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4 Estratégias para Vencer o Medo de Falar em Público
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
Laura tinha feito tudo certo. Ensaiou sua apresentação por semanas, memorizou cada slide e até praticou na frente de amigos, que disseram que ela estava pronta. Mas quando ficou diante de 30 colegas, algo mudou. Suas mãos começaram a suar. Sua mente ficou em branco. Depois de dez segundos de um silêncio agoniante, ela sussurrou “não consigo fazer isso” e saiu da sala.
Você já deve ter visto (ou vivido) um cenário parecido com esse pelo menos alguma vez. Se já teve essa mesma sensação (coração acelerado, garganta travando, pensamentos se dispersando), saiba que não está sozinho: 85% das pessoas sentem ansiedade ao fazer uma apresentação.
Embora 70% dos profissionais acreditem que habilidades de falar em público são essenciais para avançar na carreira, muitos evitam oportunidades por causa desse medo.
Sabendo que precisam melhorar, a maioria das pessoas segue o mesmo roteiro: assistir a palestras do TED, analisar as pausas e os gestos, imitar aquela forma de apresentação impecável.
Mas quando encaram o próprio público, se veem tão paralisadas quanto antes. Eis o motivo: esses vídeos são resultado de dezenas de ensaios, coaching profissional e várias gravações.
O que o público vê é o produto final de um processo rigoroso, sem qualquer visibilidade sobre o que aconteceu nos bastidores. Pior: isso cria um padrão impossível, que provavelmente aumenta — em vez de diminuir — a ansiedade.
A solução não é assistir a mais vídeos. As pessoas precisam de estratégias que funcionem quando o sistema nervoso está no auge da ansiedade.
4 estratégias práticas para vencer o medo de falar em público
Dica 1: Pratique até que sua resposta se torne automática
Quando você pratica um discurso o suficiente, está mudando a forma como seu cérebro responde automaticamente sob pressão. Depois de vinte ou trinta repetições, o discurso sai da mente consciente e passa para o sistema de respostas automáticas.
Isso é importante porque a presença do público gera nervosismo, e essa ativação fisiológica amplifica aquilo que você faz automaticamente. Se o discurso não estiver bem praticado, sua resposta automática será travar.
No entanto, se você praticou o suficiente para que a execução seja automática, essa mesma energia nervosa melhora o seu desempenho. Ensaiar pode dar trabalho, mas é o que realmente funciona.
Dica 2: Personalize seu ritual pré-apresentação
Conselhos genéricos como “imagine a plateia nua” falham porque a ansiedade de falar em público é profundamente pessoal. O que acalma uma pessoa pode estressar outra.
Por isso, bons oradores desenvolvem seus próprios rituais antes de se apresentar. Alguns usam algo significativo: uma joia específica, um sapato da sorte, uma cor que transmite poder. Outros chegam cedo para caminhar pelo palco e eliminar o desconhecido. Há também quem escolha um rosto amigável na plateia e direcione a apresentação principalmente para essa pessoa.
O ritual em si importa menos do que encontrar algo que funcione para você. Experimente diferentes abordagens, mantenha o que te ajuda e descarte o resto. O objetivo é criar seu próprio método para se manter centrado quando o pânico aumenta.
Dica 3: Transforme a ansiedade em empolgação
Você pode não ter controle sobre o quanto de ansiedade sente. No entanto, tem controle sobre como interpreta essa sensação. A professora da Harvard Business School, Alison Wood Brooks, conduziu estudos mostrando que as pessoas podem melhorar seu desempenho ao reinterpretar a ansiedade como empolgação.
Em diversos estudos, aqueles que fizeram essa reavaliação sentiram mais entusiasmo e tiveram melhor desempenho do que aqueles que simplesmente tentaram se acalmar.
Por que isso funciona? Ansiedade e empolgação são muito parecidas do ponto de vista fisiológico. Ambas são emoções de alta ativação, caracterizadas pelo aumento da frequência cardíaca.
Transformar a ansiedade em empolgação exige apenas mudar a forma como você entende a sensação. Tentar se acalmar, por outro lado, exige mudar tanto o estado físico quanto a interpretação desse estado — o que torna tudo muito mais difícil.
Dica 4: Comece aos poucos (e agora)
Busque oportunidades de praticar em ambientes de baixo risco. Fale em reuniões de equipe. Voluntarie-se para apresentar em encontros locais. Participe de grupos. Reserve uma sala, grave sua voz no celular e repita sua apresentação vinte vezes. Observe o que funciona. Ajuste. Repita.
A confiança que você procura não está em estudar os outros. Ela é construída por meio da sua própria ação repetida.
*Andy Molinsky é colaborador da Forbes USA. Ele é especialista em comportamento organizacional, palestrante, autor, professor na Brandeis University e Top Voice LinkedIn.
*Reportagem publicada originalmente em Forbes.com
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Dentro e Fora do Gramado: 8 Lições de Liderança de Carlo Ancelotti
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
O técnico da seleção brasileira Carlo Ancelotti renovou o contrato com a CBF (Confederação Brasileira de Futebol) por mais quatro anos, até a Copa do Mundo de 2030, segundo anúncio da entidade na quinta-feira (14).
Desde que assumiu o cargo, em maio de 2025, o italiano liderou a seleção — maior campeã da história do futebol mundial — em dez jogos. Foram cinco vitórias, dois empates e três derrotas. Sob seu comando, a equipe marcou 18 gols e sofreu 8. “Desde o primeiro minuto, entendi o que o futebol significa para este país. Estamos trabalhando para levar a Seleção Brasileira de volta ao topo do mundo“, disse em comunicado divulgado pela CBF. “Mas queremos mais. Mais vitórias, mais tempo e mais trabalho.”
Preparativos para a Copa do Mundo de 2026
A menos de um mês do início da Copa do Mundo, Ancelotti acredita que a seleção brasileira precisa aprender a transformar a pressão em combustível na tentativa de acabar com uma espera de 24 anos para levantar o troféu novamente. “Há muita pressão sobre os jogadores. E os jogadores também colocam muita pressão sobre si mesmos, às vezes até demais”, afirmou à Reuters. “Precisamos estabelecer uma rotina para evitar tudo isso. Gerenciar bem a pressão significa ter mais motivação e mais camaradagem.”
“Você pode compartilhar a pressão. Assim, ela pesa menos sobre você.”
Carlo Ancelotti
Para o técnico, o caminho é dar ao Brasil uma estrutura robusta o suficiente para sobreviver à intensidade do futebol moderno. “O que o futebol e os jogadores brasileiros não podem perder é sua maior qualidade: criatividade, alegria e energia.”
Gabaritado para assumir essa tarefa, Ancelotti é conhecido por alcançar em campo algo que muitas empresas esperam da liderança hoje em dia: equipes engajadas. O italiano consegue entregar para os acionistas (dirigentes e patrocinadores) e clientes (torcedores e imprensa) um grupo de pessoas (atletas) altamente envolvidas com o trabalho e com a busca de resultados (vitórias e títulos). “Ancelotti cria um nível alto de engajamento entre todos os jogadores porque coloca um propósito por trás da execução. Tudo faz sentido para a equipe ”, disse Gil Van Delft, CEO da consultoria Michael Page, em entrevista à Forbes no momento do anúncio de Ancelotti como técnico da seleção brasileira.
A seguir, veja 8 lições de liderança de Carlo Ancelotti que servem para qualquer carreira:
Por dentro da carreira de Carlo Ancelotti
O currículo de Ancelotti inclui clubes de futebol que equivalem a algumas das mais importantes empresas do mundo. Sua posição de técnico seria como se ele fosse um CEO numa holding com milhões de clientes fixos e apaixonados pelo produto oferecido.
Antes de ser técnico, ele foi jogador de meio campo por mais de 15 anos. Jogou pelo Parma, Roma – junto de Paulo Roberto Falcão – e Milan, além de ter participado de 26 jogos pela seleção italiana, disputando as Copas do Mundo de 1986 e 1990. Dentro de campo, seus principais títulos são duas Ligas dos Campeões da Europa, conquistadas com o Milan.
Como técnico, Ancelotti é o único a vencer o principal interclubes europeu cinco vezes: em 2003 e 2007, pelo Milan, e em 2014, 2022 e 2023, pelo Real Madrid. Ele passou ainda por Chelsea, Paris Saint-German e Bayern de Munique, com diferentes níveis de sucesso, mas vencendo títulos nacionais em todos os clubes.
A carreira de Ancelotti, assim como as trajetórias do mundo corporativo, nem sempre foi linear. Depois de comandar os gigantes Milan, Real Madrid e Bayern de Munique e passar pelos novos ricos e poderosos Chelsea e Paris Saint-German, treinou Napoli e Everton, camisas tradicionais, mas fora do primeiro escalão europeu.
Quando estava no time inglês, em 2020-21, foi chamado para socorrer o Real Madrid, que vivia um momento problemático. No fim da temporada, empilhou os títulos da Supercopa da Espanha, do Campeonato Espanhol e da Liga dos Campeões, numa campanha histórica que confirmou Vini Jr., seu provável titular da seleção brasileira, como um dos melhores jogadores do mundo.
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STF Forma Maioria e Valida Lei da Igualdade Salarial entre Homens e Mulheres
Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
O STF (Supremo Tribunal Federal) formou maioria nesta quinta-feira (14) para validar a lei que garante igualdade salarial entre homens e mulheres. O julgamento sobre a constitucionalidade da lei havia sido iniciado na quarta-feira (13).
O plenário analisou três ações: uma ação declaratória de constitucionalidade (ADC), protocolada pela CUT (Central Única dos Trabalhadores) para garantir a aplicação da lei, e duas ações diretas de inconstitucionalidade (ADI), impetradas pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) e o Partido Novo contra a norma.
Em julho de 2023, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou a Lei 14.611 para obrigar as empresas a garantir a igualdade salarial entre homens e mulheres que exercem a mesma função.
A norma alterou a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho) para definir que as empresas deverão pagar multa de dez vezes o valor do salário em caso de discriminação por motivo de sexo, raça, etnia, origem ou idade.
Além disso, a lei determina a divulgação semestral de relatórios de transparência salarial por empresas com mais de 100 empregados.
Sustentações
A advogada Camila Dias Lopes, representante do Instituto Nós por Elas, argumentou que as ações contra a lei são equivocadas.
Segundo Camila, a obrigatoriedade de divulgação de relatórios de transparência salarial e a possibilidade de punição das empresas são ferramentas necessárias para concretizar os direitos fundamentais de igualdade e de não discriminação entre homens e mulheres. “É inconcebível que mulheres recebam 20% em média a menos que homens exercendo a mesma função. É inconcebível que esta Suprema Corte, em pleno 2026, seja provocada a afirmar o óbvio”, afirmou.
Mádila Barros de Lima, advogada da CUT (Central Única dos Trabalhadores), disse que a desigualdade não é acidental e se perpetua pela história. Ela ressaltou que as desigualdades enfrentadas pelas mulheres produzem efeitos no mercado de trabalho. “Assim como as mulheres negras, outras mulheres enfrentam diariamente os atravessamentos do machismo, do etarismo, do capacitismo. Esses problemas refletem diretamente sobre as remunerações, oportunidades e sobre os sonhos”, completou.
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As Mães por trás do Sucesso dos Bilionários Mais Poderosos do Mundo

Forbes, a mais conceituada revista de negócios e economia do mundo.
A mãe de Jeff Bezos criou o filho sozinha e investiu suas economias no projeto ainda incerto que viria a ser a Amazon. A de Bill Gates foi responsável por uma conexão que fez a Microsoft começar a deslanchar. E a de Elon Musk percebeu o potencial do filho quando ele ainda era criança e incentivou todos os interesses do hoje bilionário.
Para criar seus filhos, elas assumiram jornadas triplas de trabalho, abriram mão de vontades pessoais e adiaram os estudos. Mas foram muito além de prover as necessidades básicas deles. Sem esse apoio, talvez algumas das maiores empresas do mundo nunca tivessem saído do papel (e seus fundadores muito provavelmente não teriam alcançado a casa dos bilhões).
Em homenagem ao Dia das Mães, conheça, a seguir, as figuras que criaram e influenciaram o sucesso de alguns dos homens mais ricos e poderosos do mundo.
Conheça as mães por trás do sucesso destes bilionários
Elon e Maye Musk

Aos 78 anos, Maye Musk é supermodelo e nutricionista, além de mãe do bilionário sul-africano, dono do X e fundador da Tesla e da SpaceX e de outros dois empresários de sucesso. Elon Musk, o mais velho, é hoje a pessoa mais rica do mundo, com fortuna estimada em US$ 803,7 bilhões. Kimbal, o do meio, é dono de um grupo de restaurantes e investidor na área de alimentação; e Tosca, a mais nova, é diretora de cinema e cofundadora de um streaming de conteúdo adulto.
Depois de se divorciar do pai de seus filhos, Maye criou os três sozinha e chegou a ter diversos trabalhos para sustentá-los. “Meus filhos se beneficiaram porque me viram trabalhar duro para colocar um teto sobre nossas cabeças, comida no estômago e comprar roupas de segunda mão”, disse ela em entrevista à Forbes.
Para Maye, o segredo para criar filhos bem-sucedidos é dar liberdade, mas apoiando e incentivando. “Não os tratei como bebês nem os repreendi. Eu nunca disse a eles o que estudar. Nunca verifiquei o dever de casa, essa era a responsabilidade deles e certamente não prejudicou suas carreiras.”
Hoje, Maye observa o sucesso de seus filhos e vê que seus negócios têm muita ligação com as paixões deles como crianças. Ela diz que percebeu que Elon era um gênio quando ele tinha apenas três anos. Em 1983, quando ele ganhou seu primeiro computador, aos 12 anos, criou o jogo BLASTAR. Maye insistiu para ele enviar sua criação para uma revista de informática. “Ele enviou o BLASTAR para a PC Magazine, e eles deram 500 rands (cerca de US$ 500 na época). Acho que não sabiam que ele tinha 12 anos. Foi publicado quando ele tinha 13.”
Jeff e Jacklyn Bezos

Em 1995, Jeff Bezos abordou sua mãe, Jacklyn, e seu padrasto, Mike, e pediu que investissem no negócio que acabara de lançar. Eles colocaram US$ 245 mil na recém-fundada Amazon, apesar de o agora bilionário ter avisado que havia 70% de chance de eles nunca mais verem aquele dinheiro.
Mas a história foi outra. A Bloomberg estimou em 2018 que Jackie e Mike Bezos, um imigrante cubano de quem o empresário herdou o sobrenome, teriam 16,6 milhões de ações da Amazon e um patrimônio que poderia chegar a US$ 30 bilhões.
Mesmo se esses números não forem os mais exatos, fato é que a trajetória dos Bezos seguiu um rumo diferente do esperado para uma família com uma mãe solo adolescente que mais tarde se casou com um imigrante.
Quando Bezos nasceu, em Albuquerque, no estado americano do Novo México, sua mãe tinha apenas 17 anos e estava no 3º ano do ensino médio. A diretoria da escola onde ela estudava proibiu Jacklyn de retomar os estudos depois da gravidez, e acabou cedendo depois de ela insistir bastante – mas com condições. “Um: eu tinha que chegar e sair da escola dentro de cinco minutos depois do sinal. Dois: não podia falar com outros alunos. Três: não podia almoçar no refeitório. Quatro: disseram que eu não poderia atravessar o palco com meus colegas para pegar meu diploma”, disse ela.
Divorciada do pai biológico de Bezos, Ted Jorgensen, quando o hoje empresário tinha 17 meses, Jacklyn trabalhava à tarde, ganhando US$ 190 por mês, e estudava à noite. Ainda um bebê, Bezos acompanhava sua mãe durante as aulas e, quando tinha quatro anos, sua mãe se casou novamente com Mike Bezos. Mais tarde, o trabalho de Mike levou os três a se mudarem para o Texas, e Jacklyn precisou abandonar os estudos, mas voltou a estudar e se formou na faculdade aos 40 anos.
“Mãe, não tenho ideia de como você fez o que fez. Você nos manteve seguros dentro do seu coração. Obrigado por compartilhar sua força e por todos os sacrifícios que você fez. Eu te amo”, compartilhou Bezos no Dia das Mães de 2022 em suas redes sociais. O empresário é hoje a 4ª pessoa mais rica do mundo, com US$ 277,7 bilhões.
Bill e Mary Gates

Mary Gates, mãe do bilionário e fundador da Microsoft, Bill Gates, teve um papel importante na trajetória da empresa do filho – com valor de mercado superior a US$ 4 trilhões no final de 2025.
Ainda na década de 1980, Mary ocupava papéis reservados apenas para os homens. Membro do conselho de administração da United Way, ela conheceu John Open, então diretor-executivo da IBM, e falou sobre a Microsoft, fundada havia apenas cinco anos.
O papo rendeu e a IBM contratou a Microsoft, à época uma pequena empresa de software, para desenvolver um sistema operacional para seu primeiro computador pessoal. Esse contrato colocou a Microsoft no mapa e alavancou o seu sucesso, graças à mãe do seu fundador. Hoje, Gates é a 19ª pessoa mais rica do mundo, com patrimônio estimado em US$ 103 bilhões.
Depois disso, Mary também insistiu para que o filho fosse a uma viagem para conhecer o megainvestidor Warren Buffett. Gates resistiu, mas acabou indo e se tornou amigo íntimo de Buffett.
Apesar de ter tido conflitos com Mary na infância, o que é contado no documentário “O Código Gates”, da Netflix, ela foi “o braço direito de Bill nos primeiros anos da Microsoft”, segundo sua irmã Kristi disse no documentário.
Ela também incentivou o filho a fazer trabalhos de caridade. Em 2000, ele fundou, ao lado da sua então esposa, Melinda, a Fundação Bill e Melinda Gates (hoje apenas Fundação Gates). “Minha mãe foi uma das pessoas mais generosas que eu conheci. Ela costumava me perguntar na mesa de jantar quanto da minha mesada eu planejava doar ao Exército da Salvação no Natal. Melinda teve uma educação semelhante e, mesmo antes de nos casarmos, conversávamos sobre como contribuiríamos para a sociedade”, publicou Bill Gates nas suas redes sociais.
Vítima de um câncer, Mary morreu em 10 de junho de 1994 – segundo Bill Gates, o dia mais triste de sua vida.
Michael e Charlotte Bloomberg

O bilionário Mike Bloomberg, fundador da Bloomberg e ex-prefeito da cidade de Nova York, e sua mãe, Charlotte, eram muito próximos até ela falecer, aos 102 anos, em 2011.
Bloomberg, um dos homens mais ricos do mundo, com uma fortuna de US$ 109,4 bilhões, segundo a Forbes, ainda paga a linha telefônica da sua falecida mãe para ouvir a voz dela. “Se eu quiser ouvi-la, posso simplesmente ligar”, disse ele ao Boston Globe.
Em sua autobiografia de 1997, ele escreveu que sua mãe lhe ensinou o valor do trabalho, da curiosidade e da ambição para atingir seus objetivos. “Ela me ensinou que você tem que fazer o que tem que fazer, e sem reclamar.”
“A integridade irrepreensível de nossa mãe, a independência feroz e o amor constante foram presentes que moldaram profundamente nossas vidas e as vidas de tantos que a conheceram”, escreveu ele quando sua mãe faleceu.
Bloomberg homenageou sua mãe em algumas das suas ações filantrópicas. Fez uma doação de US$ 3 bilhões para a Universidade Johns Hopkins, que inclui um hospital infantil no nome dela, além de contribuir para uma biblioteca pública em seu nome e para a sinagoga que ela presidia.
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