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Senado começa a debater mudança de data das eleições 2020

Colunista Noel Junior

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Publicado em 17/06/2020 – 19:12 Por Marcelo Brandão – Repórter da Agência Brasil – Brasília

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, decidiu transformar a sessão de hoje (17) em uma sessão de debates sobre a mudança da data das eleições municipais. As eleições estão marcadas para o dia 4 de outubro, mas a epidemia de covid-19, e o consequente isolamento social implantado em todo país para evitar a propagação da doença, motivou a discussão por uma mudança de data. O adiamento será discutido com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 18/2020, de autoria do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP).

Essa PEC será relatada pelo senador Weverton Rocha (PDT-MA), que tem expectativa de fechar a proposta ainda esta semana. Se houver consenso na reunião de líderes, na próxima segunda-feira (22), o texto poderá ser votado já na próxima semana. A PEC ainda deverá ser apreciada pela Câmara dos Deputados.

A discussão sobre o tema na sessão de hoje ocorreu após uma reunião entre líderes do Senado e da Câmara, o presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, e também com a persença do ministro da Corte Edson Fachin, além de especialistas da área de saúde. Os parlamentares ouviram as opiniões dos especialistas, que viram na mudança da data uma possibilidade de garantir mais segurança para a saúde da população, bem como dos candidatos, sobretudo os mais idosos.

“Acho muitíssimo arriscado nós nos indispormos com o aconselhamento da ciencia. Eu não quero ser senhor da vida e da morte das pessoas, não quero ser irresponsável para ir contra as recomendações que estão sendo emanadas de cientistas. Eles dizem que tem melhores condições com o adiamento de 45 a 60 dias”, disse Randolfe.

Nova data

Ainda não há uma data fixada para a mudança. Weverton levará em consideração opiniões de colegas congressistas, bem como dos ministros do TSE e dos especialistas, com quem ele voltará a conversar. Mas dentre as possibilidades na mesa, está a alteração do primeiro turno para 15 de novembro e 6 de dezembro.

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Segundo relatado pelo líder do MDB no Senado, Eduardo Braga (MDB-AM), os especialistas em saúde previram um achatamento da curva de contaminação apenas no mês de setembro. Braga destacou, no entanto, que não se discute uma prorrogação dos mandatos atuais. “Uma certeza a gente tem: não vamos prorrogar mandatos. Portanto, teremos eleição em 2020.”

Ciro Nogueira (PP-PI), por sua vez, defendeu a realização das eleições apenas no ano que vem. Para ele, a medida deverá ser mais eficaz do ponto de vista de saúde pública. “Não vejo muita diferença de outubro para novembro. Defendi que adiássemos a eleição para que não houvesse este ano. Aí sim estaríamos salvando vidas.”

Wellington Fagundes (PL-MT) foi ainda mais longe, ao defender a coincidência dos mandatos do presidente da República e governadores com os dos prefeitos, em eleições gerais realizadas em 2022. O líder do governo no Congresso, Eduardo Gomes (MDB-TO), também defendeu discutir a coincidência de mandato como uma alternativa plausível. Para ele, a alteração da data por 45 ou 60 dias sem garantir a participação de todos os candidatos e eleitores é inútil.

Randolfe rebateu a ideia, afirmando que poderia ocorrer um questionamento no Supremo Tribunal Federal (STF). Ele citou o Artigo 60 da Constituição, que afirma que uma PEC não pode interferir na periodicidade dos mandatos. “Era até mais barato coincidir mandatos, ter uma eleição única. Mas teríamos que passar por uma análise da Constituição. Alterando mandatos, estamos alterando a periodicidade do voto.”

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Apesar de haver discordância sobre nova data das eleições, a maioria dos senadores concordou que é cada vez mais improvável a manutenção das eleições no dia 4 de outubro. Muitos senadores falaram de suas convicções pessoais, deixando claro que seus partidos ainda não se posicionaram. Assim, o assunto continua com mais perguntas do que respostas. Respostas que devem começar a surgir na próxima semana. Fonte: AgenciaBrasil  Edição: Aline Leal

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Turismo registra crescimento de 10% nos empregos formais no Espírito Santo desde 2023

Redação Informe ES

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Em avanço histórico, estado passou de 38.937 para 42.822 trabalhadores com carteira assinada entre setembro de 2023 e setembro de 2026; avanço acompanha expansão nacional de 9,7%

O turismo no Espírito Santo registrou crescimento de 10% no número de empregos formais entre setembro de 2023 e setembro de 2026. Segundo levantamento do Ministério do Turismo, o total de trabalhadores com carteira assinada nas atividades turísticas passou de 38.937 para 42.822, um acréscimo de 3.885 vínculos em três anos. O resultado representa crescimento acima da média nacional.

Os dados foram compilados pelo Ministério do Turismo (MTur) a partir de informações oficiais da Relação Anual de Informações Sociais (RAIS) e do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), ambos vinculados ao Ministério do Trabalho e Emprego.

O desempenho no Espírito Santo integra a expansão do turismo brasileiro. Em setembro de 2026, o setor alcançou 2.435.935 empregos formais em todo o país, o maior total para o mês desde 2023. Na comparação com setembro daquele ano, foram 214.475 vínculos adicionais, crescimento de 9,7%. Em relação a setembro de 2025, o avanço nacional foi de 2,4%, equivalente a 57.507 trabalhadores a mais.

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Para o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano, os indicadores evidenciam a contribuição da atividade turística para a geração de trabalho e renda nas diferentes regiões brasileiras.

“Quando o turismo cresce, o resultado aparece na vida das pessoas. Estamos falando de mais de 2,4 milhões de empregos em uma atividade que movimenta hotéis, restaurantes, transportes, agências de viagens e milhares de pequenos negócios. São 214 mil vínculos novos em três anos, o que representa comida na mesa, renda para as famílias e novas oportunidades para quem vive de receber bem o visitante”, destacou o ministro.

Crescimento regional

Na região Sudeste, o estoque de empregos formais no turismo passou de 1.168.886, em setembro de 2023, para 1.268.971, em setembro de 2026, alta de 8,6% e acréscimo de 100.085 vínculos. No período, todas as 27 unidades da Federação registraram crescimento no número de trabalhadores com carteira assinada no turismo.

Por Natália Moraes
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo

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Banestes lidera em ativos no Espírito Santo e consolida 8ª posição entre as maiores empresas do Estado

Redação Informe ES

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No ranking geral das 200 maiores companhias em operação no território capixaba, ordenado pela Receita Operacional Líquida (ROL), o Banestes garantiu a 8ª colocação geral, tendo registrado R$ 6,15 bilhões em ROL e R$ 6,27 bilhões em Receita Operacional Bruta (ROB). Quando consideradas estritamente as companhias de controle acionário capixaba, o banco avança para o 4º lugar, atrás apenas das gigantes do comércio exterior Comexport, Timbro Trading e Sertrading.

“Os resultados que alcançamos nesta edição do Anuário IEL consolidam o papel estratégico que o Banestes desempenha há décadas no desenvolvimento econômico e social do Espírito Santo. Alcançar a liderança isolada em ativos no Estado demonstra a solidez, a governança e a eficiência da nossa gestão. Esse reconhecimento pertence a cada profissional da nossa equipe e a cada capixaba que acredita no Banestes como motor de transformação e crescimento do estado”, enfatizou o presidente do Banestes, Carlos Artur Hauschild.

Lucratividade sólida e impacto na geração de empregos

Mesmo diante de um ambiente macroeconômico desafiador e da alta nas taxas de juros ao longo do período analisado, o Banestes reportou lucro líquido de R$ 413,43 milhões. A cifra posiciona o banco como a 5ª empresa mais lucrativa de todo o Espírito Santo.

A instituição também figura como um dos maiores pilares de estabilidade do mercado de trabalho local: com 2.305 colaboradores diretos no Estado, é a 5ª maior empregadora capixaba.

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O patrimônio líquido (PL) da instituição encerrou no período de 2025 em R$ 2,41 bilhões — o 6º maior no ranking individual e com crescimento anual de 2,31%. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) alcançou a marca de 17,14%, com margem líquida fixada em 6,72%.

Força nos grupos empresariais e desempenho das subsidiárias

Na avaliação consolidada dos conglomerados econômicos locais, o Sistema Financeiro Banestes consolidou a 3ª posição entre os 10 Maiores Grupos Empresariais do Espírito Santo em patrimônio líquido. Além disso, o conglomerado ocupou a vice-liderança estadual tanto em receita bruta (R$ 6,28 bilhões) quanto em lucro líquido (R$ 413,44 milhões) entre todos os grupos avaliados.

As subsidiárias do banco também se destacaram em categorias individuais:

  • Banestes DTVM (Asset): A distribuidora de títulos e valores mobiliários foi laureada como a 4ª Melhor Empresa Geral do Espírito Santo na avaliação de desempenho econômico multidimensional (índice sintético de 69,63%). A empresa ainda conquistou o 3º lugar no Estado em lucro por empregado (R$ 2,05 milhões por colaborador) e o 8º lugar em rentabilidade das vendas (margem de 491,96%).
  • Banestes Seguros (Banseg): A empresa do grupo figurou na 63ª posição geral do ranking das 200 maiores (e 48ª no recorte de empresas capixabas), com faturamento líquido de R$ 385,93 milhões e lucro de R$ 43,62 milhões.

Os dados apurados pelo Anuário IEL 2026 refletem não apenas a saúde econômico-financeira do Banestes, mas também sua centralidade estratégica na intermediação de crédito, geração de valor e suporte ao ecossistema produtivo capixaba.

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Prêmio da Mega da Virada 2026 deve ultrapassar R$ Bilhão

Redação Informe ES

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A 18ª edição da Mega da Virada tem o prêmio estimado pela CAIXA Loterias em mais de R$ 1 bilhão. As apostas para o concurso especial nº 3100 estão disponíveis a partir de hoje, 3 de novembro, e poderão ser feitas até às 22h do dia 31 de dezembro. O sorteio será realizado às 11h do dia 1º de janeiro de 2027, no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, nº 750, em São Paulo (SP).

Por se tratar de concurso especial, o prêmio da Mega da Virada não acumula. Caso não haja ganhadores na faixa principal, com acerto das seis dezenas, será dividido entre os acertadores da segunda faixa e assim sucessivamente. Do valor destinado ao rateio das faixas de premiação, 90% serão destinados às apostas que acertarem as seis dezenas (sena), 5% às apostas com cinco acertos (quina) e 5% às apostas com quatro acertos (quadra).

Em 2025 a Mega da Virada pagou o prêmio recorde de R$ 1,09 bilhão. A estimativa inicial era de R$ 850 milhões. O sorteio teve seis apostas ganhadoras, e cada uma recebeu mais de R$ 181,8 milhões.

As apostas podem ser feitas com volante específico da Mega da Virada nos canais das Loterias CAIXA: nas mais de 13 mil lotéricas CAIXA espalhadas pelo Brasil, o portal Loterias CAIXA, e o app Loterias CAIXA (IOS e Android), além do Internet Banking CAIXA, exclusivo para correntistas da CAIXA. O valor da aposta simples com 6 números custa R$ 6,00 (seis reais).

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Bolão CAIXA:

O bolão das Loterias CAIXA é a forma que o apostador tem de realizar apostas em grupo. Basta preencher o campo próprio no volante ou solicitar ao atendente da lotérica.

Para participar de um bolão, o apostador pode adquirir cotas organizadas pelas lotéricas, que podem cobrar uma tarifa de serviço adicional. Também é possível comprar cotas pelo portal Loterias CAIXA ou pelo aplicativo Loterias CAIXA. Quando o bolão é organizado pelo próprio apostador, não é cobrada tarifa de serviço.

Na Mega-Sena, é possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas, com até dez apostas por recibo. Em caso de bolão com mais de uma aposta, todas deverão conter a mesma quantidade de números.

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03/11/2026
Assessoria de Imprensa da CAIXA

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