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Negócios

10 Bilionários que Superaram Barreiras e Construíram Fortunas

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

 

 

Nesta temporada de festas, os bilionários americanos têm muito pelo que agradecer. Com o mercado de ações em alta, o número de bilionários é recorde, e eles estão mais ricos e poderosos do que nunca.

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Parece que a sorte está sempre ao lado deles, mas muitos não começaram dessa forma. Enquanto alguns desses grandes empresários nasceram ricos ou tiveram grandes vantagens graças às conexões familiares, muitos vieram do nada. Da pobreza à riqueza, suas histórias mostram até onde alguém pode chegar em apenas uma geração.

Esse é o caso de Frank VanderSloot, fundador da empresa de bem-estar Melaleuca, que passou a infância trabalhando em uma fazenda em Idaho, no noroeste dos EUA, e só conseguiu pagar a faculdade vivendo em uma lavanderia. “Minha família não tinha muito dinheiro, então fiquei muito empolgado quando tinha uns oito anos e meu pai trouxe para casa uma caixa de papelão com furos. Era um pombo”, VanderSloot contou à Forbes, relembrando seu presente de Natal favorito na infância. Hoje, o empresário tem uma fortuna estimada em US$ 3,2 bilhões (R$ 19,8 bilhões), o suficiente para comprar um pombo para cada criança dos Estados Unidos.

Oprah Winfrey compartilha uma lista de ideias de presentes em sua famosa seleção anual de “Coisas Favoritas”. Mas, quando criança, vivendo com sua mãe solo dependente de assistência social, presentes não faziam parte da sua realidade. Winfrey descobriu que o Papai Noel não existia aos 12 anos, quando sua mãe disse que não podiam comemorar o Natal naquele ano, ela contou em seu programa de TV. A apresentadora se lembra de temer o momento de contar aos colegas que não ganhou nenhum presente. Mas, quando algumas freiras apareceram inesperadamente em sua casa com alimentos e uma boneca, foi o melhor Natal da sua vida. Winfrey, hoje com uma fortuna estimada em US$ 3 bilhões (R$ 18,6 bilhões), tenta retribuir doando brinquedos para dezenas de milhares de crianças em situação de vulnerabilidade.

VanderSloot e Winfrey estão longe de ser os únicos bilionários cujos Natais e outras festas de infância foram humildes. Em homenagem ao espírito inspirador das festas de fim de ano, a Forbes relembra 10 histórias de bilionários que não tiveram grandes privilégios, mas construíram grandes fortunas com seus negócios e carreiras de sucesso.

1. Harold Hamm

Patrimônio Líquido: US$ 18,5 bilhões (R$ 114,6 bilhões)

Harold Hamm bilionário

Hamm foi um dos 13 filhos de um casal de trabalhadores rurais em Oklahoma. Quando criança, ajudava a família colhendo algodão descalço e começou a trabalhar em um posto de gasolina aos 16 anos. Isso despertou seu interesse por petróleo e gás, levando-o a abrir uma empresa de transporte de água para campos petrolíferos. Em 1967, fundou a Continental Resources, que hoje produz 400 mil barris de petróleo e gás por dia. Em 2022, ele privatizou a empresa em uma transação de US$ 27 bilhões (R$ 167 bilhões).

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2. Jan Koum

Patrimônio Líquido: US$ 16,4 bilhões (R$ 101,6 bilhões)

jan koum bilionários

Koum cresceu em uma casa sem água quente em uma vila rural perto de Kiev, na Ucrânia. Aos 16 anos, imigrou para a Califórnia com a mãe, que os sustentava trabalhando como babá e, depois, com uma pensão por invalidez após ser diagnosticada com câncer. Koum também ganhava dinheiro limpando supermercados. Ele fundou a empresa de mensagens instantâneas WhatsApp, vendida ao Facebook por US$ 19 bilhões (R$ 117,6 bilhões) em 2014. O contrato foi assinado nas escadarias do escritório de assistência social onde ele antes pegava cupons de auxílio para alimentação.

3. David Steward

Patrimônio Líquido: US$ 11,4 bilhões (R$ 70,6 bilhões)

david steward bilionários

Crescendo nos anos 1950 no centro-oeste dos EUA, em um Missouri segregado, seu pai sustentava ele e seus seis irmãos trabalhando como coletor de lixo, mecânico e zelador. Os primeiros anos da empresa de soluções tecnológicas World Wide Technology, fundada por Steward em 1990, também foram difíceis. Ele abriu mão de receber salários e até assistiu, do estacionamento do escritório, enquanto seu carro era apreendido. Hoje, a WWT gera US$ 20 bilhões (R$ 123,8 bilhões) em receita anual, e Steward é a pessoa negra mais rica dos Estados Unidos.

4. Igor Olenicoff

Patrimônio Líquido: US$ 8,3 bilhões (R$ 51,3 bilhões)

Filho de pais com conexões czaristas que fugiram da Rússia após a Revolução Bolchevique, Olenicoff cresceu no Irã. Sua família mudou-se para os Estados Unidos em 1957 com apenas quatro malas, que foram roubadas na primeira noite no novo país. Sua mãe e seu pai trabalharam como empregada doméstica e zelador, respectivamente, enquanto ele conseguiu um emprego em uma loja de ferragens. Atualmente, Olenicoff possui um império imobiliário com 8 milhões de metros quadrados de escritórios e mais de 17 mil unidades residenciais nos EUA.

5. Gail Miller

Patrimônio Líquido: US$ 4,4 bilhões (R$ 27,2 bilhões)

Gail Miller bilionários

Miller foi a sexta de nove filhos logo após a Grande Depressão, em uma família pobre que tinha apenas uma lâmpada elétrica, que era movida de um cômodo para outro. Ela e o marido (falecido em 2009), ex-gerente de peças da Toyota, transformaram uma concessionária de carros em uma das maiores redes de revendedoras dos EUA. Em 2021, ela vendeu a empresa para a Asbury Automotive por US$ 3,2 bilhões (R$ 19,8 bilhões). Agora, ela é dona da companhia de investimentos Larry H. Miller Group.

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6. Bob Parsons

Patrimônio Líquido: US$ 3,9 bilhões (R$ 24,1 bilhões)

Bob Parsons bilionário

Parsons teve uma infância humilde no centro de Baltimore, no nordeste dos EUA. Sua mãe era dona de casa e enfrentava problemas de saúde mental; seu pai era vendedor de móveis da Montgomery Ward. Ambos eram viciados em jogos de azar. “Cartas, corridas de cavalos, bingo, tudo isso”, Parsons disse à Forbes. “Você não tem muito dinheiro se é um jogador, especialmente se não começa com muito.” Depois de quase reprovar na 12ª série, ele ingressou nos Fuzileiros Navais e foi para o Vietnã. Voltou com quatro medalhas e Transtorno de Estresse Pós-Traumático. Construiu sua fortuna com a GoDaddy, empresa de hospedagem de sites, que posteriormente vendeu. Hoje, ele é dono da marca de tacos de golfe PXG, concessionárias de motos e imóveis comerciais, além de ter doado milhões para ajudar veteranos de guerra.

7. David Murdock

Patrimônio Líquido: US$ 3,7 bilhões (R$ 22,9 bilhões)

Filho de um vendedor viajante e uma lavadeira, Murdock abandonou os estudos aos 14 anos. Para se sustentar, ele trabalhava em um posto de gasolina e vivia em um quarto acima do local até ser convocado para servir na Segunda Guerra Mundial. Após retornar, pegou um empréstimo de US$ 1.800 (R$ 11 mil) para abrir uma lanchonete e começou a investir em imóveis, posteriormente adquirindo empresas como a Castle & Cooke, dona da Dole Food. Aos 101 anos, é um defensor da alimentação saudável (é vegetariano na maior parte do tempo) e é obcecado pela longevidade, esperando viver até os 125 anos.

8. Howard Schultz

Patrimônio Líquido: US$ 3,3 bilhões (R$ 20,4 bilhões)

Howard Schultz bilionários

Quando Schultz tinha 7 anos, seu pai, entregador de fraldas de pano, sofreu um acidente de trabalho; ele não tinha seguro nem salário. Schultz cresceu em um conjunto habitacional no Brooklyn e escreveu, em sua autobiografia publicada em 2019, que pagou a faculdade trabalhando como bartender e até vendendo seu próprio sangue. Nos anos 1980, ele assumiu o controle da Starbucks, na época uma pequena cadeia regional de cafés com menos de uma dúzia de lojas, e transformou-a em uma gigante global com mais de 40 mil unidades.

9. John Paul DeJoria

Patrimônio Líquido: US$ 3 bilhões (R$ 18,6 bilhões)

DeJoria se lembra de sua mãe, que o criou sozinha, dizendo que a família tinha apenas 27 centavos quando ele estava no colégio em Los Angeles nos anos 1950. Ele esteve duas vezes sem-teto e morando em seu carro, incluindo quando cofundou a empresa de xampus John Paul Mitchell, em 1980, com seus US$ 700 (R$ 4,3 mil) de economias. Hoje, a empresa oferece mais de 100 produtos de cabelo e beleza em mais de 80 países. DeJoria também comprou uma participação na Patrón Spirits em 1989 e vendeu-a para a Bacardi por US$ 5,1 bilhões (R$ 31,6 bilhões) em 2018.

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10. Rihanna

Patrimônio Líquido: US$ 1,4 bilhão (R$ 8,6 bilhões)

Rihanna bilionários

A infância da estrela pop em Barbados foi marcada por dificuldades, especialmente devido ao vício do pai em drogas e álcool. O estresse se manifestava em enxaquecas tão severas que os médicos suspeitaram que ela tinha um tumor. Após impressionar o produtor musical Evan Rogers em uma audição, Rihanna lançou oito álbuns de estúdio de platina. Graças à sua linha de cosméticos Fenty Beauty, que ela detém em parceria com o conglomerado francês de luxo LVMH, Rihanna é uma das artistas mulheres mais ricas do mundo.

Os patrimônios líquidos são de 27 de dezembro de 2024.

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Negócios

BAT Nomeia Suelma Rosa Como VP de Assuntos Corporativos e Regulatórios para América do Sul

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

A BAT (British American Tobacco) anunciou Suelma Rosa como vice-presidente de assuntos corporativos e regulatórios para a América do Sul.

Na posição, a executiva será responsável pela estratégia regulatória, engajamento com governos e stakeholders, comunicação, reputação e gestão de temas sensíveis. “Não há transformação real sem diálogo, especialmente nos temas mais complexos. A evolução da BAT passa por inovação e novas categorias, mas também pela capacidade de construir confiança”, afirma. “Meu compromisso é contribuir para fortalecer essa agenda, ampliando a escuta e a qualidade da informação à sociedade.”

Antes de ingressar na BAT, Rosa atuava como vice-presidente de assuntos corporativos da PepsiCo para a América Latina e México.

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Com mais de 20 anos de carreira internacional, já ocupou cargos de liderança na Unilever, Dow, UNOPS e The Nature Conservancy e esteve à frente de agendas em mercados da América Latina, Europa, Ásia e África.

A executiva é formada em relações internacionais pela Universidade de Brasília e começou a carreira como coordenadora de relações externas na Vale. Também possui MBA pela FGV (Fundação Getulio Vargas) e doutorado em ciências políticas pela Universidade de Sorbonne.

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Negócios

20 Universidades dos EUA Que Desbancam a Ivy League na Era da IA

Redação Informe ES

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Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.

Em janeiro, a Amazon anunciou o corte de 16 mil vagas corporativas, apenas alguns meses depois de reduzir seu quadro de funcionários em 14 mil pessoas. No mesmo mês, a UPS informou que eliminaria até 30 mil postos de trabalho administrativos este ano. Na semana passada, a Oracle iniciou uma grande rodada de demissões (estima-se até 30 mil), enquanto a gigante de software empresarial investe dezenas de bilhões de dólares em inteligência artificial.

Mesmo antes dos anúncios de demissões em massa começarem a estampar as manchetes, a IA já havia começado a impactar o mercado de trabalho para jovens. Pesquisadores do Laboratório de Economia Digital de Stanford descobriram que o emprego de pessoas entre 22 e 25 anos nas profissões mais vulneráveis ​​à IA, como engenheiros de software e representantes de atendimento ao cliente, havia caído 16% até outubro do ano passado.

Como preparar os jovens para a era da IA

Enquanto a IA transforma o mercado de trabalho e preocupa jovens profissionais, as universidades terão que se adaptar para justificar seus preços e formar profissionais qualificados, capazes de quitar suas dívidas estudantis.

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Mas como? Algumas das primeiras pistas vêm da terceira lista anual da Forbes das Novas Ivies – as 20 melhores instituições americanas (10 privadas e 10 públicas) cujos ex-alunos são muito bem avaliados pelos empregadores. Os destaques foram escolhidos com base em uma pesquisa com mais de 100 executivos C-Level e recrutadores. Este ano, eles foram questionados não apenas sobre a avaliação das escolas, mas também sobre como a IA está impactando a contratação de recém-formados.

Quase 25% desses executivos afirmaram que a IA reduziria a necessidade de recém-formados em posições de entrada, e 60% disseram que a tecnologia mudaria suas necessidades gerais de equipe. “A IA redefiniu completamente a estrutura dos cargos de entrada. Consequentemente, o nível de exigência para novas contratações aumentou, diminuindo nossa necessidade do quadro tradicional de funcionários júnior”, diz um executivo entrevistado.

A corrida das universidades para se adaptar à IA

As 20 universidades da lista da Forbes deste ano estão correndo para preparar seus alunos e adaptar seus currículos de diversas maneiras e em todas as disciplinas.

Em dezembro, a Universidade Purdue (Indiana), uma “Nova Ivy” pública, tornou-se a primeira faculdade dos EUA a anunciar a exigência de “proficiência no uso de IA” para a graduação. “Os talentos mais promissores de hoje estão começando a surgir de instituições que priorizam o rigor intelectual em detrimento do prestígio herdado“, observou um dos entrevistados. “O recém-formado ideal terá uma educação que cultivou traços humanos, incluindo inteligência emocional, adaptabilidade e criatividade, para orquestrar ferramentas de IA em vez de competir com elas.”

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Uma perspectiva semelhante foi oferecida por Magnus Egerstedt, especialista em robótica que, em novembro passado, foi nomeado reitor da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill (listada três vezes no ranking da Forbes). “Ter sucesso [na era da IA] tem mais a ver com as artes liberais do que com as disciplinas tradicionais de alta tecnologia”, afirma Egerstedt. “Estamos nos apoiando na ideia de que você precisa de uma boa base técnica para, em seguida, focar na criatividade, curiosidade e resolução de problemas.”

Pesquisadores de Stanford, em um artigo publicado em novembro, observaram que, embora os jovens profissionais estivessem perdendo espaço em vagas onde a IA atua principalmente automatizando o trabalho, o emprego continuava crescendo em funções onde a IA potencializa a produtividade humana.

Por que o mercado está olhando além da Ivy League

A Forbes lançou a lista das “Novas Ivies” em 2024, em meio ao crescente ceticismo de empregadores sobre se os diplomas da tradicional Ivy League (que inclui Brown, Columbia, Cornell, Dartmouth, Harvard, Penn, Princeton e Yale) ainda são garantia de acesso os melhores talentos. Há uma convicção generalizada de que muitos dos jovens mais inteligentes e dedicados podem ser encontrados em instituições menos conhecidas.

Essa desconfiança em relação à Ivy League persiste: 37% dos entrevistados deste ano disseram estar menos propensos a contratar graduados dessas renomadas instituições do que há cinco anos, e apenas 6% disseram estar mais propensos a fazê-lo.

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No caso das universidades públicas, o cenário se inverte: 42% dos executivos dizem estar mais propensos a contratar seus graduados, enquanto apenas 6% afirmam o contrário. Os formados em faculdades privadas que não fazem parte da Ivy League também se saem melhor nessas avaliações do que aqueles que possuem diplomas dessas instituições de elite.

Confira as 20 universidades públicas e privadas que estão desbancando a Ivy League nos EUA

As Novas Ivies privadas

Carnegie Mellon University

  • Localização: Pittsburgh, Pensilvânia
  • Matrículas na graduação: 7.852
  • Taxa de aceitação: 12%
  • Nota mediana do SAT: 1540
  • Nota mediana do ACT: 35
Getty ImagesCampus da Carnegie Mellon University

Case Western Reserve University

  • Localização: Cleveland, Ohio
  • Matrículas na graduação: 6.354
  • Taxa de aceitação: 37%
  • Nota mediana do SAT: 1510
  • Nota mediana do ACT: 34

Emory University

  • Localização: Atlanta, Geórgia
  • Matrículas na graduação: 7.805
  • Taxa de aceitação: 11%
  • Nota mediana do SAT: 1520
  • Nota mediana do ACT: 34

Georgetown University

  • Localização: Washington, D.C.
  • Matrículas na graduação: 8.537
  • Taxa de aceitação: 13%
  • Nota mediana do SAT: 1490
  • Nota mediana do ACT: 33
Georgetown University
Getty ImagesCampus da Georgetown University

Northwestern University

  • Localização: Evanston, Illinois
  • Matrículas na graduação: 10.421
  • Taxa de aceitação: 8%
  • Nota mediana do SAT: 1540
  • Nota mediana do ACT: 34

University of Notre Dame

  • Localização: Notre Dame, Indiana
  • Matrículas na graduação: 9.157
  • Taxa de aceitação: 11%
  • Nota mediana do SAT: 1520
  • Nota mediana do ACT: 34

Rice University

  • Localização: Houston, Texas
  • Matrículas na graduação: 4.836
  • Taxa de aceitação: 8%
  • Nota mediana do SAT: 1550
  • Nota mediana do ACT: 35

Tufts University

  • Localização: Medford e Somerville, Massachusetts
  • Matrículas na graduação: 7.715
  • Taxa de aceitação: 11%
  • Nota mediana do SAT: 1510
  • Nota mediana do ACT: 34
Campus da Universidade de Tufts
Getty ImagesCampus da Universidade de Tufts

Vanderbilt University

  • Localização: Nashville, Tennessee
  • Matrículas na graduação: 7.285
  • Taxa de aceitação: 6%
  • Nota mediana do SAT: 1540
  • Nota mediana do ACT: 35

Washington University in St. Louis

  • Localização: St. Louis, Missouri
  • Matrículas na graduação: 9.064
  • Taxa de aceitação: 12%
  • Nota mediana do SAT: 1540
  • Nota mediana do ACT: 34
Campus central da Universidade de Washington
Getty ImagesCampus central da Washington University

As Novas Ivies públicas

United States Air Force Academy (Academia da Força Aérea dos Estados Unidos)

  • Localização: Colorado Springs, Colorado
  • Matrículas na graduação: 5.117
  • Taxa de aceitação: 14%
  • Nota mediana do SAT: 1330
  • Nota mediana do ACT: 30
Cadetes na Academia Militar dos EUA
Getty ImagesCadetes na United States Air Force Academy

University of Florida

  • Localização: Gainesville, Flórida
  • Matrículas na graduação: 38.246
  • Taxa de aceitação: 24%
  • Nota mediana do SAT: 1400
  • Nota mediana do ACT: 31

Georgia Institute of Technology

  • Localização: Atlanta, Geórgia
  • Matrículas na graduação: 20.887
  • Taxa de aceitação: 14%
  • Nota mediana do SAT: 1480
  • Nota mediana do ACT: 33

University of Michigan

  • Localização: Ann Arbor, Michigan
  • Matrículas na graduação: 34.962
  • Taxa de aceitação: 16%
  • Nota mediana do SAT: 1460
  • Nota mediana do ACT: 33

University of North Carolina at Chapel Hill

  • Localização: Chapel Hill, Carolina do Norte
  • Matrículas na graduação: 21.906
  • Taxa de aceitação: 15%
  • Nota mediana do SAT: 1480
  • Nota mediana do ACT: 31

Purdue University

  • Localização: West Lafayette, Indiana
  • Matrículas na graduação: 42.745
  • Taxa de aceitação: 50%
  • Nota mediana do SAT: 1350
  • Nota mediana do ACT: 31
Campus da Universidade Purdue
Getty ImagesCampus da Purdue University

University of Texas at Austin

  • Localização: Austin, Texas
  • Matrículas na graduação: 44.663
  • Taxa de aceitação: 27%
  • Nota mediana do SAT: 1390
  • Nota mediana do ACT: 31

University of Virginia

  • Localização: Charlottesville, Virgínia
  • Matrículas na graduação: 19.033
  • Taxa de aceitação: 17%
  • Nota mediana do SAT: 1480
  • Nota mediana do ACT: 33

William & Mary

  • Localização: Williamsburg, Virgínia
  • Matrículas na graduação: 7.465
  • Taxa de aceitação: 34%
  • Nota mediana do SAT: 1470
  • Nota mediana do ACT: 33
Campus da Universidade William e Mary
Getty ImagesCampus da Universidade William e Mary

University of Wisconsin-Madison

  • Localização: Madison, Wisconsin
  • Matrículas na graduação: 39.637
  • Taxa de aceitação: 45%
  • Nota mediana do SAT: 1460
  • Nota mediana do ACT: 31

Metodologia

Para identificar as universidades públicas e privadas do ranking, foram analisadas todas as faculdades dos Estados Unidos que concedem diplomas de quatro anos, com exceção da Ivy League (Brown, Columbia, Cornell, Dartmouth, Harvard, Penn, Princeton e Yale) e das faculdades do grupo “Ivy Plus” (Johns Hopkins, Stanford, MIT, Duke e Universidade de Chicago).

Para serem consideradas para a lista das “Novas Ivies”, as faculdades precisaram atender a três outros critérios:

  1. Tamanho: As escolas privadas devem ter pelo menos 3.000 alunos matriculados, e as faculdades públicas, 4.000 alunos.
  2. Seletividade: Todas as faculdades privadas, exceto uma, tiveram uma taxa de admissão inferior a 15%, e a taxa de admissão das faculdades públicas foi de 50% ou menos.
  3. Notas: Pelo menos metade dos ingressantes deve ter enviado as notas do SAT ou do ACT. Para as Novas Ivies privadas, a pontuação mediana do SAT foi 1530 e a mediana do ACT foi 34. Para as universidades públicas que entraram na lista, a mediana do SAT foi 1460 e a do ACT foi 31. (Todos os números referem-se à turma ingressante de 2024, os dados mais recentes disponíveis do Centro Nacional de Estatísticas da Educação dos EUA).

As universidades foram então incluídas em uma pesquisa com executivos C-level e de recrutamento, que classificaram os graduados de cada faculdade (desde que tivessem experiência profissional com eles) e indicaram como a inteligência artificial afetou seus planos de contratação.

*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com

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Negócios

CLT É a Prioridade dos Jovens no Mercado de Trabalho

Redação Informe ES

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Apesar do barulho das redes sociais, o emprego com carteira assinada continua sendo a prioridade dos brasileiros ao buscar uma vaga. Segundo pesquisa divulgada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), o modelo formal, regido pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), foi apontado como o mais atrativo por mais de um terço dos profissionais que procuraram emprego recentemente.

Entre os jovens, a escolha pelo emprego formal é ainda mais forte, refletindo a busca por segurança no início da carreira.

  • 41,4% dos profissionais de 25 a 34 anos preferem CLT;
  • 38,1% dos jovens de 16 a 24 anos também priorizam o modelo.

Segundo Claudia Perdigão, especialista em políticas e indústria da CNI, o emprego formal traz mais segurança para os jovens, que procuram maior estabilidade no início da carreira profissional.

De acordo com o estudo, o acesso a direitos trabalhistas e à Previdência Social continua sendo um diferencial relevante, mesmo com o avanço de novas formas de trabalho. “Embora novas modalidades de trabalho estejam crescendo, como aquelas vinculadas a plataformas digitais, o trabalhador ainda valoriza o acesso a direitos trabalhistas, estabilidade e proteção social, que continuam, portanto, sendo um diferencial relevante mesmo em contexto de maior flexibilização das relações de trabalho”, diz Perdigão.

Principais números da pesquisa

  • 36,3% preferem emprego com carteira assinada (CLT);
  • 18,7% apontam o trabalho autônomo como melhor opção;
  • 12,3% consideram o emprego informal mais atrativo;
  • 10,3% têm interesse em trabalho por plataformas digitais;
  • 9,3% preferem abrir o próprio negócio;
  • 6,6% optam por atuar como pessoa jurídica (PJ);
  • 20% não encontraram oportunidades atrativas.

Renda complementar

O trabalho por meio de plataformas digitais, como motorista ou entregador de empresas de aplicativo, é visto majoritariamente como complemento de renda.

Segundo o levantamento, apenas 30% consideram essa atividade como principal fonte de sustento.

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Alta satisfação

A pesquisa também aponta elevado nível de satisfação no mercado de trabalho, o que ajuda a explicar a baixa busca por novas oportunidades.

  • 95% estão satisfeitos com o emprego atual;
  • 70% se dizem muito satisfeitos;
  • 4,6% estão insatisfeitos;
  • 1,6% muito insatisfeitos.

A mobilidade no mercado é limitada:

  • 20% buscaram outro emprego recentemente;
  • 35% dos jovens (16 a 24 anos) procuraram nova vaga;
  • 6% dos profissionais com mais de 60 anos fizeram o mesmo.

O tempo no emprego também influencia:

  • 36,7% com menos de um ano no trabalho buscaram nova vaga;
  • 9% com mais de cinco anos na mesma função fizeram o mesmo.

Realizado pelo Instituto Nexus, em parceria com a CNI, o levantamento ouviu 2.008 pessoas com 16 anos ou mais em todo o país. A pesquisa foi realizada de 10 a 15 de outubro de 2025, mas só foi divulgada agora.

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