Geral
Emprego sem experiência? Semana começa com mais de 3,4 mil vagas abertas no ES

Mais uma semana repleta de oportunidades de emprego em todo o Espírito Santo. Ao todo, dez agências do Sine – órgãos estaduais de intermediação de mão de obra -, e também a Agência do Trabalhador de Cariacica, na Grande Vitória, divulgaram 3.419 vagas de emprego nesta segunda-feira (13).
As oportunidades são para todos os níveis de escolaridade e até para quem não possui formação.
Também há vagas para pessoas com deficiência, como na Agência do Trabalhador de Cariacica, por exemplo. São chances para recepcionista, consultor de negócios, operador de telemarketing, auxiliar logístico, auxiliar de serviços gerais, assistente de educação corporativa, ajudante de motorista, assistente administrativo, entre outras.
Nessa reportagem você vai encontrar:
- Vagas para Vila Velha
- Vagas para Vitória
- Vagas para Serra
- Vagas para Cariacica
- Vagas para Anchieta
- Vagas para Barra de São Francisco
- Vagas para Aracruz
- Vagas para Cachoeiro de Itapemirim
- Vagas para Colatina
- Vagas para Linhares
- Vagas para São Mateus
- Vagas para Nova Venécia
Para se candidatar, o trabalhador deve procurar uma das unidades do Sine presencialmente. Em algumas cidades, as inscrições são on-line (confira abaixo como se inscrever).
Na Grande Vitória, são vagas, dividas entre o Sine de Vila Velha (210), em Vitória (375), no da Serra (1.064) e no de Cariacica (247). Também há oportunidades na Agência do Trabalhador de Cariacica (560).
No interior os candidatos podem procurar a unidade de Anchieta (98), Aracruz (283), Cachoeiro de Itapemirim (210), Nova Venécia (28), Linhares (256) e Colatina (88).
Sine de Vila Velha (210 vagas)
- Como se candidatar: os interessados devem fazer o agendamento no site da prefeitura. O atendimento ocorre na sede do Sine, que funciona na Vila do Empreendedor, no subsolo do Boulevard Shopping.
- Oportunidades: Há vagas para ajudante de carga e descarga, açougueiro, ajudante de serralheiro, analista de logística, atendente de loja, entre outras.
Dentre as 183 vagas, 20 são para vendedor porta a porta, 20 para auxiliar contábil e 10 para consultor de vendas.
Sine de Vitória (375 vagas)
- Como se candidatar: os interessados devem procurar a agência que funciona na Casa do Cidadão, Avenida Maruípe, 2.544, Itararé, das 8 às 17h.
- Oportunidades: há oportunidades para vendedor, técnico de edificações, servente de obras, repositor de mercadorias, pedreiro, padeiro, operador de caixa, motorista de caminhão, fiscal de loja, garçom, encarregado de açougue, cozinheiro geral, carpinteiro, auxiliar de cozinha, ajudante de obras, entre outras.
No município, existem vagas para pessoas dos diferentes níveis de escolaridade, aquelas sem experiência, pessoas com deficiência e também sem nível de formação. A capital oferece, por exemplo, 40 vagas para ajudante de carga e descarga de mercadoria (fundamental), 15 vagas para servente de obra (sem experiência e escolaridade) e 2 vagas para auxiliar de limpeza (PcD).
Sine da Serra (1.064 vagas)
- Como se candidatar: os interessados devem comparecer na agência, localizada no bairro Portal de Jacaraípe, no Pró-cidadão, das 8 às 17 horas.
- Oportunidades: há oportunidades para ajudante de carga e descarga, açougueiro, ajudante de cozinha, assistente de vendas, atendente de lanchonete, atendente de telemarketing, auxiliar administrativo, auxiliar de estoque, auxiliar de limpeza, baconista, carpinteiro, eletricista, fiscal de loja, mecânico, motorista, operador de caixa, padeiro, pedreiro, repositor, soldador, entre outras.
Sine de Cariacica (247 vagas)
- Como se candidatar: o trabalhador deve procurar o Sine do município que funciona no Faça Fácil, Av. Aloizio Santos, 500, Santo André, Cariacica.
- Oportunidades: há oportunidades para vendedor, técnico de equipamentos de informática, recepcionista, soldador, ajudante de carga e descarga, auxiliar de estoque, bombeiro hidráulico, entre outras.
Agência do Trabalhador de Cariacica (560 vagas)
- Como se candidatar: os interessados devem preencher o formulário e encaminhá-lo para o e-mail empregos@cariacica.es.gov.br, colocando no campo assunto o código da vaga e a função.
- Oportunidades: há vagas para mecânico de caminhão, atendente de fast-food, auxiliar de logística, camareira, motorista carreteiro, jardineiro, motorista cegonheiro, auxiliar de operações, telemarketing, recepcionista, garçom, auxiliar de serviços gerais, entre outras. Para PcD, as vagas são para ajudante de cozinha, auxiliar logístico, agente de limpeza, conferente, operador de caixa, auxiliar administrativo, atendente de loja, ajudante de motorista, entre outras.
Sine de Anchieta (98 vagas)
- Como se candidatar: o atendimento aos candidatos ocorre no Sine da cidade, localizado dentro da Casa do Cidadão, na avenida Marechal Deodoro da Fonseca, 767, no Centro.
- Oportunidade: há vagas para cozinheiro, motorista de ônibus rodoviário, pedreiro, camareiro, repositor de mercadorias, açougueiro, motorista de carro, técnico de manutenção, ajudante industrial e outras.
Sine de Aracruz (283 vagas)
- Como se candidatar: o atendimento aos candidatos ocorre no Sine da cidade, localizado na rua Alegria 795, Bairro Polivalente, das 8 às 17 horas.
- Oportunidade: há vagas para mecânico de manutenção, operador de usinagem, pintor industrial, supervisor de loja, vendedor, caixa, ajudante de confeiteiro, entre outras.
Sine de Cachoeiro de Itapemirim (210 vagas)
- Como se candidatar: o atendimento aos candidatos ocorre no Sine da cidade, localizado na rua Costa Pereira, 100, Sumaré, das 8h às 17h.
- Oportunidades: há vagas para vendedor, técnico de Segurança no Trabalho, saladeiro, supervisor de vendas, pedreiro, polidor de mármore e granito, soldador, marceneiro, garçom, babá, auxiliar de estoque, armador, açougueiro, entre outras.
Sine de Colatina (88 vagas)
- Como se candidatar: o atendimento é on-line e os candidatos devem enviar o currículo e número do PIS e do CPF para o e-mail currículo: colatina@sine.es.gov.br.
- Oportunidades: há vagas para vendedor, vendedor de loja de roupa, pedreiro, técnico em Segurança do Trabalho, lavador de carros, motoboy, fretista, churrasqueiro, assistente administrativo, auxiliar de obras, entre outras.
Sine Linhares (256 vagas)
- Como se candidatar: os interessados devem procurar a agência do município, das 8 às 13 horas, localizada na Av. Governador Carlos Lindenberg, 660, Centro.
- Oportunidades: há vagas para vendedor, técnico em Segurança do Trabalho, técnico em Eletrônica, trabalhador rural, montador, embalador, oficial pleno, mecânico de automóvel, operador de loja, encarregado de obras, caixa, balconista de farmácia, ajudante de oficina, atendente, entre outras.
Sine de Nova Venécia (28 vagas)
- Como se candidatar: os interessados devem procurar a agência do município, localizado na Praça Theodosia da Cunha Neves, 15 – Centro.
- Oportunidades: há vagas para vendedor, balconista, auxiliar de obras, armador, auxiliar de limpeza, montador de móveis, entre outras.
Colaborou* G1ES
Geral
Juiz de Fora: desastre reflete negligência com aquecimento global

Os temporais que deixaram pelo menos 3 mil pessoas desabrigadas, 400 desalojados e 47 mortos na Zona da Mata mineira são reflexo de negligência com as mudanças climáticas. A avaliação é de especialistas ouvidos pela Agência Brasil que consideram os fatores climáticos e humanos responsáveis pelas fortes chuvas em Juiz de Fora e Ubá, com enxurradas, deslizamentos de terra e cheias de rios acima do normal.
“Quando estamos falando de extremos, de riscos ambientais, estamos falando de mudanças climáticas”, afirmou o geógrafo Miguel Felippe, professor do Departamento de Geociências da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).
De acordo com ele, a prevenção passa pela adoção de uma agenda de políticas públicas para o meio ambiente, tema que tem sido negligenciado nos últimos anos. “Toda essa onda negacionista relacionada às mudanças climáticas, obviamente, reverbera agora em desastres como esses.”
Para Felippe, especialista em hidrologia, geografia física e riscos socioambientais, as chuvas extremas e os eventos extremos tendem a ficar mais comuns daqui para a frente.
A negligência ocorre em todos os níveis de governo no Brasil e no mundo, onde a pauta climática, da qual faz parte o planejamento urbano, é apresentada por políticos como um entrave ao desenvolvimento econômico, analisou o geógrafo. “Essa falsa contraposição continua sendo usada como ativo na disputa eleitoral”, analisou.

Casas são destruídas após fortes chuvas no bairro Cerâmica, na zona sudeste de Juiz de Fora – Foto Tomaz Silva/Agência Brasil
Mesmo assim, explica, é na política que é preciso buscar soluções. O professor da UFJF sugere começar pelo ordenamento urbano das cidades. Segundo ele, o Poder Público perdeu o controle dos terrenos para o capital imobiliário que, na prática, define qual o valor dos imóveis e, logo, o perfil socioeconômico dos moradores. O resultado é que as pessoas pobres são empurradas para áreas de menor valor econômico, que são as de maior risco de desastre ambiental.
“O discurso de que as pessoas pobres não devem ocupar áreas de risco despreza o elemento mais importante: é o capital imobiliário que define quem vai morar aonde”, destacou.
Dessa forma, segundo Felippe, as áreas com maiores perdas de vidas e materiais, em Juiz de Fora, são os bairros pobres. “Esta é a população com menor capacidade de resiliência e que vai ter mais dificuldade de se reconstituir.”
O professor lembrou que as áreas de risco são conhecidas. No entanto, ações de mitigação, parte da política ambiental, esbarram na falta de recursos. “Pelo que li nos jornais, em Minas Gerais, verbas destinadas ao enfrentamento de chuvas sofreram cortes expressivos entre 2023 e 2025”, afirmou.
Levantamento realizado pelo jornal O Globo, com dados oficiais do Portal da Transparência, mostra que os recursos para a Defesa Civil estadual caíram de R$ 135 milhões para R$ 6 milhões, coincidindo com o segundo governo de Romeu Zema. Procurado pela reportagem, o governo estadual não comentou.

Bombeiros retiram corpo de escombros após fortes chuvas no bairro Cerâmica, na zona sudeste de Juiz de Fora – Foto Tomaz Silva/Agência Brasil
As políticas de resiliência precisam incluir também a conscientização da população, de acordo com Felippe. Em muitos casos, moradores de áreas de risco não sabem o que fazer em casos de alertas geológicos. “É preciso ir a campo, conversar com as pessoas, instruir, ter um plano de contingência muito claro”, recomendou.
A maioria das vítimas dos temporais de segunda-feira (23) é de Juiz de Fora, cidade que tem uma das maiores proporções de pessoas morando em áreas de risco, segundo o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). De acordo com o órgão, o município recebeu, em um dia, quase toda a chuva esperada para fevereiro, com impactos concentrados nos bairros Morro do Imperador, Paineiras e Parque Burnier, onde a Agência Brasil relatou um resgate.
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Combinação de riscos
A topografia da cidade, em área de montanha, com suscetibilidade natural a deslizamentos e inundações, ajuda a explicar porque o município é um dos que mais recebem alertas do Cemaden. A posição geográfica faz com que Juiz de Fora receba umidade vinda direta do mar. E, como o mar está mais quente, há mais evaporação de água que, ao subir e encontrar as montanhas, deságua em chuvas, explicou Marcelo Seluchi, coordenador-geral de Operações e Modelagem do Cemaden.
De acordo com o meteorologista, o aquecimento global está por trás desse efeito. “O Oceano Atlântico está muito mais quente do que o normal. Na costa, a temperatura está 3 graus Celsius (°C) acima do normal e isso é muito para o oceano”, avaliou.
Seluchi explicou que o ar que transita em cima do mar carrega mais umidade.
“Nos últimos anos, temos mais umidade do que costumamos ter nesta época e isso é uma consequência do aquecimento global”, afirmou.
“Esse é um preço que pagamos pelas decisões tomadas no passado”, avaliou, criticando o descumprimento de acordos internacionais para conter os impactos no clima.
“O que nos resta? Nos adaptarmos. Tornar as cidades mais resilientes a esses desastres, o que é muito mais difícil”, analisou. Como conter inundações e deslizamentos é mais difícil, ele considera que o certo é retirar as pessoas sempre que houver um alerta, além de controlar a expansão de áreas de risco.
Seluchi cita como exemplo a experiência do Japão, país frequentemente afetado por grandes desastres, que treina os moradores para escapar nesses casos. “A Defesa Civil não evacua um por um. Ali, as pessoas já sabem a rota de fuga”.

Moradores retiram móveis de suas casas após fortes chuvas em Juiz de Fora – Foto Tomaz Silva/Agência Brasil
Resiliência das cidades
Pensando também na resiliência das cidades, dentro de uma política para o enfrentamento das mudanças climáticas, há soluções de engenharia que podem ser adotadas, na visão do professor da Escola Politécnica da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Matheus Martins, especialista em drenagem urbana.
Ele lembrou que Juiz de Fora cresceu do Vale do Rio Paraibuna para as encostas e que, por isso, é uma cidade muito suscetível a cheias e a deslizamentos com as chuvas.
“Trata-se de um vale encharcado que, quando tem excesso de chuva, a água ocupa a planície, inundando a várzea, que é onde a cidade cresceu”, afirmou.
Para evitar tragédias nessas áreas mais próximas aos rios, ele sugere intervenções como pôlders, uma técnica que consiste em isolar uma área inundável por meio de muros e utilizar bombas para remover o excesso aos poucos. Essa intervenção de engenharia, conhecida no Brasil, vem da Holanda, país no nível do mar que exige manutenção constante, embora só seja usada a cada dez ou 20 anos.

Rio sobe acima do nível normal após fortes chuvas em Juiz de Fora – Foto Tânia Rêgo/Agência Brasil
“Talvez, para grandes volumas [de chuva], o alagamento seja inevitável”, disse o professor da UFRJ. “Mas temos que trabalhar a cidade para que ela consiga conviver o melhor possível com isso e os pôlderes são uma das soluções.”
Nessas áreas mais baixas, de várzea, próximas aos rios, outra opção, sugere, é a construção de parques públicos, quando possível, além de intervenções para tornar o solo mais permeável, medida que deve ser adotada também nos estados do Rio de Janeiro e de São Paulo, que também vêm sofrendo com inundações.
“No solo com floresta, projetamos que 10% da chuva vão escoar, mas 90% ficam retidos, se infiltrando aos poucos no solo. Uma chuva de dia a dia, num bairro urbanizado, é quase o contrário: 10% ficam retidos em pequenos pontos, no telhado, em buracos; na urbanização, 90% viram escoamento superficial [que gera alagamento]”, disse.
A prefeitura de Juiz de Fora tem estudos para fazer intervenções em bairros específicos, mas as obras ainda não foram concluídas. Somente o governo federal aprovou R$ 30,1 milhões para contenção de encostas no município entre 2024 e 2025 por meio do Novo PAC, mas, segundo o Ministério das Cidades, recursos de R$ 1,2 milhão foram liberados. Para drenagem urbana, há um repasse de R$ 356 milhões programado.
As obras são do projeto de macrodrenagem Juiz de Fora + 100, da prefeitura, e incluem os bairros de Santa Luzia, Industrial, Mariano Procópio e Democrata.
Agencia Brasil
Geral
Mais 24 mil pessoas no Espírito Santo terão internet de alta qualidade e melhor sinal de celular

Com ações estratégicas de inclusão digital, o Ministério das Comunicações e Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), levarão internet de melhor sinal de celular para 22 localidades de 17 municípios do Espírito Santo. Ao todo, cerca de 24 mil pessoas serão beneficiadas.
As melhorias fazem parte das metas do edital de licitação da faixa de 700 MHz, lançado em fevereiro deste ano para ampliar a cobertura móvel, com tecnologia 5G em diversas regiões do país. O leilão, previsto para abril, priorizará a expansão do serviço em áreas rurais e remotas.
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, explicou que a medida vem para reduzir desigualdades no acesso das pessoas à internet. “Esse leilão é essencial para levar sinal de celular e conectividade a lugares com falhas de cobertura. Todos os brasileiros precisam ter acesso à comunicação, aos serviços digitais e às oportunidades que a internet oferece”, disse.
Municípios do Espírito Santo que serão atendidos: Aracruz, Boa Esperança, Cachoeiro de Itapemirim, Domingos Martins, Ecoporanga, Ibitirama, Itapemirim, Jaguaré, Linhares, Mantenópolis, Mimoso do Sul, Muqui, Santa Maria de Jetibá, Santa Teresa, São Mateus, Vargem Alta e Viana.
Novos serviços
No Brasil, a expectativa com o leilão é de 1,2 milhão de pessoas beneficiadas e 500 pequenas localidades sejam conectadas. Além de fortalecer o 4G, a faixa de 700 MHz vai ampliar o alcance do 5G, levando a tecnologia a locais que hoje ainda não contam com conexão de qualidade. A iniciativa também abre caminho para novos serviços, como equipamentos conectados à internet.
Diferente de outros leilões, este não tem como foco arrecadar recursos para o governo federal. A maior parte do valor pago pelas empresas será convertida em investimentos obrigatórios para ampliar a cobertura do serviço móvel, principalmente em regiões que hoje não são atendidas de forma adequada.
A liberação da faixa de 700 MHz foi possível após o avanço da TV digital, que permitiu reorganizar o uso das frequências e abrir espaço para a expansão dos serviços móveis.
O edital, aprovado pelo Tribunal de Contas da União, está alinhado à política pública de ampliar a competição, acelerar a cobertura e evitar que o espectro permaneça ocioso caso não haja interesse nas etapas iniciais.
Como vai funcionar o leilão:
- A faixa será oferecida novamente para aumentar a concorrência entre as operadoras.
- O espectro será dividido em blocos regionais.
- Cada empresa poderá adquirir até duas regiões.
- O processo terá três etapas, começando por operadoras regionais e, ao final, aberto a qualquer empresa interessada.
- O foco é ampliar a cobertura, estimular investimentos e melhorar a qualidade do sinal.
Ascom MCom
Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério das Comunicações
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PRF: quase 44% das mortes nas estradas envolvem veículos de carga

No balanço da Operação Rodovida, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou, nesta segunda-feira (23), que das 1.172 mortes nas estradas federais brasileiras registradas nos últimos 66 dias, um total de 514 vítimas esteve em acidentes que envolveram veículos de carga. O número representou 43,93% do total.
Os acidentes com esse tipo de veículo totalizaram 3.149 casos. Eles representam 23,81% do total de sinistros nas estradas. Os dados foram apresentados em evento na cidade de Aracaju (SE) no encerramento da operação.
A Operação Rodovida começou em 18 de dezembro do ano passado e durou até o último domingo (22).
A corporação afirmou que, dentre esses acidentes com veículos de carga, as colisões frontais foram as que mais resultaram em mortes, com 288 no total (o maior número).
Mortes no carnaval
Durante o período carnavalesco, pelo menos 130 pessoas morreram nas estradas. Segundo a corporação, foi o carnaval mais violento da década.
Os números mostraram ainda um aumento de 8,54% nos acidentes de trânsito graves durante os dias de folia. A maioria das vítimas estava em automóveis e motocicletas.
Alta velocidade
Durante toda a Operação Rodovida, ao menos 1,2 milhão de veículos dos mais diferentes tipos apresentaram excesso de velocidade. Outros números que trouxeram preocupação à corporação foram de 58,7 mil ultrapassagens irregulares e 11,1 mil motoristas embriagados ao volante.
Segundo a PRF, a proposta da operação foi de fazer a segurança nos períodos de maior movimentação nas estradas, o que incluiu as férias escolares e as operações Natal, Ano Novo e Carnaval.
Celular ao volante
Segundo ainda a corporação, foram flagrados também 9,6 mil condutores utilizando o celular enquanto dirigiam. Além disso, 54,5 mil pessoas não usaram o cinto de segurança ou a “cadeirinha” para crianças até quatro anos de idade.
Entre os ocupantes de motocicletas, 10,3 mil pessoas não usaram o capacete. Entre os motoristas profissionais (de ônibus ou caminhão, por exemplo), 17,1 mil não respeitaram a Lei do Descanso (que estabelece ao menos 11 horas de pausa em um dia).
Agencia Brasil
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