evento/cbad-2026- campeonato-brasileiro-de-asa-delta-baixo-guandu-es-edicao-50- anos/inscricao
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Bruna Rodrigues / Rodolfo Mageste
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Esporte
Brasileiro vira manchete por ato de empatia na Maratona de Boston

O brasileiro Robson Gonçalves de Oliveira virou notícia esta semana por sua participação na Maratona de Boston (EUA). Mas o que chamou a atenção geral não foi a performance esportiva do operador de máquinas de 36 anos, mas a sua solidariedade e empatia em relação a outro participante da prova.
Robson, que é operador de máquina em uma empresa de caminhões em São Bernardo do Campo, São Paulo, iniciou a prova, na última segunda-feira (20), com um objetivo claro, terminar abaixo do tempo de 2h40min, superando desta forma a sua melhor marca pessoal em uma prova desta distância.
Porém, os planos do brasileiro mudaram nos metros finais da prova, quando viu à distância o norte-americano Ajay Haridasse, de 21 anos, que estava completamente exausto, mau conseguindo ficar de pé. Naquele momento o britânico Aaron Beggs, que também participava da prova, estava amparando o jovem corredor.
Diante da cena, Robson também parou, abrindo mão da possibilidade de alcançar seu melhor tempo em uma maratona, e se juntou ao esforço para permitir que Ajay Haridasse alcançasse a linha de chegada.
“Foi um decisão de segundos. Quando entrei na avenida final da maratona, faltando alguns metros para conseguir o meu melhor tempo, vi, à distancia, o Ajay Haridasse em colapso. Eu sabia que não teria forças sozinho para ajudá-lo. No momento eu pensei: Deus, se alguém parar, eu também vou ajudá-lo. E Deus foi tão generoso conosco que o Aaron Beggs parou, e eu sabia que poderia ajudar, pois dois são mais fortes do que apenas um. Grato a Deus pela força que nos deu naquele momento, e pelo Haridasse não ter desistido. Meu amigo você foi muito forte. Parabéns pela prova. Este é o espírito de Boston”, afirmou o brasileiro em uma postagem na internet.
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